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Melbourne: tudo o que você precisa saber sobre a cidade!

Melbourne

Em 2017, Melbourne foi eleita como a melhor cidade para se morar, pelo sétimo ano consecutivo, pela revista “The Economist“. Uma das mais importantes publicações de notícias e assuntos internacionais, o periódico avalia e ranqueia 140 cidades do mundo.

Apesar de ser menos popular que Sydney, Melbourne atrai muitos jovens com perfil mais urbano e oferece infinitas possibilidades para quem sonha em morar no exterior, capacitar-se profissionalmente e ter acesso a oportunidades únicas.

Entenda por que você deve fazer intercâmbio em Melbourne e aprenda mais sobre essa capital jovem, agitada e incrível!

Melbourne: uma visão geral sobre a cidade

Melbourne é a capital do menor Estado da Austrália: Victoria. A cidade fica no extremo-sul do país e, por isso, tem as quatro estações do ano muito bem definidas. Melbourne é a segunda maior metrópole da Austrália e é conhecida por mesclar características europeias com uma identidade bem australiana.

A cidade é conhecida como a capital “das artes e da cultura”, então oferece diversas opções de passeios, espetáculos, gastronomia, arquitetura, museus e galerias. Além disso, Melbourne também sedia diversos eventos esportivos todos os anos, como o Australian Open Tennis, que atrai centenas de turistas e é transmitido no mundo inteiro.

Localização de Melbourne

Yarra Glen, Port Phillip e Maribymong são algumas cidades e vilas vizinhas à Melbourne, todas a menos de seis quilômetros de distância. Melbourne tem mais de 9.900 quilômetros quadrados e uma população de quase quatro milhões de pessoas.

Além de encontrar diversas oportunidades de roteiros e diversão dentro da cidade, a proximidade com outras localidades faz com que seja possível conhecer outras cidades e passear por lugares próximos com bastante facilidade.

É um destino para quem gosta de regiões ativas e vivas, já que Melbourne abriga diversos cafés, restaurantes, paisagens naturais que contrastam com a arquitetura vitoriana e a arte urbana dos grafites que enfeitam parte dos quarteirões.

Melbourne é uma cidade fácil de se locomover tanto pela oferta de bondinhos que passam por suas ruas, quanto pela infraestrutura que possibilita que seus habitantes andem de bicicleta por praticante todos os bairros.

Como Melbourne se localiza mais ao sul da Austrália, algumas de suas rodovias ficam bem em frente ao mar, o que garante paisagens de tirar o fôlego e muitos programas à beira-mar. É possível viajar de Melbourne para Adelaine, por exemplo, ao longo da costa sudeste do país, a Great Ocean Road, e fazer um programa típico de filme, com cenários incríveis e apaixonantes. Além disso, as montanhas de Melbourne também são uma atração imperdível.

Clima em Melbourne

O clima de Melbourne é considerado instável por causa das variações de temperatura em um mesmo dia. O clima temperado garante primaveras amenas, verões com temperaturas mornas e elevadas, outonos mais brandos e invernos mais frios.

Como é a temperatura ao longo do ano?

Entre Sydney ou Melbourne, a capital do Estado de Victoria é a que possui um clima mais londrino. Enquanto a temperatura média no verão é de 25 °C, no inverno a média é de 14 °C. O verão em Melbourne começa em dezembro e vai até fevereiro, meses em que as temperaturas estão mais altas.

De março a maio o clima se torna mais ameno durante o outono e o inverno abaixa as temperaturas de junho a agosto. O clima esquenta novamente de setembro a novembro, quando a cidade recebe a primavera e é possível aproveitar as temperaturas mais agradáveis de novo.

Como o clima varia bastante em Melbourne, é recomendável que você esteja sempre preparado com um casaco mais leve e um guarda-chuva, principalmente em outubro, o mês mais chuvoso por lá.

O que fazer durante as estações?

Com seu estilo turístico, a cidade recebe diversos eventos esportivos ao longo do ano. O tênis, por exemplo, é uma das principais atrações para fãs de esportes durante o verão, quando acontecem o Tennis Championship e o Grand Slam Australian Open.

Em março, durante o outono, acontece o Grande Prêmio da Austrália de Fórmula 1. Em junho, em meio às temperaturas mais baixas, acontece o International Jazz Festival. Já na primavera é possível conferir a mais famosa corrida de cavalos do país, o Melbourne Cup Carnival.

Qualidade de vida em Melbourne

Melbourne já foi eleita sete vezes a melhor cidade do mundo para se morar, como foi dito anteriormente, e sua infraestrutura tem papel fundamental nesse ranking. A infraestrutura interfere diretamente na qualidade de vida da população local porque garante o acesso aos espaços públicos sem precisar gastar muito com isso.

Entenda melhor o que faz com que a cidade seja tão capacitada para receber pessoas do mundo todo e por que sua infraestrutura é referência!

Custo de vida

Apesar de ser um dos destinos mais cotados por brasileiros que viajam para a Austrália, Sydney é considerada a cidade com o custo de vida mais alto. O cálculo leva em conta aluguéis, transporte, lazer e valor dos bens de consumo.

Melbourne é uma opção excelente já que é mais barata para se viver do que Sydney, além de oferecer diversas opções gratuitas, incluindo transporte e lazer, o que ajuda a reduzir ainda mais os custos de viver por lá. Além disso, o governo australiano permite que intercambistas, com visto de estudo, trabalhem até 20 horas semanais durante a estadia no país, o que também ajuda a reduzir gastos.

Transporte público

Quem não é de Melbourne não encontra dificuldades para se locomover pela cidade devido ao transporte público de qualidade. Além de ônibus que percorrem boa parte da capital, ferries, trens e bondinhos também são opções que ajudam as pessoas a ir de um canto ao outro. Os valores variam de acordo com o meio de transporte, mas em geral são bem acessíveis.

É preciso comprar um myki card, um cartão pré-pago utilizado para colocar créditos para utilizar os transportes, por $6. É fácil adquiri-lo em lojas e em centros turísticos e ele é recarregável, o que garante que você sempre tenha em mãos uma maneira de se locomover por Melbourne sem muitos problemas.

Além disso, no centro da cidade existe a Free Tram Zone, uma área em que os bondes são gratuitos. A linha 35, City Circle, também é gratuita e é voltada para turistas que querem conhecer os principais pontos da cidade.

Segurança

Melbourne é uma cidade bem segura. É normal que os habitantes andem pelas ruas mesmo de madrugada sem muitas preocupações com roubos e assaltos. Não é à toa que Melbourne foi eleita pelo The Economist também como uma das dez cidades mais seguras do mundo, ocupando a quinta posição.

Espaços públicos

Parques e praças são muito bem preservados e explorados pela população local. É fácil fazer programas gratuitos e de qualidade sem cair na rotina. Cada praça oferece um espaço ideal para encontrar amigos, conhecer pessoas e aproveitar o que a cidade tem de melhor.

Mercados a céu aberto também atraem centenas de pessoas e é muito comum encontrar shows e artistas de rua durante o ano todo. Existe uma preocupação evidente com os espaços públicos e isso reflete na grande oferta de atividades ao ar livre e na preservação dos monumentos e prédios de Melbourne.

Principais atrações turísticas de Melbourne

Uma das curiosidades sobre a Austrália é que Melbourne é considerada o centro cultural do país e Victoria é um Estado conhecido por suas paisagens propícias à prática de esportes radicais. Em cidades próximas à capital é possível encontrar cenários ideais para rafting, caminhadas, rapel e, no inverno, snowboarding. Entretanto, a capital por si só oferece diversos pontos turísticos que garantem passeios incríveis durante todo o ano. Há muito o que fazer em Melbourne!

Federation Square

O Federation Square é um ponto de encontro da cidade, onde acontecem diversos eventos culturais o ano inteiro. Além de ser uma referência para a população local, o Federation Square abriga lojinhas para fazer compras, bares para encontrar os amigos e restaurantes para conhecer um pouco do que a gastronomia local oferece de melhor. Essa praça pública fica ao lado da Flinders Station, a principal estação de trem da cidade, e de diversos museus, colocando-a em uma localização estratégica.

Melbourne Museum

O Melbourne Museum conta parte da história do Estado de Victoria, desde a herança dos nativos até as paisagens naturais. É uma das atrações mais visitadas de Melbourne e também conta com exposições permanentes e itinerantes. O museu é separado em galerias que enfeitam os três andares do prédio.

Além de objetos aborígenes, as galerias contam com fotografias, exposições interativas, documentários e projetos industriais. É uma visita obrigatória para aqueles que têm curiosidade em conhecer mais sobre a história da região e seus costumes.

Eureka Skydeck

Localizada em Southbank, a Eureka Skydeck é a maior torre do hemisfério sul. Com uma plataforma de observação de 360 graus, ela atrai dezenas de visitantes todos os dias e é um marco na cidade de Melbourne. A vista maravilhosa rende fotografias incríveis e é um excelente local para admirar o pôr do sol australiano em toda sua glória.

É possível aproveitar também os restaurantes finos do 89º andar e viver uma experiência única. Para aqueles que não têm medo de altura, o The Edge, um cubo de vidro localizado no 88º andar, oferece a experiência de flutuar acima do solo, com piso de vidro.

Queen Victoria Market

Para aqueles que procuram especiarias e alimentos típicos, o Queen Victoria Market é um passeio obrigatório. É possível chegar a pé do centro de Melbourne ou pegar um dos bondes na Elizabeth Street.

O Queen Victoria Market é um dos maiores mercados a céu aberto e oferece desde itens decorativos e souvenires até frutos do mar e comidas típicas. É possível experimentar frutas e verduras frescas, passear pelas feiras e pegar indicações com os habitantes locais. Além de ser um ótimo local para fazer compras, o Queen Victoria Market é um passeio divertido e saudável.

State Library of Victoria

A State Library of Victoria é a principal biblioteca da Austrália e o prédio por si só já vale a visita. As imponentes colunas formam a arquitetura da biblioteca e são alvo da admiração de turistas que visitam o local e da população que tem o local como ponto de encontro.

O acervo da biblioteca é vasto e vai desde livros até fotos, jornais e documentos. Também acontecem diversos eventos e workshops dentro do lugar, então vale a pena conferir a programação do local para não perder nada.

Brunswick

Brunswick é o bairro mais hipster da cidade. Além de ser um lugar perfeito para encontrar os amigos por causa da grande variedade de cafés, brechós e galerias de arte, suas ruas são verdadeiros cenários para fotografias. Além do grafite que enfeita alguns dos muros e becos, os prédios coloridos e os bondinhos com certeza renderão excelentes memórias.

Fitzroy

Fitzroy é um dos bairros mais descolados de Melbourne, um subúrbio repleto de street art e cenários urbanos perfeitos para os jovens. O bairro oferece muitas opções de bares e points para comer e beber. Com lojinhas bem vintage e bares alternativos, a região atrai pessoas interessadas na cena indie, sendo comparado à Londres.

Brighton Beach

Para quem busca um passeio relaxante em uma praia paradisíaca, é impossível não mencionar Brighton Beach. Localizada em um dos bairros mais ricos de Melbourne, a praia é conhecida por suas bathing boxes, pequenas casinhas de banho coloridas que marcam a paisagem do lugar.

Tombadas como patrimônio, essas casinhas seguem o mesmo estilo arquitetônico, mas têm pinturas diferentes que ajudam a colorir a praia e servem como pequenos depósitos. Brighton Beach é o lugar perfeito para curtir a praia, relaxar e ainda tirar fotos incríveis das casinhas únicas.

Vida noturna em Melbourne

Melbourne oferece diversas opções para aqueles que buscam diversão e entretenimento durante as noites na capital. A vida noturna de Melbourne é bem agitada com boates, pubs, bares e música ao vivo por todo lado. Além disso, existem opções de shows e clubes de comédia espalhados pela cidade, o que faz com que a cidade sempre ofereça algo novo e divertido para ocupar as noites, como o Night Market.

A cidade tem uma variedade grande de restaurantes, incluindo muitas opções de cozinhas orientais em Chinatown. Melbourne também é uma cidade conhecida por seus bares e restaurantes nas coberturas dos prédios, conhecidos como rooftops. Os rooftops são muito procurados para programas à noite, principalmente no verão, especialmente por jovens que buscam pontos de encontro diferentes.

Para quem busca um programa diferente, o Crown Entertainment Complex, por exemplo, é uma pequena cidade dentro de Melbourne, um paraíso para quem busca oferta de shows, restaurantes, acomodação e até mesmo um cassino, o Crown Casino. Localizado na margem sul do Yarra River, no bairro de Southbank, esse complexo oferece eventos ao longo do ano e é um passeio para quem busca sempre algo novo e diferente.

Intercâmbio em Melbourne

A Austrália é conhecida mundialmente por suas instituições de ensino de alto padrão e qualidade de vida e Melbourne é um exemplo. Além de escolas de inglês e cursos técnicos que atraem milhares de intercambistas todos os anos, um intercâmbio em Melbourne também oferece opções interessantes de cursos de graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado.

Entrar em contato com uma boa agência de intercâmbio é essencial para encontrar o melhor tipo de intercâmbio e as melhores oportunidades. Conheça alguns tipos de intercâmbio para fazer em Melbourne:

Cursos de inglês

Cursos de inglês são excelentes formas de mergulhar na cultura de um país interessante enquanto se exercita a fluência em uma língua essencial para o mercado de trabalho. Programas de inglês geralmente não têm pré-requisitos e é possível encontrar uma turma adequada para o seu nível, desde o básico até o mais avançado. Como suas estruturas são bem flexíveis, é possível estudar inglês no intercâmbio em Melbourne enquanto trabalha.

Uma outra modalidade de curso de inglês é voltada para aprimorar o currículo profissional. É possível encontrar em Melbourne programas de inglês para profissionais que desejam focar o estudo da língua dentro da sua área de atuação, o que faz com que eles sejam capazes de produzir relatórios, apresentações, conduzir reuniões e se tornar profissionais mais qualificados para o mercado internacional.

High School

Não é preciso esperar para fazer um intercâmbio, existem oportunidades enriquecedoras já nos programas de High School. Como os anos letivos na Austrália são similares aos brasileiros, é possível começar o semestre em janeiro e escolher entre escolas públicas ou privadas, ambas com qualidade de ensino de referência.

As aulas são em período integral e existem matérias obrigatórias e optativas. Além da infraestrutura excelente, as escolas oferecem matérias de música, teatro, culinária, design, fotografia, computação e até mesmo surfe. Ou seja, além de ter um ensino de qualidade, o aluno pode ampliar seus horizontes com matérias práticas.

Bacharelado

Estudar e trabalhar no exterior é o sonho de muitos estudantes e Melbourne é um dos destinos mais aconselhados para quem busca qualificação internacional e vivência dentro de uma nova cultura.

Os programas de graduação são conhecidos como Bachelor Degree e são dois: Bachelor Degree com duração de três anos em período integral, variando de quatro a cinco anos, dependendo do curso, e Bachelor with Honours, que premia o aluno com boas notas e oferece mais um ano de estudo.

Pós-graduação

Essa é uma oportunidade para se especializar ainda mais na profissão e desenvolver uma carreira promissora. A pós-graduação na Austrália tem estrutura modular, ou seja, é composta de módulos com duração de 1 a 2 semestres. Em um ano e meio ou dois anos é possível completar o curso.

Profissionalização

A Austrália também oferece opções de cursos técnicos conhecidos como VET (Vocational Education and Training), voltados para carreiras que não exigem níveis universitários. Os cursos são reconhecidos e vão desde os mais básicos, responsáveis por introduzir o estudante na área desejada, até os avançados e de especialização, voltados para técnicos e profissionais.

Escolas em Melbourne

Melbourne foi eleita pela Quacquarelli Symonds como a segunda melhor cidade do mundo para estudantes. É uma das cidades mais procuradas por intercambistas do mundo todo porque o custo de vida é acessível e a cidade oferece condições de estudo e trabalho excelentes. Não é por acaso que muitos intercambistas acabam optando por morar na Austrália. Conheça algumas das principais escolas da cidade:

ELSIS

ELSIS é uma das principais escolas para quem busca melhorar a fluência no inglês e aprender a se comunicar de forma eficiente por meio de um segundo idioma. A escola oferece cursos de 2 a 84 semanas, variando de acordo com os interesses do estudante e seus objetivos.

Greenwich

Greenwich English College é considerada uma das melhores escolas de inglês australianas, com mais de 1642 alunos em 6 continentes. É uma das escolas que oferece cursos de inglês para profissionais e cursos preparatórios para testes como o de Cambridge.

Academy of Information Technology

Academy of Information Technology tem um campo novo em Melbourne, com equipamentos mais modernos para capacitar os alunos nas áreas de tecnologia, artes e design tecnológico. É uma das opções para quem busca cursos de graduação no exterior e cursos técnicos voltados para a profissionalização e capacitação.

Greenwich Management College

Greenwich Management College é uma escola que oferece cursos de gestão e negócios de alta qualidade, com foco nos estudantes internacionais. É uma excelente opção para aprender inglês voltado para negócios, enquanto consegue mais experiência e amplia os horizontes profissionais.

RMTI University

Uma das maiores do país, a RMTI Universityé uma universidade global de tecnologia e design, com mais de 60 mil alunos. São mais de 950 programas de educação superior, incluindo cursos de pós-graduação. Desde 2010 a universidade está na lista das 100 melhores do mundo, sendo uma boa alternativa para quem quer fazer uma pós-graduação em Melbourne.

Oportunidades de trabalho em Melbourne

É comum que a experiência do intercâmbio na Austrália seja tão boa que os estudantes têm vontade de estender sua estadia e trabalhar em Melbourne. Mesmo que a vaga na área de atuação desejada não venha logo de cara, é possível encontrar oportunidades enriquecedoras na cidade. Estas são as opções de trabalho na Austrália mais comuns encontrados pelos brasileiros:

  • babá;
  • atendente;
  • ajudante de limpeza;
  • balconista de lojas;
  • caixa de supermercado.

Começar com essas funções garante que você conviva com muitas pessoas, que além de ajudar a se adaptar melhor aos costumes e hábitos da população local, permite que você exercite o seu inglês e ganhe fluência na língua de forma rápida e intuitiva.

Melbourne é uma cidade que atrai muitos jovens que buscam um destino interessante, agitado, dinâmico e com oferta de ensino de qualidade. Além das muitas opções de pontos turísticos e programas de lazer, a cidade abriga algumas das melhores escolas e universidades do mundo, oferecendo aos estudantes internacionais a possibilidade de viver experiências incríveis, de se qualificar profissionalmente e de trabalhar no exterior.

Quem se arrisca a conhecer outro país sabe que existem diversas oportunidades após o intercâmbio, sejam elas mais possibilidades profissionais, desenvolvimento de novas habilidades, mais confiança na escolha da carreira ou até mesmo amadurecimento pessoal. O intercâmbio é uma excelente maneira de crescer como profissional e como pessoa e Melbourne pode ser o seu destino ideal!

Agora que você sabe tudo sobre Melbourne, baixe gratuitamente o Guia de cidades da Austrália e escolha o seu próximo destino!

Intercâmbio depois dos 30: o que muda e quais as indicações?

Fazer um intercâmbio depois dos 30 anos está cada vez mais comum entre os brasileiros. Essas viagens que, muitas vezes, eram sonhos para os jovens, têm se tornado realidade também para adultos.

O melhor é que existem programas específicos para quem quer estudar e morar fora do país por um tempo. Neles, a pessoa ainda conta com uma estrutura toda voltada para o seu perfil.

Quer saber quais são as curiosidades de se fazer um intercâmbio depois dos 30 e como essa pode ser a oportunidade da sua vida? Continue a leitura e anote todas as dicas que separamos abaixo!

É comum fazer um intercâmbio depois dos 30?

Para viajar, aprender ou conhecer novas pessoas e lugares, não tem idade. O fato é que, quando se trata de programas de intercâmbio, nós quase sempre os associamos a viagens de estudo (na maioria das vezes, para jovens de 17 a 25 anos).

Isso se dá porque, geralmente, os pais bancam os gastos como uma forma de investimento no futuro dos filhos. No entanto, quem não teve essa oportunidade ganha a chance, um pouco mais velho, de tentar realizar o sonho por conta própria.

Um estudo da Brazilian Educational & Language Travel Association (BELTA) mostrou que, entre 2015 e 2017, o número de pessoas que buscam fazer um intercâmbio depois dos 30 cresceu em 30%. A tendência é essa porcentagem aumente nos próximos anos.

Qual é a diferença de se fazer um intercâmbio depois de adulto?

Os programas têm, normalmente, os mesmos formatos. Você pode optar por ficar na casa de famílias locais ou em dormitórios das instituições de ensino, por exemplo. Os vistos também dão os mesmos direitos e vantagens independentemente da idade.

Em determinados destinos, como Austrália e Nova Zelândia, você vai poder trabalhar legalmente durante seu período de estudos. A principal diferença está no tipo de curso escolhido.

No caso do idioma, por exemplo, há programas para o aprimoramento do inglês voltados exclusivamente a adultos. Além disso, cursos de graduação ou pós podem ser excelentes opções para os trintões darem continuidade aos estudos fora do Brasil.

Quais são a principais vantagens do programa para essa faixa etária?

O programa de intercâmbio é sempre uma oportunidade para expandir os horizontes pessoais e profissionais — seja com 17, seja com 30 anos. Porém, no segundo caso, há algumas vantagens extras para o intercambista mais maduro.

Afinal, você já tem uma segurança financeira nessa idade, é independente e adquiriu mais experiência de vida. Tudo isso conta muito e pode fazer toda a diferença em sua viagem. Quer conferir algumas vantagens com mais detalhes? Veja abaixo.

Mais liberdade e autonomia

Se você sempre sonhou em fazer aquele intercâmbio quando era mais jovem, achando que ia aproveitar mais, vamos provar que, aos 30, tem motivo de sobra para curtir também (e com muito mais possibilidades, se bobear). Lembre-se de que a grana agora é sua e você não vai precisar depender dos pais para decidir o que fazer. Será possível sair, viajar, alugar carro e passear com toda a liberdade do mundo!

Oportunidades profissionais decisivas

Imagine ser contratado por uma empresa internacional durante a etapa mais produtiva de sua vida? Aos 30, você já tem experiência profissional suficiente, cursos de capacitação e maior conhecimento de mercado, entre outras coisas.

Tudo isso soma pontos positivos em seu currículo e pode favorecer na escolha de uma oportunidade de trabalho lá fora. Sinceramente, nessa idade não se pode deixar passar nenhuma chance dessas, não é mesmo?

Experiência de vida

Você pode até já ter viajado para o exterior, mas nada se compara a um intercâmbio quando o assunto é experiência de vida. Ter a chance de morar, estudar e trabalhar em território estrangeiro é a mais valiosa recompensa de quem opta por um programa do tipo.

A vantagem de fazer isso após os 30 é que você está mais maduro e tem mais facilidade para se relacionar ou se virar por conta própria. Além disso, é possível ter contato com pessoas da mesma faixa etária. Sem dúvidas, trata-se de algo a ser levado pela vida inteira.

Maior planejamento financeiro

O intercâmbio após os 30 é uma excelente oportunidade de reforçar aquela sua poupança. Receber um salário em moeda mais valorizada dá a possibilidade de juntar uma grana extra e voltar ao Brasil com a carteira recheada.

Há de se convir que, quando chegamos a determinada idade, as responsabilidades e os planejamentos são bem diferentes, concorda? Aos 30, sem dúvidas, você vai saber gerir melhor suas finanças e priorizar seus gastos de uma forma bem mais consciente.

Quais são as melhores opções de destinos?

As opções são infinitas. No entanto, é recomendado levar em consideração alguns pontos importantes, como:

  • a adaptação ao clima diferente;
  • o valor da moeda local;
  • a cultura;
  • os costumes;
  • a facilidade na obtenção dos vistos;
  • as oportunidades de cursos e trabalhos.

Para os brasileiros, a Oceania é uma das opções mais favoráveis atualmente — em especial quando se trata de todos esses aspectos citados. Quer mais algumas vantagens para escolher a Austrália ou a Nova Zelândia em seu intercâmbio depois dos 30? Veja abaixo:

Essas foram nossas dicas sobre o intercâmbio depois dos 30. Mesmo que ainda faltem alguns anos para você chegar a tal faixa etária, tenha certeza de que essa idade pode ser o melhor momento para agarrar as oportunidades que uma viagem do tipo tem a oferecer. Não acredite que já passou o tempo para aprender e se aventurar: essa é a hora! Você jamais se arrependerá de sua decisão.

Curtiu? Já se imaginou morando, estudando e trabalhando na Oceania? Então, entre em contato conosco, pois queremos apresentar todos os nossos programas de intercâmbio e ajudar você a realizar seu sonho!

Os 7 melhores aplicativos para intercâmbio!

Se você pretende estudar e morar no exterior, saiba que, hoje, existem diversos aplicativos para intercâmbio que simplesmente facilitarão a sua vida durante essa sua nova aventura. Para tanto, antes de embarcar, é preciso se atentar a inúmeros processos e etapas até chegar ao destino escolhido. Entre eles, o idioma, hospedagens mais baratas e, até mesmo, novas amizades.

Por isso, prepararmos este post especial, para mostrar que tudo pode ser mais fácil do que se imagina. Achou que ia ser difícil se virar sozinho em outro país? Dá uma olhadinha nas opções e já separe um espaço para os novos aplicativos em seu smartphone. Bora conferir? Continue a leitura.

Saiba como esses 7 aplicativos para intercâmbio podem facilitar a sua viagem

Aqui, separamos alguns dos aplicativos para intercâmbio que são bem conhecidos e recomendados por viajantes do mundo todo. Sem dúvidas, eles podem ser fundamentais também em seu roteiro. Para conhecê-los melhor, tome nota!

1. MTrip

Imagine que seu intercâmbio seja na Austrália ou na Nova Zelândia. Você, por acaso, já pesquisou sobre os destinos extraordinários que esses países oferecem aos visitantes? Ainda, um intercâmbio na Oceania é um verdadeiro convite a se aventurar por paisagens e lugares incríveis. Por isso, conte com a ajuda do MTrip, um app perfeito para montar roteiros completos, especialmente, em lugares que têm muito para visitar.

Ele é gratuito e está disponível tanto para Android quanto para iPhone. Instale agora mesmo e já comece a explorar museus, parques, ruas, lojas, restaurantes e tudo que possa imaginar na cidade que você estiver. Demais, não é mesmo?

2. Hostelworld

Outra dica imperdível de aplicativos para intercâmbio é o Hostelworld. Na verdade, trata-se do principal site de reservas e buscas de hostels no mundo. Para aproveitar aquelas férias durante os estudos, curtir um lugar diferente e conhecer gente nova, nada melhor do que um hostel para compartilhar momentos e vivências com pessoas do mundo inteiro, concorda?

No app é possível conferir fotos dos quartos e espaços, além de ver os últimos comentários de outros viajantes. Bem prático, seguro e confiável.

3. Work Away

Se você quiser, durante o intercâmbio, terá a oportunidade de tirar férias para curtir outros destinos. Mesmo que a grana esteja curta ou você queira economizar, saiba que é possível tentar uma troca de hospedagem por algumas horinhas de serviço, nos mais variados lugares. Já imaginou que experiência legal? O Work Away conecta viajantes e estabelecimentos do mundo para trocas de pequenos serviços, de forma voluntária.

Você pode ter alguns dias de hospedagem e alimentação, por exemplo, em troca de umas horinhas em uma recepção de um hostel ou, quem sabe, ajudar em um jardim ou horta de uma fazenda. Entre e confira todas as possibilidades.

Nesse app, você paga apenas uma taxa anual e tem acesso às infinitas oportunidades de trabalhos voluntários.

4. Wi-fi Finder

Atualmente, quem vive sem um wi-fi? É sempre uma felicidade quando a gente encontra um sinal aberto e pode se conectar ao mundo virtual, não é mesmo? Por isso, nossa outra dica de aplicativos de intercâmbio vai para o Wi-fi Finder. Com ele, é possível encontrar sinais próximos que oferecem uma conexão gratuita. Perfeito para quem tem que usar o celular, tablet ou computador fora do país e nem sempre consegue.

O aplicativo funciona com um mapa e indica os pontos mais próximos que têm uma conexão de wi-fi. Além disso, ele compara a qualidade das redes para você não precisar ficar rodando em busca do melhor sinal. Ideal para economizar dados e se conectar com o mundo!

5. Duolingo

Tudo bem que depois do intercâmbio você estará mais fluente do que nunca no idioma local. Mas antes de partir ou, até mesmo, no início da viagem, é sempre bom dar uma treinadinha para reforçar as principais palavras e expressões. O Duolingo é um aplicativo bem completo para quem pretende começar a estudar um novo idioma e pode ser muito útil para intercambistas.

Além de prático, o app é totalmente gratuito e disponibiliza cursos de diferentes línguas e com uma plataforma bem legal e interativa. Vale muito a pena contar com essa ajuda extra em seu smartphone.

6. Accuweather

Imagina você tirar aquele final de semana especial para curtir uma praia paradisíaca, mas quando chega ao local, o tempo não está lá essas coisas. Para evitar esse desânimo e curtir os dias ensolarados de seu intercâmbio, o Accuweather é um dos softwares mais famosos e precisos para informar a previsão do tempo.

Ele mostra, detalhadamente, como está a região de interesse no momento e como serão os próximos dias. Vento, chuva, tempestade e neve não serão mais um problema para a sua tão sonhada viagem durante o intercâmbio!

7. Jetlag Genie ou Jetlag Rooster

Uma viagem para Austrália, por exemplo, requer boas horas de voo. Apesar da aventura ser longa e valer cada minuto viajado, é totalmente comum que o trajeto canse um pouco. Mas isso não é motivo para desanimar. Pelo contrário! É justamente isso que o Jetlag Genie e Jetlag Rooster propõem ao viajante. Ambos os aplicativos sugerem uma série de mudanças de pequenos hábitos, baseadas em sua rota.

Para facilitar o entendimento, primeiramente, você insere as datas e horários de sua viagem, assim como o destino final e o aplicativo indica, durante a rota, as melhores maneiras para você reduzir os impactos do fuso e do trajeto longo, desde alimentação ao sono.

O Jetlag Genie está disponível somente para iPhone, com um custo irrisório. Já o Jetlag Rooster é gratuito para o sistema Android.

Essas foram nossas dicas de aplicativos para intercâmbio. Se você pretender iniciar essa aventura, tenha certeza que será uma experiência única em sua vida, seja pessoal, seja profissional. Com toda certeza, essas aplicações ajudarão muito para você se virar sozinho, explorar lugares incríveis e, até mesmo, criar novos ciclos de amizades. Não perca tempo e comece a instalar alguns deles em seu smartphone.

Curtiu o post? Já pensou em passar um tempo fora, estudar e trabalhar de forma legal e com todo o apoio necessário? Essas dicas e muitas outras, você pode acompanhar em nossa página do Facebook, no perfil do Instagram ou no canal do YouTube. A gente espera você lá!

Entenda a diferença entre a educação básica na Austrália e no Brasil

A Austrália é um dos destinos mais procurados pelos estudantes que têm o sonho de fazer um bom intercâmbio. O país se encontra entre os melhores quando o assunto é sistema de ensino, pois abriga as mais renomadas instituições e universidades.

A educação na Austrália ganha ainda mais a atenção dos estudantes intercambistas, pelo fato de o lugar valorizar as pessoas que são de fora e que querem aperfeiçoar sua vida estudantil.

A Austrália tem, ao todo, mais de 22 mil cursos para que os estudantes possam escolher, bem como mais de 1200 excelentes opções de instituições. Um dos grandes destaques educacionais no país é por oferecer estudo de qualidade para todas as pessoas, independentemente da classe social. Fato esse que favorece o crescimento igualitário do país.

Com base nisso, o post de hoje apontará as principais diferenças existentes entre a educação na Austrália e no Brasil. Se ficou curioso para descobri-las, faça a leitura deste conteúdo e fique por dentro!

Descubra quais são diferenças da educação na Austrália e no Brasil

O Brasil e a Austrália têm muitas semelhanças quando o assunto é clima e paisagens naturais exuberantes. Mas quando o tema é educação básica, existem diferenças bem significativas. Dessa forma, serão listados, a seguir, alguns pontos que merecem destaque. Leia e confira!

Idade obrigatória para frequentar a escola

O Brasil muda com frequência a legislação que define a idade que a criança deve ingressar na escola.

Atualmente, o que vigora é a obrigatoriedade da matrícula dos 4 aos 17 anos, sendo que aquele que completa 4 anos até 31 de março do ano letivo deve iniciar o pré-escolar (educação infantil), e a criança que faz 6 anos até 31 de março do respectivo ano letivo deve estar devidamente matriculada no primeiro ano do ensino fundamental.

Já na Austrália, a matrícula é imprescindível dos 6 até, aproximadamente, 17 anos. O que perfaz um total de, mais ou menos, 12 anos de estudo obrigatório. Em regra, é isso que acontece, mas vale ressaltar que em alguns estados e territórios as determinações podem sofrer pequenas alterações.

Duração de cada ciclo de ensino

A duração do ciclo estudantil brasileiro já passou por algumas mudanças, mas, hoje, funciona da seguinte maneira:

  • Ensino Infantil: pré-escolar;
  • 1º ciclo do Ensino Fundamental: representa os cinco primeiros anos de estudo que vai do 1º ao 5º ano;
  • 2º ciclo do Ensino Fundamental: equivale à matrícula do 6º ao 9º ano;
  • 3º ciclo de ensino: faz parte do ingresso no ensino médio que vai do 1º ao 3º ano.

Na Austrália, há também uma divisão das séries básicas, assim como ocorre no Brasil. Veja só:

  • Primary School: dura cerca de sete anos. Essa etapa vai do Jardim de Infância até o 6º ou 7º, pois dependerá de cada região;
  • Secundary School: com uma duração de três a quatro anos, esse ciclo engloba o 7º ou 8º ano até o 10º. Também sofre alterações de acordo com a localidade;
  • Sênior Secundary School: tem uma duração de dois anos. Representa o 11º e o 12º ano escolar.

Currículo pedagógico e disciplinas básicas

Um currículo com matérias obrigatórias têm o objetivo de fazer com que todos os estudantes tenham acesso a conteúdos essenciais para a formação básica do estudante. No Brasil, as disciplinas variam conforme os ciclos vistos acima.

  • Ensino Infantil: o currículo é voltado para atividades lúdicas, que fazem a criança compreender seu papel no meio em que vive;
  • 1º ciclo do Ensino Fundamental: abrange português, matemática, estudo do meio, inglês, expressões artísticas e físico-motoras e educação moral e religiosa;
  • 2º ciclo do Ensino Fundamental: línguas, português, matemática, ciências, história e geografia, inglês, educação artística e tecnológica, educação física e educação moral e religiosa;
  • 3º ciclo de ensino: com a recente reforma, as disciplinas obrigatórias serão português e matemática. O restante da carga horária será para cursos de aprimoramento acadêmico.

Já na Austrália, não apresenta essa divisão. As instituições de ensino valorizam bastante o aprendizado de línguas estrangeiras como o francês, alemão, árabe, espanhol, japonês, entre outras.

Mas o referido país também conta com algumas áreas de aprendizagem obrigatórias em todos os ciclos de estudo. Assim, é possível mencionar:

  • Língua;
  • Matemática;
  • Ciências;
  • Ciências Sociais e Meio Ambiente;
  • Línguas Estrangeiras;
  • Saúde e Educação Física;
  • Educação Artística;
  • Tecnologia.

Transporte escolar

O transporte escolar gratuito é assegurado no Brasil para os estudantes que residem em localidades mais distantes, o que, em regra, acontece apenas para os que moram na zona rural.

Nesse quesito, a Austrália não é muito diferente, tendo em vista que o governo federal também fornece transporte apenas para os casos de necessidade. Mas é pouco utilizado, pois quase sempre há uma instituição de ensino próxima ao bairro que o estudante reside.

Funcionamento das escolas públicas e privadas

No Brasil, ainda há muitas diferenças em relação às escolas da rede pública e privada no que diz respeito à qualidade do ensino. As disciplinas obrigatórias devem ser as mesmas, já que o Ministério da Educação (MEC) exige essa similitude para autorizar o funcionamento da instituição privada.

No entanto, as escolas australianas não apresentam discrepâncias entre os ensinos da rede pública e particular, pois ambas preparam os alunos para o mesmo propósito. Mas as instituições privadas que são, na sua maioria, relacionadas à religião focam mais no ensino de esportes e músicas.

Férias escolares

No Brasil, o calendário das instituições de ensino varia conforme o âmbito em que a escola se encontre (federal, estadual ou municipal), pois cada ente tem a liberdade para disciplinar sobre o assunto. Porém, em regra, o ano letivo começa em fevereiro e finaliza em dezembro.

Os estudantes brasileiros têm dois períodos de férias: o primeiro acontece em julho e o segundo ocorre em dezembro, quando há o encerramento do ano escolar.

Já na Austrália, é um pouco diferente. O ano letivo processa-se de janeiro a dezembro e os estudantes têm quatro períodos de férias no decorrer dos estudos. Os três primeiros períodos acontecem a cada 10 a 12 semanas de aula (varia conforme a região). Nesse sentido, o último período são as férias de verão que ocorre no final de cada ano letivo.

Essas são apenas algumas diferenças da educação na Austrália e no Brasil. Existem sim muitos contrastes entre os sistemas de ensino desses países, pois eles têm hábitos e culturas diferentes. Logo, isso faz com que ambos tenham seus pontos positivos e negativos.

Gostou desse conteúdo? Então, acesse o nosso blog e fique por dentro dos principais benefícios do programa High School.

Sydney: guia completo da cidade mais popular da Austrália

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Quem está planejando estudar na Austrália cedo ou tarde se depara com um verdadeiro dilema: qual cidade escolher para fazer o intercâmbio? Afinal, são inúmeros municípios conhecidos, com diferentes aspectos culturais e estilos de vida e que, de quebra, atraem pessoas de diversas partes do mundo.

Porém, basta uma pesquisa rápida na internet ou mesmo uma conversa com amigos que já tiveram essa experiência para que um lugar em especial se destaque e chame a sua atenção: Sydney.

Justamente por isso, preparamos um post especial para mostrar o que está por trás da grande popularidade da cidade entre os estudantes internacionais e por que você deve escolhê-la como seu destino para uma temporada no exterior. ficou curioso? Então, acompanhe até o fim!

História da cidade

A região que hoje é Sydney foi descoberta em 1770 por uma expedição britânica. Contudo, apenas 18 anos depois ela foi oficialmente colonizada pelo Reino Unido. Até então, ela era habitada apenas por aborígenes.

Com o tempo, eles deram lugar a uma onda de ingleses e imigrantes de diversas nacionalidades que se mudaram para o novo território colonial da coroa britânica e construíram um dos maiores e mais importantes municípios australianos.

E é justamente essa uma das principais características da cidade — e por que não dizer do país — que perdura até hoje: a mistura de povos, culturas, histórias e línguas. Tanto é que, segundo o Australia in Brief, um informe divulgado pelo Departamento de Negócios Estrangeiros e Comércio da Austrália, há mais de 300 dialetos locais.

Vale mencionar que a colonização durou até 1901. A partir daí, a Austrália se tornou um estado soberano e começou a se destacar em nível internacional. Hoje, ela está entre os primeiros 3 países com maior IDH do planeta (0.939), atrás apenas da Noruega (0.953) e da Suíça (0.944), de acordo com a atualização estatística de 2018 elaborada pelo United Nations Development Programme (UNDP).

Como é o clima

Para saber qual é o clima em Sydney é preciso, sem dúvidas, entender um pouco mais sobre o clima na Austrália como um todo. Devido à imensa extensão territorial dessa nação, ela é “dividida” em duas grandes regiões pelo Trópico de Capricórnio.

Por conta disso, a parte norte — onde se encontram cidades como Darwin, Mackay, Townsville e Cain — é bastante similar ao nordeste brasileiro. Ou seja, é uma zona tropical ensolarada e onde o verão costuma ser bem quente, com picos que ultrapassam 40 °C.

Por outro lado, a parte sul — onde se encontram cidades como Brisbane, Camberra, Adelaide e, é claro, Sydney — se assemelha ao sul do Brasil. Logo, é uma zona temperada, com temperaturas mais agradáveis (média de 25 °C a 29 °C no verão, por exemplo) e uma maior presença de chuvas ao longo do ano.

Infraestrutura em Sydney

Agora que você já sabe o que esperar do clima tanto em Sydney quanto em toda a Austrália, é hora de ficar por dentro do que essa cidade tem a oferecer para os cidadãos quando o assunto é infraestrutura. Veja!

Cidade mais populosa do país

Sydney é a cidade que mais concentra pessoas na Austrália. Ao todo, são mais de 4,92 milhões de cidadãos — um número que supera facilmente a população de grandes capitais brasileiras, como Salvador, Brasília, Fortaleza e Belo Horizonte. Porém, não se deixe enganar: essa quantidade não representa exclusivamente nativos.

Isso porque o país sempre teve ao longo da sua história um intenso e constante fluxo imigratório, como falamos no começo deste guia. Prova disso é que o próprio Australia in Brief afirma que cerca de 28,2% da população local é composta por imigrantes de mais de 200 nações diferentes.

Mas não acaba aí, já que o mesmo conteúdo informativo ressalta que cidades como Sydney e Melbourne são os grandes centros urbanos que mais acolhem toda essa diversidade cultural e étnica, em especial quando se trata de pessoas que buscam estudar inglês e complementar a formação acadêmica.

Instituições de ensino renomadas

A Austrália é uma referência em qualidade de educação, principalmente quando se trata de formação de nível superior (graduação e pós-graduação). Um levantamento que comprova isso é o QS World University Rankings 2019, no qual 37 universidades do país aparecem no ranking das mil melhores instituições de ensino do planeta. Desse total, cinco se concentram em Sydney. São elas:

  • Universidade de Sydney (42º);
  • Universidade de Nova Gales do Sul (45º);
  • Universidade de Tecnologia de Sydney (160º);
  • Universidade de Macquarie (250º);
  • Universidade de Western Sydney (498º);

Ou seja, essa cidade é um verdadeiro centro de universidades que contam com uma grande estrutura e um ambiente acadêmico renomado internacionalmente que podem fazer toda a diferença para o seu currículo e, em especial, para a sua capacitação profissional para o mercado de trabalho.

Ponto de partida para o Oriente e a Oceania

Outro ponto importante que não podemos deixar de citar são as viagens. Afinal de contas, muitos intercambistas que vão estudar na cidade aproveitam para viajar nos dias livres — não só dentro do território australiano, como também para as nações próximas, como Nova Zelândia, Japão, Indonésia, China, Filipinas e Tailândia.

Logo, é essencial mencionar que Sydney é o principal e mais importante ponto de partida para o Oriente e a Oceania como um todo — e não é exagero dizer isso.

Para que você tenha uma ideia, de acordo com o informe do Tourism & Transport Forum (TTF), o Sydney Kingsford-Smith Airport concentra simplesmente 42% de todo o tráfico internacional da Austrália, além de dispor de 47 trechos internacionais e 23 domésticos.

E não acaba por aí, pois, conforme dados do Airports Council International, ele faz parte dos 50 aeroportos com maior fluxo de passageiros em todo o planeta. No relatório anual de 2015, por exemplo, o total foi de 39.915.674 (38º lugar) — o que o coloca à frente de outros aeroportos que são referências mundiais, como o de Barcelona (40º lugar), o do México (45º lugar) e o de Tóquio (48º lugar).

Logo, estar na cidade mais populosa da nação e que tem o aeroporto mais movimentado da Austrália é essencial para facilitar o deslocamento no outro lado do mundo e, de quebra, baratear os seus custos com passagens internacionais.

Destino ideal para viver

Se você gostou das informações que trouxemos a respeito da infraestrutura de Sydney, saiba que ainda tem mais. Muito mais! Prova disso é que o levantamento Quality of Living Ranking — feito pela empresa de consultoria Mercer para elencar os melhores locais para morar — elegeu a cidade australiana como a 10ª melhor para viver em todo o planeta, ficando à frente, por exemplo, de cidades como Amsterdã (12ª), Berlim (13ª), Toronto (16ª), Luxemburgo (18ª) e Oslo (25ª).

Para chegar a esse resultado, a sondagem analisou 10 dados oficiais, como divulgado na página oficial da companhia. São eles:

  • serviços de transporte público;
  • nível educacional da população;
  • moradia;
  • economia local;
  • estabilidade da política e da segurança pública;
  • qualidade do serviço médico;
  • investimento em defesa e proteção ambiental;
  • desenvolvimento sociocultural;
  • lazer e recreação pública;
  • poder de compra da população.

Ou seja, Sydney é uma cidade que oferece um alto padrão de vida, conta com diversas oportunidades para quem deseja imigrar e, de quebra, ainda dispõe de serviços básicos essenciais à dignidade humana (saúde, segurança, transporte, cultura etc.). Portanto, é ou não é um excelente lugar para viver?

Qualidade de vida em Sydney

Fora tudo o que já apresentamos no tópico anterior, não podemos deixar de mencionar os atrativos de Sydney que oferecem lazer, entretenimento e diversão para quem pretende morar na cidade.

Afinal, eles são essenciais para proporcionar experiências únicas que vão marcar sua estadia, aumentar a sua integração no país e, principalmente, garantir uma excelente qualidade de vida. Por isso, vamos contar para você quais são as melhores praias, os principais points da vida noturna e os pontos turísticos que mais fazem sucesso no município. Confira!

Explore as melhores praias de Sydney

Sydney é uma cidade litorânea que tem uma grande extensão de praias. Logo, é fácil imaginar que as pessoas não só apreciam essa característica, como fazem um ótimo proveito dela. Tanto é que as dezenas de praias locais são bastante movimentadas e atendem todo tipo de frequentador, seja ele mais tranquilo, seja mais radical. A seguir, você confere algumas das mais conhecidas e o ponto forte delas.

As praias Bronte Beach, Palm Beach, Bondi Beach e Manly Beach são ideais para quem curte esportes aquáticos, em especial o surf — que é uma das atividades mais populares na Austrália. Já Gordon’s Bay e Shelly Beach são os destinos perfeitos para quem quer ver e conhecer de perto um pouco mais da vida marinha da região.

Chinamans Beach, Coogee Beach, Balmoral Beach e Maroubra Beach, por outro lado, são conhecidas como praias tranquilas que atraem quem deseja relaxar, curtir a natureza e aproveitar as águas calmas.

Frequente a badalada vida noturna de Sydney

Sydney também se destaca quando o assunto é vida noturna — e não é para menos, viu? Basta lembrar que ela é a cidade mais populosa da Austrália e que isso, naturalmente, se reflete na diversidade de programas que você pode fazer à noite.

Para ter uma ideia, são centenas de bares, pubs, clubes, casas noturnas, cassinos, complexos de entretenimento e muito mais. Inclusive, há bairros conhecidos por aglomerar grande parte dessas atrações, como é o caso de Kings Cross, Darling Harbour e Newtown. A seguir, listamos alguns points que são imperdíveis:

  • Oxford Art Factory;
  • Home the Venue,
  • Ivy Bar;
  • The Basement;
  • Pitt Street;
  • El Topo;
  • Frankie’s;
  • Side Bar;
  • Opera Bar;
  • The Star Casino;
  • Miss Peaches;
  • The Star.

Contemple a vista na Sydney Tower

Sydney é um lugar repleto de pontos turísticos, como o Opera House, o Royal Botanic Gardens, o Hyde Park, o The Rocks, o Queen Victoria Building e o Sydney Aquarium. Contudo, um dos pontos mais populares e movimentados dia e noite é a Sydney Tower.

O motivo? Trata-se simplesmente do prédio mais alto de toda a cidade, com 309 metros. No topo dele, há um pátio de observação de onde você tem uma vista privilegiada de toda a região e pode, inclusive, assistir ao pôr do sol. Mas não acaba aí, já que ele também conta com dois andares de restaurantes.

Intercâmbio em Sydney

Até aqui, você leu sobre a história de Sydney, entendeu como é o clima na cidade e, inclusive, conheceu um pouco mais sobre a infraestrutura e a qualidade de vida que esse local incrível oferece. No entanto, você também tem dúvidas sobre como conseguir estudar na cidade e poder aproveitar tudo isso de perto, não é mesmo? Afinal, a vontade já está a mil!

Por isso, não se preocupe! A seguir, nós reunimos todos os tipos de intercâmbio possíveis de fazer em Sydney. Assim, você fica por dentro das especificidades de cada um, a duração que eles têm e para que tipo de perfil de estudante eles são indicados.

Sem dúvidas, será muito mais fácil encontrar o programa perfeito para as suas necessidades com essa nossa ajuda. Confira!

Curso de inglês geral

O primeiro tipo de intercâmbio na Austrália é o tradicional curso de inglês geral. Isso porque diversas pessoas sonham com a oportunidade de uma imersão completa no idioma. Logo, nada melhor do que estudar e, simultaneamente, viver em um país de língua inglesa para alcançar esse objetivo, não é mesmo?

Assim, você tem um aprendizado contínuo e ininterrupto e, de quebra, aperfeiçoa em um ritmo muito mais rápido a sua capacidade de compreender e de se expressar — além, é claro, de deixar a sua pronúncia em inglês mais afiada.

Uma das grandes vantagens dessa modalidade de estudo é a flexibilidade da duração, já que você pode fazer desde uma até 52 semanas de aulas. Além disso, muitas pessoas costumam aproveitar as férias da escola, da faculdade ou do trabalho para realizar o curso em período integral por um ou dois meses.

High school

O high school, por outro lado, é um ótimo programa de intercâmbio na adolescência. O motivo disso? É que ele é voltado para os jovens que ainda não concluíram ou que finalizaram recentemente o ensino médio no Brasil e desejam fazê-lo em território australiano para, dessa forma, terem a possibilidade de vivenciar no dia a dia como é o ensino básico ao qual os cidadãos do país têm acesso.

Afinal, além da qualidade da educação, você pode contar com uma infraestrutura diferenciada nos colégios — que são conhecidos por promoverem um currículo escolar muito mais diversificado, dinâmico e multifacetado que o oferecido no Brasil. Vale ressaltar que o período de duração desse intercâmbio também é flexível e pode variar entre 3, 6 e 12 meses.

Curso preparatório

Já o curso preparatório tem como foco aqueles que querem se preparar para fazer o IELTS ou o Cambridge, que são dois exames de proficiência na língua inglesa bastante conhecidos e requisitados ao redor do mundo para ingressar em universidades, participar de processos seletivos em empresas ou mesmo imigrar.

Ou seja, é um programa que não só garante a sua aprovação nos testes, mas, acima de tudo, permite que você amplie o seu conhecimento na língua e desenvolva suas habilidades de comunicação nela em um nível fluente.

Curso técnico

O curso técnico, por sua vez, é um meio de profissionalização para cargos técnicos na área de atuação em que você tem interesse de trabalhar — há vários ramos possíveis, como engenharia, gastronomia, estética, produção televisiva ou cinematográfica, turismo etc.

Não é à toa que vários intercambistas realizam o curso técnico antes de ingressar no ensino superior, uma vez que algumas matérias do currículo do curso podem ser facilmente aproveitadas como crédito na universidade escolhida para fazer a graduação.

Cursos de graduação

O quarto tipo de intercâmbio desta lista é o de graduação, pois, como já mostramos, Sydney concentra diversas universidades que são reconhecidas mundialmente pelo ambiente acadêmico que oferecem aos estudantes. Logo, nada mais natural que você queira se graduar em um instituto de ensino de peso, não é verdade?

Aqui, você tem duas possibilidades. A primeira é fazer uma graduação sanduíche com duração de um ou dois semestres na Austrália e retornar ao Brasil para concluir o seu curso superior. A segunda é fazê-lo do início ao fim na terra dos cangurus e receber o seu diploma de bacharel no país.

Muitos escolhem essa opção pela chance de passar mais tempo em Sydney, já que uma graduação completa leva, em média, de 4 a 6 anos. Fora isso, uma grande parcela dos estudantes internacionais aproveita para dar continuidade aos estudos e realizar uma pós.

Cursos de pós-graduação

Como acabamos de mencionar, fazer uma pós-graduação também é um dos programas de intercâmbio mais buscados pelos futuros intercambistas — e é fácil entender o motivo.

Afinal, você pode dar continuidade à sua formação com um MBA com ensino globalizado que não só o qualifica profissionalmente, como ainda o prepara para atuar em diversos mercados de trabalho em todo o mundo.

Mas não é só isso, já que aqueles que querem se dedicar à produção científica e ao aprendizado da docência podem cursar um doutorado em uma universidade australiana e contar com todo o suporte e a infraestrutura necessária para a iniciação de pesquisas, a elaboração de projetos e o estudo de práticas pedagógicas.

Curso de inglês para fins acadêmicos

O curso de inglês para fins acadêmicos é voltado especialmente para os estudantes internacionais que querem cursar o ensino superior em Sydney, seja para fazer uma graduação, seja para cursar uma pós. É por essa razão que ele trabalha quatro pilares bem específicos: leitura, conversação, escrita e compreensão oral.

Dessa forma, você desenvolve o seu domínio da língua não apenas para se comunicar e falar de assuntos gerais, mas também para debater conceitos, expor ideias, tecer comentários e preparar defesas sobre assuntos teórico-reflexivos e de base universitária.

Com isso, você estará apto a fazer provas, participar de seminários, apresentar projetos e defender o seu trabalho de conclusão de curso com mais segurança e autonomia.

Curso de inglês para profissionais

Diferentemente dos demais cursos já citados, o inglês para profissionais é destinado a quem já está ativo no mercado e deseja não só incrementar o currículo, mas também adquirir o domínio de termos e assuntos técnicos na língua inglesa que fazem parte do dia a dia de seu trabalho. Ele é bastante procurado por quem é das áreas de engenharia, saúde, turismo e negócios.

Curso de capacitação para professores não nativos de inglês

Para encerrar, há o curso de capacitação para professores não nativos de inglês, que é uma alternativa de intercâmbio para quem almeja investir na docência e está atrás tanto de aperfeiçoar o conhecimento no idioma quanto de desenvolver as melhores técnicas e metodologias para ensinar o inglês em seu país de origem.

Oportunidades de trabalho em Sydney

Você gostaria de não só estudar inglês em Sydney, como também trabalhar na cidade? Pois saiba que sim, é possível! Ao fazer um intercâmbio de duração igual ou superior a 14 semanas — isto é, pouco mais de três meses —, os estudantes internacionais são autorizados a procurar e ingressar em empregos de meio período.

Assim, a frequência nas aulas não é comprometida e não há uma baixa no rendimento dos estudos. “Mas e nas férias? Posso trabalhar mais tempo ao longo da semana ou somente em um turno, como nos meses letivos?”, você deve estar se perguntando. Em períodos em que não há aula, você está liberado para trabalhar em tempo integral.

Como você viu, Sydney vai muito além de oferecer opções de lazer e entretenimento. É uma cidade que proporciona excelente qualidade de vida e infraestrutura para a população, preza pela diversidade étnica e sociocultural, conta com universidades de ponta e ainda oferece oportunidades reais de ingresso no mercado de trabalho para estudantes internacionais. Por isso, já sabe: escolha Sydney como o destino do seu intercâmbio!

E para se preparar melhor para seus estudos na Austrália, aproveite e baixe já o nosso e-book sobre tudo que você precisa para fazer um intercâmbio no país!

Saiba mais sobre os tipos de visto: trabalho, estudo e turismo

Tipos de visto

Se você pretende viajar ou estudar no exterior, provavelmente já se pegou pensando nas dificuldades de se adaptar ao clima, ao estilo de vida e, principalmente, à alta do dólar. No entanto, quem opta por um intercâmbio na Austrália ou na Nova Zelândia sabe que existem alguns tipos de visto para cada ocasião. Afinal, a Oceania se aproxima em muita coisa ao Brasil, além de contar com a facilidade de ingresso por meio de diferentes tipos de visto que esses países oferecem aos estrangeiros.

Os benefícios tornam a região um excelente destino para estudo e trabalho, com condições bem vantajosas aos brasileiros em comparação a outros países, a começar pela moeda e um estilo de vida muito mais amigáveis para nós.

Se você quer saber o que precisa para iniciar toda essa jornada, neste post, separamos algumas dicas essenciais sobre quais são os vistos necessários para você ir à Austrália ou Nova Zelândia. Quer saber mais sobre o assunto? Continue a leitura e vem com a gente!

Quais os principais tipos de visto para a Austrália e para a Nova Zelândia?

Tanto na Austrália, como na Nova Zelândia, o governo permite a permanência de estrangeiros por meio de diversos tipos de visto. No entanto, vamos focar somente nos principais e mais comuns, que dão acesso aos seus territórios. Quer ir a trabalho, estudo ou passeio? Veja qual o mais apropriado para o seu perfil e aproveite as oportunidades.

Visto de estudo

Entre as opções, essa é sem dúvida, a principal porta de entrada, tanto para a Austrália, quanto à Nova Zelândia. Como o próprio nome já sugere, esse documento permite que você estude em um dos dois países. Porém, o da Austrália, tem a grande vantagem de conceder também uma permissão de trabalho legal, enquanto cursa em uma escola.

Ele é destinado aos estudantes que pretendem fazer algum curso de pelo menos 14 semanas. Sua validade varia de acordo com o prazo de duração de seus estudos. O período de trabalho é de 40 horas quinzenais (desde que as aulas tenham começado) e você ainda conta com um mês inteiro de férias, ao terminar os estudos. Tempo suficiente para aproveitar as belezas infinitas desses lugares.

Além disso, cônjuges, companheiros e filhos menores de idade podem ser inclusos no processo de obtenção do visto, quando conseguem comprovar evidências de relacionamento com o intercambista. As exigências devem ser consultadas no site do Department of Home Affairs (DOHA).

Em relação aos documentos necessários para o visto de estudante na Austrália ou Nova Zelândia, são basicamente formulários específicos, exames de saúde, comprovanção de renda para todo o período que permanecer lá, além das taxas consulares. Como a lista de exigências pode variar para cada caso, o ideal é buscar informações com uma assessoria especializada para dar todo o suporte necessário, assim como os investimentos precisos.

Na Nova Zelândia, o estudante que deseja cursar algum curso no país a partir de 14 semanas, já pode optar por um visto de estudante. Para aplicação de visto no Brasil, todo o processo de visto é online. No entanto, para maior comodidade e rapidez, o melhor caminho para obter os vistos é por meio de uma agência de intercâmbio, tendo em vista, que os documentos exigidos variam de acordo com a duração dos cursos.

Visto de turista

Esse tipo de visto na Austrália é indicado àqueles que pretendem entrar no país a lazer, visitar amigos ou familiares e, além disso, aproveitar o mesmo período para estudar. A validade do visto é de 3 meses e os cursos podem ter duração de 12 semanas. Diferentemente do visto de estudos, o de turista não concede a permissão de trabalho ou qualquer atividade remunerada ao visitante e também não inclui outros membros da família no mesmo pedido.

Dentro do prazo de validade e na condição padrão de concessão de visto, o visitante tem direito a múltiplas entradas no país, desde que não excedam 90 dias corridos, entretanto não é uma regra, vai depender da avaliação dos oficias da embaixada. A documentação exigida pode variar de acordo com algumas exigências do departamento de imigração da Austrália. Por isso, é essencial que todo o procedimento de obtenção seja feito por meio de uma agência especializada.

No caso da Nova Zelândia, o brasileiro não necessita emitir um visto de turismo, pois é considerado Waiver Country. No entanto, esse acesso ao país é permitido para o prazo de até 90 dias, podendo ser estendido para 6 meses. E dentro da vigência desse prazo, o viajante pode estudar até 12 semanas, porém, não há nenhuma possibilidade de trabalhar legalmente nessa condição no país.

Visto de trabalho

Quem concluir uma graduação na Austrália ou Nova Zelândia, tem a possibilidade de conseguir o Post Study Work Visa. Esse visto permite que recém-formados possam trabalhar após a conclusão do curso (graduação, mestrado ou doutorado).

Sem dúvidas, a oportunidade perfeita para aqueles que querem aproveitar mais uma temporada no local e conseguir boas oportunidades de emprego. Inclusive, conquistar a permanência no país por meio de outros tipos de vistos mais difíceis, como o de sponsor (patrocínio) ou o de imigração.

Tem direito ao Post Study Work Visa o estudante que concluir um curso universitário com duração igual ou maior a de 92 semanas. A validade dele varia entre dois a três anos, de acordo com o tempo de estudo na faculdade realizada.

Esses são os principais tipos de visto, tanto para visitar, morar e trabalhar na Austrália ou Nova Zelândia. Ainda há outras formas para conseguir isso, no entanto, essas são as mais comuns e de mais fácil acesso aos brasileiros que querem embarcar nessa jornada pela Oceania. Atualmente esses dois países são os que mais oferecem vantagens aos estudantes do Brasil, tanto pelas similaridades do clima, valores e estilo de vida de seus habitantes. Não perca tempo e boa viagem!

Curtiu o post? Quer saber, na prática, como funciona a emissão de todos os tipos de visto para a Austrália e para a Nova Zelândia? Somos a agência mais completa do Brasil para esse tipo de serviço. Entre em contato com a Australian Centre agora mesmo e vamos preparar tudo para a maior aventura da sua vida.

Dirigindo na Nova Zelândia: o que eu preciso saber?

Dirigindo na Nova Zelândia

Muitos sonham em fazer um intercâmbio para estudar, trabalhar ou, até mesmo, para ficar alguns dias passeando em outros países. Se você se enquadra em algum desses perfis, é preciso saber que, além do planejamento, você deve ficar atento a alguns detalhes importantes. Por isso, o post de hoje vai mostrar dicas importantes para você que tem habilitação de motorista e pretende sair dirigindo na Nova Zelândia.

Esse é um tema que pode passar despercebido por muitas pessoas, mas que é grande relevância. Desde já, você deve ficar sabendo que a maneira de dirigir na Nova Zelândia é bem diferente da de outros lugares. Assim, para evitar problemas durante sua estadia nesse país, procure reunir a maior quantidade possível de informação a respeito do tema.

Para te ajudar nessa tarefa, leia o post e descubra como vai ser dirigir nesse incrível lugar!

Carteira e permissão de habilitação internacionais

Para você que já possui uma carteira de habilitação, saiba que é possível utilizá-la na Nova Zelândia por um período de 12 meses. Para isso, é preciso conseguir uma Permissão Internacional para Dirigir (PID), que é uma espécie de convalidação da sua carteira nacional em solo estrangeiro.

Assim como acontece no Brasil, só é permitida a direção de automóvel daqueles que têm habilitação. Além disso, você apenas pode conduzir o veículo para o qual conseguiu a autorização.

No caso do Brasil, é possível conseguir essa permissão de habilitação no próprio Detran do seu estado. Lembrando que para obter esse documento é preciso que a sua CNH esteja válida e que não exista nenhuma pendência.

Dirigindo na Nova Zelândia com a CNH brasileira

Como dito anteriormente, é possível dirigir na Nova Zelândia pelo período de 1 ano com a CNH brasileira que esteja dentro do prazo de validade. Depois desse prazo, caso queira continuar conduzindo automóvel, é preciso tirar a carteira de habilitação neozelandesa.

Um detalhe de grande relevância para você que vai usar a CNH brasileira é que ela deve estar devidamente traduzida, sendo que tal tradução deve ser reconhecida por autoridades competentes para tanto.

Como tirar a CNH neozelandesa

Caso ainda não tenha a sua CNH, você pode tirá-la diretamente na Nova Zelândia. Para isso, é preciso passar por alguns procedimentos. Primeiramente, deve ser realizado um teste escrito e, posteriormente, uma prova prática.

Durante o teste prático, o futuro condutor recebe uma carteira provisória, denomina learner (aprendiz). Enquanto estiver com essa habilitação é preciso constar a letra L no vidro de trás do automóvel para que todos saibam que é um iniciante.

Nesse período, você não poderá dirigir sozinho, mas apenas acompanhado por alguém que tenha uma habilitação permanente. Entretanto, quando for aprovado no teste prático você já estará apto para passear pela Nova Zelândia com sua própria habilitação.

Outro detalhe ao qual você deve ficar atento é que com 16 anos já é possível tirar a carteira de habilitação e sair dirigindo na Nova Zelândia.

Mão inglesa, conversões à direita e rotatórias

Como dito acima, dirigir na Nova Zelândia é diferente do jeito que aprendeu no Brasil. Assim, uma das primeiras coisas que precisa saber é que eles usam a mão inglesa. Isso significa que o volante fica localizado no lado direito do automóvel, logo, os comandos são inversos aos que você conhece.

O lado correto da pista vai ser o esquerdo, por isso, caso seja acostumado a dirigir no Brasil, tenha bastante atenção a esse detalhe para que não ocorram acidentes, ok?

Outros pontos aos quais você deve ficar atento são a conversão à direita e as rotatórias, pois podem causar alguma confusão na sua mente. Nesse tipo de conversão, você vai ter que cruzar toda a pista para depois poder virar.

A confusão que pode haver nas rotatórias é por conta do sentido que ela segue, pois, diferentemente do Brasil, na Nova Zelândia é preciso seguir na direção anti-horário. Isso sugere que antes de virar você deve olhar para direita, e não para a esquerda, como os brasileiros estão acostumados. Dessa forma, tenha atenção redobrada!

Cuidados na estrada

As estradas da Nova Zelândia têm uma série de peculiaridades que você deve ficar atento para que tudo ocorra da melhor forma possível e para que acidentes sejam evitados.

Muitos caminhos são estreitos, com curvas acentuadas e com terrenos bem inclinados. Além disso, o vento pode atrapalhar um pouco o seu desenvolvimento, mas, com a devida atenção, você vai se sair super bem.

Uma dica importante é deslocar-se com bastante tempo de antecedência, pois não é recomendável dirigir com pressa na Nova Zelândia. Durante o inverno, as estradas são ainda mais perigosas: a neve pode deixar as vias bem escorregadias.

Por isso, mantenha distância do carro que está à sua frente e dirija com a velocidade reduzida para evitar acidentes. Além do mais, é importante sempre conferir as condições climáticas antes de sair de casa, tudo bem?

Atenção nas ultrapassagens

A maior parte das pistas na Nova Zelândia é de mão única, por isso, as ultrapassagens devem ser feitas com mais atenção. Na realidade, a cultura de trânsito neozelandesa é a de evitar ultrapassagens, já que isso diminui os riscos de colisão.

Apesar de não haver mão dupla, em algumas partes da estrada existem pequenos acostamentos que servem para os carros mais lentos darem espaço para os mais velozes. Assim, sempre que possível, ceda espaço para que o carro que está logo atrás te ultrapasse. E, caso tenha algum veículo mais lento à sua frente, não force para realizar a ultrapassagem.

O que você achou dessa ideia de ficar dirigindo na Nova Zelândia? Provavelmente será uma boa oportunidade para você conhecer o país e se encantar ainda mais pelas paisagens maravilhosas desse lugar, mas se achou muito confusa a condução de trânsito no país, você poderá contratar os serviços de empresas específicas, como a KiwiExperience, que fazem todo o traslado de um lugar para o outro.

Assim você não terá problemas em desbravar cada canto da Nova Zelândia e aproveitar essa nova experiência!

E aí? Você gostou do post de hoje? Esperamos que sim! E para que você tenha acesso a outros conteúdos como este, siga-nos no Facebook, Instagram e se inscreva no nosso canal do Youtube!

Qual dos destinos devo escolher: Perth ou Brisbane?

Perth ou Brisbane

Perth ou Brisbane? Se você busca informações sobre as melhores cidades para estudar e morar na Austrália, muito provavelmente vai se deparar com essas duas opções. Na verdade, não tem como dizer se uma é melhor que a outra para viver durante seu intercâmbio. Cada uma tem suas peculiaridades, atrações e estilos próprios.

O fato é que ambas são lindas e muito legais para viver. Mas, se você quer tirar a limpo as principais diferenças e escolher de vez sua próxima casa, neste post, separamos alguns pontos importantes que devem ser levados em consideração para ajudar você em sua decisão. Tome nota das dicas e boa leitura!

Perth ou Brisbane: qual a melhor opção para seu intercâmbio na Austrália?

Separamos alguns dos pontos positivos de cada um desses lugares, desde o clima, lifestyle e qualidade vida. Vamos conferir?

Clima

Brisbane é a única cidade da Austrália com um clima subtropical. Chuva por lá é coisa rara. Para quem curte dias ensolarados e calor durante o ano inteiro, pode ser a opção perfeita.

Já a cidade de Perth apresenta as quatro estações bem definidas, com um verão bem quente, queda das folhas durante o outono e primaveras bem coloridas. O inverno é marcado com temperaturas um pouco mais baixas (mas nada de muito frio, também) e épocas de chuvas. Mas isso não atrapalha a agitação da cidade.

Para os brasileiros, não há grandes dificuldades para adaptação em relação ao clima em Perth ou Brisbane. Cabe a você escolher se prefere calor o ano todo ou curtir cada mudança de estação. Mas ainda tem muitas outras coisas para ajudar você em sua escolha. Vamos para a próxima!

Praias

A costa australiana é privilegiada por todos os lados. Perth e Brisbane têm vantagens de sobra nesse quesito. A primeira tem como destaque a Cottesloe Beach, com águas bem calmas e areia branca, perfeita para um mergulho e curtir o visual único.

Já na região central de Brisbane, também rola uma praia artificial à beira do rio, que leva o mesmo nome da cidade, no qual a vibe é bem parecida, ou seja, perfeita para pegar sol, nadar e apreciar a vista.

Mas, se você é um caçador de ondas (ou quer se tornar um), as duas cidades têm boas opções para surfistas. Em Perth, o point é a praia de Scarborough. Já Brisbane, fica próxima à famosa e badalada Gold Coast, queridinha dos que amam deslizar sobre as pranchas.

Esses são apenas alguns exemplos de paraísos que você vai conhecer, mas ainda tem a Trigg Island Beach e Pinnaroo Point, em Perth, assim como os passeios imperdíveis pelas diversas ilhas nos arredores de Brisbane, entre elas, a Moreton Island. Praia é o que não vai faltar, independentemente de qual será seu destino escolhido.

Qualidade de vida

Esse quesito é bem difícil de se comparar quando o assunto é Austrália. Todas as cidades do país apresentam excelentes índices relacionados à qualidade de vida de seus moradores. Saúde, transporte, educação e segurança, por exemplo, têm níveis de excelência em ambas as opções. A prática de esportes e atividades outdoor também são comuns nos dois lados e opções de cultura são infinitas.

Diversão

Tanto Perth como Brisbane têm opções e atrações para todos os gostos e bolsos. Para aqueles que preferem passeios durante o dia, na primeira cidade, você pode visitar o Parque Nacional de Nambung para apreciar as torres de rochas do Pinnacles, que fica a três horas de carro do centro.

À noite, as baladas agitam o bairro de Northbridge, com pubs, bares e restaurantes. Outros lugares como Mount Lawley e Leederville também devem fazer parte de seu roteiro por lá.

Em Brisbane também é possível aproveitar tanto a noite como o dia. Às margens do rio, há uma variedade imensa de coisas legais para conhecer, praticar esportes, comer e beber. Ali perto, também tem o Lone Pine Koala Sanctuary, onde é possível interagir com as espécies comuns do país, como o canguru e o coala.

O bairro de South Bank também é uma ótima pedida para um passeio diurno, com praças, parques, museus e apresentações artísticas diversas.

Escolas e universidades

Além das atrações e lugares que você vai curtir em Perth ou Brisbane, ainda precisa escolher a escola onde vai realizar os estudos. As duas cidades têm opções excelentes de instituições para os mais variados cursos, onde você vai poder aprimorar seu nível no idioma, dar continuidade em seus estudos, fazer amizades com gente do mundo inteiro, realizar atividades extras e até começar um networking para conseguir aquela tão sonhada vaga de emprego na Austrália.

Além disso, em ambas as cidades, algumas instituições de ensino oferecem bolsas de estudos para os estudantes. Por exemplo, em Brisbane, a Queensland University of Technology (QUT) concede desconto de 25% em programas de graduação e pós-graduação nas áreas de design e comunicação, ciências, engenharia e administração de empresas.

Em Perth, a Curtin University, também oferece o mesmo desconto no primeiro ano de curso, para alunos que atingirem 85% de média no último grau acadêmico. A faculdade promove, também, uma promoção de 10% para os alunos que precisam cursar aulas de inglês, antes da faculdade.

Além da qualidade garantida dessas instituições, contar com preços mais acessíveis é sempre uma vantagem. Consulte outras escolas com uma agência de intercâmbio e confira todas as opções em Perth ou Brisbane.

Onde tem mais brasileiros, em Perth ou Brisbane?

Outra pergunta muito comum ao definir qual cidade será o destino de estudos na Austrália é saber se tem muitos brasileiros por lá. Há quem busque ficar junto de outros conterrâneos para manter contato com os costumes. Mas há aqueles que preferem fugir um pouco para evitar de falar português e acabar não praticando sempre o inglês.

Brisbane é uma cidade muito procurada por estrangeiros, incluindo os latinos. Então, provavelmente, você vai ter mais facilidades para esbarrar com grupos de nosso país. Enquanto isso, Perth tem um número menor de brasileiros, em comparação às outras cidades. Ideal para quem precisa aprender ou aprimorar o idioma.

Essas foram algumas dicas para quem ainda está com o dilema da escolha entre Perth ou Brisbane na hora de decidir o lugar de intercâmbio na Austrália. Sem dúvidas, as duas cidades são excelentes destinos com ótimas atrações para visitar e instituições de ensino de muita qualidade. Agora, a decisão é sua!

Curtiu? Pensando em estudar e morar na Austrália ou Nova Zelândia, mas ainda precisa de mais dicas? Assine nossa newsletter, pois temos muita coisa legal para compartilhar com você.

Conheça os tipos de acomodação da Austrália e Nova Zelândia

Acomodação da Austrália e Nova Zelândia

Ao contrário do que muita gente pensa, fazer um intercâmbio não se resume só em obter um visto de estudo, ser aceito em uma instituição de ensino estrangeira e se mudar para outro país. Na verdade, são diversos detalhes envolvidos nessa decisão que vão beneficiar sua vida pessoal e profissional.

Um deles, por exemplo, é a escolha da moradia durante a estadia no exterior — que é uma questão que envolve diretamente o seu conforto, a sua segurança e a sua adaptação à nova realidade. Pensando nisso, reunimos os tipos de acomodação da Austrália e Nova Zelândia neste post.

Assim, você pode conhecer mais a respeito dessas opções, conferir quais são as particularidades de cada uma e identificar qual é a mais indicada para atender às suas necessidades. Para completar, ainda incluímos uma média de custo mensal para cada alternativa.

Para tanto, vamos levar em consideração os dados fornecidos no informe da Universidade de Melbourne (Melbourne, Austrália) e no levantamento da Universidade de Canterbury (Christchurch, Nova Zelândia). Preparado? Então, Acompanhe!

Homestay

O primeiro tipo de acomodação da Austrália e Nova Zelândia é a homestay, que significa hospedagem em casa de família. Essa alternativa é excelente para quem deseja ter uma imersão completa na cultura, nas tradições e nos costumes do país escolhido, uma vez que você vai morar com uma família nativa e vivenciar a sua rotina diária.

Além disso, há outras duas grandes vantagens nessa escolha. A primeira é o suporte e o acolhimento que você vai receber na sua adaptação à cidade, que são essenciais para uma experiência proveitosa de intercâmbio.

A segunda é a chance de aprimorar a sua pronúncia, adquirir uma melhor dicção e, em alguns casos, até assimilar o sotaque da região, já que você vai se comunicar somente em inglês com essas pessoas.

É importante mencionar que na homestay, geralmente, as despesas referentes à internet, eletricidade, gás e afins, já estão inclusas no valor pago mensalmente — e isso também vale para as refeições diárias.

Aliás, já que falamos nisso, que tal termos uma média de preço? Pois bem, o custo de 30 dias dessa modalidade na cidade de Melbourne é de, pelo menos, AU$1.000,00. Por outro lado, na cidade de Christchurch, o valor fica em torno de NZD$ 1.080,00.

Student house

Para quem prefere vivenciar com mais intensidade a vida acadêmica e todas as oportunidades que a universidade tem a oferecer para a própria vida pessoal e profissional, a sugestão mais indicada é uma student house — uma residência estudantil.

A razão disso é que esses espaços, que também são conhecidos como alojamentos e/ou dormitórios, são localizados dentro do campus das escolas. Portanto, você pode dispensar o uso de transporte público e ir a pé para as aulas e demais atividades. Vale ressaltar ainda que você dispõe de áreas de convivência com outros alunos e muitas vezes compartilha o quarto com colegas.

Essa opção também inclui outras despesas mensais (água, gás, luz, internet etc.) e permite refeições (como almoço e jantar) no refeitório da faculdade — o que, certamente, torna a sua rotina mais prática e funcional.

Em relação aos valores, há as seguintes médias de custo mensal: em Melbourne é de AU$ 2.500,00 e em Christchurch de NZD$ 1.306,00. Lembrando que, segundo os dados apresentados no início do post, esses valores são o mínimo, ok?

Share house 

share house, por sua vez, representa uma opção para quem busca ter uma maior privacidade e, acima de tudo, autonomia na experiência de morar em outro país. Isso porque, como o próprio nome diz, trata-se de uma residência (casa ou apartamento) que é compartilhada, geralmente, com outros estudantes.

Ou seja, você tem liberdade com os horários e saídas de casa, levar para o seu lar amigos e conhecidos e até mesmo promover festas e pequenas confraternizações sem dificuldades. Isso sem mencionar que nessa alternativa é comum ter um quarto — e, em alguns casos, um banheiro — só para você.

Mas não se engane: não é apenas o aluguel do imóvel que é dividido entre todos os moradores. Afinal, esse valor não inclui as demais despesas (internet, luz, água, gás, telefonia etc.) do espaço — o que vai exigir bastante disciplina e organização financeira de todos os estudantes.

Dito tudo isso, vamos às médias de custo dessa modalidade? Para uma residência compartilhada com duas pessoas em Melbourne, você pagará o valor mensal de, no mínimo, AU$ 860,00. Já em Christchurch, o custo médio é de NZD$ 525,00 para uma moradia dividida com quatro pessoas.

Backpacker / Hostel

A quarta e última opção é o backpacker, ou seja, ficar hospedado em um albergue. Essa, sem dúvidas, é uma escolha indicada para quem gosta de interagir com pessoas de diferentes cantos do mundo e não é muito chegado em rotinas.

Afinal, nesse tipo de espaço há um fluxo constante de entrada e saída de pessoas. Isso sem falar que em muitos hostels há uma programação de atividades frequentes com os hóspedes, como festas, passeios, encontros, entre outros.

Esse tipo de acomodação é voltado para quem está viajando e busca um local com preços mais acessíveis para se hospedar. Para tanto, você precisa abrir um pouco a mão em relação ao conforto, privacidade e, em alguns casos, até mesmo da segurança.

Os banheiros são compartilhados e os quartos costumam ser mistos, podendo conter até 16 camas ao mesmo tempo. Além disso, é preciso usar um armário para guardar suas coisas, como documentos, dinheiro e equipamentos eletrônicos, já que elas não podem ficar soltas em qualquer lugar. Por menor que seja o risco, algo pode sim, ser furtado.

Mas em albergues não há a opção de reservar um quarto individual? Saiba que a resposta é sim. No entanto, quanto menor for o número de pessoas por cômodo, maior será a diária cobrada.

E tem mais! Em períodos de alta estação os valores podem inflacionar devido à alta procura e ficar equivalentes ao de um hotel, pesando, assim, no seu bolso.

Fazendo uma pesquisa no buscador Booking.com para todo o período de junho de 2019 em Melbourne, encontramos como alternativa mais barata um quarto misto para 10 pessoas pelo preço de AU$ 585,00. Já em Christchurch, por sua vez, a opção mais em conta é um quarto misto para 6 pessoas pelo preço de NZD$ 756,00.

Como você viu, existem tipos de acomodação da Austrália e Nova Zelândia para cada perfil de intercambista. Por isso, analise com calma todas elas e opte por aquela que realmente vai lhe proporcionar uma boa estadia durante o tempo em que estiver estudando no exterior.

Caso ainda esteja com dúvidas sobre qual destino escolher, veja também quais são as características de ambos os países!

Conheça 4 grandes opções de escolas de inglês em Sydney

Escolas de inglês em Sydney

Uma das etapas mais importantes durante o planejamento de um intercâmbio na Austrália é a escolha do local onde você vai estudar inglês e aperfeiçoar a fluência no idioma. Afinal, com tantas opções de escolas de inglês em Sydney, nem sempre é fácil identificar qual atende mais as suas necessidades e pode proporcionar a melhor experiência de aprendizado no exterior.

Ainda mais quando se trata de avaliar questões como infraestrutura, metodologia diferenciada, diversidades de cursos, atividades extracurriculares etc. Por essa razão, listamos, neste post, 4 das melhores instituições de ensino na cidade. Ficou curioso para saber quais são elas? Então, confira!

1. ELSIS

A primeira delas é a ELSIS, localizada a poucos metros do Wild Life Sydney Zoo e do Sydney Aquarium — duas grandes atrações locais de Sydney. Contando com mais duas sedes em outras grandes cidades do país, Melbourne e Brisbane, a escola já tem um histórico de mais de 25 anos de atuação no país.

Durante todo esse tempo, ela vem recebendo estudantes internacionais de diversas nacionalidades e contribuindo para um aprendizado eficaz da língua inglesa. Para tanto, oferece as seguintes modalidades de curso:

  • inglês geral (desde iniciantes até avançados);
  • inglês para fins acadêmicos (EAP), para quem deseja fazer cursos técnicos ou de nível superior (graduação e pós-graduação);
  • inglês preparatório para os exames de proficiência IELTS e Cambridge.

Mas não acaba aí, já que semanalmente a instituição promove workshops gratuitos para os alunos que envolvem diferentes temas, como:

  • pronúncia e conversação;
  • escrita acadêmica;
  • simulados do IELTS;
  • hospitalidade no ramo do turismo;
  • desenvolvimento de habilidades para o mercado de trabalho australiano.

Dessa forma, eles dispõem de um ambiente para praticar o que aprendem em sala de aula, aperfeiçoarem o domínio do idioma de forma mais rápida e, inclusive, encontrarem oportunidades de trabalho — uma vez que o visto de estudante permite que você possa trabalhar em território australiano.

2. Kaplan International English

Já a Kaplan International English é uma instituição de ensino com mais de 80 anos e que atende, em média, 50 mil estudantes de diversas partes do mundo. Ao todo, ela conta com 38 escolas divididas em vários países de língua inglesa, como Reino Unido, Irlanda, Canadá, Nova Zelândia, EUA e, é claro, Austrália.

Aliás, vale ressaltar que só na terra dos cangurus são seis filiais: em Perth, Adelaide, Melbourne, Brisbane e Sydney — onde há não só uma, mas duas. Entre os cursos oferecidos por ela, você encontra:

  • inglês geral (do elementar ao avançado) nas opções de curso de férias, intensivo e aulas regulares;
  • inglês para não-nativos que desejam ser professores desse idioma em seus países de origem;
  • inglês para fins acadêmicos (EAP), para quem deseja fazer cursos técnicos ou de nível superior (graduação e pós-graduação);
  • business english, para quem busca aprimorar o domínio sobre termos técnicos para os negócios;
  • inglês preparatório para os exames de proficiência Cambridge, TOEFL, GRE, IELTS e GMAT.

Além disso, a Kaplan desenvolveu uma metodologia de ensino própria (o K+ teaching) que promove a imersão na língua não apenas em sala de aula com material didático exclusivo e professores qualificados, mas principalmente em atividades extracurriculares recorrentes.

3. OHC English

Por sua vez, a OHC English iniciou suas atividades nos anos 70, na Inglaterra, e logo se destacou no mercado, tendo a sua qualidade de ensino e o seu corpo docente reconhecidos pelo British Council, o British Accreditation Council, o English UK e o Education UK — importantes organizações educacionais do Reino Unido.

Atualmente, recebe mais de 7 mil estudantes por ano e já conta com filiais nos Estados Unidos, no Canadá, na Irlanda e na Austrália. Nesta última, elas estão presentes em Brisbane, Gold Coast, Cairns, Melbourne e Sydney. Entre as opções de cursos disponíveis no maior país da Oceania, estão:

  • inglês geral (do elementar ao avançado) nas opções individual, intensivo, plus (20 horas semanais) e aulas regulares (15 horas semanais);
  • inglês para não-nativos que desejam ser professores desse idioma em seus países de origem;
  • inglês preparatório para os exames de proficiência Cambridge e IELTS;
  • inglês para fins acadêmicos (EAP), para quem deseja fazer cursos técnicos ou de nível superior (graduação e pós-graduação).

Vale ressaltar que na filial de Sydney você dispõe de uma biblioteca com obras literárias e multimídia de livre acesso para incrementar os seus estudos, áreas de convivência e recreação para interação com os demais estudantes e frequentes programas de eventos e atividades sociais.

4. Greenwich English College

Para encerrar nosso post sobre as escolas de inglês em Sydney há a Greenwich English College, uma instituição fundada em 2005 que busca utilizar a tecnologia como grande diferencial no ensino da língua inglesa.

Prova disso são os três campus que ela tem (em Sydney, North Sydney e Melbourne) que dispõem de salas de aulas equipadas, laboratórios, material didático multimídia e audiovisual e espaços de conveniência para facilitar a sua rotina estudantil. As modalidades oferecidas pela escola também são bastante diversas e abrangem:

  • inglês geral (desde iniciantes até avançados);
  • inglês intensivo de pronunciação em contexto com programa de feedbacks regulares para o desenvolvimento da fluência no idioma;
  • inglês preparatório para os exames de proficiência Cambridge e IELTS;
  • business english, para quem busca aprimorar o domínio sobre termos técnicos para os negócios;
  • inglês para fins acadêmicos (EAP), para quem deseja fazer cursos técnicos ou de nível superior (graduação e pós-graduação).

Fora isso, a Greenwich English College oferece o job club, um espaço onde os estudantes podem conseguir orientação, aprender a elaborar um CV adequado para o mercado australiano e desenvolver habilidades para conseguir um trabalho meio período para conciliar com os estudos.

Como você viu, não faltam alternativas de escolas de inglês em Sydney de qualidade, longo histórico de atuação e renome internacional. Por isso, não deixe de contar com o suporte de uma agência de intercâmbio especializada na Austrália, como a Australian Centre, para auxiliá-lo na escolha da instituição que mais se adéqua ao seu perfil.

Por isso, entre já em contato com a gente e garanta que a sua experiência seja proveitosa para o seu futuro profissional e o seu desenvolvimento pessoal!