taboola

Como morar na Austrália: veja nosso guia completo!

Como morar na Austrália? Essa é a primeira pergunta de pessoas que querem tentar oportunidades de estudo e trabalho em um país que frequentemente é destaque em saúde, educação e economia.

Com mais de 24 milhões de habitantes, esse é um território que preza pelo multiculturalismo e com a possibilidade de oferecer oportunidades para pessoas que queiram crescer e contribuir com o crescimento do país. Para começar a buscar o seu visto australiano é necessário entender as suas alternativas e conhecer os principais critérios.

É exatamente sobre isso que trataremos neste guia completo que preparamos. Neste material, explicamos tudo o que precisa saber para começar a planejar o seu sonho de morar na Austrália. Acompanhe e comece a mudar de vida!

Como é morar na Austrália?

Se você está pesquisando sobre o país e maneiras de tirar o visto australiano para mudar de vida é importante que conheça as principais características do território. A seguir, entenda como funcionam alguns serviços básicos da Austrália e como é a vida dos residentes.

Principais cidades

O primeiro passo para saber como morar na Austrália é decidir a localidade que pretende ficar, pois isso interfere nas demais escolhas, como instituição de ensino, profissional e impacta até mesmo no seu custo de vida.

Para começar, Camberra é a capital da Austrália e sua construção data 1927. Essa foi uma cidade planejada e o objetivo era dar fim à rivalidade entre Melbourne e Sydney, que viviam em rixa para disputar quem seria o território oficial do país. Porém, em termos de extensão territorial, Sydney é maior. Já Melbourne conta com uma paisagem natural magnífica, que inclui praias paradisíacas. Além delas, estão entre as principais e melhores cidades para trabalhar e estudar:

Quantidade de habitante

A Austrália tem cerca de 25,8 milhões de habitantes, sendo que 50,2% é população feminina e 49,8% masculina. O país se destaca por seu multiculturalismo, já que, em média, 25% da população é de estrangeiros.

A colonização foi feita pelos holandeses, mas foi em 1778 que começou a ocupação da Austrália pelos britânicos. Esses ingleses ficaram instalados onde hoje é a cidade de Sydney e, por longos anos, foi uma colônia agrícola.

Os primeiros habitantes, e que foram eliminados pelos ingleses, eram os aborígenes. Esse era um povo nômade e que não tinham atividades voltadas para a agricultura, pois viviam somente da coleta.

Custo de vida

O custo de vida na Austrália depende da cidade que ficará, instituição que estuda e do seu tipo de acomodação no país. De modo geral, o custo anual fica em torno de AUD$23.740, ou AUD$ 1.753,43 mensal, segundo o Departamento de Imigração e Proteção de Fronteiras.

Além disso, você precisa considerar outras variáveis que interferem nesse valor, como se é um intercâmbio em casal, a quantidade e tipo do transporte público utilizado.

Transporte público

Falando em transporte, ao morar na Austrália, você perceberá que esse serviço básico é bastante eficiente, pontual, moderno, planejado e organizado. Tanto as estações de metrô quanto as de ônibus ficam bem próximas às principais instituições de ensino das cidades, então, não terá grandes dificuldades de locomoção. Para o pagamento, são utilizados cartões em que você coloca créditos, como o Opal Card, em Sydney.

Além deles, você terá a opção dos trens, balsas e bondes e a utilização de bicicleta é um dos costumes da Austrália, principalmente entre os estudantes. Para isso, as ruas têm ciclovias e ciclofaixas que são bastante respeitadas pelos motoristas.

Educação

Quando você começa a pesquisar maneiras de morar na Austrália e de conseguir um bom curso, um dos principais pontos que precisa entender é sobre a educação no país. O sistema educacional está entre os melhores, sendo que há sete universidades no país classificadas como as melhores do mundo.

Independentemente do nível de estudo (primário, secundário ou superior), o estudante nacional ou internacional recebe uma educação de qualidade e com amparo do governo e órgãos encarregados.

Na educação superior, as organizações responsáveis pelo cadastramento, credenciamento e regulamentação é a Agência de Qualidade e Padrões de Ensino Superior (Tertiary Education Quality and Standards Agency, a TEQSA) e a Autoridade Australiana de Qualidade em Competências (Australian Skills Quality Authority, a ASQA).

Saúde

O serviço de saúde disponibilizado pelo governo australiano é o Medicare. Esse é um tipo de plano de saúde que atende desde os cidadãos australianos até pessoas com residência e vistos temporários.

Para utilização, é cobrada anualmente a taxa Medicare Levy que é entre 1% e 5% em relação ao seu salário, sendo que esse desconto é feito diretamente no seu holerite. Contudo, essas porcentagens não são cobradas de estudantes internacionais, somente da população australiana e dos residentes permanentes. 

Apesar de não ser totalmente gratuito, os valores cobrados retornam por meio da excelência no serviço de saúde pública, já que é possível fazer diversos procedimentos, consultas e exames que são garantidos nas coberturas.

Economia

Outro aspecto que pesa na decisão de morar na Austrália é a economia, que é desenvolvida, forte e entre as mais estáveis do mundo. Os principais setores e atividade que movem o crescimento econômico do país são:

  • indústria de alimentos, papel, alimentos, equipamentos eletrônicos e máquinas;
  • mineração de carvão, diamante e alumínio;
  • agricultura de trigo, açúcar, cevada, frutas e algodão;
  • turismo;
  • pequenas empresas.

Toda essa estabilidade e resultados economicamente positivos é reflexo de um governo que preza por políticas públicas que favorecem os principais setores e o empreendedorismo. Exatamente por isso que o mercado de trabalho australiano também é bastante promissor e sempre está em busca de profissionais internacionais para atuação profissional no intuito de agregar valor, conhecimento e crescimento ao território.

Alimentação

Por ter sido colonizada pelos britânicos, a Austrália carrega bastantes características desta culinária, como peixes com batata (fish and chips), tortas e entre o vegemite, que é uma pasta salgada e apimentada feita com a mesma levedura utilizada nas cervejas e muito consumida em torradas e pães.

Também é possível encontrar influências de outros países na alimentação australiana, por isso você consegue encontrar restaurantes brasileiros e até mesmo pão de queijo congelado nos supermercados. Lá, o churrasco também é bastante comum nas casas, mas, diferente do Brasil, eles utilizam salsichas, hambúrgueres e bastante molho barbecue.

Já o custo dessa alimentação varia da cidade em que você está, se sabe cozinhar ou se come muito fora de casa. Em Sydney, por exemplo, um almoço pode custar entre A$8.70 a A$19.0 dependo do lugar e dos alimentos.

Carteira de motorista

Cada estado tem as suas leis e regras referentes ao trânsito, sendo por isso que a carta vale somente para o estado em que estiver morando e tiver tirado essa licença. Para conseguir a driver’s licence, você precisa ir até um órgão regulamentador para fazer uma prova teoria e outra prática.

Caso já tenha carteira de motorista aqui no Brasil, há possibilidade de encontrar um tradutor com a certificação National Accreditation Authority for Translators and Interpreters (NAATI) para fazer uma tradução juramentada, que o permitirá dirigir por até três meses.

No entanto, se for ficar mais tempo, precisará da permissão internacional, que é feita mediante pagamento de uma taxa de prova prática, sendo que isso funciona em Adelaide, Brisbane, Melbourne e Sydney. Então, é indicado que você busque pelo departamento de trânsito do estado que ficará para conferir as leis e regras necessárias.

O que eu preciso para morar na Austrália?

Para saber como morar na Austrália você precisa saber quais são as suas possibilidades e opções de ficar legal no país. Para aqueles que não tem nenhum familiar australiano, a sua melhor alternativa é o intercâmbio.

Para ser um intercambista, seja em um curso de línguas, em alguma área específica ou até mesmo conseguir trabalho pós-estudo no país e ter acesso a oportunidades de emprego você precisa de um dos documentos mais importantes para um viajante: o visto.

Existem diferentes tipos de visto, sendo que alguns dão a permissão de trabalho, outros não, alguns permitem que fiquem mais tempo na Austrália, outros menos. Portanto, conhecer o seu tipo de licença é o primeiro passo para correr atrás dos seus documentos, de uma instituição ou empresa.

A seguir, confira o que você precisa para morar de forma legal na Austrália e conseguir ótimas oportunidades profissionais e pessoais. Entenda.

Visto de estudante

A validade do visto de estudante (student visa) dependerá da duração do seu curso. Diferentemente do que a maioria imagina, essa opção não é somente para jovens, é muito comum que pessoas busquem por intercâmbio depois dos 30 anos.

Esse tipo de visto é normalmente a escolha daqueles que optam por fazer um curso extenso, como uma graduação, curso de línguas ou um mestrado na Austrália. Para completar a sua experiência no país, com essa licença você poderá trabalhar para pagar o seu curso, acomodação, complementar a sua renda ou aperfeiçoar as suas habilidades. A norma é de até 40 horas quinzenais durante o período das suas aulas, ou sem restrição de horas durante o break.

Além do período do seu curso, a Imigração pode permitir que você tenha um período extra de férias, que fica em torno de quatro semanas. Esse tempo pode ser utilizado quando você finalizar o seu curso, sendo que durante ele também poderá trabalhar, mas sem limite de horas. Para conseguir o visto de estudante australiano é necessário:

  • apresentar a matrícula no curso, que pode ser desde inglês para negócios, pesquisas e pós-graduação;
  • comprovação de recursos e condições financeiras (para permanência no país você precisa comprovar que tem, ao menos, AU$1.653 mensais, sem contar o valor do custo e passagem de ida e volta);
  • documentos de identidade;
  • carta de intenção;
  • formulários obrigatórios.

Para a comprovação das condições financeiras é possível apresentar diferentes documentos, como extratos bancários, holerites, extratos de poupança e até mesmo investimentos. Lembrando que você pode pedir ajuda a familiares nessa etapa.

Visto de trabalho

Existem diversas oportunidades de trabalho para brasileiros na Austrália. Os australianos sempre tratam as pessoas de igual para igual e sempre com muito respeito. Diante disso, você pode conseguir desde trabalhos de atendente de supermercados e lojas, auxiliar de limpeza, babá até mesmo vagas voltadas para a sua área de formação.

O visto para trabalho, que também é muito buscado, é uma alternativa para quem deseja morar na Austrália por mais tempo e de maneira legal. Entre os vistos com permissão para trabalho, o Working Holiday Visa (visto de trabalho nas férias) e o Student Visa são os dois mais fáceis de conseguir.

Se você já concluiu alguma graduação no país também pode recorrer ao visto de trabalho pós-estudo, ou Post Study Work Visa. Para isso o seu curso deverá ter tido duração superior a 92 semanas e você terá permissão de ficar e trabalhar na Austrália em um período que varia entre dois e três anos.

A partir desses empregos temporários você terá chances de fazer aplicações para a permanência no país por meio de outros vistos mais burocráticos, como aquele que é disponibilizado pela imigração, o sponsor que é quando uma empresa paga para que você possa trabalhar com eles e o visto 485 da Austrália dá a permissão temporária de trabalhar e morar no país.

Visto de investimento

O visto de investidor faz parte do Skilled Migration Programme (Programa de Migração Qualificada, em tradução livre), que é uma maneira de atrair e captar pessoas com habilidades importantes para o crescimento do país. Essa é uma opção para morar na Austrália voltada para empresários que tenham recursos para investir em determinados programas e áreas no país.

Esse visto permite que o investidor consiga a permanência temporária que pode ser de até quatro anos, sendo que, após esse prazo, poderá fazer aplicações para outros tipos de visto que o levem à residência permanente na Austrália.

Para isso, é necessário que o interessado tenha menos de 45 anos, patrimônio líquido de, pelo menos, AUD$2.250.000,00 e faça um investimento de AUD$1.500.000,00 em uma empresa australiana com a opção de participação em ações.

Como levar minha família para morar na Austrália?

Outra busca muito comum para quem deseja se mudar de país e buscar melhores oportunidades no território australiano é de como levar a família. Uma das opções é enquadrá-los como dependente. Além disso, caso o pedido seja aceito, o seu filho, marido ou esposa também poderá trabalhar e estudar. No entanto, para que isso seja possível é importante ficar de olho em algumas regras.

Dependentes

A Austrália considera como dependente os parceiros (marido ou esposa) que sejam casados ou que comprovem união estável (de no mínimo 12 meses) e com filhos até 18 anos, mas que sejam solteiros ou que sejam mais velhos provem dependência financeira que perdura desde a infância decorrente de doenças físicas e mentais.

Nesses casos, o direito à saúde, trabalho e permanência no país são semelhantes ao solicitante do visto. Infelizmente, são raras as exceções em que é possível incluir os pais como dependentes.

Vistos indicados

Os tipos de visto mais indicados se você deseja saber como morar na Austrália e ainda levar a família são:

  • Skill Select Program: consistem em um sistema de pontuação que varia de acordo com os requisitos do solicitante, como escolaridade, idade, profissão e outros. Esse visto também possibilita que possa tentar a permanência caso atenda aos critérios e não esteja com nenhum no further stay, que impede a sua renovação;
  • Business and Investment Program: é o visto para investidores;
  • Employment Nomination Scheme: esse é o sponsor, que é quando uma empresa o patrocina para trabalhar na Austrália.

Escola para os filhos

Para as crianças entre cinco e 18 anos, os pais podem tentar uma vaga em uma escola pública australiana, sendo que uma dica é dar prioridade para aquelas que estão na região onde você mora, pois essas instituições priorizam os moradores da catchment area.

No entanto, em alguns estados você precisará pagar a escola, sendo que os valores e regras variam conforme a cidade que você mora e o curso que estiver fazendo.

Comprovação de condições financeiras

Como dito, o requerente do visto ou intercambista precisa comprovar que tem condições recursos e condições financeiras suficientes para se manter. No caso de quem levará a família, o primeiro dependente precisa comprovar 35% do valor solicitado, o segundo 20% e 15% para os dependentes que são menores de idade.

Como me preparar para morar na Austrália?

Agora que você já sabe como morar na Austrália, o que precisa comprovar e os vistos que pode ter, é o momento de planejar. Muitos imprevistos, problemas e dificuldades podem ser evitadas quando a sua viagem, estudos e trabalho é pensando de maneira estruturada, organizada e programada e, apesar de o dinheiro ser um dos principais fatores, não estamos falando somente dele.

A seguir, separamos algumas dicas que sempre orientamos os nossos clientes para que o tempo no país seja de muito aprendizado e de fácil adaptação. Veja só.

Organize a documentação

Para submeter o seu pedido de visto, matrícula na instituição e todos os trâmites para uma vaga de emprego você precisa focar em uma coisa: reunir toda a documentação obrigatória. O quanto antes você começar a preencher formulários, imprimir guias e organizar os originais, mais tempo você terá para verificar se está tudo em dia, se alguma documentação precisa de segunda via, por exemplo.

O primeiro deles é o teste de nivelamento em inglês e o exame de proficiência. Uma boa nota na prova de proficiência poderá aumentar as suas chances de conseguir uma ótima colocação na universidade ou curso que deseja fazer. Já o nivelamento é um dos requisitos que determinará o período de duração do seu estudo e quais profissões você pode atuar. 

Afinal, uma pessoa que não tem boa conversação terá grandes dificuldades de trabalhar com atendimento ao público. Lembrando que existem algumas diferenças, tanto na linguagem informal quanto na formal, entre o inglês australiano e o americano. Além desses testes, você precisa apresentar uma série de comprovações e documento de identidade, entre eles estão:

  • passaporte;
  • visto;
  • comprovação de renda;
  • exames médicos (urina e raio-X da região torácica);
  • formulários 956A e 157A (disponibilizados no site do governo australiano);
  • comprovação de pagamento do seguro-saúde;
  • passagens de volta e cópia das passagens de ida e volta;
  • autorização dos pais em três vias (para caso de estudantes menores de 18 anos);
  • documentos de identificação;
  • comprovação da estadia.

Faça um planejamento financeiro

É por meio dessa organização entre ganhos e gastos que você consegue programar para tirar sonhos e projetos do papel. No entanto, de nada adiantará fazer esse planejamento dois ou três meses antes da sua viagem, ou antes de solicitar o seu visto.

O intercâmbio envolve gastos que precisam ser organizados, como taxas de passaporte e visto, comprovação de condição financeira, passagens, acomodação e estadia no país. Então, programe-se com o maior tempo de antecedência, pois quanto antes começar a preparar o seu dinheiro, mais tranquila será a sua viagem e aprovação do visto.

Busque por moradias

Para morar na Austrália, o tipo de acomodação mais comum e em conta para os estudantes é o homestay. Essa opção se resume em ficar hospedado na casa de família que se cadastram para oferecer um espaço aos turistas e estudantes.

Se você não se anima com a ideia de ficar na cassa de outras pessoas, há outras possibilidades, mas é preciso considerar o custo delas. Entre as opções estão a student house, que são acomodações dentro das universidades, poderá alugar um apartamento, ficar em hostels ou share houses que normalmente é compartilhada entre outros alunos internacionais.

Exames

Dependendo do tipo de visto australiano que estiver buscando, você precisará apresentar os resultados de alguns exames. Isso acontece, por exemplo, para vistos de estudantes e para aqueles com validade superior a seis meses.

Para isso, você deve buscar por uma clínica médica que esteja credenciada na Embaixada da Austrália para que os laudos sejam aceitos. Os exames mais comuns são o de urina, raio x torácico (para certificar que não tem tuberculose) e uma avaliação geral para comprovar que está com boa saúde.

Conte com uma agência

Como pode perceber, são diversos requisitos que precisam ser atendidos, documentos e burocracias que precisa organizar para realizar o seu sonho de morar na Austrália. Muitas pessoas têm o visto negado por falta de planejamento e por deixar de apresentar algum documento.

Para não ter problemas e riscos desde a sua organização da viagem, busca por universidades e instituições de ensino até as melhores acomodações o melhor a ser feito é contar com o suporte de profissionais de uma agência. Diversos contratempos e vistos negados podem ser evitados quando você tem uma empresa especializada no assunto auxiliando você.

Se você deseja saber como morar na Austrália, estudar e trabalhar, mas não sabe por onde começar a se organizar, nós da Australian Centre podemos ajudar. Estamos no mercado desde 2002 ajudando pessoas a realizarem o sonho de começar uma vida e a viver momentos inesquecíveis em um país de primeiro mundo como a Austrália.

O que acha de dar o primeiro passo para morar na Austrália? Entre em contato conosco e solicite um orçamento para começar a tirar do papel o seu projeto de morar fora.

 

 

 

Como funciona a política da Austrália? Entenda mais sobre o assunto

A política da Austrália é um dos traços marcantes do país, que integra uma comunidade de nações cuja autoridade simbólica máxima é a rainha Elizabeth II. Ficou curioso para entender esse quadro complexo? O artigo a seguir descreve o contexto político na terra dos cangurus e como ele se diferencia do nosso.

Além disso, o texto explica como funciona o poder legislativo, executivo e judiciário na Austrália e se o Brexit (expressão que define a saída do Reino Unido da União Europeia) impacta diretamente a política na região.

O que está esperando? Comece a leitura agora e tire as dúvidas sobre o tema!

Como é o contexto político na Austrália?

Situada na Oceania, menor área continental do planeta, e conhecida pelas belezas naturais, a Austrália é uma monarquia constitucional com poder federal. O sistema de governo é o parlamentarista, que implica o reconhecimento da rainha Elizabeth II como soberana simbólica do país, integrante da Comunidade Britânica de Nações (Commonwealth).

Ao todo, são seis estados (Austrália Meridional, Austrália Ocidental, Tasmânia, Nova Gales do Sul, Queensland e Vitória) e dois territórios (o do Norte e o da Capital), para os quais a legislação do Parlamento da Comunidade é válida.

A legislação federal pode substituir apenas leis de áreas regidas pelo artigo 51º da Constituição do país, uma vez que os seis estados e os dois territórios têm o seu próprio determinante legal.

Oficialmente, a rainha da Austrália reside no Reino Unido, mas os representantes legais da coroa são os governadores-gerais, divididos a nível federal e estadual. Para compor parte dos poderes, a população tem o sistema eleitoral de voto preferencial, em que se classifica um grupo de candidatos por ordem de preferência.

Os políticos da câmara baixa se elegem por meio do voto preferencial. Na votação para o Senado e para outras casas de Estado, esse modo de votação é combinado com o sistema de representação proporcional, em que um partido obtém vagas de acordo com a proporção de votos.

Nesse contexto, vale lembrar que, na Austrália, o sufrágio é obrigatório para cidadão com 18 ou mais anos de idade.

Em relação ao contexto partidário, existem dois principais grupos políticos que se revezam no poder da Austrália. Por um lado, o Partido Trabalhista Australiano (Australian Labor Party, ALP ou Labor, em inglês), considerado o primeiro no mundo a formar um governo social-democrata ou socialista.

Por outro lado, a Coalizão é formada por um agrupamento de centro-direita do Partido Liberal e do Partido Nacional, os quais atualmente estão no poder e concentram grande parte dos representantes eleitos nas cidades da Austrália.

Nos últimos anos, partidos menores, como os Verdes e os Democratas Australianos, também vêm conquistando cadeiras no Parlamento.

Diante desse quadro geral, a pergunta que fica é: como a estrutura política australiana se diferencia da nossa?

Em que a estrutura política da Austrália se difere do Brasil?

Ainda que Brasil e Austrália se aproximem em muitos aspectos, o nosso sistema político é bastante diferente da estrutura de poder na terra dos cangurus.

Por aqui, existe uma república democrática com sistema presidencial, cujo chefe de Estado e de Governo coincide com a figura do presidente — sem cargo de primeiro-ministro ou autoridade real simbólica, como em uma monarquia parlamentarista —, eleito para mandato de 4 anos, sendo possível reeleição por mais 4 anos.

Por outro lado, os brasileiros contam com representantes políticos em uma estrutura bicameral, formada pelo Congresso Nacional e pelo Senado Federal, além das autoridades do Supremo Tribunal, as quais não são eleitas diretamente pelo povo. Mas você deve estar se perguntando, então, como funcionam os poderes federais na Austrália, não é?

Como funciona o poder legislativo, executivo e judiciário?

O sistema parlamentarista da Austrália se divide em três poderes, assim como no Brasil, mas há divergências. No legislativo, o Parlamento bicameral é composto pela Rainha Elizabeth II, nos comandos do Governador-Geral, além da Câmara dos Representantes (entidade baixa) e do Senado (entidade alta).

O Senado australiano é composto por 76 senadores, dos quais 12 representam cada estado e outros dois, territórios da Capital e do Norte. A Câmara dos Representantes reúne 150 membros e cada estado garante pelo menos cinco lugares na entidade. Com eleições a cada 3 anos, os senadores têm 6 anos de mandato e os demais políticos, um poderio trienal.

O executivo, em contrapartida, coincide com o Conselho Executivo Federal, comandado pelo governador-geral e com supervisão do primeiro-ministro e de ministros do Estado. Sistema bastante regular em nações integrantes da Commonwealth, o Conselho Executivo está em todos os estados australianos, de onde o governador da região exerce poder.

O primeiro-ministro é, normalmente, indicado pelo governador-geral, mas tem mais êxito o partido com maior apoio da Câmara dos Representantes.

Por fim, o judiciário é representado pela Suprema Corte da Austrália e por tribunais federais nos estados. Nesse sentido, cabe ao governador-geral, também, nomear os juízes para cada instância. A Corte, constituída desde o começo do século XX, tem o objetivo de revisar a legislação aprovada pelo Parlamento e de interpretar a Constituição em vigor.

O que muda no contexto político australiano depois do Brexit?

Até o momento, você aprendeu sobre o contexto e a estrutura política australiana, mas existe uma questão contemporânea que pode alterar a economia da Austrália em relação a parceiros externos. É o caso do Brexit (“British exit”), como ficou conhecida a saída do Reino Unido da União Europeia (UE), oficializada em 31 de janeiro de 2020.

O Brexit tende a diminuir parcerias da Austrália com a União Europeia e a aumentar as trocas comerciais e políticas com a Grã-Bretanha. Ainda que o relacionamento do país com a comunidade europeia tenha se firmado nos últimos anos, com a assinatura de acordo de livre comércio em 2017, os economistas não esperam um futuro bem-sucedido com a UE.

Sob outra perspectiva, não existe uma relação forte da Austrália com as nações da UE e, sim, com o Reino Unido, com uma preferência comercial estabelecida pela Commonwealth. Dessa forma, o contexto político, em si, não deve sofrer alteração após o Brexit, ainda que parcerias econômicas ganhem novo impulso, fortalecido pela Comunidade Britânica.

Neste post, você aprendeu sobre a política da Austrália, país colonizado por ingleses no século XVIII e que integra a Comunidade Britânica. Sob os poderes da rainha Elizabeth II e do seu representante, o governador-geral, a nação parlamentarista se divide em legislativo, executivo e judiciário, mantendo diferenças em relação ao nosso sistema político.

O texto foi útil para você? Então, curta a página do Australian Centre no Facebook e continue recebendo informações interessantes sobre a terra dos cangurus!

Visto 491 da Austrália: saiba o que é e como solicitá-lo!

Vai precisar se mudar para a terra dos cangurus a trabalho? Então, saiba que o atual visto 489 será substituído pelo visto 491. Isso, porque o visto 491 foi providenciado para atender a indivíduos qualificados em ocupações específicas e que desejam morar em qualquer uma das áreas regionais do país australiano por um período de até cinco anos.

Sendo assim, o Visto Regional da Subclasse 491 de Trabalho Qualificado é um novo visto de migração criado pela Austrália e que começou a ser válido no dia 16 de novembro de 2019. Suas principais características são os pontos testados, o limite de idade — até 45 anos — e a solicitação de uma avaliação de habilidades positivas.

Se você deseja saber mais sobre o visto 491 na Austrália, não deixe de ler este artigo!

Qual é o objetivo do visto 491?

Como mencionamos, o novo visto 491 tem como objetivo substituir o atual visto 489. Por meio dele, o imigrante que deseje trabalhar em qualquer uma das áreas regionais designadas pela Austrália terá a autorização de residir no país com a família por um período de até cinco anos.

Durante esse tempo, é garantido que todos os membros da família possam estudar normalmente. Além disso, após um período de três anos, o portador do visto poderá solicitar um visto de residência permanente no país. 

No entanto, o requerente do visto 491 deve ser nomeado por uma agência governamental do estado ou território australiano; ou patrocinado por um membro da família que resida em uma área regional designada e que solicite o visto, após o envio de uma Expressão de Interesse (EOI) no SkillSelect.

Como obter o visto 491?

Existem três maneiras para obter o visto da subclasse 491: estadia prolongada, convidado, entrada subsequente. Confira cada um deles!

Estadia prolongada 

A estadia prolongada é responsável por estender seu tempo de permanência na Austrália por até cinco anos. Sendo assim, os requisitos específicos de elegibilidade para garantir a sua qualificação no fluxo Extended Stay Pathway do visto da subclasse 491 estabelecem que você tenha apenas um dos seguintes vistos provisórios:

  • visto regional qualificado (subclasse 475);
  • visto regional qualificado (subclasse 487);
  • visto regional independente qualificado (subclasse 495);
  • visto provisório patrocinado por área designada qualificada (subclasse 496).

Além de dispor de qualquer um desses vistos, é necessário que o requerente busque cumprir com todas as condições exigidas até dois anos antes de solicitar o visto. De forma geral, as condições e os benefícios para quem escolher o Extended Stay Pathway do visto da subclasse 491 são as seguintes:

  • permissão para trabalhar em qualquer serviço, independentemente da sua área de formação;
  • possibilidade de viver, trabalhar e estudar em sua área regional designada;
  • viver e trabalhar na região patrocinadora da sua estadia, caso você possua um visto regional qualificado patrocinado por um estado ou território australiano;
  • morar em qualquer área designada da Austrália, caso um membro da família o patrocine.

Convidado

A alternativa “convidado” do visto da subclasse 491 só pode ser solicitada quando o requerente é patrocinado por um estado, território ou parente australiano. Além disso, é necessário que seja enviado um pedido ao governo australiano para ser considerado para o visto, por meio de uma Expressão de Interesse (EOI).

Nesse sentido, os requisitos específicos de elegibilidade para se qualificar para o visto da subclasse 491 são:

  • ter idade inferior a 45 anos (tanto quando você solicita o visto quanto quando recebe o convite);
  • dispor de uma ocupação incluída na lista relevante de ocupações qualificadas;
  • ser qualificado e ter experiência em sua área de atuação;
  • obter, no mínimo, 65 pontos no teste de inglês até três anos antes de receber o convite.

A última condição pode ser dispensada para cidadãos (ou portadores de passaportes válidos) dos Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Nova Zelândia e República da Irlanda.

O benefício de adquirir o Invited Pathway do visto da subclasse 491 é poder viver, trabalhar e estudar normalmente na Austrália por cinco anos.

Entrada subsequente

A entrada subsequente permite que você solicite o visto da subclasse 491 se tiver um parente que resida na Austrália e concorde em patrocinar sua estadia no país. Isso significa que o seu patrocinador terá que concordar formalmente em assumir suas responsabilidades.

Dessa forma, os requisitos específicos de elegibilidade determinam que seu cônjuge ou filho dependente (com mais de 18 anos) deve patrociná-lo e ter um dos seguintes vistos:

  • visto regional qualificado (subclasse 475);
  • visto regional qualificado (subclasse 487);
  • visto regional independente (provisório) qualificado (subclasse 495);
  • visto patrocinado por área designada qualificada (subclasse 496).

Além disso, será preciso pagar uma taxa adicional caso você não tenha uma compreensão funcional do inglês. As vantagens desse visto são as mesmas do de estadia prolongada.

Para saber qual é a melhor opção para você, é importante considerar a ajuda de uma empresa especializada em intercâmbios para ajudá-lo a identificar a alternativa que esteja mais adequada às suas habilidades.

Tendo isso em mente, os requisitos para solicitar qualquer uma dessas alternativas são basicamente os mesmos. Sendo assim, é preciso que o requerente:

  • tenha menos de 45 anos (no momento da apresentação do pedido e quando receber o convite);
  • atenda aos requisitos de saúde e caráter do governo australiano;
  • não tenha dívidas pendentes com o governo australiano;
  • não tenha tido um visto recusado ou cancelado pelo governo australiano em nenhum momento do passado.

Quais são as características e benefícios do visto 491?

As características e os requisitos de cada uma das alternativas para conseguir o visto 491 são bastantes específicas. No entanto, existem alguns benefícios comuns entre as três opções, tais como:

  • viver, trabalhar e estudar na área regional designada na Austrália por até cinco anos;
  • conhecer os principais pontos turísticos da Austrália;
  • ter o filho e/ou enteado vivendo, trabalhando e estudando por perto, podendo desfrutar dos mesmos benefícios que você;
  • solicitando residência permanente na Austrália, desde que cumprindo com as condições de qualificação estabelecidas.

Com base nessas informações, é possível perceber que o visto 491 da Austrália oferece alternativas diferentes de solicitação. Nesse caso, o apoio de uma empresa especializada nesse tipo de serviço faz toda a diferença, pois ela saberá guiá-lo pelas melhores escolhas.

Gostou do artigo e quer saber mais? Então, baixe o nosso e-book para descobrir tudo de que precisa para fazer um intercâmbio na Austrália!

Entenda como funciona o sistema de pontuação para imigração em Nova Zelândia.

O sistema de pontuação de imigração para Nova Zelândia é utilizado para avaliar a qualificação dos candidatos à residência no país. Essa é uma chance para que você, seu cônjuge e seus filhos tenham os mesmos direitos e deveres de um cidadão neozelandês incluindo o de trabalhar, estudar ir e vir.

A Nova Zelândia é um território de muitas oportunidades, sendo o segundo país em termos de Desenvolvimento Humano, de acordo com a ONU. Além disso, se destaca por proporcionar qualidade e experiências de vida, educação de excelência e um dos menores índices de corrupção mundial.

Por essas e inúmeras outras razões que esse é o destino de migrantes que buscam por melhores condições pessoais e profissionais. No entanto, é necessário cumprir alguns requisitos para aproveitar o que a Nova Zelândia tem a oferecer.

Pensando nessas possibilidades e no desejo de muitos migrarem para a Nova Zelândia, preparamos este guia para que entenda como funciona o sistema de pontos para imigração e quais são os critérios para aprovação. Confira!

O sistema de pontuação de imigração para a Nova Zelândia

Para os pedidos de residência na categoria de imigrantes qualificados, a Nova Zelândia utiliza um sistema de pontuação para aprovar ou reprovar a sua solicitação. Ao atingir 160 pontos, você poderá apresentar a Manifestação de Interesse à imigração do país.

Esse processo, que também é chamado de Expression of Interest (EOI), baseia-se em informações profissionais, qualificações e experiências para avaliar a sua solicitação e começar a contabilizar os pontos. Somente assim estará elegível a seguir para as demais etapas obrigatórias para liberação do visto da Nova Zelândia.  

A Nova Zelândia é um território economicamente desenvolvido e bastante receptivo com as suas políticas de imigração. Para que tenha uma ideia, quando um residente completa dois anos de permanência no país, ele terá direito ao seguro-desemprego que é disponibilizado pelo governo.

Além disso, existem diferentes tipos de visto para quem deseja se tornar residente, mas o mais conhecido e utilizado é o Skilled Migrant, que requer aprovação no sistema de pontuação de imigração para a Nova Zelândia.

Essa abertura para possibilidades de residência é justamente com a finalidade de trazer e contar com profissionais qualificados, interessados e que possam contribuir com o crescimento das principais demandas do país.

Os objetivos do sistema de pontuação de imigração para a Nova Zelândia

A Nova Zelândia precisa de mão de obra qualificada para o grande volume de demanda em diferentes áreas. Porém, a busca é por pessoas experientes, com boas qualificações e que possam se tornar cidadãos neozelandeses para contribuir com a economia e não, necessariamente, aberta a todos os interessados.

Em razão disso, o sistema de pontos para imigração tem o intuito de classificar, avaliar e categorizar as habilidades, formações profissionais e educacionais e a experiência nos setores que o país mais precisa. 

Apesar de exigir tantos critérios, esse sistema ainda é menos burocrático é mais fácil quando comparado aos Estados Unidos e o Reino Unido. O visto de residência para imigrantes qualificados faz a separação de dois grupos de profissões, que também influenciam a pontuação e demanda de trabalho. Veja quais são.

Long Term Skill Shortage List — LTSSL (Lista de Profissões em Alta Demanda a Longo Prazo)

Para conseguir uma boa pontuação na lista de oportunidades LTSSL as suas qualificações e experiências devem atender a todos os requisitos para a profissão que exercerá na Nova Zelândia. 

A grande parte dos empregos divulgados por agências e empresas se baseia nas descrições da lista Australian and New Zealand Standard Classification of Occupations, a ANZSCO (Classificação Padrão de Ocupações da Austrália e a Nova Zelândia).

Esse é um banco de dados com informações gerais sobre a maioria das oportunidades profissionais. Em outras palavras, os candidatos devem cumprir todas as solicitações e níveis de qualificação da ANZSCO, além de precisarem comprovar as suas experiências com diplomas, certificados, cartas de recomendação e contatos de referência profissional.

Algumas das profissões e cargos dessa lista são:

  • trabalhadores de saúde dos aborígenes e ilhas do Estreito de Torres (Torres Strait Islander);
  • gestores de alojamentos e hospitalidade;
  • contadores;
  • balconistas;
  • atores, diretores dançarinos e demais artistas;
  • acupunturistas;
  • assistentes de admissões;
  • gerente de relações públicas;
  • especialistas em publicidade;
  • pilotos de avião;
  • cuidadores de idosos e de deficientes;
  • engenheiros de diversas áreas;
  • arquitetos;
  • advogados;
  • padeiros;
  • bioquímicos;
  • bibliotecários;
  • dentistas;
  • programadores e desenvolvedores.

Profissões qualificadas que não estão na LTSSL

Há profissões que são classificadas como qualificadas, mas não estão na lista LTSSL por não serem de alta demanda ou de longo prazo. Entretanto, para atender aos principais requisitos do sistema de pontuação de imigração da Nova Zelândia, se o cargo não estiver no banco de dados LTSSL, ele deve estar na lista de Profissões Qualificadas da Imigração da Nova Zelândia. Algumas delas são:

  • educador;
  • especialista em finanças e negócios;
  • engenheiros;
  • trabalhador em serviços sociais e de saúde. 

Para que um emprego seja validado como qualificado é necessário que ele conste na Essential Skill Lists, ou Lista de Habilidades Essenciais. Essa é também uma maneira de assegurar que o sistema de imigração está disponibilizando residência para um trabalhador honesto, qualificado e que tenha qualidade no desempenhar de suas funções.

Afinal, apesar de o país ser receptivo e aberto aos imigrantes, as políticas ainda são rígidas para que seja possível manter o nível de qualidade do mercado de trabalho e evitar casos de fraudes e corrupções em organizações.

Os principais critérios do indicador de pontos para imigração

A Nova Zelândia apresenta uma democratização dos programas de intercâmbio e isso, em conjunto com o aumento de pessoas interessadas em ter mais qualidade de vida e melhores oportunidades de emprego, abriu as portas para que um sistema de seleção criterioso fosse colocado em prática.

O sistema de pontuação de imigração para a Nova Zelândia, como dito, requer que você atinja, ao menos, 160 pontos para aprovação. Eles são distribuídos em categorias que avaliam desde a sua idade até especificações da sua formação, experiência profissional e áreas de atuação.

Essa ferramenta é um indicador de pontos que serve somente como guia para que você saiba se está dentro dos critérios mínimos exigidos para concessão do visto permanente. Entretanto, por ser um norte para orientação, somente um agente de imigração poderá fazer a distribuição de pontos definitiva durante a sua avaliação.

A seguir, mostramos quais são as perguntas feitas pelo agente durante o processo de Manifestação de Interesse. Confira.

Idade

A sua idade para solicitar a residência na Nova Zelândia deve ser menor que 55 anos. Para a comprovação, a imigração utilizará os documentos que você fornecer para prova de identidade e confirmação da sua idade. De modo geral, aos pontos de acordo com cada idade são:

  • entre 20 e 39 anos — 30 pontos;
  • entre 40 e 44 anos — 20 pontos;
  • entre 45 e 49 anos — 10 pontos;
  • entre 50 e 55 anos — 05 pontos.

Trabalho Qualificado

Sobre o seu trabalho e área de atuação, o primeiro questionamento é se o seu emprego é considerado como qualificado, pois essa é uma obrigatoriedade para concessão da residência. Depois disso, será perguntado se você já está trabalhando na Nova Zelândia.

Se esse for o seu caso, deverá apresentar uma cópia do seu contrato de trabalho ou dos serviços que presta para a empresa. Esses documentos devem ter as seguintes informações e comprovações:

  • horas trabalhadas;
  • descrição detalhada das suas atividades e rotina de trabalho;
  • provas da sua experiência profissional;
  • certificados das suas qualificações;
  • registros ocupacionais (cursos, treinamentos e habilitações);
  • duração do seu contrato ou do emprego;
  • salário anual e por hora trabalha;
  • data de início.

Formulário Suplementar do Empregador na Categoria de Migrantes Qualificados, que deve ser previamente preenchido pelo empregador.

No entanto, se você não está em atuação em nenhuma empresa ou prestando serviços, mas recebeu uma oferta de trabalho qualificado, precisará apresentar as mesmas informações sobre as suas atividades, duração do contrato, documentos que comprovem a sua experiência, data de início do seu contrato e o formulário suplementar assinado pelo responsável da empresa.

Ambas as opções — ter oferta de trabalho ou já exercer atividade remunerada — concedem 50 pontos dentro de sistema de imigração. Anterior às novas regras, eram disponibilizados 60 pontos para quem estivesse atuando em um emprego qualificado por mais de 12 meses. Porém, essa regra não é mais válida.

Qualificação profissional reconhecida

Para que a sua qualificação profissional seja reconhecida, é necessário que a sua formação atenda a alguns critérios. Primeiramente, é preciso que ela esteja na lista das qualificações isentas de avaliação ou que seja avaliada por uma autoridade registrada na Nova Zelândia.

Outra opção é fazer a solicitação a New Zealand Qualifications Authority, a NZQA (Autoridade de Qualificações da Nova Zelândia) para que o seu nível de estudo seja avaliado entre 1 e 10, sendo que essa classificação em pontos considera a complexidade da aprendizagem.

Os primeiros níveis de 1 a 3, que são os mais baixos, abrangem as escolas secundárias equivalentes ao ensino médio que fazem parte do National Certificate of Educational Achievement (NCEA), ou Certificado Nacional de Realização Educacional.

Na próxima posição, estão as qualificações das escolas politécnicas, formações industriais, universidades, instituições e organizações de treinamentos. As maiores pontuações entre 6 e 8 ficam para os diplomas de graduação e pós-graduação. Já os níveis 9 e 10 são para mestrados e doutorados.

Os resultados dessa avaliação podem ser disponibilizados como pré-avaliação (PAR) ou como uma Avaliação Internacional de Qualificações (IQA). Lembre-se de que, se for precisar desse certificado para comprovar a qualificação por meio da NZQA, você deverá apresentar o número de referência do resultado PAR ou IQA na sua EOI. 

Além disso, se o seu parceiro ou cônjuge também tiver um emprego qualificado, ou uma oferta, são acrescidos 20 pontos.

Após submeter a sua solicitação de validação, o tempo para ter a sua certificação reconhecida dependerá se a sua documentação está toda correta. Se sim, o prazo padrão é de 35 dias úteis, e a solicitação rápida (que é mais cara) leva em torno de 20 dias úteis.

Experiência profissional

Quando você é convidado fazer a solicitação de residência, precisará comprovar experiência na área de atuação, que também precisa ser considerada como qualificada. Portanto, precisa apresentar documentos que comprovem:

  • o trabalho que exerce;
  • detalhes sobre o contrato do antigo e atual empregador;
  • datas trabalhadas;
  • média de horas semanais que trabalhou.

A pontuação em relação ao tempo de experiência na sua área de qualificação é contabilizada da seguinte maneira:

  • 2 anos de experiência — 10 pontos;
  • 4 anos de experiência — 20 pontos;
  • 6 anos de experiência — 30 pontos;
  • 8 anos de experiência — 40 pontos;
  • 10 anos de experiência — 50 pontos.

Nível de inglês do parceiro ou parceira

O sistema de pontuação de imigração para a Nova Zelândia também considera algumas informações do seu cônjuge. Para ser elegível ao visto de residência, seu parceiro ou parceira precisa alcançar o score de teste em inglês. O domínio na língua também é um requisito obrigatório para você e não somente para o companheiro ou companheira.

Essa avaliação pode ser de diferentes maneiras. A primeira delas é o International English Language Testing System, o IELTS (Sistema Internacional de Teste de Língua Inglesa), sendo que a pontuação mínima desejada é de 6,5, que corresponde à classificação B2 (intermediário avançado).

O outro teste é o Test of English Foreign Language (TOEFL) ou Teste de Inglês com uma Língua Estrangeira, que requer pontuação de 79 ou mais. Pontuação geral de pelo menos 58 no Person Test of English (PTE), ou Teste de Inglês Pearson. 

Há ainda a possibilidade de fazer a avaliação no Cambridge First, o FCE. Nesse caso, é necessário apresentar pontuação de 176. Outros requisitos são:

  • ser cidadão da República da Irlanda, Canadá, Estados Unidos, Reino Unido;
  • ou comprovarem, ao menos, cinco anos de trabalho ou estudos na Austrália ou Nova Zelândia;
  • ou terem qualificação em bacharelado reconhecida na Nova Zelândia e adquirido em alguns dos países acima citados;
  • ou comprovarem estudos de, pelo menos, um ano em um ou mais desses países.

Além desses critérios a pontuação pode variar de acordo com o seu salário, nível de escassez de mão de obra qualificada na sua área de atuação.

As categorias de pontuação

A Skilled Migrant Category Resident Visa, ou Visto de Residente na Categoria de Migrante Qualificado é a principal alternativa para conseguir a sua residência na Nova Zelândia pelo sistema de pontuação. A imigração do país convida pessoas com habilidades que possam contribuir com o crescimento econômico a solicitarem esse visto.

Essa oportunidade é estendida aos parceiros, parceiras, cônjuges e filhos dependentes de 24 anos ou menos. Para isso, além de comprovar as qualificações, diplomas, idade e certificados, as bonificações ainda consideram:

  • família: são acrescidos 10 pontos se você tiver uma família que já mora na Nova Zelândia;
  • emprego: existe a possibilidade de conseguir mais ou menos pontos dependendo da área de atuação no mercado ou região do país.

Entretanto, é importante salientar que esse tipo de categoria não é válido para pessoas que trabalham por conta própria. Para esses casos, a sua solicitação deve ser a de Entrepreneur Resident Visa, ou Visto Residente de Empreendedor.

Os requisitos básicos para o sistema de pontuação

Além dos critérios já apresentados, o sistema de pontuação de imigração para Nova Zelândia determina alguns requisitos básicos para que possa fazer a sua solicitação. Antes mesmo de avaliar a sua qualificação profissional é reconhecida e comprovar ter menos de 55, avalie se você atende às seguintes condições:

  • tem boa saúde: é obrigatório apresentar exame médico;
  • bom caráter: não pode ter registros judiciais ou policiais no momento da solicitação, nem durante o período de residência. Caso contrário, não poderá tentar a cidadania.

As etapas do processo do sistema de pontuação para conseguir a residência

Após fazer a sua autoavaliação no sistema de pontuação de imigração para a Nova Zelândia, você precisa enviar a sua Expression of Interest (EOI), que é a Manifestação de Interesse. Para isso, é necessário que atentar para as taxas, horários e onde fazer a sua aplicação do EOI de acordo com as regras determinadas no site da imigração da Nova Zelândia, para envio on-line.

Depois da sua manifestação enviada, caso tenha atingido 160 pontos ou mais, poderá ser selecionado para o Pool EOI e receberá um Invitation to Apply, o ITA (Convite para Inscrição). Esse documento é o seu convite para inscrição de residente.

Devidamente preenchido e enviado de acordo com as taxas e horários, se estiver tudo adequado com as suas informações, certificados e comprovantes, você receberá o visto de residente.

Sistema de pontuação para cidadania na Nova Zelândia

Para dar entrada no pedido de cidadania na Nova Zelândia, você também precisa recorrer ao sistema de pontuação. Nesse processo, além dos pontos, é necessário que atenda aos seguintes requisitos:

  • comprovar residência de, pelo menos, cinco anos em terras neozelandesas;
  • comprovar os seus planos de continuar morando na Nova Zelândia;
  • apresentar provas de caráter: fraudes, infrações de trânsito ou ações judiciais pode afetar a sua aplicação de cidadania;
  • conhecer todas as responsabilidades, direitos e deveres de um cidadão neozelandês.

Estando de acordo com esses critérios e atingindo a pontuando, é preciso passar por uma entrevista com um agente e, caso aprovado, deverá fazer um juramento na Cerimônia de Cidadania. Nesse evento, será entregue o seu Certificado de Cidadania Nova Zelândia. Esse é um ato público onde é necessário jurar obediência às leis e lealdade à Rainha Elizabeth II.

Dicas de Imigração para a Nova Zelândia

Existem alguns aspectos que os candidatos à imigração se perdem e comentem erros, fazendo com que a EIO seja reprovada. Então, as nossas primeiras dicas de pontuação e imigração são para que atente aos erros mais cometidos, de maneira que evite ter a sua solicitação negada ou perca pontos importantes. Veja só.

Não reconhecimento das qualificações

Como dito, as suas qualificações precisam, obrigatoriamente, constar na Lista de Qualificações Isentas de Avaliação ou serem validadas pelo NZQA. Entretanto, muitos migrantes não avaliam esse detalhe e apresentam qualificações sem a verificação do NZQA, ou que não estejam na lista.

A dica é que procure a sua área de atuação e as suas experiências nessa lista o quanto antes, para que caso seja necessário fazer a validação, você inicie esse processo o quanto antes.

Experiência profissional diferente da qualificação ou oferta

Para obter pontos com experiência profissional, ela deve estar na mesma área de atuação da sua qualificação, ou oferta de emprego na Nova Zelândia. Caso nunca tenha atuado no setor da sua formação ou não tenha recebido uma proposta de trabalho, a sua ocupação deve estar na Long Term Skill Shortage List (Lista de Escassez de Habilidades a Longo Prazo).

Então, se você é, por exemplo, engenheiro civil, mas utilizou documentos para comprovar experiência como balconista ou cuidado de idosos, os pontos não podem ser reivindicados. 

Vale ressaltar que, apesar de parecer um processo complexo e praticamente impossível de ser aprovado, esse é um sistema simples de ser entendido e aprovado caso cumpra com todas as obrigatoriedades.

Ausência dos requisitos para pontos bônus

O sistema de pontuação de imigração para a Nova Zelândia disponibiliza alguns pontos bônus se você comprovar experiência profissional em uma área considerada de escassez absoluta de habilidades, ou seja, setores do mercado de trabalho neozelandês que estão com falta de mão de obra.

Se você atuou um ano terá acréscimo de um ponto, entre dois e cinco anos nessas atividades, poderão ser acrescidos 10 pontos, já se o tempo comprovado for de seis anos, são 15 pontos. Entretanto, além de a sua atuação ser de escassez, ela deve atender a todos os requisitos descritos na lista.

Alguns exemplos são: graduações credenciadas em determinadas faculdades, nível da sua qualificação, registros específicos, mínimo de tempo de experiência, entre outros.

O sistema de pontuação de imigração para Nova Zelândia é a chance para pessoas qualificadas, que desejam fazer carreira e viver no país. Os pontos e comprovações são a maneira que o Governo tem de selecionar pessoas qualificadas e de bom caráter que possam contribuir com o crescimento do território. Então, se esse é o seu objetivo, já comece a reunir a sua documentação e busque atender todos os critérios obrigatórios.

Quer imigrar para a Nova Zelândia, mas ainda está perdido e não sabe por onde começar? Entre em contato conosco e veja quais são os primeiros passos para trabalhar, estudar ou viver nesse país desenvolvido!

Pós-graduação na Nova Zelândia: tudo o que você precisa saber para estudar no país!

Fazer uma pós-graduação na Nova Zelândia é um sonho de muitos estudantes e profissionais que desejam ter melhores colocações e oportunidades no mercado de trabalho. Sem contar que essa é a porta de entrada para uma possível residência no país, que é destaque na qualidade de vida.

A Nova Zelândia tem um sistema educacional considerado como o melhor do mundo, pois o seu modelo de ensino é o que melhor prepara os alunos para o futuro e realidade do mercado. Não é para menos que diversas universidades do país aparecem no ranking QS World University Rankings, que lista as melhores instituições do mundo. Diante de tantos benefícios profissionais e pessoais, se estudar fora é o seu objetivo de vida, é necessário muito planejamento e pesquisa.

Pensando nas principais dúvidas que recebemos sobre o assunto, preparamos este guia. Nele, entenderá como planejar a sua viagem, reunir a documentação necessária, como conseguir uma bolsa e muito mais. Acompanhe!

Por que fazer uma pós-graduação na Nova Zelândia?

Além da qualidade de vida do país, o governo da Nova Zelândia preza por todos os setores da educação, desde o ensino básico até pós-graduações e programas de pesquisa. Para começar, esse é considerado como o território mais seguro do mundo.

A população neozelandesa também facilita muito a escolha pelo país e adaptação dos estudantes estrangeiros, já que tem uma cultura muito hospitaleira, sem preconceitos, simpática e aberta a ajudar os estrangeiros. Exatamente por isso as acomodações em homestay são muito comuns.

Se você ainda não está convencido, veja, a seguir, outros bons e válidos motivos que tornam a pós-graduação na Nova Zelândia uma importante possibilidade de oportunidades profissionais para a sua carreira. Veja só.

Qualidade do ensino

O sistema educacional neozelandês preza pela liberdade e abertura que as instituições oferecem. Os estudantes têm certa liberdade de explorar temas de sua escolha, assim é possível que os alunos tenham melhor aproveitamento e interesse sobre as abordagens.

O responsável direto da qualidade de ensino é o governo. A Nova Zelândia conta com políticas governamentais que administram e mantém o padrão da educação e de suas certificações em escala mundial.

Um dos órgãos responsáveis por isso é a New Zealand Qualifications Authority, a NZQA (Autoridade de Qualificações da Nova Zelândia) que é responsável pelo credenciamento, registro e avaliação do padrão de qualidade.

Além disso, o país está entre os cinco melhores do mundo nas áreas de ciências e idiomas, sendo que 7 das 8 universidades neozelandesas estão classificadas entre as 500 melhores no QS World University Ranking. Para que tenha uma ideia da rigidez do controle de qualidade educacional, os cursos e instituições precisam tanto da aprovação da NZQA quanto do governo para receberem alunos estrangeiros e disponibilizar os certificados.

Para isso, as universidades precisam, obrigatoriamente, estar em conformidade com o Code of Practice Pastoral Care, ou Código de Prática para o Cuidado Pastoral do Estudante Internacional. Esse é um guia com orientações éticas para receber, tratar e lidar com os estudantes estrangeiros.

Clima agradável

Pode parecer um detalhe sem importância, mas alguns estudantes não conseguem se adaptar a temperaturas muito baixas, como é no Canadá, nem muito elevadas. Por isso, o clima da Nova Zelândia é um ponto a mais para fazer a sua pós-graduação no país.

O território neozelandês tem clima temperado e estações bem definidas. As temperaturas dependem da cidade em que estará localizado, já algumas ficam mais próximas da costa. Na Ilha do Sul, por exemplo, o inverno pode chegar a 0 ºC, já no verão as temperaturas podem atingir 27 ºC.

Qualidade de vida

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da Nova Zelândia é um dos melhores e, desde 2012, o país é considerado o melhor do mundo para se viver. Essa classificação se deve a fatores cruciais para se viver bem, como a segurança, saúde pública de qualidade, baixo índice de corrupção (inclusive governamental) e educação de qualidade.

O país se preocupa e direciona esforços e investimentos para que a sua população viva bem. Isso é facilmente percebido principalmente porque o governo realmente utiliza o valor dos impostos para aplicar melhorias na saúde, na educação e demais setores públicos.

Custo-benefício

De modo geral, a moeda da Nova Zelândia é barata. Além disso, a economia do país é conhecida por ser estável e bastante próspera, fator esse que influencia não somente na cotação do dólar neozelandês, mas também os seus estudos, nas oportunidades de trabalho que podem surgir durante o seu intercambio e também no valor pago nas acomodações que escolher.

Como se planejar para a viagem?

Junto da sua empolgação de fazer uma viagem internacional de estudo você precisa ter o pé no chão para fazer o seu planejamento. Afinal, é preciso que tenha um lugar para se acomodar e dinheiro para se manter, ou que já tenha algum tipo de trabalho em mente, dependendo da duração do seu curso de pós-graduação na Nova Zelândia.

Para auxiliar no seu planejamento, confira a nossa lista do que precisará organizar. Veja só.

Decida em que cidade estudar

Primeiro, comece pesquisando quais são as cidades mais prováveis de você ficar, pois isso influencia o seu custo de vida, a universidade que estudará e outros aspectos da sua experiência. A seguir, separamos as quatro principais localidades para se estudar e que também estão entre as melhores cidades para trabalhar na Nova Zelândia.

Auckland

Essa cidade é a São Paulo neozelandesa, porém menor, menos conturbada e com uma diversidade cultural muito grande. Conhecida como a capital financeira da Nova Zelândia, Auckland é o maior território do país e, por isso, tem muitas oportunidades de intercâmbio estudantil e de trabalho.

Com aproximadamente 1,6 milhão de habitantes, a cidade concentra as suas atividades econômicas na hospitalidade (restaurantes, bares e hotéis) e na construção civil. Além disso, você terá muitas opções de lazer, como suas 28 praias e inúmeras baladas e pubs.

Wellington

Chega a ser contraditório falar em melhores cidades da Nova Zelândia e não citar Wellington, a capital do país. Com, em média, 400 mil habitantes, está localizada na Ilha do Norte, é um importante centro comercial e a escolha de estudantes que desejam um local menos conturbado e badalado.

O sistema de locomoção funciona muito bem e é bastante organizado, pois é uma cidade compacta. Além disso, existem muitas atividades culturais para os seus momentos livres, como o estúdio de locação de Lord of the Rings.

Ah! E não se assuste, pois em Wellington a diversidade étnica e cultural também é grande. Então, ao mesmo tempo que andará ao lado de executivos e políticos, estará ao lado de surfistas, turistas e até mesmo os hippies.

Queenstown

Essa é a cidade centro dos estudos em língua inglesa e da prática de esportes, como ski e snowboard. Apesar de ser pequena em território, Queenstown é bastante movimentada por pontos turísticos, restaurantes e baladas. Inclusive, já foi cenário das gravações do filme The Chronicles of Narnia, em razão de sua espetacular paisagem natural e montanhas.

 Além do inglês, as buscas dos estudantes são por cursos de turismo, administração de negócios e abordagens sustentáveis, sendo que o modelo educacional e excelência do ensino da cidade já ganhou reputação mundial.

Dunedin

Localizada na região de Otago, Dunedin também deve estar em sua lista para a pós-graduação na Nova Zelândia, já que se destaca no estudo de línguas, diversidade de acomodações e no suporte que os estudantes recebem. Essa é a maior cidade da ilha do Sul.

Exatamente por isso que se tornou um grande centro universitário que recebe inúmeros estudantes de todo o mundo. Nela, está a University of Otago, que é uma das mais antigas do país e quem tem maior prestígio em toda a Oceania.

Faça um planejamento financeiro

Tendo escolhido a cidade ou possíveis localidades para estudar e ficar já te da uma ideia do custo de vida e valores que precisa desembolsar. Para não passar por dificuldades, não há como fugir do planejamento financeiro.

Além disso, é um passo importante para não ter a sua solicitação negada, já que precisa comprovar que tem condições financeiras para se manter durante o intercâmbio de pós-graduação. Para começar a organizar o seu orçamento e realizar o seu sonho, liste os principais gastos que terá. Por exemplo:

  • passaporte (se ainda não o tiver);
  • visto (se o seu curso tiver duração de mais de três meses);
  • passagens;
  • refeições;
  • estadia;
  • despesas pessoais;
  • estudos;
  • lazer;
  • taxas e impostos;
  • plano de saúde.

O ideal é começar esse planejamento com, no mínimo, um ano de antecedência para que consiga listar todos os detalhes e reunir a quantia necessária. Afinal, quanto antes começar a se organizar, mais tempo você terá para juntar o dinheiro.

Para economizar na hospedagem, as casas de família ou homestay, costumam ser mais em conta do que hotéis, além de terem café da manhã e jantar inclusos.

Também evite comprar passagens em períodos de alta temporada, pois elas são consideravelmente mais caras. Outra dica para não pagar mais do que precisa é acompanhar as taxas de câmbio. Assim você consegue fazer a troca e comprar a moeda na cotação mais baixa.

Providencie a documentação

Para ficar ainda mais perto de fazer a sua pós-graduação na Nova Zelândia e não correr o risco de ter a sua solicitação recusada é imprescindível reunir todos os documentos obrigatórios. São eles:

  • comprovante de aprovação em uma universidade no curso de pós-graduação;
  • teste de proficiência em inglês;
  • passaporte;
  • visto;
  • documentos de identificação;
  • comprovante de conclusão de ensino superior;
  • exame médico;
  • fotos 3×4 atuais;
  • comprovação de subsistência (extrato bancário, declaração do Imposto de Renda, etc);
  • cópia da passagem de ida e volta;
  • comprovante de acomodação.

Vale ressaltar que essa é a lista mais comum dos documentos solicitados, no entanto, as comprovações dependem da universidade e da cidade que estudará. Então, busque saber quais são os certificados e documentos obrigatórios com antecedência.

Quais são os programas de pós-graduação na Nova Zelândia?

Você já sabe qual área ou qual programa deseja fazer a sua pós? A Nova Zelândia disponibiliza vagas e bolsas para estudantes brasileiros que queiram fazer tanto a pós-graduação quanto MBA e doutorado. 

Para isso, é necessário considerar a sua primeira formação, duração do curso, disponibilidade e área de atuação que deseja. Conheça as particularidades de cada um.

Pós-graduação ou mestrado

O programa de pós-graduação na Nova Zelândia é chamado de Master e se divide em duas categorias. A primeira delas é o Master by Coursework que funciona como uma pós tradicional no Brasil. O segundo tipo é o Master by Thesis que tem um período voltado para pesquisas e é equivalente ao curso de mestrado brasileiro.

Além da sua grade curricular, deverá apresentar um projeto individual de pesquisa; ambas as opções podem ter duração de um a dois anos.

MBA

O Master of Business Administration, ou MBA, também tem duração de um a dois anos, dependendo da área e abordagem escolhida. Normalmente, é buscado por profissionais do setor de negócios, gerenciamento e administração que desejam atualizar e aprimorar os seus conhecimentos.

Doutorado

O doutorado ou Doctoral Degree (PhD) é mais extenso. Com duração de três a quatro anos, tem currículo voltado para pesquisas e desenvolvimento de tópicos da área estudada. A ideia é trazer benefícios reais para a sociedade e setor dos estudos. Portanto, o intuito do doutorado é se aprofundar em um tema específico.

Como conseguir uma bolsa de estudos?

É possível conseguir uma bolsa de pós-graduação na Nova Zelândia em que o governo arca com não só com as despesas do curso, mas também as suas passagens de ida, de volta e o seguro médico.

Em alguns casos, o sistema neozelandês cobre despesas com acomodação e materiais da universidade, como os livros. O mesmo vale para os programas de pesquisa e doutorado. Veja como se inscrever e participar do processo.

Pré-requisitos

Os principais requisitos para concorrer a uma bolsa de pós-graduação são baseados em critérios acadêmicos, aproveitamento escolar e área ofertada. Algumas instituições definem idades mínimas, normalmente 39 anos, para esse tipo de curso.

Além disso, é necessário comprovar proficiência em inglês, enviar cópia do passaporte, histórico escolar e diploma brasileiro de ensino superior com tradução juramentada. Para fazer a sua inscrição sempre busque informações nos sites oficiais, pois as regras mudam conforme a universidade, curso e tipo de bolsa.

Inscrição

Para fazer a sua inscrição em uma bolsa de pós-graduação na Nova Zelândia é necessário ficar de olho nas datas e no site oficial do programa que deseja participar. Ao fazer isso, deverá participar de um teste que comprove a sua qualificação na área de atuação e no idioma.

Somente após a aprovação dessa avaliação você será encaminhado para a página de cadastro para a sua inscrição, onde preencherá um formulário com informações bem básicas, como nome completo, endereço, e-mail, telefones para contato de cursos e instituições de preferência para a sua bolsa.

Processo seletivo

A seleção, como dito, é feita por mérito acadêmico e pelo seu histórico estudantil, principalmente em relação ao seu curso e aproveitamento na graduação. Ganham pontos a mais aqueles que participaram de pesquisas, têm projetos publicados, trabalhos voluntários e que se envolveram com a vida acadêmica.

A Nova Zelândia é um país que valoriza muito o engajamento dos alunos, contribuição com a comunidade em que vive e o engajamento com projetos que faça a diferença na sociedade. Então, já comece a buscar por maneiras de se destacar nesses quesitos.

Em quais faculdades estudar?

Sem sombra de dúvidas, uma das principais dúvidas de quem deseja fazer uma pós-graduação no exterior é sobre qual instituição escolher e como fazer essa seleção. Inicialmente, você já consegue eliminar algumas opções pela localidade, cursos oferecidos que não tenham ligação com os seus interesses e até mesmo requisitos para os cursos.

O mais indicado durante a sua escolha é contar com a ajuda de uma agência de intercâmbio especializada. Esses serão os melhores profissionais para orientar não somente a melhor instituição para os seus objetivos, mas também sobre acomodações, trâmites burocráticos e qualquer assunto que envolva a sua experiência. 

É possível evitar muitos erros com o acompanhamento de quem já tem experiência no assunto. Em razão disso, para orientar você durante essa decisão, separamos as melhores universidades da Nova Zelândia que você pode aplicar a sua solicitação de pós. Veja só.

Universidade de Auckland

A University of Auckland foi fundada em 1883 e é considerada como a maior da Nova Zelândia, sendo que o foco da sua reputação é em pesquisas. Com mais de 4 mil alunos de intercâmbio, essa é uma instituição que sempre aparece nas melhores colocações de diversos rankings de cunho internacional.

Para estudar em um dos dez campi da instituição, você pode optar por cursos com abordagens em:

  • artes;
  • negócios;
  • educação e serviços sociais;
  • engenharia;
  • direito;
  • medicina e saúde;
  • ciências.

A instituição conta com cinco campi, sendo que o City Campus é o maior delas e também onde está localizada a maior quantidade de estudantes estrangeiros.

Universidade de Otago

A University of Otago foi a primeira instituição fundada na Nova Zelândia, sendo que isso aconteceu em 1869. Atualmente, conta com mais de 20 mil estudantes e 14 centros de pesquisa. Com diversas premiações em seu currículo, é uma universidade que incentiva alunos e funcionários a exercerem trabalhos voluntários.

Apesar de o ponto forte da instituição ser em ciências (saúde e ciência ambiental), você encontra um modelo de ensino de primeiro mundo nos cursos de:

  • estudos sociais;
  • educação;
  • negócios;
  • artes criativas;
  • medicina.

Frequentemente, a Universidade de Otago oferece bolsas para graduação, pós-graduação, mestrados e doutorados em suas variadas áreas. Com certeza, estudar na universidade que está entre as melhores do mundo fará com que tenha um bom diferencial curricular.

Universidade de Waikato

Waikato está na Ilha Norte e foi o cenário de importantes batalhas durante a guerra Maori por terras. A University of Waikato oferece subsídios importantes para os estudantes de pós-graduação na Nova Zelândia, principalmente porque tem vínculos com a indústria do país.

As opções de pós-graduação podem ser ministradas ou baseadas em pesquisa. O primeiro oferece o desenvolvimento de técnicas e conhecimentos em uma área específica de sua escolha, enquanto aqueles baseados em pesquisa permitem que tenham suporte de um supervisor em estudos independentes.

Além disso, existem pesquisa que estão disponíveis para os interessados que se desejam se aprofundar em seus conhecimentos em temas específicos. Nessa opção, a universidade disponibiliza apoio de supervisores líderes em pesquisa e também as instalações da universidade.

Os cursos mais buscados pelos estudantes e que têm as melhores avaliações são:

  • artes e ciências sociais;
  • ciências da computação e matemática;
  • educação;
  • direito;
  • Maori e estudos indígenas;
  • engenharia;
  • administração.

Universidade de Canterbury

Fundada em 1873, a University of Canterbury também está entre as 300 melhores universidades do mundo e com classificação de cinco estrelas pelo QS Ranking. A missão e foco da universidade é contribuir com o crescimento e melhorias da sociedade e da comunidade local. Por isso, buscam por alunos engajados e que queiram fazer a diferença.

Além da ampla rede de suporte aos estudantes, a instituição oferece centros fitness para os matriculados e bibliotecas de últimas de geração. Ela está localizada na Ilha Sul e tem parcerias com diversas instituições do mundo.

Optar por fazer uma pós-graduação na Nova Zelândia é um grande e importante passo para a sua vida pessoal e profissional. Decisão essa que fará uma enorme diferença ao buscar por colocações no mercado. Para que tudo saia conforme o esperado é necessário se planejar e, principalmente, contar com uma agência que te guie com questões burocráticas, principalmente nas suas aplicações.

Não sabe como funciona o trabalho de uma agência? Então, aproveite para conferir nosso post sobre como ela pode ajudar você e como escolher uma empresa que seja de confiança.

 

 

 

Inglês neozelandês X inglês americano: é mesmo diferente?

Ao optarem por fazer um intercâmbio na Nova Zelândia, país que tem atraído cada vez mais estudantes internacionais, muitos intercambistas se preocupam com as peculiaridades do inglês neozelandês, com medo de terem dificuldades em se adaptarem a ele.

Afinal de contas, para a grande maioria dos brasileiros, o contato com o inglês americano é muito mais frequente, especialmente por conta da tecnologia e do entretenimento que consumimos no dia a dia, não é mesmo?

Mas será que esse realmente é um motivo para ficar preocupado? O que explica essas distinções entre o inglês falado nos EUA e aquele falado na terra do kiwi? Como se preparar para não ter dificuldades com a língua? Para sanar essas dúvidas, acompanhe o nosso post!

O porquê da diferença entre os dois tipos de inglês

Para entender a diferença entre o inglês neozelandês e o inglês americano, basta olharmos para a história da terra da rainha. Desde o século XVI, ela expandiu o seu domínio — enquanto império britânico — por várias regiões do mundo, como os Estados Unidos, parte do Canadá, África do Sul, Irlanda, Zimbábue, Islândia, Namíbia, Austrália e Nova Zelândia.

Com a tomada dessas terras, muitos súditos — entre eles, escoceses — foram designados para a ocupação delas. Assim, eles se tornaram colonos que tinham o papel não só de defendê-las de outras nações colonizadoras, mas também de gerar riquezas para o Reino Unido e servirem como rotas comerciais espalhadas pelo globo.

A questão é que esse período nunca foi simples, sabe? Afinal, cada lugar tinha milhares de nativos, como povos aborígenes, indígenas e africanos, que formavam resistências e, infelizmente, acabavam dizimados ou escravizados.

Com o tempo, por conta do distanciamento do império e o contato contínuo com nativos devido às interações ou escravizações, a língua inglesa passou por inúmeras transformações. 

Houve alterações no uso da gramática, da fonética e do vocabulário, surgimento de novas palavras e, inclusive, a adesão de diferentes termos e expressões que os povos da região usavam ou que faziam parte da cultura deles.

No entanto, isso não significa que o inglês falado em cada país é diferente como se fossem um idioma à parte. Nada disso! A língua é viva, capaz de se adaptar e, principalmente, evoluir. Ela segue sendo a mesma, porém, com algumas mudanças aqui, outras ali – um processo que ocorreu em todas as colônias.

Na Nova Zelândia, por exemplo, a influência local foram os maori, que hoje são respeitados, protegidos e têm a história e a cultura deles preservadas por políticas públicas do governo neozelandês. Inclusive, ambas são ensinadas e debatidas nas salas de aula do país para que as novas gerações tenham um maior nível de conhecimento e respeito pelos valores, tradições e costumes dos nativos.

Fazendo uma analogia simples, é o mesmo que aconteceu com os diferentes países colonizados por Portugal. Qualquer brasileiro consegue se comunicar e se fazer entender sem dificuldades com pessoas de antigas colônias portuguesas (como Cabo Verde, Angola e Moçambique) ou com os próprios portugueses.

As diferenças vão existir no uso de uma palavra ou outra, é claro, mas elas não atrapalham – pelo contrário, servem para enriquecer a nossa capacidade de se expressar.

Outras influências sobre o inglês neozelandês

A grande distinção entre o inglês neozelandês e o inglês americano está, sem dúvidas, na pronúncia das palavras – o famoso sotaque. Isso tem algumas explicações, entre elas, a duração da colonização desses países. É que os Estados Unidos ficaram independentes muito antes das outras nações, ainda em 1776. 

Já as demais duraram mais tempo sob o domínio e a influência britânica, o que contribuiu diretamente para que o inglês da Nova Zelândia — que só conquistou a independência em 1907 —, da Austrália, da África do Sul, da Islândia e de outros locais ficassem com a linguística mais parecida ao inglês falado na terra da rainha, especialmente no que diz respeito à ortografia e regras gramaticais.

Para completar, durante o século XX, a Austrália se tornou o principal pólo cultural e econômico da Oceania, o que acabou fazendo com que os neozelandeses fossem influenciados por ela — até por conta da proximidade e da história de ambas as nações —não só no entretenimento, na cultura e na gastronomia, mas também na linguagem.

É por esses motivos, por exemplo, que o “r” não é tão carregado como no inglês americano, nem no meio das palavras, nem no fim delas; que palavras terminadas com “-er” que tem o fonema /ər/, como writter, water e repater, são abertas e vocalizadas; e palavras com o fonema /ɪ/ que nos EUA são pronunciadas como um meio-termo entre “e” e “i”, como been, terminal e luminous, na terra do kiwi são pronunciadas como se fossem um “i” no lugar.

Dicas de como se preparar para lidar com o inglês neozelandês

Para encerrar, trouxemos duas dicas simples e práticas que vão ajudá-lo a se sentir mais confiante e preparado para lidar com o inglês neozelandês, fazendo, assim, com que o sotaque da região não seja problema durante o seu intercâmbio.

Esperamos que as diferenças sejam, na verdade, um estímulo a mais para você estudar nesse país repleto de belezas naturais e reconhecido pela educação de qualidade. Confira!

Consuma conteúdos neozelandeses

A primeira dica é começar a diversificar o conteúdo consumido no dia a dia e passar a assistir e ouvir coisas da Nova Zelândia. Por exemplo: séries, filmes, programas de TV, canais de youtubers, audiobooks, podcasts, rádio etc. Quanto maior a quantidade, melhor.

Tudo isso ajuda (e muito) você a se familiarizar com o sotaque neozelandês, a ficar por dentro das gírias locais e já começar até mesmo a distinguir quais são os termos e expressões locais mais comuns em cada região do país.

Pratique o seu domínio da língua com nativos

Uma segunda dica é praticar a sua fluência na língua inglesa com nativos da Nova Zelândia ainda no Brasil. Isso porque essa convivência amplia o seu vocabulário, deixa o seu ouvido “treinado” para o sotaque e ainda melhora a sua pronúncia, acabando com qualquer timidez ou vergonha de se comunicar. “Certo, mas como fazer isso?”, você pode estar se perguntando.

Pois bem, a gente explica. Muitas universidades brasileiras, especialmente as federais e estaduais, contam com cursos de idiomas com turmas semestrais. Neles, é comum a participação regular de nativos da língua inglesa — muitos dos quais são intercambistas aqui — para promover uma troca cultural.

Além disso, essas instituições contam com programas de recepção e apadrinhamento de estudantes internacionais com o intuito de ajudá-los no processo de adaptação ao ensino brasileiro, procedimentos para matrícula, escolha e eliminação de disciplinas, alojamento etc.

Portanto, vale a pena se envolver com ambas as atividades para ter esse contato com neozelandeses, praticar o inglês e, de quebra, ainda fazer bons amigos.

Como você viu, o inglês neozelandês tem, sim, diferenças se comparado ao americano. No entanto, essa pode ser uma ótima oportunidade para você ampliar o seu vocabulário e ter um domínio ainda maior da língua. Além disso, colocando em prática nossas dicas, será fácil já ir se adaptando para lidar com essas distinções e tirá-las de letra. Por isso, não deixe de segui-las, hein?!

E já que falamos na Nova Zelândia, aproveite para baixar nosso e-book sobre intercâmbio no país e saber o passo a passo para planejar os seus estudos na região!

Entenda como funciona o sistema de pontuação de imigração da Austrália

A Austrália tem sido a escolha perfeita para muitos brasileiros que desejam morar no exterior. Além da diversidade cultural e paisagens de tirar o fôlego, o país oferece um suporte completo para aqueles que pretendem fazer cursos de inglês, graduação e pós-graduação. Contudo, antes de você seguir viagem é muito importante entender como funciona o sistema de pontuação de imigração da Austrália.

O sistema de pontuação para imigrantes é um programa criado pelo governo australiano que tem como objetivo atrair profissionais qualificados que estejam de acordo com os critérios estabelecidos.

Apesar de parecer algo simples, saber qual é a pontuação certa pode gerar algumas dúvidas durante o processo. Por isso, preparamos este artigo para explicar para você como funciona o sistema de pontuação de imigração da Austrália. Acompanhe a leitura!

O que é o General Skilled Migration Program?

O General Skilled Migration Program (Programa Geral de Migração Qualificada) permite que o profissional que atende aos critérios propostos possa ter o visto permanente para viver e trabalhar na Austrália de forma legal. Além de ser considerado o primeiro passo para a obter a cidadania australiana, esse programa facilita que membros da família sejam incluídos no processo.

Nesse sentido, o sistema de pontuação é um dos requerimentos mais importantes para conseguir o visto permanente. Diferentemente do que a maioria das pessoas pensa quando se ouve falar pela primeira vez nesse critério, é que o teste de pontos não se trata de uma prova e, sim de uma série de requisitos que têm uma nota já estabelecida.

Sendo assim, conforme o imigrante atende a esses requisitos ele acumulará uma pontuação. Para você entender melhor como funciona na prática, basta imaginar o seguinte exemplo: Matheus deseja se mudar para a Austrália. Ele tem formação em engenharia, fala inglês fluente, tem 10 anos de experiência na área e é casado. Nesse caso, será levado em consideração:

  • A idade de Matheus: que varia de 0 a 30 pontos;
  • Qualificação acadêmica: que varia de 0 a 20 pontos;
  • Experiência profissional: que varia de 0 a 20 pontos;
  • Nível de fluência no inglês: que varia de 0 a 20 pontos também;
  • Cônjuge qualificado: caso a esposa de Matheus atenda os requisitos estabelecidos pode somar de 5 a 10 pontos.

De forma geral, os pré-requisitos para ser incluído no General Skilled Migration Program, são:

  • Ter idade mínima de 45 anos no momento da apresentação do processo junto ao governo australiano;
  • Ser profissional em uma das áreas relacionadas na List of Eligible Occupations;
  • Ter formação superior completa;
  • Ter experiência profissional na área de formação;
  • Ser fluente em inglês.

Lembrando que o tempo necessário para a conclusão desse processo varia entre 15 a 24 meses e são disponíveis três tipos de vistos:

  • Subclass 189 Skilled Permanent Independent Visa (Visto Independente Permanente Qualificado);
  • Subclass 190 Skilled Permanent State-Nomination Visa (Visto permanente qualificado de indicação do estado);
  • Subclass 491 Skilled Regional Sponsored Provisional Visa (Visto Provisório Regional Patrocinado Qualificado).

É importante ressaltar que existe uma série de requerimentos básicos que vão determinar se o imigrante está ou não apto para conseguir alguns desses vistos. O primeiro ponto a ser observado é se a profissão do candidato tem demanda e se faz parte da Skilled Occupation List para obter os vistos 189, 190 e 491.

Quais são os critérios que valem pontos?

Para submeter uma Expressão de Interesse (EOI), o candidato deve atingir no mínimo 65 pontos. Para alcançar essa pontuação, é necessário atender alguns requisitos solicitados, tais como:

  • Idade: a idade para ser aceito no programa é de 18 a 45 anos. Nesse caso, a pontuação, que varia de 0 a 30, vai ser decidida conforme a idade atual do candidato;
  • Qualificação acadêmica: nesse quesito é analisado o grau de formação do candidato, se ele tem curso técnico, graduação, mestrado ou doutorado. Sendo assim, a pontuação vai variar de 0 a 20 pontos;
  • Experiência profissional: aqui, é analisado o tempo de experiência que o candidato tem na sua área de formação ou na profissão utilizada para imigrar. Além disso, é observado o tipo de trabalho e se foi exercido fora ou dentro da Austrália, por isso a pontuação varia de 0 a 20 pontos;
  • Fluência em inglês: esse requisito consiste em submeter o candidato a realizar um teste, avaliando o nível de fluência dele na língua estrangeira. Nesse caso, é aplicado um dos testes de proficiência (ielts, oet, cambridge, pte, toefl); 
  • Estudo na Austrália: é considerado cursos com duração mínima de 2 anos e que sejam relacionados a área da profissão utilizada para imigrar. A pontuação definida para esse quesito é de 5 pontos. Lembrando que o candidato precisa verificar a existência de outras requisitos;
  • Estudo em áreas de baixa população: caso o candidato tenha estudado em uma região da Austrália que tenha baixa população ele ganha 5 pontos. Por isso, é importante verificar se a cidade que você estudou faz parte dessa categoria;
  • Ser tradutor juramentado em sua língua nativa: nesse requisito é avaliado o conhecimento que o candidato tem da sua língua nativa e a capacidade que ele tem para traduzi-la. A pontuação definida para esse quesito é de 5 pontos;
  • Cônjuge qualificado: caso o candidato seja casado, o cônjuge pode representar mais pontos para ele, desde que tenha uma carreira em demanda e que atenda os demais requisitos. Sendo assim, o imigrante obtém de 5 a 10 pontos;
  • Apoio de um estado ou território australiano: para se adequar a esse quesito o candidato precisa verificar se a sua profissão está sendo procurada por um estado ou território em particular. Nesse caso, a pontuação varia de 5 a 15 pontos;
  • Apoio de um parente que vive na Austrália em área regional: caso o candidato tenha uma parente que more no país, ele pode ganhar uma pontuação de 15 pontos.

Portanto, com base nessas informações fica clara a importância que o teste de pontos tem para a aprovação do visto permanente do candidato. Apesar de parecer algo simples, o sistema de pontuação de imigração da Austrália pode apresentar algumas complexidades ao longo do processo e, por isso, é essencial contar com o apoio de uma agência de intercâmbio e, principalmente, de um agente imigratório para auxiliar você durante a transição para o país.

Nesse caso, nós dá Autralian Centre oferecemos todo o apoio que você precisa para realizar o seu intercâmbio. Além de colocamos a sua disposição um agente imigratório para ajudá-lo durante todo o processo.

Gostou do artigo e quer saber mais sobre o assunto? Então, entre em contato conosco e esclareça todas as suas dúvidas.

Economia da Austrália: qual é a origem da riqueza no país que não sabe o que é recessão?

Quando se pensa na terra dos cangurus como local para fazer intercâmbio, logo vem à mente de muita gente a oportunidade de ter contato com a natureza e a fauna exótica local, o mix de culturas nas grandes cidades (como Sydney, Melbourne e Perth) e a proximidade com vários países da Oceania. Porém, a verdade é que nem todo mundo conhece a fundo como é a economia da Austrália e os motivos que a fazem ser tão bem-sucedida.

Afinal, o país está em constante crescimento econômico, sem enfrentar qualquer tipo de recessão, e ainda se destaca em vários indicadores internacionais de educação, saúde, bem-estar, direitos humanos e segurança — como é o caso do Global Peace Index que em 2019 colocou-o como o 13º mais pacífico do mundo.

Por esse motivo, reunimos diversas informações sobre o assunto diretamente do 51º Australia in Brief, um documento oficial promocional produzido pelo Departamento de Relações Exteriores e Comércio do Governo Australiano. Confira o post até o fim e conheça mais sobre esse lugar incrível!

No que se baseia a economia da Austrália?

A economia da Austrália remete um pouco à brasileira, sendo marcada por quatro grandes áreas: a agricultura, a mineração, a produção de energia e o setor de serviços (também chamado de setor terciário). Este último, que é composto pela educação, o turismo, os centros financeiros, a mídia, o comércio, entre outros, é a principal fonte de receita do país.

Para se ter ideia, os rendimentos provenientes apenas do turismo de entrada na região ultrapassam os US$ 30 bilhões por ano, colocando a nação na 11ª posição entre os maiores mercados turísticos do planeta, como destacou o documento.

Como resultado, as cidades australianas passaram por um extenso e profundo processo de desenvolvimento da infraestrutura e de garantias básicas (como saúde, segurança, transporte, proteção do meio ambiente etc.) para assegurar que não apenas os cidadãos, mas também os turistas tenham conforto, qualidade de vida e sintam-se acolhidos.

Quem são os principais parceiros comerciais do país?

Os principais parceiros comerciais da Austrália são a China, os Estados Unidos, o Japão e a Coreia do Sul, que figuram tanto entre aqueles que mais exportam para ela quanto os que mais importam bens e serviços da terra dos cangurus. Porém, quando falamos especificamente de um tipo de negócio, outras nações se destacam.

Por exemplo, entre os cinco maiores exportadores com quem os australianos negociam também aparece a Índia. Já entre os cinco maiores importadores surge a Tailândia.

Um dado interessante é que, com exceção da Índia, todos os demais fazem parte do Asia-Pacific Economic Cooperation (APEC), um acordo que envolve cerca de 21 países — entre eles, a Nova Zelândia e a própria Austrália — para a promoção do crescimento econômico, do desenvolvimento comercial e, é claro, das transações de mercado na região.

O que importam e exportam?

Já que falamos sobre importação e exportação, você deve estar curioso para saber quais são os bens e serviços com mais saída ou entrada do país, não é verdade? Por isso, vamos falar do assunto neste tópico. Quando se trata do primeiro, a Austrália importa em maior volume os seguintes produtos: petróleo refinado, equipamentos de telecomunicação e automóveis.

Entre os serviços mais importados aparecem o fretamento e e o setor de turismo — com viagens realizadas por australianos ao exterior. Já em relação à exportação, saiba que entre os produtos mais vendidos se destacam o minério de ferro, o carvão e o gás natural.

Agora, quando o assunto é serviço, o principal exportado é a educação. Tanto é que ela recebe, em média, 440.949 estudantes estrangeiros por ano que acabam injetando por volta de AUD$ 19,5 bilhões na economia australiana — o que não é para menos. Afinal, a nação é reconhecida internacionalmente pelas instituições de ensino superior que figuram entre as melhores do mundo graças à forte tradição de iniciação científica, pesquisa acadêmica e programas de liderança e capacitação para o mercado de trabalho.

Como é o mercado interno?

O mercado interno da Austrália é bastante diversificado contando com uma grande gama de empresas de inovação tecnológica e centros de estudos e pesquisas científicas. Prova disso é que o país já rendeu inúmeras invenções indispensáveis para a humanidade, como o marcapasso, a caixa-preta usada no setor de aviação e o sistema do Google Maps, como aponta o Departamento de Relações Exteriores e Comércio do Governo Australiano.

Além disso, o mercado australiano tem espaço garantido para os incentivos ao esporte — atualmente, são mais de 140 organizações esportivas em todo o território — e à produção criativa — com instalações culturais, centros de audiovisual, galerias de arte, corporações de mídia, indústria cinematográfica etc. Resumindo: é um local com múltiplas oportunidades para todo tipo de ramo comercial existente.

Quais as áreas mais procuradas pelos intercambistas?

Como você já deve saber, o visto de estudante permite que o intercambista não só tenha acesso ao sistema de ensino australiano, mas também possa fazer parte do mercado de trabalho local, exercendo atividade profissional por até 40 horas a cada duas semanas. Ou seja, uma oportunidade excelente para seu currículo e sua bagagem cultural.

Justamente por isso, o material promocional do Governo Australiano destaca que os estudantes internacionais procuram áreas ligadas à própria formação para ganharem experiência no ramo em que vão atuar depois de graduados ou pós-graduados, como os meios de comunicação, a indústria criativa, o sistema de saúde, o turismo e as engenharias.

Como deu para ver, a economia da Austrália é bastante sólida e coloca a nação em uma posição privilegiada de desenvolvimento social, cultural e educacional. Não é para menos que ela se tornou um excelente destino para quem deseja um intercâmbio multifacetado, onde é possível não só investir no aprendizado do inglês e na educação de nível superior, como também ter contato com uma sociedade que valoriza (e muito) a qualidade de vida.

Gostou de saber mais sobre os aspectos econômicos australianos? Então, compartilhe o post nas suas redes sociais e mostre aos seus amigos por que vale a pena estudar nesse país!

5 motivos para estudar inglês em Queenstown

Quer fazer um intercâmbio para aperfeiçoar o seu inglês, mas ainda não escolheu seu destino? Saiba que praticar inglês em Queenstown é a melhor escolha para você. Isso porque, além de aprender mais rápido, quando se estuda em um país de origem da língua, você tem à disposição uma diversidade de vantagens.

Por muito tempo, a maioria dos estudantes que queriam aprender ou aperfeiçoar o inglês tinham como destino principal o Canadá ou os Estados Unidos. No entanto, outros países, como a Nova Zelândia, têm chamado a atenção de muitos turistas e, principalmente, dos intercambistas, pois se tornou um dos lugares mais apropriados para viver e para estudar.

Por esse motivo, elaboramos este artigo para explicar melhor por que escolher estudar inglês em Queenstown na Nova Zelândia. Acompanhe a leitura para saber mais!

Saiba um pouco sobre a Nova Zelândia

De maneira geral, a Nova Zelândia tem sido um dos lugares mais desejados por turistas, imigrantes e estudantes de todo o mundo. Para os intercambistas brasileiros, o país ocupa a 4º posição no ranking dos destinos favoritos. Essa posição se torna merecida porque o ensino neozelandês é considerado um dos mais completos, tanto que oito academias neozelandesas estão entre as 450 melhores universidades do mundo.

Além disso, a Nova Zelândia tem um programa de ensino no qual permite que o intercambista possa trabalhar sem afetar a qualidade dos seus estudos. A vantagem disso é que o aluno consegue conciliar a vida acadêmica com a social enquanto reside em um país conhecido por sua diversidade cultural e por sua beleza exuberante.

O sistema de ensino da Nova Zelândia se tornou reconhecido internacionalmente e, por esse motivo, recebe estudantes do mundo todo. Afinal, o país oferece cursos de inglês, de graduação e de pós-graduação. Lembrando que existe outro fator positivo que faz com que esse lugar seja ainda mais atraente para os estrangeiros: a possibilidade de imigração por meios dos estudos, uma vez que a mão de obra qualificada é uma característica bastante valorizada por lá.

Conheça a cidade de Queenstown

Diante dos pontos positivos que a Nova Zelândia oferece, não surpreende que o município de Queenstown seja uma ótima escolha para estudar. Localizada na Ilha do Sul, a duas horas de voo de Auckland, a cidade é cercada por montanhas e fica às margens de um lago cristalino, o Wakatipu.

Com pouco mais de 20 mil habitantes, Queenstown atrai turistas de todo o mundo, tanto que, em épocas de alta temporada, a população da cidade dobra. Tudo isso graças à sua beleza única e encantadora, que se tornou até cenário para as gravações da trilogia “O Senhor dos Anéis” e de “O Hobbit”. Além disso, a cidade é conhecida por sua tranquilidade e por sua arquitetura ímpar.

Outra característica bastante específica de Queenstown é a valorização dos esportes radicais, já que a cidade é cercada por montanhas e por lagos. Trata-se de uma combinação perfeita para a prática de diversos tipos de atividades, oferecendo, assim, diversão e aventura para todas as idades.

No inverno, Queenstown é ponto de encontro de esquiadores e snowboarders que aproveitam as montanhas nevadas para praticarem suas atividades. Quanto ao resto do ano, os passeios de barco (como o Jet Boats, uma lancha que realiza manobras radicais) e atividades como bungee jump, rafting e asa-delta ganham destaques. 

Vale ressaltar que, para os amantes de esqui, Queenstown se torna um lugar ainda melhor, pois fica localizada próxima de várias estações do esporte com ladeiras para todos os níveis de praticantes. Afinal, as montanhas que rodeiam a cidade fazem parte do Southern Alps.

Além dos motivos que já citamos, existem outros que convencem qualquer um de que a Nova Zelândia é o melhor lugar para estudar e, quem sabe, fixar residência. Se você ainda não se convenceu disso, confira a seguir 5 motivos para estudar inglês em Queenstown.

1. Educação com qualidade garantida pelo governo

O governo da Nova Zelândia preza pela qualidade do ensino de suas instituições tanto públicas quanto privadas. Por esse motivo, busca garantir que as instituições de educação mantenham um alto padrão de ensino, além de possuir certificados de reconhecimento internacional.

A organização responsável pelo monitoramento, registro e credenciamento das instituições de ensino público e privado de todo o país é a NZQA – New Zealand Qualifications Authority (Autoridade de Qualificação da Nova Zelândia).

2. Apoio aos estudantes internacionais

Além de garantir a qualidade de ensino para os estudantes neozelandeses, a Nova Zelândia também busca oferecer a melhor assistência para os alunos estrangeiros. Por isso, foi desenvolvido um código, o New Zealand Code of Practice for the Pastoral Care of International Students (Código de Práticas da Nova Zelândia para o Cuidado Pastoral de Estudantes Internacionais).

Esse código garante que os estudantes internacionais sejam bem informados e adequadamente tratados assim que se estabelecerem no país. Por isso, todas as instituições de educação que recebem esses alunos devem estar de acordo com o código, a fim de proporcionar mais segurança, bem-estar, apoio e transparência aos intercambistas.

3. Calendário de aulas similar ao brasileiro

Uma das vantagens de escolher a Nova Zelândia para estudar é que o calendário acadêmico é bastante semelhante com o nosso. Ou seja, o ano letivo é dividido em dois semestres, com início em fevereiro e término em julho, permitindo que os estudantes brasileiros conciliem os estudos entre os dois países.

4. Permissão para trabalhar durante o intercâmbio 

Para quem deseja ou precisa ter uma fonte de renda enquanto estuda, o país dá essa ajudinha. Além de conceder, para os estrangeiros que estudam inglês em período integral, o direito de trabalhar até 20 horas semanais durante as aulas, nas férias, eles podem prestar serviços por tempo integral. 

O governo também ajuda o estudante a encontrar empregos em restaurantes, em bares e em outros serviços por meio da organização nacional “Student Job Search”, que está presente nos campi de instituições de ensino superior.

5. Moeda e custo de vida

Entre os países de língua inglesa, o dólar neozelandês é uma das moedas de custo mais baixo. Por esse motivo, o custo de vida na Nova Zelândia também se torna mais econômico, permitindo que o país tenha como vantagem o custo-benefício. Por isso, estudar em Queenstown se torna mais fácil do que se imagina. 

Apesar de todo o suporte que o país oferece para os estudantes estrangeiros que pretendem estudar inglês em Queenstown, é importante que você tenha o apoio de uma empresa especializada em intercâmbios. Assim, você conta com ajuda durante todo o processo de preparação, permanência e conclusão do intercâmbio nessa cidade tão completa.

Gostou do artigo e que saber mais sobre o assunto? Então, aproveite para entender como funciona o teste de inglês para nivelamento de turmas de intercâmbio.

Saiba como conseguir o visto de trabalho pós-estudo na Nova Zelândia!

Uma das formas que o brasileiro tem de conhecer a Nova Zelândia é por meio do visto de estudo. No entanto, a estadia é por um período relativamente pequeno. A notícia boa é que, caso pretenda ficar por um tempo maior para conhecer mais sobre o país, ao completar os seus estudos, é possível trabalhar e permanecer por mais três anos após a conclusão do curso. Esse benefício foi estabelecido na formulação de novas regras em novembro de 2018.

Com essas mudanças é possível diminuir a exploração dos recém-formados pelos empregadores. Além disso, tem o objetivo de garantir que os estudantes internacionais consigam tempo suficiente para achar uma vaga de emprego profissional adequada. Mesmo com essas vantagens, muitas pessoas não têm conhecimento sobre o visto de trabalho pós-estudo Nova Zelândia e como consegui-lo.

Para ajudar nessa questão, preparamos este artigo contendo as principais informações sobre o tema. Continue a leitura e fique por dentro de tudo!

Quais foram as mudanças nesse tipo de visto?

As mudanças podem variar de acordo com cada tipo de qualificação. Dessa forma, para quem concluiu um diploma de nível 4-6 de no mínimo 60 semanas, há a opção de um visto aberto com um ano de duração, o que possibilita procurar emprego durante esse período e ainda solicitar uma residência permanente se conseguir provar que atende aos determinados critérios após os 12 meses.

Já para aqueles que concluírem um diploma de nível 7 ou superior, as novas regras estabelecem que, ao adquirir um visto de estudante para cursar um bacharelado ou formação acadêmica superior, o estudante já terá direito a um visto de trabalho com duração de três anos. Com isso, ao garantir o visto neozelandês, você já tem a opção de continuar no país, bem como procurar por emprego ao término do curso.

De forma geral, a instituição de mudanças nas regras são propostas positivas para todos os estudantes internacionais. Por conta disso, a Nova Zelândia tem se tornado um dos países com melhor condição de apoio ao intercambista quando o assunto é condições de trabalho para aqueles que vêm do exterior para adquirir novas experiências no país.

Quais são os requisitos para definir o visto?

De acordo com as novas regras, caso você tenha estudado em Auckland, é possível se inscrever para trabalhar por um certo período tendo um visto de trabalho pós-estudos. Nesse sentido, para os intercambistas que receberão o visto de estudante após 8 de agosto de 2018, a duração do visto dependerá do local em que estudou, bem como o nível atribuído à qualificação.

Para quem estudou fora de Auckland e tem uma qualificação aceitável, concluída em outra região na Nova Zelândia antes do dia 31 de dezembro de 2021, é possível fazer a solicitação de um visto de trabalho entre dois a três anos.

Já no caso de completar a qualificação em uma data após 31 de dezembro de 2021, o tempo do seu visto terá a mesma duração dos concedidos a pessoas que estudarão em Auckland. Para que você possa compreender melhor quanto tempo o visto pode ter, dividimos as especificações. Confira!

Qualificações em níveis 4, 5 e 6

Em Auckland é válido solicitar um visto por um ano caso tenha feito uma qualificação nos níveis 4 a 6. Já se estiver fora de Auckland e tiver cumprido uma ou mais qualificações dentro dos níveis 4-6 com, no mínimo, dois anos de duração, haverá algumas regras específicas. A primeira refere-se àqueles que finalizaram o curso até 31 de dezembro de 2021.

Nesse caso, você poderá solicitar um visto de 2 anos válido para trabalhar no país. Já nos casos de conclusão do curso após o dia 31 de dezembro de 2021, é possível solicitar um visto para trabalhar em um período de 1 ano.

Qualificações a partir do Nível 7

Na formação de um curso com Nível 7 em Auckland, como um período mínimo de 1 ano de duração, será possível obter um visto de trabalho aberto de 1 ano. Além disso, há chances de conseguir mais um ano, caso trabalhe em uma profissão que solicite registro profissional. Para as graduações e qualificações de Nível 7 que foram realizadas fora de Auckland serão obedecidas as seguintes pontuações:

  • concluída em 31 de dezembro de 2021 ou antes dessa data, terá direito o aluno a um visto de trabalho pós-estudo de 1 ano;
  • conclusão do curso após 31 de dezembro, poderá ser solicitado um visto de trabalho de 1 ano.

Vale ressaltar também que caso você tenha feito a qualificação a distância ou fora da instituição de ensino, se o seu provedor estiver localizado em Auckland, o visto terá as mesmas características de alguém que realizou a qualificação nessa cidade.

Quantas horas o estudante pode trabalhar?

Antes de finalizar a qualificação, o estudante também poderá trabalhar. Nesse caso, intercambistas que estiverem matriculados em período integral poderão trabalhar 20 horas semanais ao longo de sua estada no país.

Além do mais, os alunos que estão em curso de qualificação com duração superior a 12 meses também podem trabalhar em período integral durante as férias das aulas. A disponibilidade de empregos seguirá a demanda do mercado e as necessidades profissionais da região escolhida pelo intercambista.

Quais são as qualificações aceitas?

Para as qualificações aceitáveis para o Post-Study Work Visa seu diploma deve ser de Nível 4 ou superior dentro da estrutura de qualificação da Nova Zelândia. Logo, os níveis 4 a 6 tornam-se válidos se você realizou o curso de 60 semanas ou mais, ou concluiu duas qualificações que tiveram cada uma delas 30 semanas de estudo, sendo que o nível da última qualificação deve ser superior ao primeiro. Vale ressaltar que os cursos de inglês não se encaixam nessa categoria de visto.

Portanto, essas foram as principais informações sobre como conseguir o visto de trabalho pós-estudo Nova Zelândia. Vale ressaltar a importância de contar com uma agência de confiança, pois pode evitar muitos problemas, além de possibilitar uma ajuda a mais para conseguir o visto.

Empresas especializadas, como a Australian Centre, podem ajudá-lo bastante, pois permitem tirar todas as suas dúvidas e ainda conhecer as condições e planos de estudo e trabalho.

Gostou do artigo e deseja saber mais sobre como realizar os procedimentos para a aquisição do visto de trabalho pós-estudo? Então, entre em contato conosco e converse com um de nossos consultores!