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Estudar e trabalhar na Nova Zelândia: isso é possível?

Sem dúvidas, investir em um programa de intercâmbio é a melhor forma de aprender inglês, conhecer novas culturas e fazer novas amizades. Os destinos são muitos, mas é preciso levar algumas coisas em consideração antes de decidir o melhor. Entre os mais cotados, estudar e trabalhar na Nova Zelândia se tornou uma realidade muito vantajosa para os brasileiros.

Neste texto, você vai descobrir dicas incríveis sobre esse país e os principais motivos para realizar o intercâmbio dos seus sonhos em um dos melhores lugares para se viver no mundo.

Quer saber como dar os primeiros passos para, finalmente, trabalhar na Nova Zelândia, estudando e curtindo ao mesmo tempo? Continue a leitura e embarque na maior aventura de sua vida!

Por que optar por trabalhar e estudar na Nova Zelândia?

Sabemos que a situação econômica no Brasil não é uma das melhores e as previsões são ainda piores para os próximos anos. Por esse motivo, é cada vez mais comum, que jovens brasileiros busquem oportunidades no exterior, tanto para estudos como para trabalhos.

O que não faltam são motivos para estudar e trabalhar na Nova Zelândia: um dos destinos mais vantajosos para nós brasileiros. Veja quais são eles abaixo.

Clima

Cogitar morar no exterior sempre suscita algumas dúvidas, especialmente quanto a algumas dificuldades de adaptação. Entre essas questões, o clima pode ser uma das principais preocupações. No entanto, na Nova Zelândia as temperaturas são muito agradáveis e bem similares às do Brasil.

Janeiro e fevereiro são os meses mais quentes, cujas médias vão de 20°C a 25°C. Já o inverno, no meio do ano, as temperaturas oscilam entre 12°C a 16°C, em média. Além disso, as estações são bem definidas, o que possibilita apreciar as diferentes paisagens e curtir diversas atividades.

Qualidade de vida

É indiscutível que a qualidade de vida é um dos principais motivos para decidir estudar e trabalhar na Nova Zelândia, afinal, tudo funciona por lá. Questões públicas — como hospitais, escolas, segurança, cultura, entre outros pontos — são de extrema qualidade e quem tem em mãos o visto de estudante pode desfrutar de todos esses benefícios como morador de um país de primeiro mundo.

Paisagens e culturas incríveis

Estudar e trabalhar na Nova Zelândia não significa somente turbinar seu currículo e sua carreira. Se quiser, você vai poder curtir e viajar pelos mais incríveis cenários que esse país oferece.

A beleza natural da Nova Zelândia é única, e suas paisagens são “de cair o queixo”. Praias, montanhas, florestas, fiordes, geleiras e vulcões estão entre as maravilhas escondidas. Além disso, as diferentes culturas, tradições e costumes vão encantar você a cada momento dessa aventura.

Moeda amigável

Fazer um intercâmbio hoje nos EUA ou Europa, por exemplo, é algo inviável para a maioria dos brasileiros. Enquanto o dólar norte americano varia entre R$4,00 a R$5,00, o dólar na Nova Zelândia gira em torno da metade desse valor.

Sem dúvidas, a questão da moeda é uma grande aliada para quem pretende estudar e trabalhar na Nova Zelândia, tendo em vista que os investimentos serão muito menores e a qualidade dos ensinos e oportunidades profissionais são de excelência.

É preciso ter visto para morar na Nova Zelândia?

Antes de planejar a sua experiência na Nova Zelândia, é preciso saber qual o tipo de visto mais adequado para a sua viagem.

Para quem deseja ficar no país por até 12 semanas não é necessário solicitar o visto de turista com antecedência. A permissão de entrada é concedida na chegada ao país. Com esse visto, o intercambista pode estudar por até 3 meses e escolher opções de cursos de meio período (com 10 ou 15 horas semanais) ou de período integral (20 a 30 horas por semana).

Se o objetivo for estudar um período maior, é necessário solicitar o visto de estudo antes de embarcar para a Nova Zelândia. Ele permite que o estudante internacional realize cursos com duração a partir de 14 semanas, sendo válido para os mais diversos tipos de cursos — como os de inglês, técnicos, High School e também programas universitários.

Para aplicar o visto, o curso deve ter carga horária mínima de 20 horas semanais. É importante buscar informações sobre as regras e como aplicar o visto de estudante na Nova Zelândia, pois ele oferece ainda outras vantagens para os estudantes internacionais, como explicaremos adiante.

É possível, ao mesmo tempo, estudar e trabalhar na Nova Zelândia?

O seu foco é aprimorar o inglês e, ainda assim, conseguir uma renda extra com um trabalho temporário no intercâmbio? Na Nova Zelândia, esse sonho será realidade! O país é um dos únicos que permite ao estudante conciliar as duas atividades, além de ser uma opção mais barata do que destinos como Estados Unidos e Inglaterra.

Para trabalhar durante o intercâmbio o estudante internacional deve ter em mãos o visto de estudo,pois ele permite que o intercambista trabalhe legalmente no país durante a realização de seu projeto. No entanto, há algumas condições para a obtenção dessa permissão de trabalho.

O estudante deve realizar um curso com duração mínima de 14 semanas em uma escola classificada com o nível 1 pelo New Zealand Qualifications Authority.

Para escolas de categoria 2, o estudante precisa estar matriculado em um curso com, no mínimo, 24 semanas de duração e apresentar o exame de proficiência no IELTS com nota mínima de 5.5.

Em ambos os casos o visto de estudante vai permitir conciliar legalmente um cargo de 20 horas durante o período letivo e de 40 horas nas férias e breaks escolares.

Trabalhar enquanto estuda é uma grande vantagem quando se escolhe a Nova Zelândia como destino para seu intercâmbio. Com as horas dedicadas ao trabalho e ao estudo você aumenta o seu contato com a língua por meio de situações reais do dia a dia, além de conseguir uma grana extra para ajudar nas despesas de permanência no país e realizar algumas viagens.

Como fazer a matrícula em cursos na Nova Zelândia?

A Nova Zelândia oferece inúmeras excelentes opções de instituições de ensino e cursos para quem busca o país para realizar o seu programa de intercâmbio. As possibilidades podem ser para desenvolver os conhecimentos em inglês, obter uma certificação técnica ou, ainda, estudar em uma de suas universidades.

Você pode pesquisar mais sobre as suas opções nos sites de educação do governo da Nova Zelândia, ou contar com o suporte de uma agência de intercâmbio especializada no destino. Elas vai assessorá-lo na sua matrícula na instituição e também dar o suporte necessário em todas as etapas do seu intercâmbio.

Aqui nós damos dicas para você encontrar algumas das melhores instituições de educação na Nova Zelândia! Se procura por um curso de inglês, pode optar entre os seguintes:

Porém, se você busca cursos técnicos, há opções em escolas privadas, como a NZIE ou as politécnicas neozelandesas. Se o seu interesse é obter um diploma universitário — de graduação, pós-graduação ou doutorado —, você pode escolher uma das 8 universidades públicas do país reconhecidas internacionalmente por seu desempenho acadêmico e realização de pesquisas. São elas a AUT e a Massey University.

As opções para o seu intercâmbio são muitas. Basta pesquisar!

Como trabalhar na Nova Zelândia?

Intercambista, agora que já mostramos onde é possível estudar na Nova Zelândia, conheça uma forma rápida que é capaz de colocar você em contato com seu futuro chefe!

Para começar a procurar emprego ainda no Brasil e facilitar o processo de admissão quando chegar lá, há sites específicos em que é possível encontrar as melhores vagas temporárias e juntar aquela grana.

Nós damos a dica de dois deles:

  • NZ Ready: no qual é possível escolher entre as opções “Viver e trabalhar” ou apenas “Estudar” para receber informações completas sobre isso;
  • Careers NZ: que facilita a busca por emprego.

Faça já o seu cadastro em algum desses sites e aumente suas chances de entrar em uma empresa na Nova Zelândia! Além disso, na própria sala de aula, você vai fazer seu networking e ter acesso às dicas de vagas. Procure também em classificados, jornais, vitrines, sites e de porta em porta. As oportunidades estão por todos os lados.

Ao ser empregado no país, você consegue equilibrar boa parte das despesas do cotidiano (como alimentação, transporte e moradia), mas, para isso, é preciso ter informações sobre o custo de vida.

Normalmente, os estudantes internacionais vivem com cerca de mil dólares neozelandeses por mês. Se partirmos da cotação de R$ 2,50 para NZD 1, o valor dá, em média, R$ 2.500 mensais.

Claro que isso vai depender do estilo de vida que você for levar durante o seu intercâmbio, mas fique calmo! Esse valor é o que muitas empresas pagam por lá aos estudantes. O salário mínimo do país é de NZD 15,25 por hora, sendo que muitos estudantes ganham entre NZD 17 e NZD 25 por hora trabalhada.

Viu só que é possível arrumar um emprego na Nova Zelândia e conseguir se organizar para trabalhar e estudar ao mesmo tempo?

Como conciliar o trabalho e o estudo no exterior?

Você compreendeu que é possível transformar seu sonho em realidade ao começar a trabalhar e estudar na Nova Zelândia. Para isso, contudo, é preciso fazer um planejamento.

Primeiro, coloque no papel os seus gastos mensais morando fora, desde os materiais escolares, até as despesas com a habitação. Após isso, comece a organizar as horas do seu dia para se dedicar tanto à aquisição da língua, quanto às obrigações do emprego.

Com esses dados organizados você vai usar o tempo ideal para cada atividade e ainda ganhar muito mais responsabilidade nessa sua vida nova que se inicia.

Quanto custa estudar e trabalhar na Nova Zelândia?

Essa pergunta é sempre a mais cogitada pelos brasileiros. No entanto, o valor exato vai depender de uma série de fatores, como a antecedência na compra da passagem (que pode ser encontrada a partir de US$ 1.099,00), a escolha da escola, o tipo de acomodação, entre outros. As taxas para a obtenção do visto também não são altas.

A melhor maneira para se organizar o plano de estudar e trabalhar na Nova Zelândia é fazer um planejamento de forma antecipada e, sem dúvidas, por meio de uma agência de intercâmbio.

Agora que você está munido das melhores dicas para estudar e trabalhar na Nova Zelândia, é hora de decidir qual cidade será seu próximo destino na Oceania. Sem dúvidas, um programa de intercâmbio é uma experiência inesquecível, e os seus benefícios são carregados para a vida toda!

Quer trabalhar na Nova Zelândia, ou na Austrália, mas ainda não se decidiu? Assine nossa newsletter e receba várias dicas e informações importantes! Tudo em primeira mão!

 

Por que fazer um intercâmbio é tão importante nos dias atuais?

Você já pensou em como fazer um intercâmbio pode ser importante para a sua carreira e para o seu desenvolvimento pessoal? Há algumas décadas, esse tipo de viagem poderia ser considerado uma experiência própria de adolescentes que desejavam aprender um novo idioma. Atualmente, isso mudou. Fazer intercâmbio já é parte dos planos de pessoas de várias faixas etárias.

Isso porque a importância dessa experiência para o mercado de trabalho é enorme. Você passa a ser mais valorizado pelos empregadores por ter tido que superar o desafio de viver imerso em outra cultura, distante da família e de sua zona de conforto. Além disso, o desenvolvimento pessoal que o intercâmbio promove tem sido mais um ponto de atração para pessoas em busca de ampliar seu olhar sobre o mundo e si mesmo.

E os atrativos não param por aí. Para que você conheça a importância de se fazer intercâmbio nos dias atuais, fizemos este artigo. Continue a leitura e confira alguns benefícios dessa experiência!

Solicite um orçamento e dê o 1° passo rumo ao seu intercâmbio

Aprimorar o idioma

Independentemente se já estudou o idioma do país para onde pretende ir ou não, fazer intercâmbio vai mudar completamente o nível de sua proficiência. Vamos tomar como base o inglês. Se você não tem segurança para se comunicar nesse idioma, ou fica envergonhado durante as entrevistas de emprego, por exemplo, ao longo do intercâmbio, isso vai mudar.

Tudo ao seu redor se desenvolverá naquele idioma. Você estará em constante contato com o inglês, precisará usá-lo para conseguir se expressar em seu dia a dia, para comprar sua alimentação, pedir informações, conseguir se locomover, entre outras situações. E isso tudo além das suas horas de estudo. Assim, será possível aprimorar rapidamente o idioma, o que vai colocá-lo em um novo patamar profissional quando retornar ao Brasil.

Conhecer e viver outras culturas

Por mais que busquemos informações sobre culturas ao redor do mundo, não há nada como vivê-las. Ao fazer intercâmbio, você terá a oportunidade de conhecer a fundo os costumes do país em que estiver estudando. Mais que isso, poderá viver essa cultura, tentar pensar e sentir como as pessoas daquele lugar.

Essa experiência, certamente, vai modificar a sua forma de compreender o mundo e a sua própria maneira de ver e ser brasileiro. Isso pode colaborar para que você valorize determinados pontos da nossa cultura que antes passavam despercebidos, ou o contrário, analisar mais criticamente algumas posturas que lhe eram comuns. Você poderá avaliar melhor as vantagens e desvantagens do “jeitinho brasileiro”.

Outro ponto interessante é que, por conhecer pessoas de outros lugares do mundo, o intercâmbio também traz a possibilidade de entender a cultura de seus colegas. Imagine se, em um intercâmbio na Austrália, você puder explorar também os costumes japonês, coreano ou colombiano? Enriquecedor, não é mesmo?

Redescobrir-se

Há alguns momentos na vida em que é oportuno fazer uma pausa, avaliar decisões, planejar o futuro, encarar medos, superar traumas, enfim, fazer um grande balanço. O final da graduação e a entrada no mercado de trabalho ou a saída de um emprego podem ser alguns desses gatilhos.

Nessa hora, fazer um intercâmbio pode ser a melhor decisão, pois vai dar a você a oportunidade de promover o autoconhecimento, descobrir novas habilidades e melhorar sua colocação profissional. Isso tudo por meio da experiência de estudar um idioma ou obter uma qualificação profissional em outro país.

Com as práticas desse momento, você poderá enxergar melhor as suas qualidades e seus defeitos, suas manias e seus bons hábitos. Quem sabe você decide dar um novo rumo à sua vida profissional? Ou descobre que as críticas daquele seu amigo tinham fundamento — não eram implicância, como você achava?

Durante o intercâmbio, você estará por sua conta em um país diferente. Terá que se adaptar às situações, encarar os desafios que surgirem e desenvolver habilidades como autonomia, liderança e resolução de problemas. Todas essas situações vão promover mudanças em suas prioridades, em sua forma de ser e perceber o mundo ao seu redor. Por isso fazer intercâmbio é também se redescobrir.

Fazer novas amizades

Por mais distante que esteja do seu país, durante o intercâmbio você não estará sozinho. Essa é também uma oportunidade de fazer novas e excelentes amizades, com pessoas do mundo todo.

Cada vez mais, as pessoas reconhecem a importância do intercâmbio e se dedicam a essa experiência. E, por estarem na mesma situação, rapidamente você e seus colegas de curso, ou outros brasileiros que morem no destino escolhido, formarão laços de amizade. E amizades feitas durante o intercâmbio geralmente são duradouras. Quem sabe você já sai dessa experiência planejando a próxima viagem de férias para o país do seu novo amigo? Ou, até mesmo, o próximo intercâmbio?

Turbinar o currículo

Como já mencionado, fazer intercâmbio vai naturalmente levar você a desenvolver várias habilidades. E essas não serão importantes apenas para o seu desenvolvimento pessoal. O mercado de trabalho valoriza muito a experiência internacional vivida ao longo do intercâmbio. Principalmente se você teve a experiência de estudar e trabalhar no exterior.

Se, antes de fazer intercâmbio você se achava pouco valorizado, ou que não recebia propostas de trabalho interessantes, prepare-se para a mudança. As empresas multinacionais que atuam no Brasil carecem de profissionais qualificados, fluentes em língua estrangeira e com o perfil que você terá ao voltar.

As organizações percebem o profissional que fez um intercâmbio como uma pessoa autônoma, capaz de enfrentar desafios, se adaptar a novas culturas, com capacidade de liderança e de gerenciar crises. Isso tudo porque você deixou sua zona de conforto e se abriu a uma vida em um novo país.

Se você já tem um bom nível de inglês, ou depois de alcançá-lo com o intercâmbio, você pode optar um fazer um curso técnico ou, quem sabe, estudar em uma universidade internacional e fazer aquela pós-graduação para aprimorar suas habilidades e conhecimentos na sua área de atuação. São muitas oportunidades que se abrem ao decidir fazer um intercâmbio.

Por isso, se seu objetivo é alçar voos mais altos em sua carreira, fazer um intercâmbio é fundamental. Você passa a ter novo valor no mercado de trabalho e a ser mais seguro para perseguir seus objetivos. Certamente, sua carreira nunca mais será a mesma!

Engana-se quem pensa que fazer intercâmbio é luxo ou perda de tempo. Pelo contrário, é uma experiência única, que vai mudar sua vida para sempre e deixá-la muito melhor. Dessa forma, as despesas com um intercâmbio nunca devem ser entendidas como gastos, mas sim como um dos melhores investimentos que você pode fazer para a sua vida e para a sua carreira.

Então, se você quer aprimorar seus conhecimentos em uma língua estrangeira, conhecer verdadeiramente outras culturas, promover seu desenvolvimento pessoal, fazer novas e duradouras amizades e ainda melhorar seu currículo, fazer intercâmbio é, sem dúvidas, uma excelente opção. Pense nisso!

Agora que você já sabe por que fazer um intercâmbio é tão importante nos dias atuais, siga nossos perfis no Facebook, no Instagram e no Youtube. Assim, você estará sempre por dentro de conteúdos interessantes como este!

Afinal, quanto custa um intercâmbio?

Você já decidiu que estudar inglês em outro país é a opção ideal, tanto para melhorar seu desempenho com o idioma quanto para vivenciar novas experiências e oportunidades, certo? Mas você já pensou quanto custa um intercâmbio?

Responder a essa pergunta pode ser mais difícil do que imagina. Vamos considerar duas partes para essa resposta: uma simples e outra complexa. A simples é a parte em que você faz uma pesquisa detalhada e tem a estimativa de preços do que poderá gastar no seu intercâmbio. Essa resposta, você já terá praticamente ao terminar a leitura deste artigo.

Já a segunda parte, a complexa, você não conseguirá elaborar até estar, mais ou menos, na metade de seu intercâmbio. Talvez, mesmo depois de alguns anos após a conclusão, você ainda levará um tempo para conseguir ter a resposta exata desse investimento. Isso porque a parte complexa está relacionada às experiências vividas durante o período de estudo em outro país. Tem a ver com o impacto desse intercâmbio em sua vida profissional e pessoal.

Neste artigo, procuramos ajudar você com a tarefa de saber quanto custa um intercâmbio e avaliar se vale a pena pagar o preço. Tem dúvidas? Continue a leitura e confira!

Quanto custa um intercâmbio?

Para ter uma ideia dos custos, é preciso considerar várias questões. A primeira delas é o país de destino. Se você pretende viajar para locais em que o valor da moeda é muito mais alto que o real, como é o caso do dólar americano e do euro, suas despesas no intercâmbio tendem a ser maiores do que seriam em países da Oceania, por exemplo. Isso porque tanto a Austrália quanto a Nova Zelândia têm moedas mais amigáveis para nós, brasileiros.

Outro fator importantíssimo é o programa que você irá realizar, já que os custos variam muito de acordo com o tipo de curso. Cursos de idioma possuem um valor muito mais baixo do que programas de High School, Graduação e Pós-graduação.

Assim, consideraremos que você escolheu a Oceania como destino para estudar inglês. O próximo passo é definir o tempo do seu intercâmbio: 1 ou 6 meses? Mais tempo? É fundamental definir esse ponto para conseguir um orçamento bem fiel às suas expectativas de viagem. Depois, vem a escolha da cidade em que vai morar no decorrer dos seus estudos. Isso influencia no preço, pois viver em localidades turísticas é mais dispendioso do que viver em locais no interior do país.

Você também precisa pensar no custo de vida do destino escolhido. Por exemplo, na cidade australiana de Melbourne, os gastos médios dos estudantes ficam entre de AU$ 1.450,00 e AU$ 1.700,00 mensais, incluindo despesas gerais com acomodação, transporte, alimentação e alguns outros gastos pessoais. O governo australiano exige que o estudante comprove possuir AU$ 1.653,00 por mês de permanência no pais.

Já se você considerar fazer intercâmbio em Auckland, na Nova Zelândia, seus gastos podem ser um pouco menores. Lá, o valor exigido pelo governo para a entrada no país é de NZ$ 1.250,00 por mês. Esse valor cobre os gastos de transporte, moradia, alimentação, lazer e até pequenas viagens.

Essas são as informações mínimas a fim de se começar a calcular quanto custa um intercâmbio. De acordo com o estilo de vida do estudante, os valores podem mudar muito. Vamos agora conferir duas opções, para um 1 mês e para 6 meses, nas cidades que orçamos acima.

Melbourne, Austrália

Melbourne é uma cidade surpreendente. Considerada o centro cultural da Austrália, a capital do estado de Victoria tem uma qualidade de vida excelente e é um dos locais mais diversificados do mundo. Viver lá durante o intercâmbio é um privilégio que você vai adorar ter.

Intercâmbio por 1 mês

Se você pretende passar 4 semanas estudando em Melbourne, gastará:

  • AU$ 1.260,00 (R$ 3.276,00): curso de inglês na escola Greenwich English College com 25 horas semanais;
  • AU$ 1.060,00 (R$ 2.756,00): curso de inglês na mesma escola com 20 horas semanais;
  • AU$ 1.700,00 mensais: transporte, acomodação e alimentação.

Esse é um orçamento médio alto. Você pode implementar medidas que reduzam seus gastos durante o intercâmbio. Uma delas é contratar um curso já com a acomodação incluída em casa de família, que disponibilize café da manhã e jantar.

Intercâmbio de 6 meses

O curso de 6 meses apresenta mais opções para poupar. Como você vai passar um longo período no país, terá oportunidade de economizar com transporte, alimentação e o principal: poderá trabalhar 40 horas quinzenais. O salário recebido ajudará nos seus gastos de permanência no país, a realizar pequenas viagens e, caso queira e economize um pouco, renovar o seu visto e realizar um novo curso por lá. Geralmente, a própria escola de inglês ajuda a encontrar um trabalho.

Outro ponto positivo é a possibilidade de alugar um quarto e dividir o apartamento com outros estudantes. Isso reduzirá consideravelmente sua despesa. Além disso, adotar um estilo de vida mais saudável e caminhar mais ou, quem sabe, aderir ao uso de uma bicicleta como principal meio de transporte. Assim, você economiza e pode investir em conhecer as belezas naturais da Austrália.

Outra dica para gastar menos no país é cozinhar em casa, em vez de comer fora sempre. Essa é uma ótima forma para manter o orçamento equilibrado. E, na ida do supermercado, invista nos produtos Home Brand, ou seja, itens da marca própria do estabelecimento. Já temos alguns assim aqui no Brasil, porém, na Austrália compensa muito investir na compra desses produtos, pela economia e pela qualidade.

E o curso de inglês? Se você quiser estudar 25 horas semanais, durante 24 semanas na Greenwich English College, investirá AU$ 6.800,00 (R$ 17.680,00). Já se seu curso for de 20 horas semanais, na mesma escola, o custo será de AU$ 5.840,00 (R$ 15.184,00).

Auckland, Nova Zelândia

Auckland é a maior cidade da Nova Zelândia, cercada por uma natureza fantástica. É um local maravilhoso para se viver e um destino obrigatório para os turistas.

Intercâmbio de 1 mês

Quem vai estudar por 4 semanas na Nova Zelândia não pode trabalhar. Então, o melhor é aproveitar para explorar a cidade nos períodos em que não estiver se dedicando ao inglês. Para o curso, que deverá estar pago ao chegar ao país, você investirá NZ$ 1.658,00 (R$ 3.980,00) por 25 horas de aulas semanais, na Kaplan International English.

Além disso, você precisará de, mais ou menos, NZ$ 1.250,00 para as despesas com acomodação e outros gastos. Certamente é uma experiência fantástica, que vale o investimento.

Intercâmbio de 6 meses

Na Nova Zelândia, também, é possível trabalhar até 20 horas por semana se estiver matriculado em um curso de no mínimo 14 semanas em uma escola de categoria 1, ou se fizer um curso a partir de 24 semanas em escola categoria 2 e tiver IELTS 5,0. Com essa opção, economizar é mais fácil. Para um curso de 25 horas semanais na Kaplan International English, seu investimento será de NZ$ 8.098,00 (R$ 19.435,20).

Já mencionamos as formas com as quais é possível economizar no tópico anterior. Portanto, você já sabe que, em um intercâmbio de 6 meses, tem a chance de viver a cultura local e aprender com eles formas de tornar a rotina mais em conta.

Um detalhe importante é que não incluímos aqui o valor das passagens, pois elas variam muito de acordo com promoções e época de compra. Uma sugestão é começar a cotação muito antes da data prevista para sua viagem. Quanto mais cedo comprar as passagens, melhores os preços serão.

Até aqui abordamos a parte simples da pergunta: quanto custa um intercâmbio? Agora cabe a você a pensar na parte complexa. Quanto custa viver uma nova cultura? Conhecer pessoas de vários países? Tornar-se fluente em um idioma? Conquistar novas oportunidades de emprego? Conhecer novos lugares? Quanto custa ter a oportunidade de superar seus limites, de se aprimorar? Isso tudo é oferecido em um intercâmbio e, só no fim, é que você poderá ter a resposta.

Agora, você já tem condições de fazer um orçamento mais realista da sua viagem, pois ficou mais fácil ter uma noção de quanto custa um intercâmbio e de quanto precisará economizar para investir nessa jornada.

Quer mais alguma informação sobre o assunto? Ficou com alguma dúvida? Conte para a gente nos comentários!

Separamos 8 motivos pelos quais você deve fazer intercâmbio

Você concluiu a sua graduação ou está em busca de otimizar o seu currículo para conseguir os melhores empregos, nacional e internacionalmente? A sua solução pode estar a alguns quilômetros daqui, mas em uma única palavra: intercâmbio. Neste texto, você vai entender como morar fora do país pode ser a melhor maneira para viver experiências incríveis, seja na área profissional ou na pessoal.

Países como a Austrália e a Nova Zelândia vão dar um up no seu inglês e te colocar em contato com um cenário multicultural! Já pensou em visitar as melhores praias no verão e ainda curtir a neve no inverno? Outra grande oportunidade ao partir nessa aventura é ter contato com novos ares e novas culturas. Quer saber mais? Então leia estes 8 motivos pelos quais você deve colocar o planejamento na ponta do lápis, arrumar as suas malas e fazer um intercâmbio agora!

1. Aprender e praticar outro idioma

Você sabia que quem fala inglês fluentemente aumenta as chances de crescer na profissão e ganhar bem mais? Ao menos, é o que indica esta pesquisa realizada com mais de 13 mil pessoas. O levantamento mostra que a diferença salarial entre quem domina a língua inglesa chega a ser 61% maior em relação a quem está no nível básico.

Com tantas oportunidades, muitos estudantes e recém-formados no Brasil estão vendo que morar em outro país é a melhor forma de melhorar sua vida pessoal e profissional. Esta pesquisa feita em 2016 com 1.145 estudantes apontou que 43,5% já tiveram experiência educacional internacional. O mesmo levantamento mostra que dos 246,4 mil estudantes que deixaram o Brasil no último ano, 25,5% se matricularam em graduações ou pós-graduações.

Apesar disso, somente 27,6% dos candidatos a um emprego hoje em dia têm se aprimorado no inglês. Se você quer entrar para esse seleto grupo e se destacar no mercado, saiba que um intercâmbio é a melhor maneira para ganhar familiaridade com a língua estrangeira sem precisar passar anos em um cursinho! A viagem fará com que você tenha imersão em uma cultura diferente da sua, o que vai requerer muito gás para se comunicar em inglês todas as horas do seu dia.

Quando você estiver em uma nação anglófona (que o idioma oficial é inglês), terá de lidar com situações reais para ser bem-sucedido ao ter contato direto com os nativos, seja oralmente ou por um texto escrito. É como se você fosse um bebê aprendendo a falar. Mas tenha certeza de que o intercâmbio vai acelerar o processo de aquisição da língua estrangeira, já que será preciso dedicar muitas horas do dia ao inglês.

E não tem idade ideal para morar fora, pois, independente da sua idade, você irá se beneficiar muito dos desafios que terá que superar e da oportunidade de conviver com pessoas bastante diferentes e ainda afinar as suas habilidades!

Se você ainda está se perguntando por que falar outros idiomas será um diferencial no seu currículo, saiba que a resposta tem a ver com a globalização, cujo efeito atingiu diretamente o profissional antenado e proativo, que precisa ser bilíngue ou poliglota para conseguir atender os objetivos das empresas. Além disso, os recrutadores vão notar que você é o candidato ideal se tiver experiência internacional.

2. Fazer amigos

Mas se engana quem pensa que a experiência em outra nação melhorará apenas seu conhecimento no idioma local. Se você vai aprender a se comunicar em outro idioma no intercâmbio, precisamos falar das pessoas com quem vai ter contato diário, certo? Além de ampliar exponencialmente sua fluência em inglês, morar em um país diferente vai te apresentar novos amigos.

E o mais importante, você terá a possibilidade de aprender mais sobre diferentes pessoas e culturas a cada amizade que fizer, além de construir uma rede de amigos em todo canto do planeta — principalmente se escolher ir a países cosmopolitas, como a Austrália. Em Sydney, onde há uma das melhores qualidades de vida do planeta, 35% da população é formada por estrangeiros, por exemplo.

Agora, se você está com medo de se sentir solitário em terras além-mar, não se preocupe: nós temos a solução. Estas dicas vão ajudar, com certeza, a encontrar os melhores parceiros durante a viagem! Confira:

  • cadastre-se em sites que colocam você em contato com estrangeiros. O Couchsurfing permite acolher alguém ou se hospedar na casa de um anfitrião sem pagar nada, o que pode render uma bela amizade;
  • baixe apps como o Airtrip, com o qual pode curtir e comentar postagens e se aproximar de pessoas que, assim como você, querem ter amigos;
  • frequente albergues, pois, além de ser uma opção barata de hospedagem, principalmente durante viagens de férias pela Austrália, são ótimos para quem está em busca de novos colegas;
  • esteja ativo nas suas redes sociais, já que é possível encontrar perfis de pessoas parecidas com você e, assim, criar vínculos;
  • frequente atrações turísticas da cidade para encontrar gringos.

Com essas dicas em prática, será mais fácil de achar ótimas pessoas e viver momentos memoráveis no exterior! E amizade rima com network, não é? Além de ser um ganho pessoal, os seus amigos podem abrir portas para você chegar àquela vaga de emprego dos sonhos. Antes disso, aprenda qual é a importância de fazer intercâmbio para o seu currículo. Avance uma casa!

3. Otimizar o currículo

Falar inglês fluentemente é a maneira mais fácil de vencer o desemprego e crescer na sua profissão (recorda o quanto ganha a mais quem é fluente nessa língua?). Mas os benefícios de fazer um intercâmbio não param por aí, principalmente se você quer turbinar o seu currículo.

Você pode estar se perguntando neste momento: o que o empregador tem a ver com isso? Bom, ele sabe que o intercambista tem que superar muitos obstáculos, já que geralmente está sozinho e tem que construir laços de amizade para sobreviver longe de casa e do conforto da família. Essa será uma grande qualidade na hora da entrevista profissional, porque indica a capacidade de resolver problemas, dos mais simples aos mais complexos. Você aprende a se virar!

Outra vantagem que o intercâmbio vai acrescentar ao seu currículo é estar aberto ao novo. Com a imersão em uma cultura completamente diferente da brasileira, será preciso lidar com pessoas e personalidades muito diferentes das suas. E outra coisa, quando estiver estudando ou trabalhando no exterior, prestará atenção à ética dos profissionais de lá, o que fará com que você reflita sobre qual é a melhor forma de ser maduro e competente para ter um desempenho especial no emprego.

Sem falar que viver em outro país vai implicar um amadurecimento rápido, pois é preciso assumir responsabilidades para não tropeçar nos seus erros. No intercâmbio, você estará em contato consigo mesmo por mais tempo e vai aprender a valorizar e, principalmente, reconhecer as suas habilidades. Com a mente mais afinada, será possível ter mais clareza para encontrar o estágio ou o emprego ideal.

4. Conhecer novas culturas e lugares incríveis

Povos tradicionais, arquitetura moderna, comidas deliciosas, animais exóticos ou cidades multiculturais! Uma das vantagens de turbinar o seu inglês fora do Brasil é a diversidade cultural disponível. Conhecer países como a Austrália e a Nova Zelândia vai colocar você cara a cara com civilizações bastante diferentes da nossa sociedade. O intercâmbio vai convencê-lo, ainda, de que ter preconceito não leva a nada.

A tônica é ter mente aberta para se desfazer dos estereótipos. Geralmente, criamos determinados conceitos sobre as pessoas, que podem ser uma barreira na hora de se comunicar com elas. Fora do Brasil, você não entrará somente em contato com a cultura local, mas também com a de povos de todo mundo. Assim, você vai se desfazer dos clichês e conferir, de perto, as diferenças culturais!

Paisagens espetaculares

A terra dos cangurus, por exemplo, é um misto de praias incríveis com geleiras, sem falar na fauna e na flora! Já os neozelandeses, conhecidos como kiwis, guardam um litoral de tirar o fôlego e parques nacionais bem-preservados. Quer saber quais são alguns pontos turísticos para você colocar na sua checklist? Olha só:

  • Austrália: você pode conhecer a Ópera de Sydney e surfar em Bondi; em Brisbane, vá aos museus de South Bank; na Gold Coast, há canais e parques belíssimos; e em Perth, o Kings Park e o Porto de Fremantle são uma beleza à parte. Siga por Camberra, com os prédios administrativos mais importantes do país; Cairns, com uma floresta e a grande barreira de coral; Ilha Fraser, ladeada por água doce; e os parques nacionais, como o Kakadu e o Uluru-Kata Tjuta, com paisagens exóticas;
  • Nova Zelândia: comece pelos parques nacionais, pois são muitos e guardam surpresas! Coloque no seu roteiro o Parque Nacional de Tongarino, que tem um vulcão e oferece escalada; o Parque Nacional Fiordland, com passeios de caiaque; o Milford Sound, que tem golfinhos e uma queda d’água espetacular; e o Parque Nacional Abel Tasman, ideal para os mochileiros. Há, ainda, o Lago Taupo, que oferece atividade de paraquedismo; e a Trilha de Tonagrino, com caminhadas e escalada.

5. Superar a distância e a saudade

O intercâmbio vai mexer com seus pontos fracos para você poder, a partir do aprimoramento deles, tornar-se uma pessoa melhor. Se antes contava com o conforto da casa dos pais, agora terá de enfrentar os desafios sozinho ou com a ajuda dos seus novos amigos. Mas o resultado disso é inegável no adulto em que você se tornará depois, com muito mais responsabilidades e com bastante bagagem para crescer na vida, seja pessoal ou profissional.

E de uma coisa tenha certeza: essa experiência vai te afetar daqui para frente. No futuro, quando se deparar com as adversidades, você saberá como agir. Morar fora dimensiona os obstáculos para que você saiba quais são as formas ideais a fim de resolvê-los. E isso vale para tudo: desde os mais corriqueiros problemas, como se perder na rua e não saber aonde ir, até os mais dolorosos — a forma como enxerga a sua vida e a de quem ama.

Estando longe, a saudade será uma das palavras que vão povoar a sua mente, não apenas porque ela é intraduzível para o inglês, mas também porque as pessoas que você deixou no Brasil vão começar a fazer falta. Porém, você vai entender que, apesar da distância geográfica, poderá contar com a sua família e com os seus conterrâneos para seguir em frente, ainda mais forte e convicto do caminho que deseja trilhar.

6. Adquirir experiência financeira e profissional

Outro ponto que o intercâmbio pode ensinar é a fazer uma melhor gestão do seu dinheiro. Você está longe de casa e nem sempre pode contar com a ajuda monetária da sua família, certo? Se a independência financeira é o seu mote, não deixe de colocar nos seus planos a experiência de trabalhar no exterior.

Nações como a Austrália e a Nova Zelândia têm ótimas oportunidades para quem vem de fora e está em busca de um emprego. Para você ter uma ideia, a terra dos aussies é a que paga melhor entre outros 26 países. Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, o salário na Austrália é de AU$ 18,29 por hora. Mas como entrar para a lista de sortudos e começar a ganhar o maior honorário do mundo?

Bom, você deve buscar oportunidades com antecedência: que tal procurar na web programas internacionais de trainee? Há processos seletivos, especialmente, para pessoas formadas em áreas técnicas da auditoria e da engenharia. E que tal tentar o LinkedIn? A rede é uma referência mundial para conseguir contatos e aumentar as suas chances de empregabilidade.

Se você já conhecia o LinkedIn, há ainda sites específicos que dominam o mercado de trabalho em países como a Austrália. Já ouviu falar do Neuvoo? Nele, é possível encontrar opções de emprego ou estágios de meia jornada ideais para quem não tem uma graduação.

Nessas horas, é preciso se livrar dos preconceitos, pois há mais vagas em funções como babá, atendente de loja e lavador de pratos. Mas vale ressaltar que, com essa experiência, você não apenas vai aprimorar seu inglês e ganhar uma grana extra, como vai lidar com o seu crescimento pessoal.

Ah, para conseguir trabalhar legalmente fora do Brasil, você terá de incluir nos seus planos um visto que te permita fazer isso. A regulação muda entre os países anglófonos. Na Austrália, por exemplo, os estudantes internacionais precisam realizar um curso com no mínimo 14 semanas de duração para poder trabalhar por até 40 horas em 15 dias. Já na Nova Zelândia, estudantes internacionais podem trabalhar ate 20 horas semanais, caso façam um curso com duração mínima de 14 semanas em uma escola de categoria 1, ou optem por um curso de 24 semanas e tenham IELTS 5.0 em uma escola de categoria 2.

7. Conhecer a si mesmo

Este ponto tem uma relação estreita com o que já vimos sobre como o intercâmbio pode afetar, positivamente, a forma como você lida com seus sentimentos (entre eles, a saudade de casa). Mas não é apenas isso! A verdade é que viver em outro país, além de colocar vários desafios à sua nova vida, vai possibilitá-lo dominar melhor os seus pensamentos.

A todo tempo, o foco deve estar em você e nos planos que tem para a sua vida. Mais do que tudo, agora é preciso ter cuidado a fim de não tropeçar nos erros antigos, pois morando sozinho as suas responsabilidades só vão aumentar — desde cuidados com a saúde e alimentação até os pagamentos de contas e regularidade na escola e no trabalho.

Você vai aprender que enfrentar os problemas é sempre a melhor saída para seguir em frente e, sobretudo, vai começar a ter clareza sobre o que realmente te faz bem, seja afetiva ou financeiramente. Não deixe de aproveitar, também, os momentos a sós para refletir sobre como está vivendo e sobre quais planos quer viver no futuro.

Mas cuidado com a ansiedade! Não deixe o futuro tomar conta das suas ações no presente! Essa palavrinha, que é tão antiga quanto a humanidade, vem se tornando cada vez mais comum entre os jovens. Se você se vir ansioso, tenha em mente que é preciso desacelerar, estando no Brasil ou no exterior. Conseguindo dosar essas sensações, será possível dinamizar cada sentimento e, com certeza, se sobressair no intercâmbio.

8. Experimentar novos sistemas de ensino

Ao redor do mundo, tanto mudam os hábitos de estudo quanto a estrutura do sistema educacional. Como já dissemos, a Oceania se destaca em termos de educação. Contudo, se você quer se matricular em um curso por lá (seja de curta duração, de graduação ou de pós-graduação), é preciso entender melhor como funciona a rede pedagógica. Contamos cada detalhe desse sistema na Austrália e na Nova Zelândia.

Como estudar na Austrália

Com altíssimos investimento em educação, a Austrália oferece excelente qualidade de ensino, sendo um dos destinos mais procurados por intercambistas, tanto aqueles que estão de olho em um curso de inglês,quanto aqueles que desejam estudar em uma universidade fora do país. A terra dos cangurus possui opções diversas opções de programas de graduação e pós-graduação para quem quer obter uma qualificação profissional com reconhecimento internacional.

Se esse é seu objetivo, a a dica é focar as suas buscas de programa no nível do Tertiary Education, que se divide no Vocational Education (o ensino profissionalizante) e no Higher Education (o ensino superior). Normalmente, os cursos ocorrem semestralmente, como no Brasil. As turmas começam no mês de março e são concluídas ao fim de novembro.

General English

Para quem quer aumentar as oportunidades de trabalho e conseguir uma qualificação internacional, os programas de General English são uma ótima opção, já que reúnem cursos de inglês no exterior para todos os níveis, desde o mais básicos até o avançado. Além disso, o estudante que faz um curso a partir de 14 semanas em uma escola de idiomas já embarca com visto de estudo para a Austrália.

Bachelor Degree

Para quem está em busca de uma graduação, o Bachelor Degree é a melhor opção na terra dos cangurus, em que há duas categorias diferentes para esse nível: o Bachelor Degree (duração mínima de 3 anos em período integral) e o Bachelor with Honours (que amplia a formação acadêmica focando em pesquisas de iniciação científica). Para concorrer a uma vaga, é preciso ter no mínimo 18 anos e comprovar fluência em inglês com exame de proficiência (IELTS ou TOEFL).

Postgraduate

Na Austrália, a pós-graduação é dividida em Master, MBA e Doctoral Degree. O Master geralmente dura de 1 a 3 anos e se divide em dois tipos de programas, o Master by Coursework (a pós-graduação tradicional) e o Master by Research (que envolve pesquisa científica). O MBA tem de 1 a 2 anos e é focado na área de gerenciamento. Por fim, o Doctoral Degree (PhD) leva de 3 a 4 anos e é uma oportunidade acadêmica para que o pesquisador se especialize em uma área específica do conhecimento.

E na Nova Zelândia

A educação também é um dos maiores tesouros dos neozelandeses. Não há grande diferença entre o sistema educacional deles e o da Austrália. O órgão NZQA é uma possibilidade para manter contato e saber detalhes sobre a educação no país, mas nós explicamos algumas especificidades dos cursos de inglês, graduação e pós na terra dos kiwis.

General English

Assim como na Austrália, a Nova Zelândia oferece vários cursos para quem deseja avançar no nível do inglês. O estudante deve ficar ligado, no entanto, na hora de procurar a instituição, pois a regra da permissão de trabalho para visto estudantil tem algumas especificidades, como falamos no item 6. Há a opção de cursos de inglês full-time (com até 30 horas/semana) ou part-time (de até 15 horas/semana).

Bachelor Degree e Postgraduate

Com 8 universidades públicas renomadas, a estrutura do Bachelor Degree na Nova Zelândia também se divide em dois níveis: o Bachelor Degree e o Bachelor with Honours. No Postgraduate, há dois tipos de programas: o Master by Coursework e o Master by Thesis, com os mesmos critérios da Austrália. Para os profissionais da área do planejamento, também há cursos de MBA, com duração de 2 anos. Já para quem quer se deter ao Doctoral Degree, exige-se uma preparação para uma pesquisa (com duração máxima de 4 anos) mais específica em uma área do conhecimento.

Enfim…

Fazer o intercâmbio pode ser uma ótima solução não apenas para crescer profissionalmente, mas também para se tornar uma pessoa melhor, seja com a sua família ou com os seus amigos. No campo do trabalho, morar fora vai turbinar o seu inglês, o que significa chances maiores de um bom salário. Além disso, se você tiver feito intercâmbio, os recrutadores vão reparar essa qualidade no seu CV, o que aumenta exponencialmente as suas possibilidades de conseguir aquele emprego dos sonhos!

No entanto, os efeitos do intercâmbio não se restringem ao trabalho! Apesar de países como a Austrália e a Nova Zelândia serem um universo em termos de empregabilidade, viver nesses lugares vai te colocar em contato com o seu “eu interior”! Ser um cidadão do mundo também pode ajudá-lo a ter muitos amigos — e de várias culturas! Pois isso será possível se você arrumar as malas agora mesmo e começar a planejar seu intercâmbio!

Agora que está claro por que fazer intercâmbio é o impulso que a sua vida precisa neste momento, não deixe de compartilhar as suas dúvidas e experiências conosco. Deixe um comentário neste post e conte tudo para a gente!

Você está preparado para viver na Austrália? Descubra aqui!

Depois de muita pesquisa e consideração junto à família, você finalmente decidiu que vai mesmo fazer um intercâmbio, certo? Mas já considerou como será a experiência de morar em outro país, com uma cultura diferente da que está acostumado?

Neste texto, você descobre como é viver na Austrália, detalhes da cultura da ilha e ainda aprende como se comunicar bem em inglês com os australianos, conhecidos em todo mundo pela simpatia e sociabilidade. E não por aí: você vai se apaixonar pela qualidade de vida do país e aprender por que ter mente aberta é um passaporte para ser feliz por lá. Ao fim, ficará por dentro de tudo para tomar a melhor decisão. Vamos lá?

1. Seja organizado para não passar perrengue na viagem

A primeira dica é: seja organizado! Quando se quer fazer um intercâmbio, muitos problemas aparecem antes e ao longo da viagem. A melhor maneira de driblá-los, ou até de evitá-los, é fazendo um bom planejamento antes de arrumar as malas e pegar o avião. Mas saiba que, ainda assim, obstáculos podem aparecer no seu dia a dia e, para vencê-los, você precisa estar munido de algumas informações.

Ainda no Brasil, comece a definir o que pretende fazer no exterior: quer estudar inglês, aprimorar-se na sua área de conhecimento em uma universidade de prestígio ou trabalhar e juntar uma grana? Sim, na Austrália, é possível estudar e trabalhar ao mesmo tempo!. Se essa for sua opção, informe-se sobre o processo de aplicação do visto de estudante, com o qual você poderá se matricular em um curso com duração mínima de 14 semanas e ainda conseguir trabalhar 40 horas por quinzena. Veja as exigências e regras dessa e outras opções de visto para o país.

Escolhendo a escola de inglês

A maioria dos intercambistas que vão à Austrália têm em mente aprimorar o inglês. E como falar em aprender um idioma sem mencionar as incríveis escolas de língua inglesa na ilha? Para ajudar você a decidir em qual instituição se matricular, esteja atento à sua prioridade, pois há vários tipos de curso, desde o General English (Inglês Geral, em tradução livre) até o Doctoral Degree, para quem quer ter um diploma de doutorado.

Mas tenha certeza de que a Austrália tem algo a oferecer a você! Atualmente, são 1,2 mil instituições de ensino para estudar em um dos 22 mil cursos disponíveis. Já pensou? Mas qual opção representa melhor o que você quer para a sua vida? A partir da sua experiência acadêmica e profissional, escolha desde já o que deseja fazer na Austrália e afine ainda mais o seu planejamento:

  • cursos de língua inglesa;
  • cursos técnicos em várias áreas;
  • Bacharelado e pós-graduação em uma área do conhecimento;
  • MBA para aprender sobre negócios;
  • Mestrado ou Doutorado para virar um especialista.

Ah, agora que já conhece as suas possibilidades de estudo, que tal pesquisar mais sobre as escolas e universidades disponíveis? Em uma dessas instituições você pode achar o que mais combina com seu perfil. Mas de uma coisa tenha certeza: para viver no exterior, é preciso se libertar dos preconceitos.

2. Tenha mente aberta para viver na Austrália

Você já tem planos do que fazer na Austrália, não é? Então esta é a hora de liberar os seus preconceitos, meu caro. Explicamos: se antes você morava sozinho ou com sua família no Brasil, uma das primeiras situações com as quais pode se deparar na nação estrangeira é ter que se hospedar na casa de uma família ou até dividir um quarto com um colega.

Estar no mesmo espaço com uma pessoa “desconhecida” nem sempre é fácil, mas fará com que você cresça pessoalmente. Para isso, esteja certo de que é possível superar os desafios e tornar essa experiência em algo incrível. Da mesma forma, é preciso ter mente aberta quando for procurar um emprego na terra dos cangurus.

Muitos brasileiros conseguem ganhar uma boa grana, trabalhando como caixas de supermercado, garçons e até como pintores. Isso, além de aprimorar o seu inglês, coloca você em contato com situações reais do dia a dia e, com certeza, vai trazer um ganho durante o intercâmbio, não apenas profissionalmente (o melhor salário mínimo do mundo está na Austrália: são AU$ 18,29 por hora), mas também para a sua vida pessoal.

3. Controle-se para não gastar ou economizar demais

Você já sabe que vai ganhar bem trabalhando na Austrália, pois os empregos pagam um valor fixo por hora. Mas esteja atento para não gastar tudo de uma vez ou, por outro lado, deixar de aproveitar as atrações do país para economizar demais.

Cuidado, também, ao usar cartões pré-pagos, pois eles são uma mão na roda quando você precisa, mas podem se converter em vilões ao final do mês. A explicação é simples: o cartão depende da cotação da moeda no momento do vencimento e não no ato de compra. Encontre o meio termo entre os gastos e seja feliz!

4. Preste atenção ao sotaque quando falar inglês

Você está em um país estrangeiro e tudo de que precisa, a princípio, é ser compreendido, correto? Mas, antes disso, esteja preparado para tropeçar quando for se comunicar com australianos, pois, às vezes, principalmente em situações informais, é comum que o sotaque deles se destaque.

Os aussies são conhecidos por falarem de uma forma mais “preguiçosa”, mas isso tem a ver com a pronúncia de certos termos, que acabam perdendo o som das letras ao final das palavras, como é o caso de “fishing”, cuja pronúncia se torna “fishin”, e “what?”, que vira “wha?”. Nessas horas, é preciso que ser mais atencioso à pronúncia das palavras para conseguir ouvir e se expressar bem! Mas você vai conseguir lidar com isso em poucas semanas na ilha.

5. Entenda os costumes exóticos (ou não) dos australianos

Em todo lugar, existe algo que é comum ao povo local, mas que parece “exótico” aos olhos de um estrangeiro. Na Austrália não seria diferente, então, preste atenção aos costumes que são praticados por lá. A começar pela tradicional saída com a turma do trabalho parar beber em algum pub. Os australianos, cuja bebida preferida é a cerveja, gostam de aproveitar cada momento livre e o fazem regularmente em pequenos bares com os amigos.

Ah, e não se espante se vir uma plaquinha nos locais com a sigla BYO, ela é uma abreviação para “Bring Your Own” e significa que você pode levar sua bebida de casa para aquele pub. Mas lembre-se, é proibido consumir bebidas alcoólicas nas ruas, praias e locais públicos na Austrália. Além disso, se ficar com sede, saiba que existe uma lei que regulamenta que todos os estabelecimentos devem oferecer água (que vem da torneira e é potável) de graça para os clientes.

Gostou de saber essas novidades e está mais seguro para viver na Austrália!? Deixe o seu comentário no post contando quais são as suas expectativas para o intercâmbio.

Intercâmbio na Nova Zelândia: como se preparar financeiramente?

A decisão de fazer um intercâmbio está tomada. O destino também já foi escolhido: a Nova Zelândia. Bom, pelo menos os primeiros e mais importantes passos já estão dados. Agora é a hora de pensar em outra parte fundamental: o planejamento financeiro. Quais são os gastos no momento da preparação para a viagem? E durante a estadia no país?

Para ajudar a esclarecer essas questões sobre o intercâmbio na Nova Zelândia, continue lendo este post. Acompanhe!

Custos pré-viagem

A primeira preocupação de qualquer intercambista — depois da escolha do destino, claro — deve ser a organização dos gastos com os preparativos: passaporte, visto, exames médicos, comprovação bancária, seguro, passagens áreas, entre outros.

Passaporte

A taxa de emissão de passaporte, caso você ainda não tenha, é de aproximadamente R$ 260,00, e deve ser solicitado à Polícia Federal. O agendamento da entrevista e emissão do boleto são feitos no próprio site.

Vistos

A Nova Zelândia oferece três tipos principais de vistos para quem estiver interessado em estudar, trabalhar ou passear no país (confira informações completas no nosso artigo sobre tudo o que você precisa saber sobre o visto para Nova Zelândia). Falaremos “por cima” deles para citarmos os custos:

  • Visto de Turismo: com permanência de até 3 meses somente estudando, sem trabalhar, é possível ficar na Nova Zelândia sem visto. Contudo, o viajante precisa comprovar que tem a quantia mínima de NZ$ 1.250,00 (dólares neozelandeses) para cada mês que ficar no país, ou a quantia de NZ$ 400,00 se a hospedagem já estiver paga. No primeiro caso, isso significa cerca de R$ 2.850,00, e no segundo R$ 900,00;
  • Visto de Estudante: a taxa de aplicação on-line do visto de estudante custa NZ$ 270,00 — aproximadamente R$ 675,00. Da mesma forma como na permissão de turismo, o portador do visto de estudante também precisa comprovar renda: além de mostrar que tem os NZ$ 1.250,00 (R$ 2.850,00) para cada mês da estadia, ainda deve providenciar extratos bancários que mostram esse mesmo valor nos 6 meses anteriores à data de aplicação do visto;
  • Working Holiday Visa: a taxa de aplicação custa NZ$ 165,00 (cerca de R$ 400,00), e a conta bancária deve ter, no mínimo, NZ$ 4.200,00, mais ou menos R$ 9.500,00.

 

Despesas médicas

O visto de estudante de até 6 meses exige um formulário chamado X-Ray Certificate, acompanhado de uma radiografia e de um laudo médico. Para permanências de estudantes a partir de 6 meses e o Working Holiday Visa exigem adicionalmente um Atestado Médico Geral.

Todos esses documentos deverão ser providenciados e assinados por um médico credenciado pelo governo da Nova Zelândia, ou seja, caso seu convênio não cubra as consultas e exames com tais profissionais, esses custos entrarão no seu orçamento!

Seguro-saúde

A emissão de seguro é fundamental para sua segurança e exigida pela imigração neozelandesa. Os valores variam muito de acordo com as coberturas do plano e o tempo de permanência no local. Para estadias de até 3 meses, os custos são a partir de R$ 400,00, e para 1 ano em torno de R$ 1.500,00 a R$ 5.000,00.

As próprias instituições de ensino oferecem opções de seguros com as coberturas necessárias para sua permanência no país. Procure por uma agência especializada que ajudará em todos os trâmites para a viagem, inclusive a organização do seguro necessário.

Passagens aéreas

Essa despesa costuma ser um pouco mais alta se comparada a outros destinos (como Estados Unidos e Canadá) devido à imensa distância entre a América do Sul e a Oceania — a Nova Zelândia fica literalmente do outro lado do mundo!!

Não é possível determinar com exatidão os valores, pois passagens para Nova Zelândia são extremamente variáveis, mas vamos traçar uma média: ida e volta para Auckland, umas das principais cidades neozelandesas e, consequentemente, um dos destinos mais procurados, sai entre R$ 3.500,00 e R$ 8.000,00.

Durante sua permanência na Nova Zelândia

OK, você já tem uma noção do dinheiro que gastará antes de viajar. E quanto aos custos da permanência no destino? Quanto custam em média os cursos de inglês, as hospedagens, a alimentação, o transporte público, as compras?

Cursos de inglês

Mais uma vez, vários fatores interferem no valor final dos cursos — categoria da escola (escolha sempre uma escola categoria 1 ou 2), cidade em que ela se localizada, carga horária etc. Para traçarmos uma média, vamos considerar um curso de 4 semanas com 20 horas semanais: costuma variar entre R$ 2.500,00 e R$ 5.000,00. Quanto maior for o tempo da sua permanência, menor poderá ser o valor do curso por semana.

Acomodação

Dependendo da agência que você contratar, o preço do projeto de intercâmbio poderá incluir a acomodação em casa de família ou em residência estudantil.

Uma boa opção de acomodação para quem quer apenas viajar pelo país são os hostels. Os valores são extremamente variáveis, de acordo com o tipo de quarto e a localização, mas para dar uma ideia: usando Auckland como exemplo, você pode gastar, em média, de R$ 1.000,00 a R$ 3.000,00 por mês.

Dependendo do seu perfil de viajante, você pode preferir um quarto individual no hostel, ou então optar por acomodações coletivas com ou sem banheiro privado — que podem alojar de 4 a 20 pessoas no mesmo quarto.

Alimentação

Quando o estudante opta pela casa de família, em geral, a alimentação é providenciada pelos anfitriões. Agora, se você escolher ficar em um hostel ou em um hotel, o máximo que sua diária incluirá será o café da manhã (e nem todos incluem). Logo, será preciso cozinhar suas refeições — não se preocupe quanto à estrutura, porque hostels têm cozinha coletiva, que pode ser usada pelos hóspedes.

Fazendo sua própria comida e deixando para comer fora apenas em ocasiões especiais, você gastará mais ou menos entre NZ$ 65,00 e NZ$ 100,00 por semana (em reais, de R$ 150,00 a R$ 230,00) — mais uma vez, reforçamos que tudo depende de inúmeros fatores, como o quanto você come e o que gosta de comer, por exemplo.

Transporte

Uma excelente maneira de economizar no intercâmbio na Nova Zelândia é se locomover usando uma bicicleta ou mesmo andando a pé. Dependendo da localização da sua escola, trabalho e moradia, você não percorrerá grandes distâncias — as cidades na Nova Zelândia não são grandes como as da Austrália, por exemplo. Mas caso opte pelo transporte público, gastará em média de NZ$ 15,00 a NZ$ 50,00 por semana (R$ 35,00 a R$ 110,00).

Informações adicionais

Compras

Se você for uma pessoa econômica, ou seja, gosta de se divertir, comer fora, comprar, mas não gasta rios de dinheiro com isso, pode levar cerca de NZ$ 1.500,00 (aproximadamente R$ 3.400,00) que conseguirá usar em um período médio de três meses para compras. Mas se faz o tipo consumista, leve mais ou menos NZ$ 3.500,00 (ou R$ 7.900,00).

Uso de cartões de débito, crédito e outros

O uso de cartões no exterior sempre vem acompanhado de taxas de conversão e impostos (IOF). A fim de estar preparado para tais gastos, confira com detalhes os valores dessas taxas.

Vale lembrar mais uma vez que os valores apresentados aqui variam muito conforme o perfil do intercambista. Além disso, é muito importante planejar a viagem com antecedência e com o suporte de especialistas, amigos e familiares, para não deixar nada para trás.

Agora que você já tem uma boa noção dos gastos que envolverão seu intercâmbio na Nova Zelândia, cadastre seu e-mail na nossa newsletter e receba mais artigos tão úteis quanto este!

AC Sydney – Novo endereço!

Sydney

AC Sydney está em um novo endereço!

A AC Sydney mudou para um novo endereço na cidade, mas continua oferecendo suporte completo para os estudantes.

* Desenvolvimento de um novo plano de estudo

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* Palestra “Welcome to Australia”

* Suporte com acomodação e busca de emprego

* E muito mais.
Está na cidade?

Venha nos visitar.

AC Sydney – novo endereço

Suite 1604, level 16 / 447 Kent Street

Tel: + 61 02 9290 2444

Cel: + 61 403 418 175

sydney@australiancentre.com.br

Nova AC Melbourne!

2016 mal começou e a AC já tem novidade para você: nova unidade AC Melbourne!

A melhor e mais especializada agência de intercâmbio para a Austrália e Nova Zelândia acaba de chegar a Melbourne, oferecendo suporte completo para os estudantes na cidade.

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Aproveite para visitar nossa agência e conhecer a equipe mais preparada para ajudar você a viver uma experiência única e transformadora.

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AC Melbourne

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Tel: + 61 03 9935 5291 / +61 03 9935 5217

Cel: +61 404 244 875

melbourne@australiancentre.com.br

Por um Brasil que dê vontade de voltar.

O Brasil vive um momento de intensa manifestação popular. Cada vez mais e mais pessoas saem às ruas para mostrar a sua insatisfação com o governo, sua preocupação com o futuro do Brasil e também para lutar pelos seus direitos.

E não são aqueles que moram aqui que foram às ruas, mas também os brasileiros que vivem hoje em outras partes do mundo, eles se uniram a essas manifestações, mesmo à distância.

Em diversas cidades da Austrália, brasileiros, e muitos australianos, saíram de suas casas para se juntar nesse coro por um futuro melhor para o Brasil.

Confira os comentários de nosso consultor Felipe que participou da manifestação em Sydney.

“No dia 18 de Junho de 2013 às 16:30, contrariando a fama de ‘atrasados’, os brasileiros em Sydney já se organizavam no local marcado para a manifestação de apoio aos protestos que estão acontecendo por todo o Brasil. O evento estava marcado para as 17:00.

Pela descrição do evento na rede social, era para ser uma caminhada entre amigos, foram marcadas em torno de 12 pessoas no primeiro momento. Logo, a somatória de indignação dos acontecimentos dos dias anteriores no Brasil e a força das redes sociais, fez este mirrado número multiplicar para 2005 pessoas confirmadas na rede.

Particularmente, eu não botava fé nesta manifestação. Na primeira descrição do evento o que era combinado eram juntar as pessoas e caminhar de um ponto X até ponto Y no centro de Sydney, durante a hora do rush. Eu prontamente me recusei a ir ao evento, pois não achava justo que nossa indignação interferisse na vida do Sydneysider (pessoa que mora em Sydney), mesmo com tudo sendo combinado com a polícia anteriormente.

De qualquer maneira, após 600 pessoas confirmadas nas redes sociais, o trajeto foi cancelado e a manifestação agora deveria ficar parada em um lugar só. Com esta mudança a minha decisão de não tomar parte neste movimento também mudou, afinal, a indignação era compartilhada por quase todos os brasileiros e também por mim.

O lugar marcado era o Hyde Park, também no centro da cidade. Por conta do meu horário de trabalho, somente cheguei no lugar combinado as 17:45 mais ou menos. Conforme fomos nos aproximando do parque, o número de pessoas no grupo ia aumentando.

Pelo que minha vista conseguia contar, acredito que estávamos em pelo menos 800 pessoas naquele momento. Via pessoas indo embora e chegando a todo o momento. Ao todo, acredito que, pelo menos, as 2005 pessoas confirmadas no evento da rede social apareceram por lá, ou até mais!

Manifestação em Sydney.

Engraçado, me veio em uma frase que li cartaz no meio da multidão por aqui que dizia: ‘Eu quero ter vontade de voltar para o Brasil’. Acho que é isso que todo mundo que está aqui busca, sentir vontade de voltar para o Brasil.

Acredito que todos nós que estamos aqui dividimos o mesmo sentimento, a vontade de estar no Brasil neste momento. Para poder ir às ruas lutar por um futuro melhor, pelo futuro das pessoas que amamos e das pessoas que nem conhecemos. Queríamos nos juntar àquela massa, queríamos fazer a diferença de alguma maneira.

Felipe junto a manifestação em Sydney, por um Brasil melhor.

E acredito que conseguimos. Os jornais locais publicaram matérias sobre nós, os jornais no Brasil publicaram matérias sobre nós! Mas o mais legal aconteceu mesmo nas redes sociais. A cada foto que postávamos sobre o nosso pequeno movimento era seguida por pelo menos 100 ‘likes’ e ‘shares’. Pessoas que eu nem conhecia compartilhavam as fotos.

Hoje o que fica para nós é a discussão, a troca de ideias e a esperança de que nosso Brasil melhore para todos. Um Brasil para voltar!”

Conexão Austrália - Brasil.

Estudar na Austrália valoriza seu currículo.

Em um mercado de trabalho que está cada dia mais competitivo, cabe ao profissional encontrar formas de se destacar para conseguir valorizar o seu currículo e obter as melhores oportunidades de trabalho.

Estudar na Austrália mostra-se como uma opção bastante eficaz e segura para quem busca se destacar no mercado de trabalho brasileiro e internacional e, ao mesmo tempo, desenvolver-se profissionalmente e amadurecer como pessoa.

Os diferenciais para a vida.

Com a experiência obtida em um intercâmbio na Austrália, fica muito mais fácil que você atinja as suas metas profissionais e sociais. Afinal, ao apresentar um currículo que comprove o estudo no exterior, é natural você tenha mais vantagens ao concorrer pelas melhores vagas de emprego.

Estudar fora não valoriza apenas suas características profissionais, mas também engrandece as relações interpessoais e demonstra sua capacidade de adaptação, algo muito importante para as grandes empresas.

É uma experiência incrível poder realizar um intercâmbio sociocultural completo e aproveitar todas as oportunidades que o país oferece. Ao mesmo tempo em que se prepara para a vida.

Saiba por que estudar na Austrália é uma opção mais vantajosa.

Algumas das melhores instituições de ensino do mundo ficam neste país, que é considerado a décima terceira nação mais desenvolvida de todo o mundo, contando com 44 estabelecimentos de graduação, que, atualmente, formam 84.000 estrangeiros.

Com o estudo em uma universidade na Austrália, o aluno tem a sua formação reconhecida mundialmente, e poderá desfrutar do domínio de uma segunda língua: o inglês. Além disso, ainda tem contato direto com as melhores tecnologias de ensino, que capacitam e qualificam o profissional.

Não pense duas vezes! Chegou a hora de você investir ainda mais no seu ensino e permitir-se dar este avanço rumo às melhores vagas do mercado de trabalho.