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Destination Australia: entenda o que é e como participar do programa

Fazer um curso profissionalizante de graduação ou pós-graduação fora do país, conviver com um novo idioma, conhecer novas culturas e ainda ter o apoio financeiro do governo local para custear seus estudos. Parece bom demais para ser verdade, não é mesmo?

A Austrália, que é um país com diversos incentivos para a população e intercambistas, recentemente anunciou, por meio de seu Departamento da Educação, o Destination Australia, um programa do governo de incentivo estudantil que concede bolsas de estudo a interessados de todo o mundo.

Neste post, vamos mostrar como funciona o Destination Australia, seus benefícios e o que é necessário para conseguir a bolsa de estudos. Acompanhe!

Como funciona o programa?

Brasileiros que pretendem participar do programa precisam entrar em contato diretamente com as instituições participantes — cada universidade publica os requisitos de entrada no seu site, pois fica a critério de cada uma quais regras serão aplicadas para a seleção dos candidatos e distribuição das bolsas.

No total, dentro do Destination Australia, 35 universidades e instituições de ensino técnico profissional participam do programa atualmente. Para enviar a aplicação, é necessário estar ciente de que as universidades e instituições de ensino estão localizadas em destinos fora das cidades mais populares do país, em áreas denominadas como “regionais”.

O programa abrange desde o ensino técnico até o mestrado e contém mais de 1.000 bolsas no total. Geralmente, é necessário o envio de alguns documentos, como diplomas já obtidos e certificado de proficiência em inglês — por exemplo, IELTS, Cambridge CAE ou TOEFL.

Algumas universidades também solicitam carta de recomendação, e para os programas de mestrado ou doutorado pode ser solicitada uma proposta de pesquisa.

Conforme informações do governo australiano, atualmente, existem mais de 25.000 brasileiros residentes no país, matriculados principalmente em cursos de inglês e profissionalizantes. O Brasil é, hoje em dia, o quarto maior mercado de intercambistas na Austrália.

Quais são seus benefícios?

Para quem cumprir os requisitos de entrada e for selecionado, o programa Destination Australia oferece uma bolsa anual no valor de até AU$ 15.000,00 (por até quatro anos). O valor pode ser utilizado pelo estudante para pagar os estudos, sua estadia no país, alimentação e outras despesas que forem necessárias.

O prazo de inscrição varia de acordo com as universidades e com os cursos. Porém, as instituições de ensino costumam deixar as inscrições abertas durante o ano inteiro, e a entrada dos novos bolsistas é realizada no início de cada semestre.

Se a inscrição for realizada em uma data muito próxima do limite, o indicado é aguardar e se inscrever para o próximo período letivo, mas, se estiver projetado, o ideal é enviar a aplicação cerca de 4 meses antes do início das aulas.

Conforme informado pelo governo australiano, as bolsas serão oferecidas constantemente até o ano letivo de 2022-2023.

Quais as vantagens de morar na Austrália?

A Austrália é um dos destinos mais procurados pelos intercambistas de todo o mundo, de acordo com a qualidade educacional e as diversas possibilidades de empregabilidade para a população local e para os imigrantes. O país é um dos poucos no mundo onde o intercambista — que tiver uma estadia acima de 3 meses — pode estudar e trabalhar de forma legal.

Além de programas de incentivo educacional, como o Destination Australia, o país possui qualidade de vida ímpar e o maior salário mínimo do mundo. A educação na Austrália é uma das três atividades mais rentáveis, mantendo-se atrás somente do carvão e minério de ferro.

Em questão de saúde, a Austrália possui um sistema impecável de atendimento, no qual só os órgãos governamentais cuidam de emergências. Sua população é uma das mais hospitaleiras do mundo, e todos preservam uma convivência repleta de amizade e respeito pelo próximo. O clima possui grande semelhança com o padrão brasileiro, com aspecto tropical na maioria dos dias.

Está em segundo lugar na lista de países com o maior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), possui a melhor qualidade de vida e os cidadãos mais felizes do mundo. Melbourne e Sydney estão entre as dez cidades mais amigáveis do planeta, de acordo com uma pesquisa da revista Conde Nast Traveler, e as duas cidades também estão presentes na lista das 20 melhores para se viver, conforme consultoria Mercer.

Em questões tecnológicas, a Austrália é um país bastante avançado e com a indústria em constante progresso. Ou seja, trata-se de um grande polo de inovação e tecnologia. É um dos países mais seguros do mundo, com uma segurança urbana invejável.

A cultura australiana é composta por um mix de referências europeias e indígenas, o que colaborou para a formação de um país extremamente multicultural. A cultura local e seus costumes são celebrados em duas datas durante o ano. 26 de janeiro é o “Dia da Austrália” e 25 de abril, o “Dia Anzac”, que homenageia soldados australianos e neozelandeses que perderam a vida na Primeira Guerra Mundial.

Em larga escala, o meio de transporte público mais utilizado na Austrália é o ônibus. As cidades australianas costumam ser interligadas pelas linhas de ônibus, que conectam desde o centro até as regiões mais periféricas. É um transporte limpo, pontual e com ar-condicionado.

Nas cidades maiores, como Sydney, Melbourne e Perth, também existe o meio ferroviário, com os trens e “trams”. Apenas em Sydney, existem mais de 150 estações de trem em funcionamento. Assim como o ônibus, este transporte se destaca pela pontualidade e pelo conforto para a realização de trajetos mais longos.

Neste artigo, mostramos como o programa Destination Australia funciona, quais são os requisitos necessários para aplicação e as inúmeras vantagens de morar na Austrália. Como vimos, esse é um país rico em belezas naturais, com qualidade de vida acima da média, ótima infraestrutura, segurança, excelência em ensino e respeito com o próximo, não importa se é um nativo ou imigrante.

Se você se interessou pelo Destination Australia e deseja informações mais específicas sobre o programa, entre em contato conosco e teremos o maior prazer em sanar todas as suas dúvidas!

Como inserir dependentes no visto de estudante para a Nova Zelândia? Confira

Quer se mudar com a família, mas não sabe como funciona o visto de dependente para a Nova Zelândia? Então, este artigo foi feito para você!

A Nova Zelândia tem sido um dos destinos mais escolhidos pelos brasileiros que desejam estudar em outro país. Isso se deve não apenas à beleza ímpar do lugar, mas também ao modelo de ensino oferecido pelo governo neozelandês, que está entre os melhores do mundo.

Além disso, existem outros fatores que fazem a diferença no momento da decisão: a qualidade de vida e a fácil aceitação da cultura estrangeira. Por esses motivos, a Nova Zelândia é, sem dúvidas, um dos melhores lugares para se viver.

No entanto, quando se pretende mudar com a família, é normal que surjam dúvidas. Por isso, preparamos este artigo para explicar como inserir dependentes no visto de estudante para a Nova Zelândia. Acompanhe a leitura!

Quem pode inserir dependentes no visto da Nova Zelândia?

Pode-se dizer que a política de imigração da Nova Zelândia é bastante simples. No entanto, existem alguns detalhes que merecem atenção, como é o caso da inclusão de dependentes no visto, uma vez que esse direito varia conforme o visto escolhido. Sendo assim, para entender melhor como funciona esse processo, é importante saber quais pessoas são consideradas dependentes e partners.

De maneira geral, a Nova Zelândia considera dependentes as pessoas que fazem parte do núcleo familiar, ou seja, os filhos, sejam eles de sangue ou não. Já o partner se refere ao cônjuge. Abordaremos detalhes em um tópico mais adiante neste texto.

Dessa forma, pode inserir dependentes e/ou partners quem solicitar o visto de trabalho (seja por um sponsor, ou um post study work visa) ou estudante, desde que seja para cursar uma graduação em qualquer especialidade com duração mínima de 1 ano. 

No primeiro caso, o acompanhante pode permanecer no país durante todo o período do visto, e os filhos poderão frequentar uma escola pública no decorrer desse tempo. Já para quem vai como estudante, o cônjuge pode solicitar um visto de partner de visitante, mas não tem permissão para trabalhar de forma legal. Além disso, ele tem o direito de estudar por um período de 12 semanas.

Caso o curso escolhido seja um programa de graduação Level 7 (Bacharel), 8 (Pós-graduação, qualificação que consta na lista de demanda Long Term Skill Shortage List), 9 (Master) ou 10 (Doutorado), o cônjuge pode solicitar um visto de patner de trabalho e tem o direito de estudar por um período de 12 semanas. Nesse caso, os filhos também poderão frequentar uma escola pública.

No entanto, se você não tem um cônjuge, mas tem filhos e deseja levá-los com você como dependentes do seu visto, saiba que é possível, mas eles só poderão frequentar uma escola quando o seu visto de trabalho for validado no país.

Quantos dependentes podem ser inseridos?

Por se tratar de filhos ou cônjuge, o governo neozelandês não determina um limite para a quantidade de dependentes. No entanto, é importante que todos atendam aos critérios estabelecidos pelo visto escolhido, para que não haja complicações durante o processo.

Em caso de vistos para estudantes de curso de inglês, não se pode incluir outra pessoa como dependente. Sendo assim, é necessário que o acompanhante ou cada membro da família recorra ao visto de visitante, uma opção menos burocrática com validade de 90 dias.

Quais são os principais critérios a respeito do assunto?

Para que sejam incluídos dependentes no seu visto, é fundamental atentar aos critérios estabelecidos. Dessa forma, para que o cônjuge receba o visto de partner, é necessário que seja provado que o relacionamento do casal é estável e genuíno. Para isso, deve-se apresentar o máximo de evidências possíveis para atestar que ambos vivem juntos.

Podemos citar como exemplo de evidências:

  • certidão de casamento ou união civil;
  • contas conjuntas de serviços públicos, como de energia ou água;
  • certidão de cada filho do casal;
  • fotos dos dois juntos;
  • relatórios de parentes e amigos alegando que reconhecem o relacionamento;
  • contrato de aluguel;
  • contas bancárias conjuntas.

Quanto à inclusão dos filhos como dependentes, existem alguns critérios que precisam ser observados. Para vistos temporários, é importante que o filho tenha menos de 19 anos, esteja solteiro e sem filhos e tenha dependência financeira.

Para o visto de residente, a idade limite é de 24 anos, e as exigências são as mesmas citadas para a concessão do visto temporário. Ainda, é importante ressaltar que, mesmo que o seu filho não atenda aos critérios para se tornar um dependente, é possível que ele acompanhe você, bastando, para isso, solicitar um visto por direito próprio. 

Quais são os benefícios concedidos aos dependentes?

Como já citamos, os benefícios oferecidos aos dependentes são a possibilidade de poder permanecer no país durante todo o período de estadia de seu responsável. Em alguns casos, o cônjuge tem a autorização para trabalhar de forma legal e, ainda, pode estudar por um período de até 12 semanas. Quanto aos filhos, eles passam a ter o direito de frequentar uma escola pública normalmente.

É possível colocar dependentes no visto de estudo e trabalho?

Sim, mas desde que tudo esteja de acordo com as exigências já mencionadas. O cônjuge e/ou filhos só poderão ir como dependentes se o requerente principal receber um visto de trabalho ou de estudante para cursar alguma especialização de nível superior com duração mínima de 1 ano, como graduação e pós-graduação.

Apesar de parecer um processo simples, solicitar o visto de dependente para a Nova Zelândia pode gerar algumas complicações quando não for feito da maneira correta. Por esse motivo, é de suma importância que você conte com a ajuda de uma agência de intercâmbio para auxiliar na aplicação para o visto e, assim, indicar a você o passo a passo certo para incluir dependentes no processo.

Se você achou que este artigo ajudou a sanar as suas principais dúvidas e tem interesse em saber mais sobre o assunto, o que acha de entrar em contato conosco agora mesmo? Assim, poderemos ajudá-lo com mais precisão e atenção!

No que se baseia a rica economia da Nova Zelândia?

A economia da Nova Zelândia não costuma aparecer em rankings absolutos e importantes, sendo que isso acontece principalmente pelo tamanho do país. No entanto, isso não foi um impedimento para que a qualidade de vida digna de primeiro mundo não fosse alcançada.

Os neozelandeses vivem em um território com um dos menores índices de corrupção, além de terem bastante preocupação com a educação. Não é à toa que a Nova Zelândia direciona importantes investimentos para todos os níveis educacionais.

De onde vem essa economia estável e próspera com PIB de, em média, US$ 93 bilhões por ano e renda per capita de US$ 25.000,00? Neste post, mostraremos a você como funciona a economia no país, a origem das riquezas e estabilidade financeira que origina tamanha qualidade de vida. Acompanhe!

Turismo

A Nova Zelândia conta com diversas atividades e pontos turísticos que são somados à cultura hospitaleira do país e estruturação organizada que comporta muito bem todos os turistas.

Nesse sentido, o destaque fica por conta do turismo educacional que oferece cursos de idiomas, profissionalizantes, de graduação, pós-graduação, mestrados e até mesmo abordagens específicas para pesquisas. A partir disso, os estudantes têm chances de conseguir trabalho no país e, posteriormente, residência.

Principalmente por esses fatores que o serviço de turismo neozelandês vem crescendo ano a ano, inclusive entre os brasileiros que representam, em média, 20 mil dos visitantes anuais. Com isso, o país vem investindo na estruturação da cidade, nas políticas que incentivam o turismo e também na conservação dos principais pontos turísticos.

Exportações

Parte importante da economia da Nova Zelândia é representada pelas exportações. O país é conhecido pela larga produção de carne e lã. Essa atividade é originada dos abates bovinos que é direcionada, principalmente, para os Estados Unidos, China, Ásia e Canadá. 

A lã e derivados do leite também representam uma importante fatia econômica, mas o cenário está se expandindo. Nos últimos anos, os neozelandeses estão se destacando pelas exportações de outros. São eles:

  • madeira: matéria-prima utilizada para a produção de celulose e construção de casas;
  • frutos-do-mar: produzidos por fazendas marítimas onde predomina o mexilhão;
  • vinhos: cultivo de uvas de castas nobres que originam vinhos de alta qualidade que são degustados em todo o mundo;
  • kiwi: fruta nativa da região e que é exportada para diversos países.

A grande criação de ovinos e de leite foi possível em razão do clima temperado e investimentos por parte do governo na melhoria das terras e políticas de gerenciamento agrícola. A partir disso, vieram as outras atividades, como a silvicultura, horticultura, pesca, manufatura e criação de veados. Essa expansão tornou a economia da Nova Zelândia ainda mais equilibrada e estável.

Além desses produtos, o país é destaque em alguns setores de recursos, como o ouro, carvão, areia, ferro, petróleo bruto e gás natural, que são utilizados tanto para uso doméstico quanto para as exportações.

Para minimizar os impactos dessas produções, a Nova Zelândia se dedica a pesquisas que objetivam descobrir formas de diminuir a emissão de carbono, incentivar o cultivo de alimentos e produtos agrícolas orgânicos e meios limpos e renováveis de produzir energia.

Inclusive, são oferecidas bolsas de estudos para os brasileiros interessados em contribuir com as pesquisas sobre sustentabilidade, principalmente nas áreas de agricultura e energias renováveis.

Os programas têm duração média de um a dois anos e são ofertados pela New Zeland Development Scholarships. Para isso, é necessário ficar de olho quando abrem as inscrições e ter teste de proficiência em inglês e comprovação de, pelo menos, um ano de experiência na área desejada.

Importações

A Austrália, que é o vizinho mais próximo, é responsável por movimentar milhões de dólares todos os anos, já que representa cerca de 18% das importações da economia da Nova Zelândia, enquanto as exportações neozelandesas para os australianos é de, em média, 23%.

No entanto, essa atividade não se limita ao país dos cangurus. O comércio exterior da Nova Zelândia também tem vínculos econômicos importantes com Singapura, Indonésia e Malásia, com a importante fatia de 16% de suas importações.

Relações com a Austrália

Em 1983 foi criado o Anzcerta, que é um acordo comercial internacional entre Austrália e Nova Zelândia. O principal objetivo era facilitar o livre comércio entre esses dois países, incluindo o setor de serviços.

O Anzcerta já foi responsável por elevar as relações comerciais australianas-neozelandesas em mais de 400% no período de 1983 a 1999. Cenário esse que significou o aumento no volume de transações financeiras e da economia da Nova Zelândia e da Austrália.

Esse resultado promissor foi possibilitado pela eliminação de impostos e cotas de mercadorias, fazendo com que fosse feita uma integração das duas economias.

Além das importantes relações econômicas com o país vizinho, a Nova Zelândia tem relacionamento e livre acordo de comércio com a China. Acordo esse que é conhecido como Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN).

Serviços e governo

Os serviços públicos do país são grandes empregadores, principalmente em Wellington onde estão as sedes dos departamentos governamentais. Tanta prosperidade, organização, riqueza e estruturação se dá pelas políticas executadas pelo governo neozelandês.

Além do baixo índice de corrupção, o governo tem característica incentivadora e organizadora, sendo por isso que direciona importantes investimentos para o turismo, educação e agricultura.

As políticas governamentais também oferecem todo o suporte aos produtores e empreendedores, para que os produtos cheguem aos mercados externos e consigam atender à demanda.

No entanto, quando as empresas da Nova Zelândia não conseguem suprir esse volume, como acontece com a indústria automobilística, o governo atua com importações com taxa zero. Isso faz com que laços sejam fortalecidos com outras econômicas e ainda podem direcionar os seus recursos nas atividades que melhor produzem e que representam melhor retorno financeiro.

A economia da nova Zelândia se destaca por seu planejamento e estabilidade, sendo por esse e outros fatores que o país é visto como um dos melhores locais para se viver. Esse modelo econômico é tão promissor e funcional que vem sendo estudado por diversas outras nações, inclusive pelo Brasil na tentativa de exponenciar o seu crescimento.

Viu como o planejamento e a ausência de corrupção alavancam um país? Agora, compartilhe este post nas suas redes sociais e apresente esse modelo econômico para os seus amigos e seguidores!

Tudo o que você precisa saber para tirar o visto 485 da Austrália!

Sabia que, por meio do visto 485 da Austrália, você consegue estudar, trabalhar e viver no país temporariamente? Se a resposta for não, então não deixe de ler este artigo!

O visto 485 (ou Temporary Graduate Visa – 485) é para estudantes internacionais que se formaram recentemente em uma instituição australiana ou que frequentaram um curso CRICOS. Sendo assim, esse visto oferece como vantagem a possibilidade do aluno permanecer no país para trabalhar de forma legal e continuar seus estudos por um período de 2 a 4 anos.

De maneira geral, candidatar-se a esse visto não é complicado, mas para evitar qualquer tipo de problema, você deve estar ciente dos detalhes e dos requisitos específicos. Isso porque você só pode solicitá-lo uma vez na vida e tem pouco tempo para se decidir.

Por isso, é importante que seja levado a sério, pois se trata de uma decisão que vai determinar sua permanência no país, além de facilitar sua candidatura em outros vistos no futuro. Em razão disso, preparamos este artigo a fim de apresentar para você as principais informações sobre o visto 485. Confira!

Visto 485 e as suas classificações

Como mencionamos, o visto 485 é para estudantes internacionais que se formaram em uma instituição australiana ou que tenham concluído um curso registrado no CRICOS. Sendo assim, existem duas classificações para esse visto.

Graduate Work (ou trabalho de pós-graduação)

O Graduate Work é indicado para alunos que se formaram recentemente em um curso superior ou vocacional de no minimo 2 anos. Além disso, é necessário que a especialização esteja relacionada a uma ocupação em que há uma escassez de habilidades na Austrália.

Sendo assim, o visto permite que os estudantes internacionais residem temporariamente no país enquanto trabalham e estudam. Nesse caso, são determinados os seguintes benefícios:

  • você pode trabalhar e permanecer na Austrália por até 18 meses;
  • você tem permissão para levar sua família (cônjuge e filhos) para a Austrália com você.

Lembrando que o tempo de processamento do visto é de, aproximadamente, 4 meses.

Post-Study Work (ou trabalho pós-estudo)

Já o Post-Study Work é específico para os estudantes que se formaram recentemente em uma instituição australiana. Dessa forma, o visto permite que o aluno trabalhe e more na Austrália por um período de 2 a 4 anos, com base na sua qualificação. Além disso, é preciso que ele tenha um diploma recente de um curso superior ou vocacional de no minimo 2 anos registrado no CRICOS.

Por meio desse visto, o estudante também consegue garantir que a família o acompanhe para a Austrália. Lembrando que o tempo de processamento é de, aproximadamente, 4 meses.

Vantagens de obter o visto de graduação temporário

As vantagens de obter o visto de graduação temporário são bastantes claras. Além de contribuir com o seu crescimento pessoal e profissional, por meio das oportunidades que surgirão após a conclusão dos estudos, você consegue passar mais tempo no país.

Assim, você consegue se aprimorar ainda mais nos estudos (caso queira continuar estudando), trabalhar, trazer a família e viajar livremente pela Austrália. Lembrando que dispor desse visto já é o primeiro passo para você solicitar um visto de permanência no país.

Requisitos para conseguir o visto 485

Além de ter uma formação recente em um curso registrado no CRICOS, para obter o visto 485, é preciso ter menos de 50 anos, possuir um visto elegível e atender ao requisito de proficiência em inglês.

Além disso, o requerente principal tem até 6 meses após o término do seu visto de estudante para solicitar um visto 485. Por isso, é de suma importância saber quando o visto de estudante vai expirar.

Vale ressaltar que, no momento de solicitar o visto 485, é preciso que o requerente principal esteja na Austrália. Os participantes subsequentes podem estar dentro ou fora do país quando se candidatarem.

Documentos necessários para obter o visto 485

Os documentos necessários para obter o visto 485 são basicamente os mesmos para as duas classificações, com ressalva para o Graduate Work. Neste, é preciso incluir um registro com as avaliações de competências. No mais, os documentos exigidos são:

  • resultados de testes de inglês;
  • certificado de credenciamento da polícia australiana;
  • seguro saúde;
  • certificado de qualificação e comprovante de estudo;
  • atestado médico.

Com exceção do certificado de qualificação e comprovante de estudo e do atestado médico, os demais documentos, incluindo a avaliação de competência, precisam ser fornecidos no momento da aplicação. Do contrário, você pode ter seu visto recusado.

Caso o tempo seja curto, e você precise se candidatar de forma rápida, é possível, por meio da apresentação de um documento que comprove a sua inscrição, obter o certificado de credenciamento da polícia australiana e a avaliação de habilidades.

Cuidados na apresentação dos documentos

Os documentos relacionados à qualificação não precisam ser fornecidos no momento da inscrição, mas é necessário enfatizar que você deve se inscrever para o visto 485 somente após a data oficial de conclusão (data final no ‘COE’), conforme determinado pelo instituto educacional.

Se você solicitar seu visto 485 e depois fornecer uma carta de preenchimento do instituto de educação no qual consta que a data de conclusão do curso ocorreu após a apresentação da inscrição, seu requerimento pode ser recusado.

Vale ressaltar que, no momento da solicitação do visto, é preciso que você tenha um seguro de saúde que possa ser usado no período de permanência na Austrália. Caso esteja coberto pela Cobertura de Saúde do Estudante Estrangeiro (OSHC) no momento da inscrição e possuir um visto de estudo, ainda poderá usar essa cobertura para a sua candidatura.

No entanto, se você não estiver mais com um visto de estudante, o OSHC não é aceitável. Nesse caso, no momento da solicitação, será necessário apresentar documentos que comprovem ter um seguro de saúde adequado e que será mantido durante a sua estadia na Austrália.

Importância de contar com o auxílio de uma agência de intercâmbio

Sem dúvidas, passar um tempo em outro país é uma oportunidade única para se desenvolver profissional e pessoalmente. No entanto, para que esse momento seja o mais agradável possível, é essencial contar com uma agência de intercâmbio para auxiliar você em todas as etapas necessárias.

Além de reduzir as chances de ocorrerem falhas, quando se tem a ajuda de profissionais capacitados, as vantagens são diversas. Uma agência oferece:

  • mais economia;
  • otimização do tempo;
  • orientação certa;
  • mais segurança;
  • atendimento personalizado.

Portanto, os benefícios de recorrer a uma agência de intercâmbio serão percebidos desde a economia até a experiência obtida durante a viagem, que será muito melhor aproveitada quando se tem profissionais cuidando de toda a parte burocrática. Apesar de parecer algo simples, ao solicitar o visto 485 para a Austrália, algumas complicações podem surgir, que reforçam ainda mais a importância de contar com a ajuda certa nesse momento.

Gostou do artigo e quer saber mais sobre o visto 485? Então, entre em contato conosco agora mesmo!

Destination Australia – Bolsas de estudo na Austrália

Este novo programa de bolsas  para Austrália chama-se: “Destination Australia”, a iniciativa foi idealizada pelo Departamento de Educação Australiano e tem como objetivo promover oportunidades de estudos nas áreas denominadas como “Regionais” ou seja, fora dos grandes centros.

35 instituições de ensino participam do programa. São 1000 bolsas no valor de até 15 mil dólares australianos por ano.  Esse valor tem como objetivo ajudar os bolsistas a pagar programas de qualidade para graduação ou pós graduação nas mais diversas áreas.

Bolsas de estudo no Exterior
A Austrália oferece bolsas de estudo em cidades menores

 

As inscrições estão abertas para quem quer começar o curso em 2020.

O primeiro passo para solicitar a bolsa é cumprir com os requisitos de entrada no curso escolhido, incluindo teste de proficiência de inglês ( Exemplo: IELTS, Cambridge CAE ou TOEFL) ser aceito em instituição listada no programa. Normalmente os processos de matrícula em universidades australianas ficam abertos durante o ano inteiro. Depois de aceito para o curso escolhido, tendo uma carta incondicional de aceitação, você pode solicitar a bolsa e vale lembrar que cada instituição terá requisitos específicos para escolher os bolsistas.

A AC Australian Centre sugere que você envie sua matrícula pelo menos 4 meses antes do início das aulas. Nossa equipe pode auxiliá-los com esse trâmite e depois caso receba uma confirmação de aceite, iremos orientá-los também sobre como seguir com a solicitação da bolsa.

Mais uma particularidade do programa é que o prazo da bolsa varia para cada instituição.

Caso tenha se interessado em fazer um intercâmbio para Austrália através deste ou outros programas de graduação ou pós preencha o formulário abaixo e nossa equipe entrará em contato.

Formulário para interessados por bolsas de estudos em pequenas cidades australianas.

A AC Australian Centre já ganhou vários prêmios como a melhor agência de intercâmbio para Oceania e nossa equipe terá uma enorme satisfaçao de participar do seu projeto de intercâmbio para Austrália ou Nova Zelândia

Saiba mais sobre Intercâmbio na Austrália.

Dublin ou Melbourne: qual é a melhor opção para seu intercâmbio?

Qual é o melhor local para um intercâmbio: Dublin ou Melbourne? Escolher o local ideal para um intercâmbio não é uma tarefa fácil. Essa decisão é muito importante, já que vai determinar o ambiente em que você viverá por muitos meses e que será, durante esse período, o seu novo lar.

Por conta disso, é importante que a escolha seja feita de forma consciente e considerando muitos pontos. Embora Dublin e Melbourne sejam ótimas cidades, cada uma delas tem características muito variadas e que precisam ser levadas em consideração.

Pensando nisso, preparamos um artigo que tem como objetivo a elaboração de um paralelo entre as cidades. Assim, poderá escolher a opção que mais combina com você e fazer uma decisão acertada para o tão desejado intercâmbio! Vamos lá? Boa leitura!

Quais são as principais características de Melbourne?

Primeiramente, conversaremos sobre a cidade de Melbourne, uma das mais famosas e importantes de toda a Austrália. Confira, a seguir, suas características mais marcantes.

Estilo de vida

Para começar, vamos abordar o estilo de vida em Melbourne. Por ser uma cidade costeira localizada na Austrália, é possível afirmar que o dia a dia aqui é bastante agitado. A vida noturna também é muito importante para os nativos, que adoram se divertir. Por conta disso, não vão faltar opções de lazer para todos os tipos de pessoas!

Clima da região

O clima em Melbourne é classificado como temperado oceânico. Isso quer dizer que as chuvas são bem distribuídas o ano inteiro, mas, de modo geral, as temperaturas são bastante amenas. A temperatura média beira os 25ºC no verão e os 15ºC no inverno. Por conta disso, essa é uma cidade incrível para brasileiros, já que o clima é bastante semelhante ao nosso.

Segurança

Melbourne é tida como uma das melhores cidades do mundo para se viver e, por isso, a segurança pública é um assunto levado a sério na região. Há pouca incidência de problemas com essa questão e a cidade é considerada muito segura para pessoas de todas as nacionalidades. Esse município é, portanto, extremamente vantajoso em qualidade de vida para nativos e estrangeiros.

Custo de vida            

Uma das principais preocupações dos intercambistas é em relação ao custo de vida do local desejado. Em Melbourne, infelizmente, algumas coisas (como as moradias) são um pouco mais caras do que em outras regiões da Austrália. No entanto, isso é completamente compensado pelo fato de que os serviços prestados pela cidade são de altíssima qualidade.

Oportunidades de trabalho

A Austrália é um país onde as oportunidades de trabalho não param de crescer. A busca por mão de obra qualificada é sempre presente nesse local e, mesmo para estudantes, as vagas são muito variadas. Isso torna a cidade muito atrativa para os brasileiros, que estão cada vez mais qualificados. Além disso, não há uma saturação do número de vagas disponíveis, como ocorre em muitas outras cidades ao redor do globo.

Atrações turísticas

O principal ponto forte de Melbourne está em suas praias e belezas naturais. No entanto, há muito para se fazer além de visitar a costa da cidade. Esse é um ambiente bastante cultural e com atrações para absolutamente todos os gostos, incluindo uma agitada vida noturna e muitas opções divertidas para pessoas de todas as idades. A cultura também não pode ser deixada de lado, já que esse fator é muito valorizado na Austrália inteira.

Opções de curso

Por ser uma cidade altamente globalizada, Melbourne oferece cursos de vários tipos para turistas e nativos. Para mais informações, é sempre recomendado buscar a opinião da agência responsável pela sua viagem, que poderá fornecer informações fidedignas sobre as melhores escolas. As escolas aqui presentes são de altíssima qualidade e as universidades sempre têm ótimas colocações entre as melhores instituições do planeta.

Quais são as principais características de Dublin?

Chegou a hora de viajarmos muitos quilômetros para o norte e discutirmos as características da capital da Ilha Esmeralda. Tudo pronto? Então, vamos lá! A seguir, descubra alguns dos pontos mais importantes sobre essa cidade em uma lista prática e objetiva:

  • em Dublin, há diversão para todos os tipos de pessoas, ainda que os pubs sejam uma das atrações mais famosas do local;
  • há praias belíssimas na Irlanda, mas normalmente o clima frio do ambiente não permite que elas sejam aproveitadas em sua integridade, como ocorre na Austrália;
  • Dublin não deixa a desejar em questão de segurança, mas a região próxima aos pubs demanda um cuidado maior;
  • o custo de vida na região pode ser bastante alto, especialmente próximo ao grande centro da cidade;
  • nem sempre, infelizmente, é fácil encontrar trabalho na cidade. Isso ocorre devido ao alto número de estrangeiros vivendo em Dublin, o que sobrecarregou as vagas disponíveis;
  • a cultura é uma das principais atrações turísticas da região, que conta com inúmeros edifícios históricos.

Afinal, qual escolher? Dublin ou Melbourne?

Chegamos ao fim de nossa conversa! Agora, é com você: qual cidade acha que tem mais a ver com seus gostos, preferências e, claro, com a sua personalidade? Todos esses pontos devem ser levados em consideração na hora de decidir pelo local ideal para o intercâmbio.

De modo geral, os brasileiros costumam optar por Melbourne por uma questão de semelhanças com o Brasil. Por estar localizada no hemisfério sul, essa cidade apresenta um clima bastante parecido com o de algumas cidades brasileiras e, portanto, o impacto da viagem se torna um pouco menor.

Além disso, os habitantes desse local são extremamente receptivos e muito calorosos, o que faz com que o clima geral também seja bastante parecido com o do Brasil. Optar por Melbourne é, também, uma ótima pedida por conta da proximidade com lugares exóticos e inesquecíveis, que vão fazer da viagem uma experiência ainda mais interessante.

Em caso de dúvidas, a recomendação é sempre buscar a opinião de agências de intercâmbio. Essas empresas contam com profissionais que podem ajudá-lo a tomar uma decisão baseada em suas preferências pessoais, decidindo por aquilo que realmente será benéfico para você.

Agora que você já conferiu as principais características das cidades tema de nosso artigo, escolher entre Dublin ou Melbourne se tornou uma tarefa muito mais simples, certo? No entanto, não deixe de sempre contar com ajuda especializada na escolha da cidade correta e na organização de seu intercâmbio. Os profissionais das agências são qualificados para ajudá-lo em todos os passos!

Além de Melbourne e Dublin, outras cidades de língua inglesa são uma ótima opção para um intercâmbio. Confira a nossa lista de 7 cidades para estudar inglês no exterior e descubra outras incríveis alternativas!