Fazer turismo na Nova Zelândia é explorar um país repleto de paisagens impressionantes, cidades vibrantes, atrações radicais e cenários que ficaram famosos no cinema.
Durante um intercâmbio, é possível conhecer desde pontos turísticos icônicos, como a Sky Tower e Hobbiton, até destinos marcados pela cultura Maori, praias paradisíacas e experiências únicas na Oceania.
Duvida? Pois separamos 15 desses lugares que são parada obrigatória para quem vai visitar e principalmente morar nesse país repleto de atrações. Acompanhe!
Resumo Rápido: Turismo na Nova Zelândia
- Principais atrações: Sky Tower, Hobbiton, Cathedral Cove Beach, Wai-O-Tapu e Praia de Piha.
- Melhores cidades para conhecer: Auckland, Wellington, Queenstown, Rotorua e Matamata.
- Experiências imperdíveis: esportes radicais, cultura Maori, praias paradisíacas e cenários de filmes famosos.
- Destino ideal para intercambistas: o país combina qualidade de vida, turismo e imersão cultural.
- Viagens pela Oceania: aproveite a proximidade com Austrália, Fiji, Samoa, Palau e Papua-Nova Guiné.
- Diferencial: a Nova Zelândia oferece atrações para todos os estilos de viajantes, da aventura ao ecoturismo.
Atrações turísticas na Nova Zelândia
A Nova Zelândia reúne atrações que vão muito além das paisagens naturais. Entre cidades modernas, experiências radicais e pontos turísticos icônicos, o país oferece opções para todos os estilos de viajantes.
1. Sky Tower

Para começar, um dos principais pontos turísticos de Auckland desde o final da década de 90: a Sky Tower. Com nada mais, nada menos do que 328 metros de altura, ela está entre as 30 torres mais altas do mundo, além de ser considerada a maior se utilizarmos apenas o hemisfério sul do planeta como referência.
No entanto, ela não se resume a apenas ao tradicional observatório no topo do monumento. Isso porque no interior dela é possível desfrutar de um restaurante e de um café com vista 360º para toda a cidade.
Além disso, caso seja fã de sentir aquele friozinho na barriga, há a possibilidade de participar dos famosos Sky Walk e Sky Jump.
No primeiro, você pode andar por uma passarela do lado externo da Sky Tower que tem 192 metros de altura e pouco mais de um metro de dimensão.
Já no segundo, destinado para quem realmente ama adrenalina, é possível saltar da mesma plataforma a mais de 80 quilômetros por hora. Que tal a ideia?
Ah, durante a noite, a torre recebe uma iluminação especial com cores e ilustrações que a fazem ser notada por, praticamente, qualquer lugar da cidade.
Como chegar na Sky Tower?
Por estar localizada no centro de Auckland, é possível ir a pé, de bicicleta ou por transporte público. Inclusive, há paradas de ônibus em todas as ruas próximas (Victoria Street, Hobson Street, Welleslet Street e Federal Street).
Quando visitar?
Qualquer período do ano. Porém, fique atento nas mudanças climáticas, pois dias com neblinas podem limitar a vista do alto da torre.
O que levar?
Caso deseje pular, é fundamental levar suportes para câmeras GoPro, como faixas para cabeça ou peito. Do contrário, não será possível usar a sua máquina por motivos de segurança.
2. Hobbiton

Lembra de quando falamos na introdução de que não faltam lugares na Nova Zelândia que já foram cenários de filmes? Pois bem, o segundo da nossa lista é um exemplo clássico.
Trata-se de Hobbiton, uma vila com mais de 40 casas em escala reduzida que foi construída em Matama para ser locação da trilogia de O Senhor do Anéis (entre 1998 e 2003) e, posteriormente, O Hobbit (entre 2011 e 2014).
E não é somente os fãs dos filmes que se encantam com o lugar. Isso porque todo o set, desde as edificações pitorescas até os objetos que compõem o exterior e o interior delas, foi construído com materiais que remetem ao visual da Idade Média. Ou seja, visitar a área é como fazer uma viagem no tempo!
Como chegar em Hobbiton?
Saindo de Auckland, você pode alugar um carro e seguir em direção ao vilarejo pela State Highway 1.
Quando visitar?
Por ser uma área cercada por montanhas e colinas, vale a pena visitá-la tanto na primavera quanto no outono. Assim, é possível conferir como a paisagem em volta das pequenas residências muda de acordo com as estações e transforma Hobbiton.
O que levar?
Se você é fã das histórias de J.R.R. Tolkien, não deixe de colocar na mochila a sua fantasia de Gandalf para tirar fotos memoráveis para atualizar o seu Instagram.
3. Cathedral Cove Beach

De O Senhor dos Anéis direto para o mundo de As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian (2008). Essa é, sem dúvidas, umas das melhores definições de Cathedral Cove Beach.
A razão disso é que essa exótica praia dividida praticamente ao meio por uma caverna foi usada como locação para uma das importantes cenas do filme (não se preocupe, não vamos dar spoiler!).
E a escolha não poderia ter sido melhor. Localizada em Hahei, na península de Coromandel, o lugar é uma reserva marítima que tem, fora os diversos penhascos e bosques, uma série de monumentos naturais gerados graças à erosão marinha, como é o caso da Cathedral Cove (que dá nome ao lugar) e o The Hoho (uma rocha com formato de barco que fica de frente para o primeiro).
E tem mais: tanto ela quanto as áreas próximas, como Hot Water Beach, são indicadas para quem deseja fazer mergulho com snorkel, pois é possível ver arraias, baleias, esponjas, peixes, corais, siris, entre diversos outros animais.
Como chegar?
Saindo de Auckland, você pode alugar um carro ou pegar um ônibus intermunicipal para as cidades de Hahei ou Whitianga, onde poderá se hospedar. De ambas saem, com frequência, ônibus turísticos e barcos que fazem o passeio pela região.
Quando visitar?
Por ser uma zona praiana, o ideal é no verão, quando as águas do mar estão — embora ainda frias — mais agradáveis para o mergulho.
O que levar?
Roupa de banho, repelente, protetor solar e câmera com equipamento adequado para mergulho — assim você pode registrar cada segundo!
4. Wai-o-Tapu

Outro canto imperdível para fazer turismo na Nova Zelândia é o Wai-O-Tapu, o maior e mais importante parque geotermal do país. Localizado em Rotorua, North Island, o local — que surgiu a partir da zona vulcânica de Taupo — conta com mais de 18 mil quilômetros e é cercado por vulcões (boa parte deles inativos, vale ressaltar).
Porém, se engana quem acha que o único atrativo na área são as piscinas de lama e de águas termais que atraem anualmente milhares de pessoas em busca de aproveitar os benefícios medicinais delas.
Afinal de contas, quem curte um maior contato com a natureza vai adorar os gêiseres, as montanhas e as crateras que são de encher os olhos e se mesclam a uma densa floresta que pode ser percorrida por meio de três trilhas e que, de quebra, ainda guarda muitos elementos da história do povo maori — os nativos da região.
Como chegar?
O indicado é sair de Rotorua. De lá, partem com frequência ônibus turísticos e transfers que fazem tour por Wai-O-Tapu. O trajeto não dura mais do que 30 minutos.
Quando visitar?
Não há restrição. Contudo, quem é hipersensível ao calor deve evitar ir durante o verão e dar preferência às demais estações do ano para não sofrer com o suor excessivo e as temperaturas elevadas.
O que levar?
Peças para banho, roupa leve que permita transpiração (como camisetas de algodão) e calçado confortável (de preferência tênis). Também é válido ter uma sombrinha caso faça muito sol ou chova, assim você não é pego desprevenido.
Praia de Piha

Ainda na enorme cidade de Auckland, a praia de Piha também enche os olhos dos turistas. Com areias brancas e as famosas águas do mar da Tasmânia, o local atrai inúmeros visitantes e principalmente surfistas. Um lugar perfeito para quem quer relaxar e conhecer uma das praias mais famosas do mundo.
Cidades e regiões para conhecer dutante um intercâmbio na Nova Zelândia
Durante um intercâmbio na Nova Zelândia, aproveitar para explorar diferentes cidades e regiões do país pode tornar a experiência ainda mais enriquecedora.
De destinos repletos de aventura até lugares marcados pela cultura Maori, gastronomia e cenários cinematográficos, há opções para todos os perfis de viajantes.
Marlborough

Esse é o local ideal para fazer um passeio gastronômico pela Nova Zelândia. Marlborough é responsável por 75% da produção de vinho do país, além de contar com deliciosos tipos de frutas e legumes, que são totalmente orgânicos e podem ser consumidos nos restaurantes logo após serem colhidos. A cidade também é recomendada para quem gosta de passeios ecológicos.
Queenstown

Queenstown é considerada a capital da aventura da Nova Zelândia. Por isso, o destino com certeza deve estar no roteiro de quem gosta de esportes radicais.
Alguns dos esportes mais praticados por lá são snowboarding, mountain biking e jumping. Além disso, a localidade também é ideal para quem gosta de explorar a gastronomia de onde passa.
Wellington

Wellington é a capital do país e uma das cidades mais animadas de Nova Zelândia. É cheia de alternativas turísticas para os visitantes explorarem, como gastronomia, artes e cultura, além de contar com uma das mais badaladas vidas noturnas da região. Foi nas redondezas de Wellington que, aliás, que foram gravadas as cenas dos filmes da trilogia “O Senhor dos Anéis”.
Matamata

Ainda no universo da saga criada por J. R. R. Tolkien, Matamata traz a exuberância de montes e zonas de floresta que aparecem nos filmes de “Hobbit”. Tanta beleza é indicada para fãs e entusiastas de paisagens de tirar o fôlego.
Rotorua

Esse ambiente é formado pela cultura Maori. Por isso, a maioria das atrações turísticas para se conhecer são indígenas. É em Rotorua onde ficam mais evidentes as heranças históricas que formaram o país.
O local também oferece pontos perfeitos para os fãs de adrenalina e esportes radicais como o rafting em Waitomo Caves.
Nações da Oceania para conhecer durante um intercâmbio na Nova Zelândia
Não é à toa que diversos intercambistas se animam e começam a pesquisar com antecedência por possíveis destinos para não desperdiçar essa oportunidade. Para ajudá-lo, listamos cinco opções de lugares imperdíveis.
1. Fiji

Para começar, Fiji ou Ilhas Fiji, como também é chamada devido às suas mais de 300 ilhas. Com quase 900 mil habitantes, ganhou popularidade — em especial a área de Mamanuca — e despertou a curiosidade dos apaixonados pela natureza por se tornar a locação fixa de um dos reality shows mais famosos do ocidente: Survivor.
E isso não é para menos já que, além de cenários paradisíacos e uma vegetação nativa praticamente intacta, a região conta com um background cultural muito rico que é fruto da mistura das tradições e costumes das tribos locais com a influência britânica do período da colonização.
Ah, e tem mais: Fiji é considerada uma parada obrigatória para quem curte surfe. Suas praias com ondas incríveis atraem turistas de todas as partes do mundo. Além disso são as disputas internacionais que ocorrem anualmente no país, como o Outerknown Fiji Pro e o Campeonato Mundial de Surf.
2. Palau

O segundo país desta lista é Palau, que tem apenas pouco mais de 21 mil habitantes — justamente por isso, é uma das nações menos populosas do mundo. Porém, não se deixe enganar: apesar de ter uma baixa taxa de habitação, é um lugar repleto de atrativos.
Um exemplo disso são as Rock Islands — consideradas, pela Unesco, um dos patrimônios mundiais —, um aglomerado de pequenas ilhas que são, basicamente, enormes paredões rochosos formados por corais em pleno oceano Pacífico.
Mas não acaba aí, já que Palau tem uma das áreas mais pitorescas de todo o planeta: o Jellyfish Lake, um lago onde turistas podem mergulhar e nadar com águas-vivas que não são capazes de provocar queimaduras em caso de contato (devido a uma mutação natural).
Para completar, a ilha de Peleliu conserva diversos destroços da Segunda Guerra Mundial preservados para visitação, desde aviões e tanques até abrigos e esconderijos usados tanto por estadunidenses quanto por japoneses. Portanto, quem gosta de história vai adorar o passeio na região!
3. Samoa

Mais um dos lugares para conhecer durante o intercâmbio na Nova Zelândia que não poderia faltar neste post é Samoa. Formada por duas pequenas ilhas e com pouco mais de 190 mil habitantes, essa charmosa nação é marcada por contrastes.
Enquanto Savai’i é menos populosa, conta com mais áreas de preservação ambiental (como A’opo e Tafua Rainforest) e tem o maior vulcão do tipo escudo — que expele lavas responsáveis por dar origem às montanhas —, Upolu é conhecida por ser um local mais turístico.
É por essa razão que, fora o parque O Le Pupu-Pue, você aproveita as famosas praias de areia branca e águas azul-turquesa (como Lalomanu, Salamumu, Nu’uavasa, Tafatafa e Vaiula) e, de quebra, visita o badalado centro histórico da capital Apia — que, inclusive, é o único município de todo o país. É nele que se concentram lojas, bares, mercados, residências oficiais dos representantes do Estado etc.
4. Papua-Nova Guiné

Uma quarta alternativa de destino para quem deseja viajar pela Oceania — e, quem sabe, dar um pulo pela Ásia — é Papua-Nova Guiné, que tem cerca de 8 milhões de pessoas, faz fronteira com a Indonésia e é composta por um conjunto de arquipélagos.
O lugar é excelente para quem deseja ter contato com outras realidades, uma vez que há um forte sincretismo religioso, uma grande difusão de dialetos e muitas tribos indígenas que influenciam as tradições e costumes dos nativos.
Aliás, os festivais culturais, como o Sing-Sing, são uma grande oportunidade de ver de perto as cores, as músicas, as performances e os costumes dessa parcela da população. Para completar, o país faz parte do Círculo de Fogo do Pacífico, uma área marcada por constante atividade vulcânica.
5. Austrália

Por fim, há a Austrália, que não só é o país mais populoso da Oceania (24,2 milhões de cidadãos), como também o maior em extensão territorial (são quase 8 milhões de km²).
Segundo lugar no ranking de maiores Índices de Desenvolvimento Humano — com um IDH de 0,939, de acordo com levantamento do PNUD —, a região se destaca pelos grandes centros urbanos, como Sydney, Melbourne, Brisbane e Perth, que contrastam com as grandes reservas florestais onde a valorização e o respeito pela natureza imperam.
Para se ter ideia, em solo australiano existem mais de 500 parques que funcionam como área de proteção ambiental — Namadgi, Tidbinbilla, Blue Mountains, Kosciuszko e Myall Lakes são só alguns exemplos.
Já em Queensland, por sua vez, encontra-se a famosa Grande Barreira de Corais, uma área que, assim como as Rock Islands, também é considerada patrimônio mundial pela UNESCO.
Formada por quase três mil recifes, é bastante procurada por quem deseja mergulhar e conferir de perto a fauna marinha australiana, que é composta por peixes, tartarugas, moluscos, arraias, tubarões e muito mais.
Como você viu, não faltam lugares para conhecer durante o intercâmbio na Nova Zelândia. Por isso, vale a pena montar um roteiro diversificado para explorar o máximo possível desses países e as experiências incríveis que eles podem proporcionar a você.
Contudo, não se esqueça de se planejar para manter o equilíbrio entre estudo e lazer e não prejudicar o seu desempenho durante o programa de intercâmbio escolhido (curso de inglês, graduação, pós-graduação etc.), certo?
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Gostou das nossas sugestões de locais para fazer turismo na Nova Zelândia? Então, coloque-as na sua lista e viva experiências únicas! Se quiser mais dicas de lugares que você deve conhecer, siga a gente no Facebook, YouTube e Instagram!
Perguntas frequentes sobre turismo e intercâmbio na Nova Zelândia
Quais são os principais pontos turísticos da Nova Zelândia?
Entre os principais pontos turísticos da Nova Zelândia estão a Sky Tower, em Auckland, Hobbiton, Cathedral Cove Beach, Wai-O-Tapu e a Praia de Piha. O país reúne atrações naturais, experiências radicais e cenários famosos do cinema.
Vale a pena fazer intercâmbio na Nova Zelândia?
Sim. A Nova Zelândia é um dos destinos mais procurados para intercâmbio por combinar qualidade de vida, segurança, ensino de qualidade e oportunidades para explorar paisagens incríveis e diferentes culturas.
Quais cidades conhecer durante um intercâmbio na Nova Zelândia?
Algumas das cidades e regiões mais recomendadas são Auckland, Wellington, Queenstown, Rotorua, Marlborough e Matamata. Cada destino oferece experiências diferentes, como aventura, gastronomia, cultura Maori e ecoturismo.
Qual é a melhor época para visitar a Nova Zelândia?
A melhor época depende do tipo de experiência desejada. O verão é ideal para praias e trilhas, enquanto o inverno atrai quem gosta de esportes na neve. Primavera e outono também são ótimos períodos para explorar o país com clima mais ameno.
Quais países da Oceania visitar durante um intercâmbio na Nova Zelândia?
Muitos intercambistas aproveitam a proximidade para visitar Austrália, Fiji, Samoa, Palau e Papua-Nova Guiné, destinos conhecidos por praias paradisíacas, cultura local e paisagens naturais impressionantes.
