
Já imaginou poder viajar, estudar e morar na Austrália ou na Nova Zelândia sem precisar se distanciar daquelas pessoas que mais ama? Pois bem, isso é possível por meio de um programa de intercâmbio com a família.
É exatamente isso que você está pensando. Esses dois países da Oceania permitem que os intercambistas embarquem acompanhados de familiares durante o período de estudo e de trabalho.
Quer saber como funciona essa questão de intercâmbio com dependentes e quais são as suas principais vantagens? Então, preste atenção nas dicas deste post e prepare-se para uma das mais incríveis aventuras de sua vida.
Como o intercâmbio em família funciona na prática
Na prática, o planejamento passa pela necessidade de analisar o que se espera do intercâmbio em família para cada membro. Por que essa preocupação? Porque cada perfil exige uma análise própria .
Idade dos filhos, duração da estadia, tipo de curso, possibilidade de trabalho e orçamento interferem diretamente no planejamento.
Por isso, antes de tomar uma decisão, é importante alinhar destino, acomodação e cronograma, levando em consideração os membros da família que participarão do intercâmbio.
E uma das coisas que deve entrar nessa análise é o visto.
Obtenção do visto
O visto é uma das primeiras etapas do processo, porque ele define o que cada pessoa pode fazer no país.
Em muitos casos, o tipo de visto varia conforme o curso escolhido e a composição da família .
Isso significa que um plano bem estruturado evita surpresas com autorização de estudo, permanência e eventuais permissões de trabalho.
Organização familiar
A organização familiar vai muito além da parte migratória. Também entra nessa conta a escolha da cidade, a proximidade com escolas, o custo de vida e o tipo de moradia.
Famílias que chegam com um plano mais claro tendem a se adaptar melhor, porque conseguem distribuir o tempo entre estudo, rotina das crianças e tarefas do dia a dia.
E quanto às crianças?
Para estadias mais curtas, muitas famílias optam por cursos de inglês para jovens, que funcionam em paralelo ao programa dos pais.
Para períodos mais longos, a matrícula em uma escola regular local é a opção mais indicada.
É importante verificar a faixa etária aceita pelas instituições e as exigências do visto estudantil para menores.
Com esses pontos em mente, a escolha do destino passa a ser um fator decisivo para a experiência da família.
Destinos mais procurados pelas famílias
Austrália e Nova Zelândia estão entre os destinos mais procurados por famílias brasileiras. Além do alto padrão de ensino, os dois países oferecem segurança, qualidade de vida e uma cultura acolhedora.
Cidades como Sydney, Melbourne, Brisbane e Auckland concentram a maior oferta de escolas de inglês e estrutura para receber famílias internacionais.
Para quem busca um ambiente mais tranquilo e custo de vida menor, Gold Coast, Cairns e Christchurch são ótimas alternativas.
Como conseguir um visto para intercâmbio com a família?
Os governos da Austrália e da Nova Zelândia permitem que estudantes inscritos em programas de intercâmbio tenham o direito a dependentes durante o período de estudos nos países.
No entanto, para conseguir um visto desse tipo, é preciso que o aplicante cumpra alguns requisitos necessários para a aprovação da imigração. Abaixo, separamos alguns deles. Confira!
Para levar a pessoa amada
Se a ideia é embarcar com o(a) companheiro(a), você vai precisar de uma comprovação de casamento ou de união estável.
Durante o processo de avaliação, a embaixada pode solicitar documentos extras que comprovem a relação do casal, que deve ser, no mínimo, de 12 meses.
Esse procedimento não é uma regra, porém pode ser realizado para fins de provar as informações dispostas pelo solicitante.
Casais com menos de 1 ano de união ficam impossibilitados de solicitar a emissão do visto e, obrigatoriamente, precisam aguardar esse período para dar entrada.
Para levar os filhos queridos
Fazer um intercâmbio com a família não é motivo para se distanciar dos filhos por um tempo. Pelo menos não na Austrália e na Nova Zelândia. Ambos os países autorizam a entrada dos dependentes do estudante, desde que siga os requisitos abaixo:
- comprovar vínculo por meio de certidão de nascimento;
- crianças entre 6 e 17 anos precisam estar matriculadas em uma escola do país;
- crianças de 0 a 5 anos não precisam estar matriculadas em uma instituição e, por isso, ficam isentas dessa regra.
Caso o filho já tenha mais de 18 anos, a única forma de embarcar junto no intercâmbio com a família é por meio de um visto individual.
Comprovação financeira
Tanto para cônjuges quanto para os filhos, quando se trata de um intercâmbio com dependentes, o aplicante precisa comprovar sua situação financeira para garantir a subsistência do casal ou da família no país.
Por esse motivo, o dependente deve ter, pelo menos, 35% do valor total do suporte financeiros do intercambista principal. Ou seja, o aplicante precisa ter o equivalente a 1.655,00 dólares australianos para cada mês na Austrália como estudante.
Sendo assim, imagine o caso de um estudante que passe o período de intercâmbio de 7 meses (6 de estudos e 1 de férias). O intercambista precisa, então, comprovar um montante de 11.585,00 dólares australianos, e o seu dependente, 35% desse valor. No caso de levar o filho, é preciso somar mais 250 dólares australianos por mês.
Quanto custa um intercâmbio em família?
Os principais custos a considerar são os seguintes:
- Curso de inglês para adultos: valores podem variar, em alguns casos, entre AUD 250 e AUD 500 por semana.
- Matrícula escolar para crianças: os custos podem ficar entre AUD 5.000 e AUD 15.000 por ano, dependendo do estado e da faixa escolar.
- Acomodação: casa ou apartamento alugado variam entre AUD 1.800 a AUD 4.500 por mês, dependendo da cidade e do tamanho do imóvel.
- Passagens aéreas, seguro saúde OSHC e custos de vida completam o orçamento.
Como se preparar para um intercâmbio com os dependentes?
O primeiro passo para quem quer estudar fora é procurar uma agência de intercâmbio. Afinal, esse serviço requer bastantes detalhes e a documentação (de todo mundo) precisa estar completinha e sem nenhuma pendência. Caso contrário, seu visto pode demorar mais tempo para sair.
Por isso, a dica é se informar com o máximo de antecedência, pesquisar bastante sobre a cidade escolhida, a instituição do curso, providenciar toda a documentação solicitada e entregar tudo dentro dos prazos estipulados.
Aproveite com calma, também, para checar os preços de passagens aéreas, assim como os roteiros mais comuns das companhias de aviação. Saiba que a aventura começa no momento do embarque. Afinal, é possível curtir bastante as escalas até chegar à Oceania.
Como planejar o orçamento?
Ao estimar o investimento, separe custos fixos dos variáveis . Curso e visto costumam ser mais fáceis de prever.
Por outro lado, alimentação, lazer e transporte dependem do estilo de vida. E vale destacar que esses valores podem aumentar de forma significativa conforme o tamanho da família.
Quando há crianças, ainda é importante avaliar matrícula e materiais escolares . Mas tenha em mente que nem sempre o valor total é proporcional ao número de pessoas, porque alguns gastos são compartilhados.
Por isso, para evitar erros, o ideal é realizar uma simulação antes de tomar qualquer decisão.
Quais são as vantagens de um intercâmbio com a família?
Viajar com aqueles que você mais ama é sempre inesquecível, não é mesmo? Agora, imagine quando a trip, além de se divertir, tem como intuito estudar e ganhar experiência internacional.
Sem dúvida, investir em um programa de intercâmbio com dependentes é uma oportunidade única e que promove uma experiência a ser levada para o resto da vida. Confira, a seguir, algumas das vantagens para quem opta por uma viagem desse tipo.
Possibilidade de trabalhos para o dependente
No caso de um intercâmbio para casal na Austrália, a permissão de trabalho para o dependente é a mesma que para o aplicante do visto principal. Ou seja, o acompanhante também pode trabalhar as 20 horas semanais permitidas para visto de estudo e trabalho no país.
Vale ressaltar que, quando o intercambista principal pretende realizar cursos de mestrado, doutorado ou algum outro curso nesse sentido, o período de trabalho é diferente. Nesses casos, o dependente pode trabalhar mais tempo sem precisar ter um limite de horas definido.
Oportunidade de estudo para o dependente
Quando se trata dos filhos, as crianças têm a oportunidade de se matricularem em escolas excepcionais, em países desenvolvidos e com qualidade de ensino muito superior às instituições brasileiras. Isso vai permitir uma série de vantagens, como desenvolver mais cedo um segundo idioma, ter acesso a novas culturas e fazer amizade com crianças estrangeiras.
Para o intercâmbio em casal, o visto de dependente também permite cursar em uma escola. No entanto, nesses casos, o período máximo de estudos é de 12 meses.
Qualidade de vida
Além de ser uma experiência extraordinária, um intercâmbio com a família é uma oportunidade de promover uma melhoria na qualidade de todos.
Afinal, tanto a Austrália como a Nova Zelândia ostentam números invejáveis nos quesitos segurança, educação, saúde, entre outros serviços públicos.
O custo de vida também é mais acessível do que você imagina. Um dos fatores mais vantajosos para os brasileiros é o fato de a moeda desses países ser muito mais amigável ao real. Para se ter uma ideia, o dólar australiano é cotado na faixa de R$ 3,60.
Enfim, essas foram nossas dicas sobre programas de intercâmbio com a família. Com toda certeza, se você busca embarcar nessa aventura com as pessoas mais especiais do mundo, nem pense duas vezes.
Tanto a Austrália quanto a Nova Zelândia são dois destinos incríveis e que oferecem inúmeras vantagens aos aventureiros brasileiros.
Curtiu o post? Está a fim de arrumar as malas e estudar na Oceania ao lado da família? Então, entre em contato conosco e conheça todos os nossos programas de intercâmbio.
Temos os planos ideais para você!
