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7 curiosidades incríveis da Polinésia da Oceania

A Oceania é um continente que encanta por suas belezas naturais, sua cultura e a boa estrutura do território para receber estrangeiros. O maior país da região é a Austrália e, por isso, muitos chamam o continente de Australásia (inclui ainda a Nova Zelândia e a Nova Guiné). No entanto, ele é formado por uma grande quantidade de ilhas, não apenas essas.

As ilhas da região se dividem em três grupos: Melanésia, Micronésia e Polinésia. O último significa em grego, literalmente, “muitas ilhas”. Destaca-se que a Polinésia da Oceania conta com alguns lugares bastante conhecidos.

Bem, quando se fala em Oceania, a maioria das pessoas pensa na Austrália ou na Nova Zelândia, mas o que você sabe realmente sobre a Polinésia? A seguir, vamos mostrar sete curiosidades sobre esse local!

1. É formada por 19 territórios

A Polinésia da Oceania é constituída por todas as ilhas que se situam no triângulo polinésio. Os vértices dele são a Nova Zelândia, o arquipélago do Havaí e a Ilha de Páscoa.

Quatro estados são independentes (Kiribati, Samoa, Tonga e Tuvalu), e outros 15 pertencem a outros países. São eles: Havaí, Samoa Americana, Baker, Howland, Jarvis, Johnston, Palmyra, Wallis e Futuna, Polinésia Francesa, Cook, Tokelau, Niue, Chatham, Pitcairn e Ilha de Páscoa.

2. A Nova Zelândia é uma das principais ilhas da Polinésia

Formada por duas ilhas, uma do norte (North Island) e outra do sul (South Island), a Nova Zelândia é um dos países mais conhecidos da região. Ela atrai diversos turistas devido às suas paisagens e estudantes interessados em fazer um intercâmbio no território.

É na região norte que se localizam as maiores cidades, que têm como características ótimas infraestruturas, praias e atrações culturais. Lá, por exemplo, há vinícolas e é possível visitar o local que serviu de cenário para o filme “O Senhor dos Anéis”. Por essas razões, essa ilha costuma ser a preferida de quem faz um intercâmbio no país.

A parte sul reúne mais paisagens exuberantes, como montanhas, geleiras, praias e fiordes. O ambiente é menos urbano e atrai bastante quem gosta de passear na natureza.

3. Alguns de seus territórios não pertencem à Oceania

Como foi dito, alguns estados que ficam na Polinésia da Oceania são de outros países, como as Ilhas Cook, que são da Nova Zelândia. Contudo, alguns pertencem a países que não são do mesmo continente.

O Havaí, por exemplo, faz parte da Polinésia. Contudo, como ele é um território dos Estados Unidos, diz-se que ele é da América do Norte. A Ilha de Páscoa é outro exemplo disso, afinal, ela pertence ao Chile e seu continente oficial é a América do Sul.

4. É onde fica um dos lugares mais isolados da Terra

Sim, um dos vértices do triângulo polinésio é um dos locais mais remotos do planeta. É a Ilha de Páscoa! Apesar de oficialmente ela não pertencer à Oceania, fisicamente ela faz parte da Polinésia. A área é famosa por seus moais, aquelas estátuas de pedras enormes, que ninguém sabe ao certo quando e por quem foram feitas.

Acredita-se que a região tenha sido colonizada por volta de 900 d.C., por polinésios vindo de outras ilhas, como as Marquesas e a Pitcairn. Atualmente, o local é muito visitado por turistas, que podem conhecer os moais, as praias, as cavernas e uma antiga estação da NASA. Para quem gosta de aventura, é possível fazer mergulho na ilha.

5. Uma das montanhas mais altas do mundo também está por lá

Qual a montanha mais alta do mundo? Bom, a verdade é que há mais de uma resposta para essa pergunta.

Quando se fala do monte mais alto a partir do nível do mar, o Everest vem em primeiro lugar. Agora, quando consideramos o tamanho total da montanha, desde a base até o pico, a maior é o vulcão Mauna Kea, que fica no Havaí.

Ele tem 10.105 metros de altura, sendo que 4.207 deles estão acima da superfície e os outros 5.898 metros estão no Oceano Pacífico. Muitas pessoas visitam o arquipélago para ver a montanha, além dos vales e praias deslumbrantes.

Apesar de haver bastante natureza para ver no Havaí, a região também tem áreas urbanas que coexistem harmonicamente com as florestas, os vulcões e as ondas. A economia do local é baseada principalmente no turismo e nem precisamos explicar o porquê!

6. A Polinésia Francesa faz parte da Polinésia da Oceania

Assim como o Havaí e a Ilha de Páscoa, as ilhas da Polinésia Francesa pertencem a um país que está fora da Oceania, mas elas se encontram lá fisicamente. Nessa região, ficam diversas áreas muito procuradas por turistas, como Taiti e Bora Bora. Elas são muito visitadas, sobretudo por causa de suas águas que têm vários tons, como o azul-piscina e até o verde-esmeralda.

Em ambos os destinos, você pode descansar com paisagens deslumbrantes à vista, apreciar a gastronomia local e praticar diversos esportes, como surf, bodyboard, mergulho, entre outros. O clima é agradável praticamente durante o ano todo e propício para essas atividades.

7. É ótima para praticar atividades físicas

Quem faz intercâmbio na Austrália, frequentemente menciona as ondas perfeitas para os surfistas e os diversos esportes que são praticados por lá. De fato, o país é conhecido por suas belezas naturais e aventuras, mas, como vimos até aqui, há vários lugares na Oceania favoráveis à prática de exercícios, como velejar e surfar.

A Polinésia tem muitos destinos em que você é capaz de aprender esses esportes, além de mergulhar e escalar alguns dos lugares mais bonitos do mundo. O melhor é que todas essas atividades são feitas de maneira segura, pois há estrutura para que elas sejam realizadas.

Além disso, como o turismo é uma das ocupações mais importantes da região, ela oferece tudo isso com comodidade para os visitantes. É por essa razão também que a vida urbana não é deixada de lado. É viável fazer esses passeios na natureza e continuar com seus compromissos, como um curso de inglês.

Como vimos, as ilhas da Polinésia da Oceania são a melhor opção para quem quer desbravar o desconhecido com segurança, conforto e uma boa estrutura. Não deixe de incluí-las em seu roteiro!

Agora que você já sabe algumas curiosidades do local e o que é possível fazer por lá, que tal entrar em contato conosco e tornar o seu intercâmbio pela região uma realidade?

Aprenda como fazer pós-graduação no exterior agora mesmo

Terminou a graduação e agora pretende expandir ainda mais seus horizontes, por meio de uma pós graduação no exterior? Então, este artigo foi feito para você.

Com o diploma em mãos, é possível ingressar em qualquer universidade do mundo e, assim, conquistar a tão sonhada carreira internacional. Além de vivenciar algo novo, aprimorar o idioma e conhecer novos lugares, culturas e pessoas. Enfim, são muitas as razões para fazer uma pós-graduação no exterior.

No entanto, estudar fora do país requer muita disposição e, sobretudo, planejamento, pois não é fácil escolher entre os diversos tipos de programas disponíveis. Além disso, se preparar para o application é um processo que exige tempo, principalmente se você pretende se candidatar a uma bolsa de estudos.

Sabendo disso, preparamos este artigo com as principais informações para você fazer sua pós-graduação no exterior, especialmente na Austrália. Quer saber mais sobre o assunto? Então, acompanhe a leitura!

Qual a diferença entre a pós-graduação no Brasil e a do exterior?

A pós-graduação se refere ao curso realizado após a graduação, essa especialização pode ser tecnológica, bacharelado ou licenciatura. No Brasil, existem duas opções de cursos de pós: lato sensu e stricto sensu.

O primeiro é composto por cursos de especialização ou MBA (Master of Business Administration) que seguem um tema ou uma modalidade específica de determinada área. Enquanto o segundo, proporciona um grau acadêmico relacionado à pesquisa e ensino científico, sendo assim, é dividido em duas categorias: mestrado e doutorado.

Diferente do Brasil, os programas de pós-graduação na Austrália apresentam estrutura modular. Em geral, são compostos por 3 módulos, tendo cada um deles uma média de duração de 1 a 3 semestres e a pós-graduação completa varia entre um 1 ano e 6 meses a 2 anos.

Nesse sentido, o acadêmico pode decidir se fará ou não todos os módulos e, assim, receber a certificação referente ao tempo do curso escolhido.

Qual a vantagem de cursar em outro país?

Apesar das dificuldades, como a dificuldade de adaptação, custos elevados e a necessidade de aprender a lidar com a saudade dos familiares e amigos. Estudar fora do Brasil é um objetivo que vale a pena se investido, pois proporciona diversas vantagens para o acadêmico. Para você ter uma ideia, separamos as principais. Veja só!

Reconhecimento internacional

Sim! Ao investir em uma pós-graduação no exterior você abrirá as portas para uma possível carreira internacional. Isso porque, estudar em outro país, além de agregar mais valor ao seu diploma, você terá a chance de amadurecer pessoalmente, ingressar em atividades diferenciadas enquanto estiver fora e enriquecer sua carreira profissional.

Por esse motivo, se você pensa seriamente em uma mudança definitiva, a graduação sanduíche pode ser a escolha certa, pois essa modalidade tem o objetivo de habilitar o acadêmico em exercer, posteriormente, sua função no exterior, além de valorizar o currículo daqueles que pretendem permanecer no país.

Ganhar mais experiência internacional

Sem dúvidas as experiências internacionais são repletas de descobertas e novidades e, por isso, é vista como uma ótima maneira de crescer tanto pessoalmente (conhece novas pessoas e fazer amizades) quanto profissionalmente.

Afinal, viver um determinado tempo em outro país permite mergulhar em uma cultura totalmente diferente da sua e sentir na pele um misto de empolgação e expectativa por estar conhecendo de perto a história e os costumes de outra nação.

Além disso, com o passar do tempo, essa experiência vai se tornar uma lembrança suficientemente forte para mudar a forma como você vê o mundo.

Conhece a cultura de outro país

Como deu pra perceber, ter a chance de conhecer novos lugares é uma das principais vantagens de se fazer uma pós-graduação no exterior, uma vez que os passeios também fazem parte da experiência de um intercâmbio. Além de ser uma solução para distrair e desestressar, tanto as viagens quanto os passeios contribuem para o enriquecimento cultural.

Nesse sentido, vale a pena sair para explorar as riquezas do lugar. Para isso, você pode recorrer a forma mais tradicional com a ajuda de guias, ou simplesmente por o pé na estrada e se aventurar conforme o seu ritmo e estilo.

Quais são os programas de pós-graduação na Austrália?

Assim como no Brasil, os programas de pós-graduação oferecidos pelas universidades australianas também são divididos em dois: lato sensu e o stricto sensu.

Como vimos, o lato sensu abrange os programas de especialização e MBA, sendo a opção ideal para os recém-formados que buscam se aprimorar em um determinado segmento. Os cursos de especialização tem duração de até dois anos e são indicados para aqueles que desejam aprofundar na sua área de atuação. Para receber o certificado o acadêmico tem que apresentar, no final do curso, um TCC (Trabalho de Conclusão de Curso).

Já o stricto sensu abrange os cursos de mestrado, doutorado e pós-doutorado que atende os alunos que desejam ingressar na carreira acadêmica ou pesquisa.

Vale ressaltar que para frequentar os cursos de pós-graduação, o aluno deve ter concluído a graduação em uma universidade registrada pelo MEC (Ministério da Educação). Além disso, o aluno tem a possibilidade de escolher um curso que não esteja diretamente relacionado a sua área de atuação, essa vantagem oferece uma variedade ainda maior de opções.

Como validar o diploma para cursar?

Uma das principais preocupações de quem pretende estudar fora do país é a validação do diploma. Sendo assim, para fazer a validação, é necessário entrar com um requerimento em uma das universidades do Brasil e, em seguida, efetuar o pagamento da taxa, que varia conforme a instituição, referente ao custeio das despesas administrativas.

Normalmente, o prazo dado para a universidade se manifestar sobre o pedido de reconhecimento do diploma de Mestrado ou Doutorado por tramitação regular é de até 180 dias. Já por tramitação simplificada é de até 60 dias a partir da data de entrega da documentação necessária.

Lembrando que, atualmente, não existem regras específicas para a validação do diploma de pós-graduação lato sensu. Contudo, o Ministério da Educação (MEC) determina que as pós stricto sensu devem ser reconhecidas pelas universidades brasileiras credenciadas.

Como funciona o processo de aceitação?

O processo de seleção para a pós‑graduação no exterior não é considerada difícil, mas requer muita disposição, pois envolve uma série de etapas. Portanto, é necessário que o candidato dê início ao processo de preparação com, pelo menos, um ano de antecedência lembrando sempre de ficar atento aos prazos.

De modo geral, os documentos solicitados para o processo de seleção para os programas de pós-graduação no exterior são:

  • histórico escolar / CV;
  • provas padronizadas como GMAT e GRE;
  • teste de idiomas;
  • carta de recomendação;
  • personal Statement.

Além desses documentos, podem ser solicitados um plano de pesquisa, cartas de orientadores e, uma entrevista ao longo do processo.

Com base nessas informações fica claro que fazer uma pós-graduação no exterior é uma oportunidade única na vida do acadêmico, por isso vale a pena considerar o investimento. Se você já tomou a decisão, mas não sabe por onde começar, a agência de intercâmbios Australian Centre pode ter ajudar nisso.

Gostou do artigo e quer saber mais? Então, não perca tempo e entre em contato conosco agora mesmo e comece a se planejar para a sua pós graduação no exterior!

Brasil x Austrália: 5 motivos que aproximam esses dois países!

Brasil x Austrália

Quando se fala em estudar fora do país, as pessoas logo pensam nas razões que levam a isso, como o interesse em uma formação internacional, em viver experiências culturais e a fluência no inglês. Porém, independentemente do motivo que os levam ao exterior, vários intercambistas têm algo claro desde o início: eles querem se sentir acolhidos no destino e se integrarem à realidade dos nativos. É por isso que muitos deles fazem comparativos da nossa nação com outras buscando por características em comum que facilitem essa adaptação. Uma delas é Brasil x Austrália.

Afinal de contas, mesmo estando na Oceania e sendo conhecida pelas belezas naturais e os atrativos exóticos, a terra dos cangurus desponta como um local repleto de similaridades com o Brasil, sendo capaz, inclusive, de fazer muito brasileiro se sentir em casa, viu?

Como se isso não fosse o bastante, a Austrália concede visto — para estudantes que ficam acima de três meses — que permite trabalhar legalmente e ainda conta com 35 instituições de ensino entre as melhores universidades do mundo, conforme os dados do World University Rankings 2019, elaborado pela Times Higher Education. Por essa razão, reunimos, neste post, os pontos em comum entre essas duas nações. Confira!

1. Clima

Sim, há milhares de quilômetros separando Brasil e Austrália. No entanto, eles têm um clima muito mais parecido do que você pode imaginar! A começar pelo fato dos dois estarem no hemisfério sul e serem cortados pelo trópico de capricórnio.

Outra similaridade curiosa é que, por terem uma grande extensão territorial, ambos os países contam com diferentes zonas climáticas que predominam mais em uma região do que em outra. Como se isso não fosse o bastante, eles compartilham de zonas que são idênticas, como é o caso da equatorial, da tropical, da subtropical e da temperada.

Por conta desses aspectos, as estações do ano correm no mesmo período tanto aqui quanto lá e não apresentam variações drásticas de temperatura. O verão é quente em ambas as nações — tornando-se um convite perfeito para o litoral — e o inverno é mais marcante no sul (seja no Brasil, seja na Austrália), onde se concentram os municípios em que é possível ver neve.

2. Natureza

A natureza é um dos pontos altos no Brasil, não é mesmo? Afinal, temos uma flora e uma fauna que são apaixonantes e enchem os olhos de qualquer um. Nem é preciso pensar muito para começar a dar exemplos de lugares que são preservados e funcionam como cartões postais do país, como é o caso da Amazônia, do Pantanal, a Chapada Diamantina, as serras gaúchas etc.

Na Austrália acontece o mesmo: a nação é uma das principais referências na Oceania quando se trata de ecoturismo, preservação ambiental e da vida animal. Tanto é que os cuidados com o meio ambiente acontecem não apenas em terra, mas também no mar. Por isso, há locais que são verdadeiros paraísos intocados, como o Parque Nacional Uluru-Kata Tjuta, o Santuário Lone Pine Koala, a Grande Barreira de Coral e o Parque Nacional de Kakadu.

Fora isso, há uma curiosidade interessante: enquanto no Brasil há a ilha de Fernando de Noronha — que tem diversos programas de proteção de animais selvagens (como tartarugas e golfinhos) —, na Austrália existe a ilha de Tasmânia que tem ações similares, mas visando resguardar outras espécies (como o diabo-da-tasmânia e os ornitorrincos).

3. Cultura

Saindo do clima e da natureza, chegamos ao terceiro motivo de aproximação do Brasil x Austrália. Isso porque ambos os territórios foram colonizados (por Portugal e Reino Unido, respectivamente) e tiveram um crescimento expressivo na população graças à forte imigração. As regiões sul e sudeste do nosso país, por exemplo, receberam milhares de alemães, italianos e japoneses no século XX.

Já a Austrália, por sua vez, conta com 28,2% da própria população composta por imigrantes, sendo a maioria deles da Nova Zelândia, da Índia e da China, conforme o Governo Australiano divulgou em informe promocional.

Como resultado dessa grande mistura de raças, etnias, tradições, religiões e costumes, as duas nações têm uma cultura extremamente rica, diversa e repleta de histórias. Ou seja, mesmo que você não tenha nascido na Austrália, certamente, poderá se identificar com ela e se sentir pertencente a essa cultura. Maravilha, né?

4. Hospitalidade

Outra característica relevante quando se faz a comparação Brasil x Austrália é que os australianos são conhecidos por serem amigáveis e receptivos com pessoas de outras nacionalidades, culturas, religiões, filosofias, estilos de vida etc. Isso está muito ligado ao que falamos no tópico anterior sobre a forte presença de imigrantes na composição da população local ao longo da história.

Afinal, por ser um país misto e bastante plural, ele sabe como lidar muito bem com as diferenças, promovendo o respeito e a inclusão. É algo que já faz parte do dia a dia dos cidadãos. O melhor de tudo é que esse tipo de comportamento hospitaleiro é muito similar ao que temos no Brasil. Basta lembrar que aqui os indivíduos de diferentes origens convivem pacificamente. Além disso, os estrangeiros são bem recebidos, independentemente de onde vem e para onde vão.

5. Esportes

Por fim, não podemos deixar de citar que na Austrália as pessoas adoram praticar esportes e falar (muito) sobre eles. Isso porque a atividade física é algo que faz parte tanto do estilo de vida brasileiro quanto do estilo de vida australiano. Entre as principais modalidades que fazem sucesso lá, podemos citar alguns que são bem populares por aqui também, como o surf e o futebol.

Além disso, há outras práticas esportivas que você pode explorar e, quem sabe, até se tornar um dos seus hobbies favoritos, como o rugby, o cricket e, é claro, o futebol australiano.

Como deu para perceber, ao compararmos Brasil x Austrália, encontramos diversas características que esses dois países têm em comum. Não é à toa que tantos brasileiros decidem fazer intercâmbio na terra dos cangurus, porque ela, mesmo do outro lado do mundo, lembra bastante a nossa casa. Para completar, é uma nação marcada pela segurança, políticas sociais inclusivas e a qualidade de vida dos cidadãos. Ou seja, estudar lá é, sem dúvidas, uma experiência incrível!

Quer saber como economizar em Sydney? Veja nossas dicas!

economizar em Sydney

Pretendendo visitar a Austrália e passar um tempo na mais famosa cidade do país: Sydney? Boa escolha! Afinal, esse destino, sem dúvidas, é o mais badalado, completo e inigualável de toda a terra dos cangurus, principalmente quando o assunto é cultura, diversão e qualidade de vida! Pensando nos aventureiros de plantão, a gente separou umas dicas super legais para quem quer curtir e, ao mesmo tempo, economizar em Sydney!

Por que Sydney?

Basta pesquisar um pouquinho só pela Austrália que é certo de se apaixonar pelo país, seu povo e sua cultura! Fica até difícil escolher um roteiro ou um único destino por lá, tendo em vista a enorme variedade de atrativos, mas, indiscutivelmente, Sydney se destaca e é parada obrigatória.

Explicaremos o porquê! Primeiro pela localização privilegiada, bem no sudoeste da Austrália, onde o clima é marcado pela estabilidade (nem tão quente no verão e nem tão frio do inverno). Fora isso, a cidade conta com praias lindíssimas (incluindo alguns picos irados para surf), um estilo de vida sem igual (vibe altíssima), muita diversão (bares, restaurantes, parques etc.) e muita, muita cultura para todos os gostos e bolsos.

Ah, por fim, Sydney conta com excelentes instituições de ensino para quem pretende fazer um intercâmbio, ou simplesmente estudar durante os meses de rolê (sim, o governo australiano permite que os turistas estudem por até 3 meses lá, sem precisar de vistos de longa duração).

Como fazer para economizar em Sydney?

Independentemente do objetivo de sua viagem (estudo ou lazer), economizar em Sydney é totalmente possível, já que a cidade conta com uma infinidade de atrações gratuitas ou a custos baixos.

Para quem está na ideia do intercâmbio, a boa é que o visto de estudante dá a permissão de trabalho remunerado, e nada melhor do que contar com um salário na moeda local, não é mesmo? Mas quem vai só como turista mesmo, pode ficar tranquilo também! Abaixo, a gente separou algumas dicas imperdíveis de como curtir Sydney gastando pouco. Confere ai!

Praias

Não faltam opções de boas praias em Sydney e, claro, todas gratuitas! A começar pela mais famosa orla da cidade: a Bondi Beach. Fica só a 10 km do centro e é frequentada pela galera mais jovem e descolada da região. Conta com bares, cafés e restaurantes legais e também rola uma trilha de 6Km super bacana até Coogee, uma outra parte do litoral de Sydney.

Outra parada obrigatória, nessa mesma travessia, é a Bronte Beach, pico perfeito para os amantes do surf. Mas para quem ainda não está pronto para encarar as ondas, existe uma piscina oceânica, de 30m, para uso dos locais e turistas, totalmente de graça. Irado demais!

Por fim, há também a Manly Beach, Tamarama e a Dee Why, que também são praias lindas e bem próximas ao centro da cidade. Se curtir bater perna ou pedalar, dá para curtir cada uma delas sem precisar coçar o bolso com transporte!

Queen Victoria Building

Muito mais que um simples centro comercial, o QVB é um edifício histórico lindo, um dos mais importantes da cidade. Foi inaugurado em 1898 e, desde então, o shopping passou por diversas reformas e adaptações, se tornando um dos pontos turísticos mais legais de Sydney.

Além da arquitetura, a grandiosidade e a variedade de lojas chamam a atenção de quem visita o local. O passeio, por si só, já é uma boa pedida e pode render lindas fotos, principalmente do maior relógio suspenso do mundo, que fica no centro da galeria. Mas é perfeito também para quem curte fazer compras (com preços bem atrativos, especialmente de lojas famosas) e também para comer.

Opera House

O cartão-postal da cidade não pode ficar de fora dos passeios econômicos de Sydney. Afinal, é uma das maiores “obras de arte” da arquitetura moderna e o cenário (em especial, no pôr do sol) é simplesmente extraordinário.

Harbour Bridge

A principal ponte, que liga o centro da cidade até a região norte, tem nada menos do que 1.150 metros de comprimento e conta com uma das melhores vistas de toda Sydney. Não é à toa que todo os dias o lugar está repleto de gente tirando fotos, admirando, se exercitando e, até mesmo, subindo até a parte mais alta (nesse caso, é preciso pagar uma taxa de cerca de 15 AUD).

The Rocks Market

Um dos passeios mais legais e perfeitos para quem quer economizar em Sydney é o The Rocks Market. Se trata de uma espécie de “feirinha” que rola aos sábados e domingos na região de The Rocks e reúne artesanato, arte, música, comidinhas e cultura para todos os gostos.

Acontece nas ruas Playfair St, Jack Mundey e George St. A partir das 10 horas, já começa o movimento e o mercado se estende até umas 17 horas. Passeio ideal para um dia completo.

Chinatown

Existe um pedacinho da China em Sydney e vale muito a pena conferir. Afinal, é um passeio muito divertido, que além de boas fotos e curiosidades, pode render uma bela economia.

Por lá, há um mercado (Paddy’s Market) com uma variedade de lojas e produtos de origem chinesa, além de restaurantes e lanchonetes com o melhor da culinária oriental e tudo com preços bem convidativos. Para chegar, basta descer na estação central do metrô e caminhar por 15 minutos.

Enfim, essas são apenas algumas dicas de como economizar em Sydney, mas sabemos que ainda há muito mais coisas a serem exploradas na cidade, sem precisar coçar muito o bolso. Sydney é completa e fascinante e é preciso uma vida inteira para conhecê-la a fundo! Mas, por enquanto, um intercâmbio ou uma trip de turismo já são suficientes para se apaixonar pelo mais famoso destino australiano de todos!

Curtiu o post? Saiba que há muitos outros atrativos na Oceania que também contemplam roteiros mais econômicos! Por isso, não deixe de conferir também as melhores festas da Nova Zelândia e, quem sabe, estender um pouco a viagem para o vizinho?

Vai morar fora do país e tem algumas dúvidas? Esclareça aqui!

morar fora do país

Quem nunca cogitou morar fora do país? Hoje, mais do que nunca, tomar essa decisão pode representar uma mudança de vida completa, tendo em vista a instabilidade econômica e política do Brasil!

Mesmo que a qualidade de vida, os salários e os serviços públicos desses países de primeiro mundo sejam, indiscutivelmente, melhores que os daqui, viver lá fora não é só uma questão de pegar um avião e tentar a sorte ao chegar. É preciso muito planejamento, organização e preparação para a mudança!

Se você já se convenceu disso tudo e não vê a hora de botar a mochila nas costas e conquistar seus sonhos em outro território, está no lugar certo! Neste post, a gente esclarece as principais dúvidas e os cuidados essenciais para quem pretende morar fora do país, sem apertos ou perrengues. Bora conferir?

As 5 dúvidas mais comuns para quem quer morar fora do país

Onde obter os vistos?

Cada país tem suas próprias regras e políticas para a emissão dos vistos, assim como suas validades e funcionamentos. Governos como os da Austrália e da Nova Zelândia, por exemplo, oferecem uma ampla variedade de vistos aos estrangeiros que querem estudar e trabalhar nesses países e, sem dúvidas, pode ser o primeiro passo para se estabelecer por lá.

Em todos os casos, os vistos são concedidos pelo consulado do país e passam por procedimentos básicos de documentação, pagamento de taxas, entrevistas (no caso da Austrália e Nova Zelândia, você terá que fazer uma cartinha de apresentação), comprovações de renda e o tipo de visto solicitado.

Aproveitando o gancho e falando um pouco mais da Oceania, vale lembrar que o visto de estudante dá também a permissão de trabalho remunerado ao intercambista (caso ele estude por no mínimo 14 semanas), e isso já é uma grande vantagem para começar a receber em dólar e ter os primeiros contatos com empresas locais, que podem optar por contratar definitivamente, concedendo-lhe o visto de permanência por lá! Quer oportunidade melhor que essa?

Como é o processo de mudança?

Outra questão fundamental para quem pretende morar fora do país é entender como funciona o processo de mudança. Então, vamos lá! Para quem quer traçar o caminho mais certo e fácil e com oportunidades muito mais garantidas, a melhor coisa é embarcar em um programa de intercâmbio.

Afinal, dessa forma, você já sai do Brasil com uma cidade definida, um visto de estudante e com a hospedagem inclusa, seja na própria instituição de ensino, seja na casa de famílias locais. Ou seja, você vai estar com a documentação correta, estudando e morando oficialmente no país.

Depois, você também tem a possibilidade de trabalhar legalmente e, com um bom desempenho, até conseguir uma promoção permanente. A partir daí, procurar um apartamento próprio e organizar a mudança fica bem mais fácil e tranquilo, concorda?

Como arrumar trabalho?

Salários altos e ambientes descontraídos são alguns dos chamarizes das empresas internacionais. Mas não pense que é só chegar lá e começar a trabalhar! Por isso é indicado um programa de intercâmbio!

Afinal, ele é o caminho mais fácil para quem pretende trabalhar e morar fora do país, sem precisar se submeter a vagas informais e passar apertos no destino. Quem sai do Brasil com o visto de estudante para a Austrália ou Nova Zelândia, por exemplo, tem a permissão de trabalho. Além disso, na sala de aula, você cria um networking essencial para ficar por dentro das vagas ou, até mesmo, já ser indicado por um colega.

A instituição de ensino, geralmente, também conta com parcerias para estágios e a própria agência contratada pode dar uma forcinha. Fora isso, tem que bater de porta em porta, conferir as vitrines, os programas do governo e ficar de olho nos classificados.

Por fim, o governo da Austrália disponibiliza, anualmente, uma lista de vagas e profissões em alta no país.

Como se adaptar às diferenças?

Morar fora do país é emergir em culturas e costumes diferentes, mas considere isso sempre como uma forma de aprendizado. Sem dúvidas, esses “choques culturais” são mais positivos do que negativos.

No entanto, é claro que há certos fatores que podem contribuir nessa fase de adaptação. Por exemplo, para nós brasileiros, ir para um lugar muito frio o ano inteiro pode ser complicado. Logo, optar por um clima mais parecido e, de preferência, com praias, é sempre uma boa pedida, como é o caso da Austrália e da Nova Zelândia.

Além disso, esses países são conhecidos pela hospitalidade do povo, costumes e tradições interessantíssimas, destinos alucinantes para viagens e uma qualidade de vida incomparável.

Ah, e por fim, nos programas de intercâmbio, certamente, você terá contato direto com outras pessoas de diferentes países e culturas, inclusive, com outros brasileiros (só não vale ficar conversando em português, hein?). Então, aproveite o momento para crescer e aprender a cada dia!

Por onde começar?

Com toda certeza, o caminho mais fácil, prático, seguro e garantido para quem pretende morar fora do país é por meio de um intercâmbio. Reforçamos a ideia de que, antes de tudo, é imprescindível pesquisar bem sobre os destinos e as condições dos programas para embarcar sem dúvidas.

Após a decisão do país, é recomendado realizar todo o processo burocrático de vistos, passagens, hospedagens, matrícula na escola, etc. Por isso contar com uma agência especializada com um suporte profissional e personalizado é essencial para que sua mudança ocorra da melhor forma possível.

Enfim, morar fora do país, sem dúvidas, é uma oportunidade única para quem almeja crescer, tanto profissionalmente como pessoalmente, já que uma experiência desse tipo envolve vivências, momentos e sensações inigualáveis. A estabilidade econômica e política desses países nos convidam a repensar sobre a qualidade de vida que todos nós queremos. Portanto, mais do que nunca, essa é a hora de apostar em si mesmo e construir um futuro lá fora!

E você? Falta mais o que para embarcar na mais importante viagem de sua vida? Se ainda restou alguma dúvida ou sugestão para quem quer morar fora do país, compartilhe com a gente. Deixe seu comentário abaixo!

Conheça 5 tipos de cursos de inglês e veja qual é o melhor para você

tipos de curso de inglês

Engana-se quem acha que fazer um intercâmbio é só se inscrever em uma instituição de ensino e iniciar os estudos. Muito pelo contrário! Há uma infinidade de tipos de curso de inglês, que variam de acordo com uma série de fatores — seu objetivo, nível de fluência, tempo de estudo, entre muitos outros.

Isso é muito legal, pois possibilita ao estudante escolher qual modalidade deseja cursar e aquela que mais se encaixa em seu perfil. Pensando nisso, resolvemos preparar este artigo para mostrar os principais tipos de cursos de inglês que existem e quais são suas diferenças.

Nos próximos tópicos, esperamos ajudar você na hora de escolher. Bora conferir?

Confira 5 tipos de cursos de inglês comuns em programas de intercâmbio

1. Curso de Inglês Geral (General English)

Entre os tipos de cursos de inglês, o General English é um dos mais buscados nos programas de intercâmbio (e tem seus motivos!). Afinal, ele não requer pré-requisitos e as instituições são bem mais flexíveis em relação aos níveis de fluência. Ou seja: tem vaga para quem já manja um pouco da língua ou está dando os primeiros passos e, até mesmo, para aqueles que querem começar do zero.

Outro ponto legal dos cursos General English, pelo menos em países como Austrália e Nova Zelândia, é que as escolas são super de boa com os horários, já que iniciam as aulas todas as semanas e o aluno pode escolher o período em que quer estudar. Bem tranquilo, né?

Ah, e aproveitando o gancho desses países da Oceania, o intercambista que se inscreve em qualquer curso com duração a partir de 14 semanas ainda ganha a permissão de trabalho remunerado. Perfeito para quem deseja aprimorar a língua e, de quebra, fazer aquele pé de meia!

2. Curso de Inglês para profissional (English for professionals)

Aqueles que pretendem embarcar no intercâmbio para dar um gás no currículo encontram diferentes tipos de curso de inglês com foco nos negócios. As instituições que oferecem esses programas desenvolvem conteúdos e metodologias específicas, de acordo com o perfil e a necessidade do profissional de cada área.

Assim, a gramática e o vocabulário são trabalhados de modo mais condizente com o setor de atuação do aluno. Além disso, as aulas se voltam ao dia a dia de um ambiente de trabalho, permitindo que o aluno pratique o inglês em documentos, e-mails, reuniões etc.

Confira alguns dos cursos de inglês para profissionais que existem nos programas de intercâmbio:

  • inglês para negócios;
  • inglês para hotelaria e turismo;
  • inglês para área de saúde;
  • inglês para engenharia

3. Curso de Inglês para Fins Acadêmicos (EAP)

EAP (English for Academic Purposes) é outro tipo de curso de inglês oferecido em intercâmbios, porém mais indicado aos estudantes que visam aperfeiçoar e aprimorar o idioma para uma vida acadêmica no país de destino. Ou seja: o público é formado por quem pretende realizar cursos técnicos ou universitários (graduaçãopós-graduaçãodoutorado) e já tem um nível de fluência intermediário.

O curso de inglês para fins acadêmicos capacita o intercambista nas quatro habilidades fundamentais da comunicação: leitura, redação, compreensão oral e conversação. Além disso, o EAP trabalha com metodologias específicas, focadas nos conteúdos exigidos pelas instituições e universidades, desenvolvendo habilidades para pesquisas, apresentações, estudos e trabalhos.

A modalidade costuma ser disponibilizada em escolas de idioma ou centros de línguas das próprias universidades — a escolha fica a critério do intercambista. No entanto, vale ressaltar que a segunda opção costuma dar acesso direto aos cursos universitários de acordo com o desempenho do aluno (assim, dispensa-se a apresentação do exame IELTS ou TOEFL).

4. Preparatório para IELTS (International English Language Testing System)

O IELTS é, sem dúvidas, o exame de proficiência em inglês mais aceito no mundo todo. Ele atesta que o estudante tem domínio do idioma e está capacitado para se inscrever em uma universidade ou um curso técnico no país.

Com isso, o preparatório para o IELTS é um dos tipos de curso de inglês que podem ser realizados durante o intercâmbio. Seu objetivo é familiarizar o candidato com os procedimentos e o conteúdo que as instituições exigem, por meio de exercícios, provas anteriores ou simulados variados.

Além disso, o IELTS ajuda o intercambista a aprimorar sua fluência e a habilidade na Língua Inglesa, como o vocabulário, a gramática, a conversação e a redação. Para ingressar no curso, é requisito básico ter um nível intermediário no inglês.

5. Curso TESOL (Teaching English to Speakers of Other Languages)

Entre os tipos de cursos de inglês oferecidos no exterior, o TESOL é indicado para quem pretende lecionar o idioma, ou seja, professores e profissionais de educação. Sendo assim, o conteúdo é totalmente voltado a quem já tem o inglês como segunda língua.

Para que você entenda melhor a estrutura de um curso TESOL, separamos o que é oferecido nas aulas:

  • aprimoramento e aperfeiçoamento das habilidades essenciais do profissional: leitura, gramática, escrita e pronúncia;
  • planejamento, organização e metodologias de aulas;
  • critério de avaliação de alunos em diferentes níveis;
  • desenvolvimento do currículo acadêmico;
  • técnicas de ensino para diferentes propósitos.

Saiba como escolher o curso de inglês mais indicado para o seu perfil

Neste conteúdo, falamos apenas sobre alguns tipos de curso de inglês para intercambistas, mas pode ter certeza de que há muitas outras possibilidades de estudos no exterior. Ao mesmo tempo em que uma iniciativa como essa abre portas para infinitas oportunidades, sabemos que tomar a decisão certa pode render algumas pesquisas e dúvidas básicas. Isso é normal!

Então, a gente separou algumas dicas infalíveis para ajudar você a acertar na hora da escolha. Confira:

  • pesquise bem sobre o destino escolhido, incluindo as principais cidades, o estilo de vida, as tradições, os costumes, a gastronomia, a diversão local etc.;
  • leve em consideração alguns fatores como o clima, o custo de vida do lugar, entre outros;
  • pesquise sobre as facilidades do governo, como programas de emprego para estudantes, tipos de visto disponíveis e direitos concedidos;
  • busque por agência especializadas em intercâmbio e tire todas as dúvidas possíveis.

Enfim, como falamos, há muitos tipos de cursos de inglês disponíveis em programas de intercâmbio. Sem dúvidas, todos proporcionam ao estudante experiências e capacitações que não se equiparam a qualquer outro modelo de estudo. Portanto, quem está em busca da fluência no idioma (e também de vivenciar momentos inesquecíveis) não deve pensar duas vezes!

Se você já está decidido a embarcar nessa nova aventura e quer crescer, converse com um de nossos especialistas e veja por que a Oceania pode ser o destino perfeito para seu sonho!

Conheça o melhor da vida noturna na Nova Zelândia

vida noturna na nova zelândia

Os países da Oceania são conhecidos mundialmente por suas belas praias e paisagens inesquecíveis. Além disso, a fauna e a flora desses locais são apreciadas pelos quatro cantos do planeta. No entanto, isso não é tudo: a vida noturna na Nova Zelândia e na Austrália, por exemplo, também são um atrativo importante desses dois lugares.

Está planejando visitar a Nova Zelândia? Gosta de sair à noite? Então este é o post certo para você! Nos próximos minutos, nós discutiremos os principais aspectos da vida noturna desse belíssimo país. Vamos lá? Boa leitura!

Como é a vida noturna na Nova Zelândia?

O que passa pela sua cabeça quando você pensa na Nova Zelândia? Muito provavelmente, seu primeiro pensamento diz respeito aos largos campos e belas paisagens montanhosas do país, além, é claro, das exuberantes praias existentes no local. Acertamos?

Embora isso seja, sem dúvidas, um dos pontos mais marcantes da região, essa nação apresenta atrações que vão muito além de suas belezas naturais. Os neozelandeses são um povo extremamente receptivo e animado e, por isso, sabem se divertir como ninguém!

A vida noturna é bastante agitada, especialmente nos grandes centros. Por isso, não há razões para se preocupar: se você gosta de sair à noite e precisa desse tipo de passeio para se sentir bem, a Nova Zelândia é o lugar certo para fazer seu intercâmbio!

Quais são as principais opções de diversão na Nova Zelândia?

Para quem vai fazer um intercâmbio, uma preocupação recorrente é a que diz respeito ao lazer. Afinal, os intercambistas chamarão este país de lar por muitos meses, e se divertir durante esse período é algo fundamental. Confira algumas das opções mais comuns de se encontrar por lá:

Bares

Há várias opções de bares incríveis para visitar. A maioria deles promove a integração entre seus clientes, fazendo com que esse seja um ambiente de descobertas e experiências únicas. Além disso, muitos oferecem opções diferenciadas para atrair a clientela, como eventos televisivos, jogos e muito mais.

Pubs

Os pubs são muito comuns em países como a Irlanda ou a Inglaterra, não é mesmo? No entanto, eles também dão as caras por aqui, no outro extremo do planeta. Na Nova Zelândia, esses locais seguem a mesma linha do que os estabelecimentos irlandeses, com muita bebida, música e diversão. Visitar esses lugares é como, de certo modo, estar em dois hemisférios ao mesmo tempo.

Restaurantes

Para quem não curte muito barulho e prefere ambientes mais neutros, os restaurantes neozelandeses são uma incrível opção de passeio noturno. A gastronomia do país é muito rica e há, também, opções de restaurantes temáticos de outros lugares para conferir.

Casas noturnas

Por fim, as casas noturnas são uma opção muito popular na Nova Zelândia. Existem eventos para todos os gostos musicais, mas sempre com uma regra clara: se divertir até o dia amanhecer. Por isso, tenha a certeza de recarregar bem as suas energias antes de visitar as danceterias desse país!

Quais são os principais pontos turísticos noturnos?

Agora que já vimos os principais tipos de atrações noturnas da Nova Zelândia, que tal conferirmos alguns pontos turísticos que atraem muita gente bacana e diversificada?

Nesses locais, você poderá encontrar amigos brasileiros e interagir com pessoas de todos os lugares do mundo (além, é claro, dos nativos neozelandeses), já que são points de encontro extremamente populares no país. Conheça alguns deles a seguir.

Impala

Votada como uma das melhores atrações neozelandesas, a casa noturna Impala, localizada em Auckland, é um dos pontos de encontro mais populares em todo o país. Aqui, inúmeros DJs renomados garantem o som e a diversão de todos. Além disso, a danceteria oferece serviços exclusivos, como a concessão de entradas gratuitas e muito mais.

1885

Também em Auckland, a casa noturna 1885 é uma das mais tradicionais da cidade. Com um excelente bar e muita gente bonita, ela é um símbolo de elegância e diversão da vida noturna na Nova Zelândia.

O Roxy

A casa noturna Roxy também está localizada em Auckland e tem como principal atração a sua disponibilidade para a realização de festas especiais, como os aniversários personalizados.

Bangalô 8

Unindo os conceitos de casa noturna, danceteria e bar, o Bungalow 8 é um dos lugares mais incríveis de Auckland. Por aqui, os eventos são realmente inesquecíveis e repleto de experiências únicas!

Family Bar

O Family Bar é uma casa noturna dedicada especialmente ao grupo LGBT+. Aqui, ocorrem diversos eventos temáticos, como festas, desfiles e muito mais.

E aí, gostou de conhecer mais sobre a vida noturna na Nova Zelândia? Como podemos observar, a ideia de que os únicos passeios a serem feitos nesse país têm relação com a natureza não passa de uma falácia. Por aqui, há atrações para todos os gostos, inclusive para os que não abrem mão de saídas para curtir a noite

O que achou deste artigo? Gostaria de ficar por dentro de mais informações importantes sobre países como a Nova Zelândia e a Austrália? Então não deixe de seguir a gente nas redes sociais! Por lá, você saberá das novidades sempre em primeira mão. Você pode nos encontrar no Facebook, no Instagram e também no YouTube.

Descubra quais são as melhores festas na Nova Zelândia!

festas na Nova Zelândia

Ao fazer intercâmbio em uma cidade neozelandesa, além de aproveitar esse período para ter uma formação universitária no exterior, ganhar experiência de trabalho e conquistar a fluência no inglês, você tem a oportunidade de viajar e participar de grandes eventos internacionais, como é o caso das festas na Nova Zelândia — que ocorrem em diversos municípios das duas ilhas principais, a North Island e a South Island.

Sim, isso mesmo que você leu: apesar de ser um país pequeno na Oceania, ter apenas pouco mais de 4.790 milhões de habitantes e ser conhecido pelo clima leve e tranquilo, não faltam grandes atrações na terra dos kiwis que movimentam e atraem nativos e estrangeiros. Por essa razão, preparamos este post para falar sobre as principais delas. Confira!

Rhythm and Vines

O primeiro deles é o Rhythm and Vines, um festival de música que reúne cantores e bandas de rock psicodélico, hip hop e eletro music e acontece anualmente sempre nos quatro últimos dias de dezembro (28 a 31) em Gisborne, na North Island.

Para você ter uma ideia, a primeira edição foi em 2003 e desde então ele segue atraindo grandes artistas e um público cada vez maior. E isso não é atoa, afinal, o R&V (como também é conhecido) ganhou fama por ser o primeiro evento em todo o planeta a ver o nascer do sol do ano novo devido ao fuso horário da Nova Zelândia.

Por ter uma duração longa, ele tem uma proposta diferente de outros grandes eventos do gênero: em vez de você ir apenas assistir aos shows e voltar para casa (ou o hotel onde está hospedado) após eles terminarem, é possível permanecer 24 horas no espaço do festival. Isso porque você pode comprar um ingresso que dá acesso ao camping local com inúmeras tendas e barracas.

Assim, a diversão é prolongada e fica quase impossível não fazer amizades e conhecer gente de diversos locais do mundo. Uma experiência que vale muito a pena!

Beach Hop

Você é do tipo que entende tudo sobre motor, potência e velocidade? Pois saiba que não pode perder o Beach Hop, uma das grandes festas da Nova Zelândia (e também do mundo) que celebra a paixão das pessoas por veículos.

Embora não tenha uma data fixa como os demais eventos deste post, ele ocorre sempre no final de março e reúne milhares de pessoas em Whangamata, na North Island. O motivo? Simples: elas vão conferir modelos originais de carros que foram os queridinhos em décadas passadas (desde os anos 20 até os 90) e de motos da marca Harley-Davidson

Para completar, quem participa do Beach Hop, que acontece à beira-mar da cidade, ainda se delicia em dezenas de food trucks e curte shows de música retrô, caravanas, corridas de automóveis e competições de surf. Ou seja, é programação para ninguém colocar defeito!

Auckland Arts Festival

Outro evento que não poderia faltar na nossa lista de festas na Nova Zelândia é o Auckland Arts Festival que, assim como o anterior, ocorre em março, geralmente, entre as três primeiras semanas do mês. Realizado em Auckland, esse é o principal e mais importante evento ligado às artes do país — e não é exagero dizer isso.

Tanto que é um dos mais antigos da nação, sendo realizado entre 1948 e 1982. No entanto, ele teve um hiato de 18 anos, voltando a ser patrocinado nos anos 2000 e se consagrando em 2013, quando se tornou um festival anual.

Para ter uma ideia, há dezenas de atrações simultâneas para conferir, inclusive, algumas gratuitas. Um bom exemplo são as exposições que abordam a cultura e a expressão artística do povo Maori (os nativos aborígenes da Nova Zelândia).

Fora isso, ainda há peças teatrais, espetáculos de ópera e música clássica, apresentações de dança contemporânea e do clássico cabaret, conferências, galerias de artes visuais abertas, shows com atrações nacionais e internacionais, intervenções em áreas urbanas e espaços para workshops.

New Zealand Film Festival

O New Zealand Film Festival, por sua vez, é o mais popular e antigo evento cinematográfico da Nova Zelândia. Iniciado em 1969, ele acontece entre julho e agosto simultaneamente em duas cidades: Auckland e Wellington (a capital do país).

Durante uma média de 15 a 20 dias, são apresentadas mais de 150 produções para o público, entre longas e curtas. Depois, os idealizadores fazem um circuito menor por 11 municípios (Dunedin, Masteron, Nelson, Tauranga, etc.). Muitos desses filmes são internacionais e vêm de outros festivais bastante premiados e conceituados no mundo do cinema, como o Festival de Cannes.

Porém, há diversos títulos de diretores independentes do próprio país e de outras nações da Oceania, como Austrália, Micronesia, Fiji, Cook Islands, Samoa, Papua-Nova Guiné, etc. Com isso, você tem uma chance de ampliar a sua bagagem cultural e conhecer mais sobre a visão de mundo e a história de outros povos.

Pasifika Festival

Por fim, há o Pasifika Festival. Esse evento bastante importante ocorre desde 1992 no país — entre os dias 23 e 24 de março em Auckland — e tem como objetivo homenagear e reverenciar as culturas, os costumes e as tradições dos nativos das ilhas do Pacífico, o que inclui não só a Nova Zelândia, mas também Cook Island, Ilhas Fiji, Samoa, Tonga, Tuvalu, etc.

Afinal, elas resistiram à colonização inglesa e se mantiveram firmes e fortes na história da região. Ao longo dos dois dias, há diversas apresentações musicais, danças locais e performances ao vivo. Além disso, ocorrem oficinas de artesanato e feiras de comidas típicas — que envolvem pescados, frutos do mar, vegetais e molhos exóticos.

Como você viu, não faltam festas na Nova Zelândia que proporcionam não só diversão e entretenimento, mas também a possibilidade de você conhecer mais a fundo a cultura do país, vivenciar as tradições locais, praticar a língua inglesa, ter contato com outros estudantes internacionais e, é claro, interagir com nativos. Por isso, anote na sua agenda todos as nossas sugestões e se prepare para aproveitar todas elas!

E se você tem outras indicações de eventos que acontecem em território neozelandês, já sabe: compartilhe com a gente nos comentários!

Pensando em estudar fora? Veja 7 dicas para planejar a viagem

Não há como negar: estudar fora do Brasil é o sonho de várias pessoas. Afinal de contas, além de agregar valor para o currículo, você tem a oportunidade de frequentar escolas ou universidades renomadas internacionalmente, conhecer outros métodos de ensino, assistir aulas com colegas de várias partes do mundo, ter diferentes atividades extracurriculares e até fazer contatos profissionais.

Porém, quando chega a hora de planejar, de fato, o intercâmbio, muita gente se depara com diversas dúvidas e não sabe ao certo por onde começar. Por esse motivo, preparamos este post com 7 dicas do que fazer para organizar a sua viagem e evitar imprevistos que possa atrapalhar essa experiência. Acompanhe!

1. Defina o local em que você quer estudar

A primeira delas é bem simples: tenha em mente que tudo começa com a definição do local onde você vai estudar — e aqui não falamos apenas do país, mas também da cidade. Do contrário, não será possível comprar passagens, acertar detalhes da hospedagem, fazer câmbio ou mesmo tirar o visto, não é mesmo?

Por isso, liste quais destinos despertam a sua atenção e atendem a requisitos básicos para um intercâmbio, como segurança, clima, cultura, escolas/universidades de ponta, opções de lazer e entretenimento, facilidade de locomoção, custo de vida etc. Caso você fique indeciso entre dois lugares, vale a pena fazer uma pesquisa e ver qual deles recebe mais estudantes internacionais ao longo do ano, por exemplo.

2. Confira quais são os cursos disponíveis

A segunda dica é conferir quais são os cursos disponíveis no seu destino (como o técnico, o doutorado, o inglês geral, o preparatório para o IELTS etc.). Para tanto, é importante estar ciente de quais são os seus objetivos com o intercâmbio e o que você espera alcançar com ele para a sua vida pessoal e profissional.

Fora isso, atente-se ao tempo disponível que você terá para realizar o curso desejado. Afinal, as modalidades têm durações específicas e, geralmente, diferentes. Por exemplo, a graduação sanduíche pode ser feita em um ou dois semestres, enquanto o bacharelado dura três anos. Já a graduação, por sua vez, dura, em média, dois anos.

3. Aprimore o seu nível de fluência em inglês

Como você perceberá ao checar as opções de cursos, muitos deles têm como requisito que o estudante já seja fluente no inglês e, inclusive, comprove isso por meio de um teste de proficiência, como o IELTS ou o TOEFL.

Isso acontece, em especial, nas modalidades acadêmicas, devido às matérias que serão estudadas, aos debates que vão ocorrer em sala de aula e às demais atividades no campus que exigem que os alunos internacionais consigam se comunicar, se expressar e entender os demais com precisão. Portanto, se você planeja fazer uma graduação ou uma pós-graduação, comece já a aprimorar o seu inglês.

4. Faça um planejamento financeiro

Após chegar a uma decisão sobre qual será o seu destino e o tipo de curso que será feito, é hora de começar a fazer o planejamento financeiro para estudar fora. Para isso, faça estimativas em cima do tempo que você passará no país escolhido.

Inclua, por exemplo, despesas com moradia, alimentação, transporte, viagens, materiais didáticos, vestuário entre outros. Para completar, monte uma reserva à parte para os gastos que você terá ainda no Brasil, com o visto, os bilhetes aéreos de ida e volta, o seguro de viagem, matrícula na instituição de ensino etc.

Ao chegar a um montante final, divida-o em diferentes quantias até encontrar uma que case com o seu orçamento. Dessa forma, vai dar para saber quanto você deve poupar por mês para realizar o seu intercâmbio. Se for preciso, já trace medidas para reduzir gastos e economizar mais rapidamente.

5. Procure uma agência de intercâmbio

Outra dica importante para estudar fora do país é procurar uma agência de intercâmbio para facilitar todo esse processo. Isso porque ela conta com parcerias com escolas e universidades estrangeiras de qualidade e renome, o que evita perrengues com instituições de credibilidade duvidosa — algo ao qual você está sujeito quando tenta fazer tudo sozinho, especialmente se nunca foi para o exterior.

Além disso, ela vai ajudá-lo com as suas dúvidas, assessorá-lo no processo de obtenção do visto, traçar um orçamento de viagem que cabe no seu bolso, encontrar as passagens e a hospedagem com melhor custo-benefício e muito mais.

6. Organize a documentação necessária

Depois de tudo o que já falamos, comece a organizar a documentação necessária para o seu intercâmbio. Porém, para que não haja confusões, uma boa sugestão é separá-la em três categorias:

  • os documentos para solicitar o passaporte;
  • os documentos para dar entrada no visto;
  • os documentos para o processo seletivo da instituição de destino.

Caso você tenha passaporte, já é meio caminho andado. Em caso negativo, o documento deve ser a sua prioridade, uma vez que é preciso tê-lo em mãos para conseguir o visto e se matricular em uma escola/universidade no exterior, ok? Vale lembrar que será comum um mesmo documento ser usado para mais de uma categoria. Portanto, não estranhe quando isso acontecer.

Fora isso, é provável que uma parte deles precise de uma tradução juramentada. Nesses casos, conte com a ajuda da sua agência de intercâmbio!

7. Compre a moeda do país

Para finalizar, compre a moeda do país escolhido. Por exemplo, se o seu destino for a Austrália, será o dólar australiano. No entanto, fique atento: não é recomendado fazer a compra de todo o dinheiro de uma vez só. O ideal é adquirir o montante que você precisa aos poucos, ao longo do período em que você se organiza para o intercâmbio.

O motivo disso é que o valor das moedas muda diariamente, às vezes para mais, às vezes para menos. Portanto, ao acompanhar o câmbio e fazer aquisições periódicas, é possível fazer uma boa economia.

Com as nossas sugestões de como se preparar para estudar fora do Brasil, será mais fácil se planejar para o seu intercâmbio com antecedência.

E se você ainda não bateu o martelo sobre o destino do seu intercâmbio, confira a lista de países preferidos pelos brasileiros!

Entenda como é o clima na Nova Zelândia durante o ano todo

Na hora de planejar o intercâmbio para a terra dos kiwis, os estudantes pensam em muitas coisas, não é mesmo? No tipo de programa que vão fazer, quanto tempo permanecerão no exterior, as cidades e cenários paradisíacos que visitarão etc. Porém, há um detalhe que muitos esquecem de analisar: o clima na Nova Zelândia.

Afinal, as estações no território neozelandês são mais bem definidas do que no Brasil. Por essa razão, impactam na forma como os cidadãos das duas ilhas que dividem o país (North Island e South Island) utilizam as áreas ao ar livre, em como eles têm contato com a natureza e, inclusive, na maneira como se entretêm.

Dito isso, reunimos quatro cidades que estão entre os principais destinos que recebem intercambistas na Nova Zelândia para mostrar o que você pode esperar do clima local. De quebra, ainda indicamos quais são as atrações ideais em cada estação. Acompanhe!

Auckland

Auckland é a cidade mais populosa da Nova Zelândia, com mais de 1,6 milhão de habitantes. Ela fica localizada no extremo norte da North Island.

Como é o clima na cidade?

A North Island é a região mais próxima do Trópico de Capricórnio e, consequentemente, da zona tropical. Por conta disso, é a parte do país que tem um clima subtropical. Logo, devido a posição de Auckland, a cidade conta com um clima mais ensolarado e quente. Durante o ano, as estações variam da seguinte forma:

  • primavera: as temperaturas ficam entre 16º e 21º;
  • verão: as temperaturas ficam entre 19º e 26º;
  • outono: as temperaturas ficam entre 10º e 19º;
  • inverno: as temperaturas ficam entre 8º e 14º.

O que ver e fazer em cada estação?

No verão, uma boa ideia é aproveitar os parques da cidade, como o Auckland Domain e o Cornwall Park. Na primavera, por sua vez, você pode visitar o One Tree Hill — que, sim, tem nome de série de TV, mas na verdade é um pico vulcânico aberto para visitação.

Já no outono, um ótimo passeio para se fazer é visitar a Ilha Waikehe, um local que mistura belas praias com vinícolas. Para fechar com chave de ouro, aproveite o inverno para visitar a Auckland Art Galery e a torre mais alta do país, a Sky Tower.

Wellington

Wellington, por sua vez, é a capital neozelandesa. Um município com cerca de 496 mil pessoas que fica no extremo sul da North Island, sendo banhada pelo Estreito de Cook.

Como é o clima na cidade?

Por ficar praticamente na divisa entre a North Island e a South Island, Wellington acaba com um contraste interessante. Isso porque ela mantém as características do primeiro município, mas com temperaturas mais baixas e dias mais chuvosos (ter um guarda-chuva sempre à disposição é fundamental!). Ao longo dos meses, a variação é essa:

  • primavera: as temperaturas ficam entre 12º e 18º;
  • verão: as temperaturas ficam entre 15º e 23º;
  • outono: as temperaturas ficam entre 9º e 15º;
  • inverno: as temperaturas ficam entre 7º e 12º.

O que ver e fazer em cada estação?

Primavera na capital da Nova Zelândia pede passeios ao ar livre, especialmente pelo Wellington Zoo, o Avalon Park e o Mount Victoria Lookout. O verão, por sua vez, é um convite às badaladas praias de Oriental Bay e de Kapiti Coast

Por outro lado, o inverno e o outono são ótimos períodos para programas em ambientes fechados, principalmente as lojas da Cuba Street, a City Gallery e os museus Wellington Cable Car e The Weta Cave.

Christchurch

Quase no centro da South Island está Christchuch, a terceira cidade mais populosa do território neozelandês, com pouco mais de 404 mil habitantes.

Como é o clima na cidade?

Ao contrário das duas primeiras cidades, o clima em Christchurch é bem mais ameno e com menos dias de sol. Isso acontece por que, embora o país esteja na zona temperada do sul, a South Island está mais próxima da zona glacial Antártica. Como resultado as estações se manifestam assim:

  • primavera: as temperaturas ficam entre 9º e 18º;
  • verão: as temperaturas ficam entre 13º e 21º;
  • outono: as temperaturas ficam entre 5º e 16º;
  • inverno: as temperaturas ficam entre 3º e 11º.

O que ver e fazer em cada estação?

Na primavera, os parques de Hagley, Mona Vale e Orana Wildlife são ótimas pedidas. Já no verão, as praias locais (como a Sumner Beach e a New Brighton Beach) são excelentes para quem quer relaxar com o pé na areia.

No outono, o Internaciontal Antarctic Centre é um bom programa para quem deseja saber mais sobre a Antártica e, de quebra, ver animais silvestres da região. Para encerrar, no inverno, você pode conferir os museus da cidade, como o Quake City, o Christchurch Art Gallery e o Canterburry Museum

Queenstown

Por fim, há Queenstown que, entre os quatro municípios citados, é o que tem menos habitantes (aproximadamente 29 mil) e fica próximo a porção final da South Island.

Como é o clima na cidade?

Se em Christchurch o clima era mais temperado do que nos demais municípios, em Queenstown ele tende a ser marcado pela falta de um verão realmente quente e a presença regular da neve nos meses mais frios do ano. Ou seja, é preciso se agasalhar bem! Tanto é que as estações do ano apresentam as seguintes variações:

  • primavera: as temperaturas ficam entre 5º e 16º;
  • verão: as temperaturas ficam entre 7º e 19º;
  • outono: as temperaturas ficam entre 2º e 10º;
  • inverno: as temperaturas ficam entre -1º e 5º.

O que ver e fazer em cada estação?

O clima na Nova Zelândia, quando se trata da cidade de Queenstown, é favorável às belíssimas paisagens naturais locais. Por isso, é interessante aproveitar a primavera e o verão para visitar os lagos Wakatipu, Wanaka, Te Anau e Hawea.

No outono, dá para aproveitar a Central Otago, uma área interiorana com dezenas de vinícolas. No inverno, por sua vez, vale a pena conhecer as geleiras (como a Franz Josef e a Milford Sound) e as estações de esqui da região (como a Coronet Peak e a The Remarkables Ski Area).

Como você viu, conhecer como é o clima na Nova Zelândia será fundamental para assegurar que você escolheu a cidade ideal para o seu intercâmbio de acordo com a sua preferência — que pode ser por um lugar mais ensolarado ou mais chuvoso, mais quente ou mais frio, com neve ou sem neve e por aí vai. Para completar, isso vai garantir que você possa planejar com antecedência as atrações locais que mais o agradam e, sem dúvidas, não podem passar batidas!

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