taboola

Quais são as regiões e as principais cidades da Austrália? Confira aqui!

As cidades da Austrália estão entre as melhores do mundo para se viver e, neste post, explicamos sobre municípios e regiões administrativas desse país-continente. Conhecida pela Grande Barreira de Coral, pelo imenso deserto de Outback e pela diversidade da fauna e da flora, a maior nação da Oceania tem muito a oferecer quando o assunto é vida urbana.

Entre os oceanos Índico e Pacífico, a Austrália tem cerca de 25 milhões de habitantes, de acordo com o último censo, de 2018, distribuídos em uma área territorial superior a 7,5 milhões de km².

Sobre a geografia da terra dos cangurus, pode-se afirmar que no sudeste estão os Alpes Australianos (onde se localiza o ponto mais alto da Austrália, o Monte Kosciusko, a 2,2 metros de altitude) e os rios Murray e Darling, assim como a Ilha da Tasmânia, no sentido costeiro.

Na ponta nordeste da costa, fica a famosa Barreira de Coral, já o Grande Deserto de Vitória está situado ao oeste do país. A leste, por fim, surge uma imensa cadeia montanhosa, a Grande Cordilheira Divisória.

A população do país é, em grande parte, descendente de europeus, devido à colonização britânica a partir do século XVIII. Desde 1970, porém, o território tem investido em políticas de imigração da Austrália, o que atraiu muitos asiáticos para a nação. Os nativos, chamados de aborígenes, no entanto, representam uma pequena parcela demográfica.

Apesar de a economia da Austrália ser bem-sucedida, a terra dos cangurus não é um país densamente povoado, estando a região desértica de Outback com poucos habitantes. Assim, cerca de 85% dos australianos, cuja língua oficial é o inglês, moram em regiões administrativas costeiras e cidades litorâneas.

A nação está dividida em estados e territórios, sendo eles o Território do Norte, Vitória (sudeste), Tasmânia (sudeste), Queensland (nordeste), a Austrália Meridional (também chamada de Austrália do Sul), Nova Gales do Sul (leste) e a Austrália Ocidental (oeste).

Ficou curioso para descobrir quais são as principais áreas urbanas da Austrália? Então, confira agora mesmo o artigo e tire suas dúvidas sobre o tema!

1. Território do Norte

O Território do Norte (Northern Territory) é uma das principais áreas administrativas da Austrália e, de acordo com o último censo, de 2012, tinha mais de 230 mil habitantes, em uma área de 1,4 milhões de km². A capital Darwin é situada no litoral norte do país. Além dela, a cidade-satélite de Palmerston é outra zona urbana importante da região.

Na região, cuja costa se estende desde o oceano Índico até a Terra de Arnhem, a principal atividade econômica é a mineração, com extração de ferro, urânio, petróleo e gás natural. O turismo, principalmente ao Parque Nacional de Kakadu, e a pecuária são outras fontes importantes de renda no Território Norte.

2. Darwin

Situada no mar do Timor, Darwin tem cerca de 150 mil habitantes e marca a posição de capital mais ao norte da Austrália. O fato é estratégico para a economia local, uma vez que a cidade está relativamente próxima a países como a Indonésia e o Timor-Leste, no sudeste asiático.

Nessa, que é a 15ª maior cidade da Austrália, com histórico de povoação densa a partir do século XIX, empregos relacionados ao comércio portuário e à extração mineral são valorizados, e a cultura tem no Dia do Território (Territory Day), comemorado em 1° de julho, um dos seus pontos altos.

3. Nova Gales do Sul

Fundada pela colônia britânica em 1788, a região de Nova Gales do Sul está na costa leste australiana e faz fronteira com Queensland (norte), Vitória (sul) e Austrália do Sul (oeste). A região, cuja capital é Sydney, concentra mais de 8 milhões de habitantes, transformando-se no estado mais populoso da Austrália.

A economia de Nova Gales do Sul é focada, principalmente, em serviços financeiros e tecnologia da informação, com sedes de grandes empresas do ramo em Sydney. Além disso, o carvão é um dos produtos naturais mais exportados pelo estado e o turismo também ocupa posição de destaque na economia regional.

4. Sydney

Cidade australiana mais populosa, Sydney é uma metrópole com economia e vida social pujantes. Surgida na costa, diante do mar da Tasmânia, a capital de Nova Gales do Sul concentra um dos principais portos naturais do planeta e é conhecida pelo multiculturalismo, devido à diversidade étnica de sua população.

Sydney despontou como centro econômico e cultural da Austrália já no século XVIII, com a ocupação dos primeiros colonos britânicos no local. Hoje, o setor econômico aposta na manufatura, no turismo e nas empresas de tecnologia para ganhar força e abrir mais empregos.

Na cultura, a Ópera de Sydney se transformou no maior cartão-postal da cidade, mas a vida noturna da capital não se destina a essa atração turística. Com bares, pubs e restaurantes, a noite parece se estender nas ruas do centro, que também conta com opções de teatros e cinemas centenários.

A capital também é um dos principais destinos para quem busca estudo na Austrália, uma vez que oferece alguns dos centros universitários (a exemplo da Universidade de Sydney) e escolas de inglês mais tradicionais da nação.

5. Newcastle

Situada na foz do rio Hunter, Newcastle é a segunda cidade mais populosa do estado de Nova Gales do Sul. Com 322 mil habitantes, seu assentamento ganhou força com a chegada de colonos europeus no século XVIII.

A economia da cidade é baseada no comércio de carvão, sendo o porto de Newcastle o número um do mundo em exportação desse produto mineral. A exploração de cobre e aço, além da produção de sabão, são outros importantes ativos da economia local.

6. Camberra

No extremo norte do Território da Capital Australiana, Camberra (ou Canberra) é a maior cidade interiorana e a oitava maior ao nível nacional, com cerca de 420 mil pessoas (Censo de 2018). A história do assentamento urbano remonta à colonização britânica, que realizou expedições para a região ao longo do século XVIII.

Planejada por um importante arquiteto norte-americano no século XX, a capital nacional tem o lago Burley Griffin ao centro, do qual surgem as avenidas e as principais quadras urbanas da cidade.

Em relação à economia, o nível de desemprego no município é um dos mais baixos de toda Austrália, sendo a administração pública a área que mais emprega. Dessa forma, a cidade se destaca entre os estrangeiros com visto australiano e em busca de novas oportunidades de emprego.

Por ser a capital australiana, estão em Camberra alguns dos monumentos mais famosos do país, como a Galeria Nacional da Austrália, a Biblioteca Nacional, a Academia Australiana de Ciências, o Memorial de Guerra da Austrália e o Museu Nacional.

7. Wollongong

Após Camberra, a cidade de Wollongong (também chamada de “The Gong” pelos moradores), no estado de Nova Gales do Sul, é a 9ª mais populosa do país, com cerca de 300 mil habitantes. O nome do lugar, situado na costa leste australiana, tem origem aborígene e representa as “cinco ilhas” que irrompem na região.

A atividade portuária e o setor industrial são as principais apostas econômicas do lugar, que ocupa uma estreia planície costeira e é um verdadeiro paraíso para quem pratica surf e esportes radicais. 

8. Vitória

No sudoeste da Austrália, o estado de Vitória é o segundo mais populoso e, por causa da sua área territorial, é considerado o mais densamento povoado do país. Dessa forma, grande parte da população está na Baía de Port Phillip, região metropolitana que inclui a capital local, Melbourne.

O nome dessa região administrativa é uma homenagem à rainha Vitória, que reinava no Império Britânico à época da colonização, em 1851. Atualmente, a economia estadual é baseada em serviços financeiros, manufatura e setor imobiliário, tendo baixa taxa de desemprego e, portanto, oferecendo grandes oportunidades para trabalhar na Austrália.

9. Melbourne

Principal cidade ao longo da Baía de Port Phillip, que abrange cerca de 2 mil km², e capital do estado de Vitória, Melbourne é a segunda metrópole mais populosa da Austrália, oferecendo uma ampla gama de serviços e uma economia diversificada para os seus 4,3 milhões de habitantes.

Fundada em 1835 por colonos britânicos, como o Lorde Melbourne, a cidade teve um pico de crescimento no século XIX, sendo o desenvolvimento retomado na década de 1950, com a realização dos Jogos Olímpicos de Verão no município.

Além disso, Melbourne foi escolhida pelo sétimo ano consecutivo pela revista norte-americana The Economist como a melhor cidade do mundo para se viver. O título significa muito para um lugar que investe na qualidade de vida da população, desde os setores básicos até o entretenimento.

Falando nisso, cidade é uma das queridinhas dos jovens intercambistas, visto que tem uma vida cultural frenética e bem diversificada. A capital do estado de Vitória sedia, frequentemente, eventos internacionais e oferece atrações turísticas como a Galeria Nacional, o Jardim Botânico e o Centro de Arte Vitoriana.

10. Geelong

Ao longo do rio Barwon, surge a cidade de Geelong, considerada a segunda maior do estado de Vitória, com cerca de 270 mil habitantes. O nome do município deriva de uma expressão aborígene que quer dizer “língua de península”, devido ao aspecto portuário do local, colonizado no século XIX pelos ingleses.

Com o crescimento industrial na década de 1960, a cidade se transformou em um importante centro de manufatura da região. Atualmente, a economia de Geelong ainda se destaca pela produção fabril, mas cresce o impacto de setores como a educação e a saúde na renda da cidade.

11. Queesland

Segundo maior estado em área territorial e terceiro mais populoso da Austrália, Queensland está na região nordeste do país-continente e conta, ao todo, com 5 milhões de habitantes. Com uma das economias mais ativas da nação, grande parte da população estadual se concentra na capital Brisbane.

Habitado inicialmente por povos aborígines, o estado foi ocupado pelos colonos ingleses no século XVIII e, de lá para cá, tem diversificado sua política econômica. Atualmente, a região é uma das campeãs na exportação de frutas e legumes tropicais, além de despontar na indústria da mineração, com exploração de prata, chumbo, zinco, ouro, entre outros metais.

12. Brisbane

Banhada pelo oceano Pacífico, a capital do estado de Queensland, Brisbane, é a terceira maior cidade da Austrália e ocupa a vice-liderança em termos econômicos, culturais e sociais do país.

Com quase 2,3 milhões de habitantes, a metrópole é uma das mais antigas da nação, tendo evoluído de um povoamento inglês criado na década de 1820, em uma área ocupada, inicialmente, pelos povos aborígines Turrbal e Jagera. 

Parte da economia da cidade depende do rio Brisbane, onde existe um dos portos mais importantes da Austrália, responsável pelo escoamento da produção industrial e comercial do estado. Além disso, a zona urbana oferece entretenimento e atrações turísticas de tirar o fôlego, como o Monte Coot-Tha, o Story Bridge e o Sea World.

Brisbane, por fim, é conhecida pelo título de “Cidade dos Dias Ensolarados”, visto que o clima tropical deixa a maior parte das estações do ano com cara de verão. As altas temperaturas agradam a muitos intercambistas brasileiros e expandem o turismo no leste da Austrália.

13. Sunshine Coast

Situada no litoral sudeste de Queensland, ficando a 100 km de Brisbane, a cidade de Sunshine Coast é a terceira mais populosa do estado, com cerca de 330 mil moradores. Descoberto inicialmente por povos papuasianos e, depois, colonizado pelos ingleses no século XIX, o local tem uma rica história e, hoje em dia, destaca-se como polo turístico.

A cidade litorânea é muito visitada por quem curte praia (como a Sunrise Beach, a Castaways Beach e a Praia Peregian), mas também investe na economia, ampliando o setor de finanças, a assistência médica e a agricultura.

14. Townsville

Na costa nordeste da Austrália está Townsville, considerada a terceira cidade mais populosa de Queensland. Um fato curioso sobre o local é sua recente fundação, tendo sido considerada cidade apenas em março de 2008, a partir da fundição das municipalidades de Townsville e Thuringowa.

Townsville é conhecida, também, pela sua proximidade à Grande Barreira de Coral e pelo tempo ensolarado durante a maior parte do ano. Além disso, a qualidade de vida na cidade é considera boa, com oferta ampla de empregos em uma economia marcada pela produção industrial e o refinamento de zinco e níquel.

15. Tasmânia

Ilha localizada a 240 km da área litorânea da Austrália continental, o território da Tasmânia soma 68 mil km² e é separado do continente pelo Estreito de Bass. Ao todo, a região administrativa é habitada por cerca de 520 mil pessoas, estando a maior parte delas está concentrada na capital Hobart e em Launceston.

Com vasta história, a Tasmânia pode ter sido habitada por aborígenes há 40 mil anos, datando a colonização britânica, apenas, do século XIX, época em que o estado foi oficialmente criado pelo Império. 

16. Hobart

Maior cidade do estado da Tasmânia, Hobart tem mais de 210 mil moradores chegando, com a região metropolitana, a uma quantidade superior a 240 mil habitantes. Ao longo do rio Derwent, o município foi fundado por britânicos em 1803 e, de lá para cá, viu políticas econômicas e sociais prosperarem.

Atualmente, a economia de Hobart se baseia em atividades de pesca e comércio de manufatura, movimentando, também, o mercado do turismo. Na cidade, o Jardim Botânico Real da Tasmânia, o Monte Wellington e a Ponte Tasman são atrações imperdíveis.

17. Launceston

Ao norte do território da Tasmânia, Launceston surge como a segunda cidade mais populosa da região e está entre as 20 mais povoadas do país, com uma população de 105 mil habitantes. A fundação do local remete a 1806, data em que os colonos britânicos fundaram o povoamento que viria a ser uma importante área urbana, em dois séculos.

Atualmente, a economia de Launceston investe em atividades rurais, sendo reconhecida pela produção de maçã e lã superfina. Igualmente, a cidade é o principal centro comercial do norte da Tasmânia e tem atraído os olhares dos visitantes, principalmente pelo Cataract Gorge, desfiladeiro de catarata.

18. Austrália Ocidental

A Austrália Ocidental, também chamada de Austrália do Oeste, está limitada pelo oceano Índico, a norte, e pelo Antártico, ao sul, ocupando boa parte do território australiano. A região administrativa, que é a maior do país-continente em termos territoriais, é povoada por cerca de 2,6 milhões de pessoas, das quais a maior parte se concentra em Perth.

O primeiro assentamento na Austrália Ocidental ocorreu em 1831, a cerca de 100 km de Perth. De lá para cá, a região se desenvolveu economicamente, impulsionando a extração mineral e o processamento de petróleo, por exemplo.

19. Perth

Capital da Austrália Ocidental, Perth também é a maior cidade da região, com uma população superior a 2 milhões de habitantes, o que faz do lugar uma das quatro maiores áreas urbanas da nação. Colonizada por britânicos no século XIX, o nome Perth é uma referência a uma cidade homônima na Escócia.

No estuário do rio Swan, Perth está bastante isolada de outras metrópoles, ficando a 2,1 mil km de Adelaide, o que rendeu ao município o título de cidade com mais de um milhão de moradores mais isolada do planeta.

Por sua vez, as distâncias geográficas ajudaram a economia local a se desenvolver e, atualmente, o porto de Perth é um dos principais exportadores de alumínio, ouro, níquel e ferro na região ocidental da Austrália.

Mas quem pensa que Perth oferece apenas atrativos econômicos está muito enganado. A cidade é a queridinha dos turistas que vão à Austrália Ocidental, oferecendo diversas atrações turísticas, como o Kings Parque, o Zoológico de Perth, o Bibbulmun Track (trilha de caminhada) e o Swan Valley, para relaxar em contato com a fauna e a flora tropicais.

20. Mandurah

Na Austrália Ocidental, Mandurah está situada a 72 km da capital, Perth, sendo considerada a segundo maior cidade do estado, com 97 mil moradores. Situada no estuário de Mandurah, o nome do lugar faz referência a “local de negociação”.

Fundada por colonos em meados do século XIX, o município é um importante centro comercial da região, destacando-se pela mineração, agricultura, comércio varejista e setor de construção civil. A pesca de caranguejo também é um importante ativo econômico da região, sendo motivo da realização de eventos culturais ao longo do ano.

21. Austrália Meridional

A Austrália Meridional, também chamada de Austrália do Sul, é um dos territórios mais áridos da nação, estendendo-se por quase 1 milhão de km². Apesar da grande área territorial, essa região administrativa é considerada a quinta maior em termos demográficos, sendo ocupada por 1,7 milhão de pessoas.

A capital, Adelaide, concentra a maior parte da população da Austrália Meridional, cuja história remonta a um assentamento britânico em meados do século XIX.

Hoje em dia, o estado é famoso em todo o mundo pela produção refinada de vinhos, tema de vários festivais ao longo do ano nessa região. A manufatura, a mineração e o agronegócio também despontam na economia dessa área.

22. Adelaide

Situada na costa sul, a cidade de Adelaide é a mais povoada da Austrália Meridional, tendo atualmente mais de 1 milhão de habitantes. Entre a península de Fleurieu e de Yorke, a cidade foi fundada em 1836 e faz uma homenagem à rainha Adelaide, à época casada com Guilherme IV do Reino Unido.

De um pequeno povoamento para uma grande metrópole da Oceania, Adelaide se transformou em um verdadeiro polo econômico da atualidade, investindo em indústrias, empresas tecnológicas e extração de petróleo.

O clima tropical também é um benefício da cidade, que oferece verões quentes e invernos amenos. Devido à temperatura média anual, Adelaide é ótima para quem gosta de praticar atividades ao ar livre e curtir paisagens naturais belíssimas.

A vida noturna também é um ponto em destaque nessa metrópole, com restaurantes, bares e pubs que pretendem animar a vida dos intercambistas. Durante o dia, por outro lado, atrações turísticas como a região montanhosa de Mt Lofty Ranges, o vale de vinhedos de Barossa Valley e a região de Kangoroo Island devem ser pura diversão.

Neste post, você fez uma viagem pela Austrália, desde o Território do Norte até a Austrália Ocidental, passando pela Austrália Meridional e Vitória. O panorama explicou aspectos sobre a demografia, a cultura e a história dos lugares, sem deixar de pontuar a política econômica de cada região administrativa.

Por outro lado, você percebeu como as cidades da Austrália são diversas e estão espalhadas, principalmente, pela costa. Entre as maiores concentrações populacionais, destaque para Sydney (Nova Gales do Sul), Melbourne (Vitória), Brisbane (Queensland), Perth (Austrália Ocidental) e Adelaide (A. Meridional), as quais somam mais de 14,5 milhões de pessoas.

O tema do artigo foi interessante, não é? Então, continue se informando sobre as cidades da Austrália. Baixe agora, gratuitamente, este e-book e saiba como escolher o melhor lugar para o seu intercâmbio na terra dos cangurus!

Quais são as 5 melhores cidades da Nova Zelândia para trabalhar?

Pretende se mudar com a família para o exterior, mas não tem certeza para onde ir? Saiba que as cidades da Nova Zelândia são ótimas opções para você que busca qualidade de vida e segurança. Isso porque, além de ser conhecido mundialmente por sua cultura exótica, povo amistoso e paisagens de tirar o fôlego, o país neozelandês também se destaca quando o assunto é trabalho e estudo.

Sendo assim, se torna o lugar perfeito para você que deseja aprimorar o inglês, expandir conhecimentos e garantir a chance de impulsionar sua carreira . Afinal de contas, o cenário atual do mercado de trabalho da Nova Zelândia tem se mostrado bastante positivo nos últimos anos. Prova disso, é que a taxa de crescimento econômico do país tem apresentando um aumento 3% a cada ano.

Além disso, o governo neozelandês espera que a força do trabalho cresça 1,8% ao ano. Isso significa que precisará de cerca de 47.000 novos trabalhadores atuando no mercado de trabalho a cada ano. Vale ressaltar que parte dessas vagas serão destinadas para profissionais estrangeiros como você!

Interessou-se pelo assunto? Então, acompanhe a leitura para descobrir quais são as 5 melhores cidades para trabalhar na Nova Zelândia!

1. Wellington

Localizada no sul da ilha norte, na costa sudeste do país, a capital Wellington é considerada o centro cultural de Nova Zelândia. Isso porque a cidade possui uma diversidade de estabelecimentos que enaltecem a arte local, como galerias, teatros e museus. Além disso, é nela que está situado o histórico Embassy Theatre — cinema que se tornou cenário para as gravações da saga O Senhor dos Anéis. 

Outras características que fazem de Wellington ser um dos destinos preferidos dos imigrantes é a variedade de pontos turísticos e a abundância de estabelecimentos comerciais, que contribuem com a movimentação da economia. Aliás, a capital é a principal região para a instalação de grandes empresas.

Esse é um dos motivos para Wellington ser o lugar perfeito para quem procura oportunidades de emprego. Para você ter ideia, em setembro de 2019 a capital apresentava um total de 71.000 vagas listadas no Trade Me Jobs. No ano anterior, a cidade também manteve a margem de empregos em alta, cerca de 2,6% com aumento de 6% dos salários. 

2. Auckland

Com 1,2 milhão de habitantes, Auckland é considerada a maior metrópole da Nova Zelândia. Sendo assim, oferece uma lista maior de empregos, cerca de 10,55 vagas por 1.000 residentes. Além dessa vantagem, a cidade atrai imigrantes de todo o mundo graças a sua beleza natural, como as praias e os famosos gêiseres, pois foi construída sobre um vulcão. 

A vida noturna de Auckland também chama bastante atenção. Isso porque a cidade é repleta de:

  • casas noturnas;
  • bares;
  • cafés;
  • restaurantes;
  • cinemas;
  • teatros.

Outro ponto de atração que é bastante famoso em Auckland é o Sky Tower, com 328 metros de altura é considerada uma das torres mais altas do mundo. Nela é possível encontrar um restaurante giratório, um cassino e decks que permitem que o visitante tenha uma visão de 360°.

Vale mencionar que Auckland reúne as melhores escolas e universidades do continente. Além disso, a qualidade de vida também está entre as melhores do mundo. Por isso, não pense duas vezes antes de optar por residir em Auckland, ok?

3. Tauranga

Para quem gosta de sol e praia, Tauranga é o lugar perfeito. Isso porque a cidade está localizada na costa norte da Ilha Norte da Nova Zelândia e, por isso, é rodeada de belas praias. Apesar de ser relativamente pequena, pois sua população é de 125 mil habitantes, seu crescimento econômico não deixa a desejar.

Afinal de contas, é em Tauranga que está localizado o maior porto de exportação do país, além disso, a cidade praiana também é referência em outros segmentos, como moda e ciências. Diante disso, se torna uma ótima opção para quem procura investir na carreira sem abrir mão de viver em um lugar calmo e que permite o contato direto com a natureza.

4. Christchurch

Até aqui, percebemos que quando se trata de beleza as cidades da Nova Zelândia não perdem em nada. Sendo assim, a famosa Christchurch é conhecida por seus parques e jardins que agregam ainda mais encanto à cidade. Por isso, é considerada um dos maiores centros turísticos litorâneos do país. 

Além da beleza, Christchurch atrai por sua variedade de comércios, o que facilita a busca por emprego, diversas opções de entretenimento e esportes radicais. Logo, o crescimento econômico da cidade tem se mostrado bastante positivo nos últimos anos.

Vale ressaltar que para ocupar uma vaga de emprego em Christchurch é preciso dispor de um currículo atraente. Por isso, na própria cidade, é possível encontrar um leque bastante diversificado de cursos de inglês e técnicos em instituições de ensino reconhecidas no mercado, como a University of Canterbury, uma das principais universidades do país.

5. Queenstown

Apesar de ser pequena, cerca de 15 mil habitantes, Queenstown é bastante completa e, por isso, atrai pessoas dos mais diferentes gostos e estilos. Afinal, a cidade dispõe de uma beleza natural única, tanto é que foi cenário para as gravações de filmes como As Crônicas de Nárnia e O Senhor dos Anéis.

Além disso, Queenstown oferece diversão tanto para quem gosta de algo mais agitado como festas e esportes radicais quanto para aqueles que preferem atividades mais tranquilas, como visitar o shopping ou conhecer a culinária local e estrangeira.

Por conta de sua diversidade, a cidade costuma dobrar o número de habitantes em épocas de alta temporada, sendo uma oportunidade perfeita para quem deseja trabalhar. Ou seja, Queenstown é, sem dúvida, um ótimo lugar para você que gosta de tranquilidade, natureza e, principalmente, que quer investir nos estudos e garantir uma fonte de trabalho.

Quais as vantagens de trabalhar na Nova Zelândia?

A Nova Zelândia é um país com uma economia forte que vem crescendo cada vez mais com o passar dos anos. Por isso, o governo neozelandês tem procurando impulsionar a demanda por profissionais qualificados em diversos setores com o objetivo de fomentar o seu desenvolvimento.

Diante disso, o cenário atual na Nova Zelândia é bastante favorável para quem deseja ocupar uma vaga no mercado de trabalho. Isso porque o índice de desemprego no país caiu de 4,2% para 4,0% em 2019. Nesse contexto, a expectativa é que, até 2021, 153.000 pessoas tenham ocupado uma vaga de emprego.

As oportunidades surgirão para todas as áreas de trabalho. No entanto, é esperado um aumento significativo nos segmentos de negócios, TI, assistência médica e social, educação, construção civil e serviços públicos.

Além do crescimento da oferta de trabalho, vale destacar que a Nova Zelândia também oferece uma qualidade de vida excelente com um ritmo bastante tranquilo. Isso significa que o país permite que você possa manter o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal. Ou seja, faz parte da conduta local que os profissionais ocupem seu tempo livre com atividades de entretenimento e lazer que os distraem totalmente do ambiente de trabalho.

Portanto, conforme as informações apresentadas neste post, não resta dúvidas de que as cidades da Nova Zelândia são de fato, excelentes lugares para se viver, estudar e trabalhar. Sendo assim, pense com carinho na possibilidade de residir nesse país que tem muito a oferecer. Em casos de dúvidas, você pode constatar empresas de intercâmbio, como a Australian Centre, para guiá-lo durante todo o processo de mudança, combinado?

Gostou do artigo? Então, compartilhe este conteúdo com seus amigos nas suas redes sociais!

Entenda aqui como é o mercado de arquitetura na Austrália

A Austrália é um dos países mais receptivos para os brasileiros e que dispõe de boas oportunidades profissionais e salários para diversas áreas de atuação. A profissão de arquiteto é uma das mais reconhecidas e bem remuneradas no país, por ter grande demanda há anos. 

O país possui atualmente o maior salário mínimo do mundo e está entre os cinco melhores países para se viver, de acordo com uma pesquisa da consultoria BAV Group e pela The Wharton School of the University of Pennsylvania.

Além das questões profissionais e a hospitalidade do povo australiano, o país é referência em pontos básicos e essenciais, como educação, saúde, segurança e transporte.

Portanto, neste artigo vamos mostrar como é possível validar seu diploma de arquitetura na Austrália e exercer a profissão. Para descobrir como tudo isso é viável, continue a leitura!

Como é o mercado de trabalho na Austrália

A Austrália é um país que apresenta diversas oportunidades para imigrantes de várias atuações profissionais. Anualmente, no mês de julho, o Departamento de Imigração publica uma lista das profissões que mais possuem demanda no período atual e as informações sobre o procedimento para solicitação de visto. 

Arquitetos são requisitados pelos australianos há anos e é uma das profissões que apresentam ótimas oportunidades de emprego no país. A média salarial para o setor fica acima de AUD$ 130 mil por ano.  

De acordo com o site Job and Salary Abroad, o salário para os arquitetos na Austrália encontra-se acima da média no país, e as cidades com as melhores oportunidades na área são: Melbourne, Sydney, Camberra, Brisbane, Perth, Adelaide, Gold Coast, Newcastle e Hobart. 

Como validar seu diploma

Em primeiro lugar, é necessário verificar se sua área profissional solicita um registro ou licença específica para atuação no exterior e o pedido deste documento deve ser realizado diretamente com o órgão responsável. Para arquitetos, o registro é obrigatório. 

O setor da arquitetura se enquadra em duas categorias de trabalhos em demanda no país, a Medium and Long-term Strategic Skills List (MLTSSL — Lista de Profissões Estratégicas para Médio e Longo Prazo) e a Short-term Skilled Occupation List (STSOL — Lista de Ocupações Profissionais para Curto Período). A MLTSSL oferece visto de permanência na Austrália, e a STSOL um visto de trabalho temporário

O órgão regulador equivalente ao CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo) em território australiano chama-se AACA (Architects Accreditation Council of Australia) e a profissão possui o código 232111 na lista ANZSCO (Australian and New Zealand Standard Classification of Occupations).

Para envio do diploma e de todos os documentos solicitados, é preciso pedir uma tradução certificada e juramentada com empresas autorizadas pela imigração australiana, assim, a documentação se mantém válida na Austrália. 

Como funciona o procedimento

Para a solicitação do visto profissional, é necessário que o aplicante esteja apto com o que a Austrália pede para aquela área. Cada estado australiano possui uma jurisdição diferente para realização do processo seletivo e há um requerimento legal para arquitetos ou pessoas que prestam serviços na área de arquitetura. 

Assim, é preciso se registrar com o conselho de registro de arquitetos, onde diversos fatores serão avaliados, como o curso, suas notas e uma entrevista com o RAE (Review of Academic Equivalence) será realizada para alinhamento da sua área de trabalho, seu nível de inglês e seus conhecimentos.

Alguns requisitos para ser considerado um profissional com as competências exigidas e trabalhar com arquitetura na Austrália é que o solicitante tenha mais de dois anos de experiência profissional na área de aplicação e que possua fluência no inglês, comprovada com nota no IELTS ou TOEFL.

Qual a documentação necessária

Inicialmente, são solicitadas cópias dos documentos originais e as cópias dos traduzidos e juramentados para o órgão regulamentar — AACA (Architects Accreditation Council of Australia). Assim como as notas de proficiência em inglês, pelos testes TOEFL ou IELTS — nota média 6,5.

Se você está organizando essa mudança na sua vida e na sua carreira, o ideal é planejar com antecedência a validação do diploma e das suas competências para atender a todos os requisitos solicitados pela imigração australiana.

Para os arquitetos, pode ser um processo demorado, pela seriedade com que é tratado pelos órgãos responsáveis e pela quantidade de documentos e comprovações solicitadas. Como o processo é realizado em duas etapas, é importante acompanhar com muita atenção.

Pesquise muito sobre o país e a sua história, veja como poderá acrescentar na sua qualidade de vida pessoal e profissional, pesquise também sobre a sua adaptação para a cultura da Austrália, escolha a cidade em que deseja morar e curta o processo que será extremamente enriquecedor. 

Qual o tempo de espera e os custos

Como o processo possui dois estágios para que você consiga exercer a atividade de arquitetura na Austrália, é possível que o tempo médio de espera para a conclusão seja maior do que outras profissões.

Caso você tenha interesse em trabalhar com arquitetura na Austrália e ser considerado completamente competente para isso, é solicitado seu portfólio com cerca de 4 a 6 projetos, os quais podem ser profissionais ou acadêmicos. Recomenda-se o uso do trabalho de conclusão do curso.

O processo de validação do diploma leva em torno de 12 semanas para ser concluído. Após essa validação final, o arquiteto pode solicitar o registro que o torna tão apto para exercer a profissão como alguém formado na Austrália.

Como vimos neste post, o processo para exercer a atividade de arquitetura na Austrália e mudar os rumos da sua vida e carreira pode ser árduo, porém gratificante no final. Por isso, é de extrema importância que seu planejamento e organização dos documentos para a validação do diploma seja feita com antecedência e com o auxílio de uma empresa especialista no país e nos seus processos imigratórios.

Se você gostou das nossas dicas sobre como exercer a profissão de arquiteto na Austrália, deixe um comentário aqui no nosso post informando seus planos e expectativas para essa nova fase.

Como validar o curso de Engenharia na Austrália? Entenda aqui

Não há dúvidas: os empregadores australianos são um dos que melhor pagam os funcionários no mundo. Por lá, o ganho mensal de um empregado é superior a 1,6 mil dólares australianos (cerca de R$ 5 mil), segundo o Australian Bureau of Statistic (ABS). E o cenário fica ainda mais promissor para quem trabalha com Engenharia na Austrália!

Pensando nisso, o post a seguir explica como é a validação do diploma de Engenharia na terra dos cangurus, quanto tempo dura o processo, qual é o órgão equivalente ao Conselho Federal de Engenharia e Agronomia na nação e por que contar com uma agência de intercâmbio para não lidar com imprevistos nesse momento.

Ficou curioso? Então, leia agora mesmo o artigo e tire suas dúvidas!

Quais são as vantagens de trabalhar na Austrália como engenheiro?

De fato, os australianos têm uma das menores taxas de desempregados no país, com cerca de 5% de pessoas sem trabalho, de acordo com métrica do ABS. Assim, a economia pujante transforma a Austrália em um destino único para trabalhadores brasileiros, que sonham com oportunidades para crescer profissionalmente.

Mas, você deve estar se perguntando por que, exatamente, o país é um ótimo destino para engenheiros brasileiros? A resposta tem a ver com as listas de trabalho com alta demanda, seja para curto, médio e longo prazo, que o governo da Austrália divulga anualmente para a comunidade internacional.

Nesse momento, cargos ligados à formação em Engenharia Civil e à Engenharia Elétrica, principalmente, estão recrutando profissionais internacionais em todo o país. Em outras regiões da Austrália, engenheiros de diferentes áreas também estão sendo convocados, o que amplia a chance de candidatos brasileiros conseguirem ofício na Oceania.

Por fim, a Austrália é promissora para engenheiros porque oferece altos salários para a função. O PayScale, site que calcula os ganhos salariais de várias profissões de Exatas, afirma que engenheiros civis e elétricos, com alta demanda na terra dos cangurus, podem ganhar a partir de 60 mil dólares australianos anualmente (cerca de R$ 200 mil).

Como é a validação do diploma de Engenharia na Austrália?

Até o momento, você entendeu que a Austrália oferece bons salários e tem um mercado de trabalho aberto para os engenheiros brasileiros. Porém, a dúvida que fica é esta: como validar o diploma de graduação em Engenharia, obtido em instituições de ensino nacionais, no maior país da Oceania?

Para responder à questão, é preciso afirmar que a validação do diploma em Engenharia na Austrália é feita pelo órgão similar ao Conselho Federal de Engenharia e Agronomia no país, verificando a pertinência dos documentos que provam a formação e a experiência profissional do engenheiro estrangeiro.

Portanto, o processo começa com a apresentação de documentos, tais como:

  • teste de nivelamento em inglês;
  • histórico escolar e profissional com tradução juramentada;
  • diploma de conclusão do curso superior;
  • certificados de pós-graduação no exterior e cursos de especialização (se for o caso);
  • carta de recomendação das empresas nas quais trabalhou;
  • três assessments (avaliações de competências) que provam a experiência profissional na área.

Os assessments fazem parte das estratégias de Competency Demonstration Report (Relatório de Demonstração de Competências, em tradução livre) e se dividem nestes três tipos:

  1. Continuing Professional Development (resumo do desenvolvimento profissional);
  2. Career Episodes (documento que relata três episódios da carreira);
  3. Summary Statement of Evidence for Competency Elements (Resumo da Evidência de Elementos de Competência, em português, relato que comprova experiência e estudos de caso na área).

Após apresentar o documento ao órgão competente, o candidato deve aguardar a resposta definitiva da entidade para continuar com o pedido de visto para trabalhar na Austrália.

Qual o tempo de duração do processo de validação?

Até aqui, você entendeu como se dá a validação de diploma em Engenharia na Austrália, porém, uma dúvida muito comum é sobre o tempo de duração desse processo.

Para acalmar os ânimos dos candidatos, é necessário entender que os órgãos que validam ou rechaçam o seu diploma na nação australiana precisam comprovar se a formação internacional é equivalente ao marco da Australian and New Zealand Standard Classification of Occupations (ANZSCO).

Em razão da complexidade do trabalho, é possível que o processo de validação do seu diploma nacional leva até um semestre para obter algum retorno.

Qual é o órgão equivalente ao CREA no país?

No Brasil, o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CREA) funciona como autarquia pública para fiscalizar e regular as profissões de engenheiro e agrônomo, tendo papel importante na institucionalização dessas áreas no país.

Na terra dos cangurus, porém, a Instituição de Engenheiros da Austrália, também conhecido como Engineers Australia ou pela abreviação IEAust, é o órgão sem fins lucrativos que se dedica, desde meados do século passado, à regularização das engenharias no país.

Dessa forma, cabe à IEAust avaliar não apenas as competências dos engenheiros australianos como também é responsável por verificar as habilidades de imigrantes e validar, havendo provas contundentes, o diploma de formação em Engenharia no exterior. 

Por que contar com uma agência de intercâmbio durante o processo?

A validação de diploma junto à Engineers Australia costuma se estender por alguns meses e causar, naturalmente, várias dúvidas nos candidatos. Por isso, a recomendação é contar com o know-how de agências de intercâmbio, com escritório no Brasil e na Austrália, para ter êxito nesse processo.

As agências de intercâmbio lidam, diariamente, com candidatos que desejam trabalhar e estudar na Austrália e sabem quais são os documentos necessários para conseguir a aprovação do órgão regular da profissão no país, sem margem de erro para problemas de verificação sobre a experiência profissional e acadêmica no exterior.

Além disso, as empresas de intercâmbio podem mediar o contato do profissional com possíveis empregadores na Austrália e auxiliar o brasileiro a escolher o melhor lugar no país para viver, levando em consideração a qualidade de vida e o custo-benefício de cada território, estado e cidade australiana.

Neste post, você entendeu por que vale a pena trabalhar com Engenharia na Austrália e como é o processo para validar o diploma de formação nacional no país-continente. Então, separe seus documentos com antecedência para não sofrer com imprevistos durante o processo, que pode ser auxiliado por uma agência de intercâmbio.

O tema deste post foi útil, não é? Agora, assine a newsletter do blog e não perca mais informações relevantes para seu intercâmbio na Austrália e na Nova Zelândia!

O salário mínimo na Nova Zelândia: como os brasileiros vivem lá?

Já imaginou morar fora, ter muito mais qualidade de vida e segurança, conseguir trabalhar legalmente e, claro, ganhar todo mês em dólar? Pois bem, tudo isso é possível na Oceania!

Entre todas as vantagens e chamarizes dessa região, o salário-mínimo na Nova Zelândia é um dos que mais chamam a atenção dos jovens do mundo inteiro, incluindo muitos brasileiros em busca de um emprego internacional.

Afinal, o país conta com uma remuneração média muito superior ao que a maioria dos brasileiros está acostumada a receber — sem contar os demais benefícios que uma vida legal por lá pode proporcionar, como educação de qualidade, segurança pública, lazer, entre outros.

Mas calma! Antes de achar que é tudo simples assim, é preciso também comparar o custo de vida do país — e é justamente sobre esse tema que vamos falar ao longo do artigo. Então, tome nota das dicas que trouxemos a seguir. Vamos começar?

Como é o custo de vida e o poder aquisitivo na Nova Zelândia?

Antes de falarmos sobre o salário-mínimo na Nova Zelândia, é fundamental entendermos que, apesar de os valores pagos pelas empresas no país serem superiores aos do Brasil, o custo de vida é muito mais alto por lá também. Portanto, não basta apenas converter os valores médios dos salários de ambos os países e achar que é só isso que conta.

Viver na Nova Zelândia é muito mais caro que no Brasil, especialmente se você escolher morar na capital e em cidades maiores. A grande diferença é que, por lá, o poder aquisitivo da moeda local também é maior, o que dá uma sensação de equilíbrio mais justa.

Ou seja, se você ganhar um salário-mínimo na Nova Zelândia, provavelmente viverá com menos, mas não passará os mesmos “apertos” como se fosse com um salário-mínimo brasileiro por aqui, entendeu?

Afinal, qual é o salário-mínimo na Nova Zelândia?

Atualmente, o salário-mínimo na Nova Zelândia é de NZ$ 17,70 por hora (janeiro 2020), o que dá, na conversão para a moeda brasileira, cerca de R$ 50,00 arredondados. Nada mal, né?

Levando em consideração que esse valor se refere ao salário-mínimo e que a maior parte das empresas neozelandesas oferece condições superiores a essa quantia, é possível viver muito bem no país, ainda que o custo de vida seja alto também.

De acordo com uma pesquisa, a Nova Zelândia está na lista dos 20 países com os melhores salários do mundo e a média de ganhos por lá gira em torno de NZ$ 3.634,28 mensais. Nada mal, não é mesmo?

Quais as dicas para quem pretende trabalhar na Nova Zelândia?

Agora que você tem uma noção melhor sobre o salário-mínimo na Nova Zelândia, é bom estar atento a outros fatores importantes. Em primeiro lugar, para se conquistar uma vaga legalmente, é imprescindível ter um visto adequado.

Quem pretende fazer um intercâmbio no país tem direito a trabalhar. Para conseguir uma vaga com mais facilidade, no entanto, vale contar com o suporte de uma agência especializada.

Por fim, vale ressaltar que é possível economizar bastante durante os estudos e até juntar uma grana boa para voltar ao Brasil. Para isso, há opções de morar com uma família local, buscar alternativas mais baratas de transportes, conhecer o país de forma mais econômica e, claro, buscar melhores oportunidades de trabalho.

Enfim, essas são nossas dicas sobre o salário-mínimo na Nova Zelândia e o seu custo de vida. Sem dúvidas, o país abre portas e permite que muitos estrangeiros realizem o sonho de uma vida de qualidade e um salário de verdade, o que inclui muitos brasileiros.

Se você quer fazer parte disso, não deixe para depois: consulte uma agência especializada e embarque em uma das experiências mais incríveis de sua vida!

Curtiu? Quer mais dicas legais para o seu intercâmbio na Oceania? Então, leia também nosso próximo post e descubra quais as melhores cidades para trabalhar na Nova Zelândia!

Descubra aqui qual o salário mínimo na Austrália e qual seu poder aquisitivo!

Para quem deseja aprimorar um novo idioma, conhecer novas culturas ou tentar uma melhoria de vida em um novo país, o dinheiro é um fator decisivo. Na Austrália, o salário mínimo é considerado atualmente o maior do mundo — o que acaba motivando a ida de novos intercambistas, tanto para os que buscam estudar e trabalhar quanto para os que vão somente trabalhar.

O salário mínimo na Austrália é regulamentado pelo governo — assim como no Brasil. O órgão governamental que controla o salário mínimo do país e as suas renovações é o Work Fair, que é a Justiça do Trabalho local.

Neste post você vai descobrir qual o valor do salário mínimo atual na Austrália e as suas diferenças para o salário brasileiro. Continue a leitura!

Qual o salário mínimo na Austrália?

De acordo com a Work Fair — órgão responsável pela regulamentação do salário mínimo na Austrália —, desde 01 de julho de 2019, o salário mínimo base no país é de AU$ 19,49 por hora, ou AU$ 740,80 por semana, com base em 38 horas de trabalho semanais. Assim, somando cerca de AU$ 2963,20 por mês.

No Brasil, desde 01 de fevereiro de 2020, o piso do salário mínimo está no valor de R$ 1045,00, uma alta de 4,7% referente ao valor de 2019.

Analisando os valores atuais de forma básica e convertendo na taxa média do dólar australiano, com a cotação de AU$ 2,94, em real, o salário mínimo australiano fica no valor de R$ 8711,81. Isso quer dizer que, atualmente, o salário mínimo na Austrália está cerca de oito vezes mais alto e mais valorizado que o salário mínimo no Brasil.

Qual a diferença de poder aquisitivo entre Austrália e Brasil?

Como o salário mínimo na Austrália é de um valor bem mais elevado, o custo de vida no país pode aumentar na mesma dimensão. De acordo com o Numbeo — plataforma especializada em comparar custos de vida ao redor do mundo — em um comparativo entre Sydney e São Paulo, a cidade australiana apresenta, no geral, o custo de vida de quase 100% acima do valor médio da cidade paulista.

Porém, em questão de poder aquisitivo, quem trabalha na Austrália consegue adquirir bens, manter um padrão de vida confortável e viver em um país de primeiro mundo, com menos horas trabalhadas do que as pessoas que vivem em São Paulo, por exemplo.

Como ir à Austrália para trabalho?

De acordo com o seu objetivo, existem diversas formas e vistos de entrada para quem deseja ir para a Austrália como intercambista, seja para estudar, trabalhar e estudar ou somente para trabalhar.

Os vistos mais simples de serem obtidos são o visto de turista, em que não há permissão de trabalho, e o de estudante, para cursos com duração mínima de 14 semanas — a permissão de trabalho vem com o visto, o que possibilita que a pessoa trabalhe por até 40 horas quinzenais.

O Working Holiday Visa é um visto para quem deseja uma experiência cultural e profissional na Austrália e tem validade de 12 meses. Porém, só é elegível para passaportes de nacionalidade de países que apresentam acordo com a Austrália, como Bélgica, Canadá, Chipre, Dinamarca, Estônia, Finlândia, França, Alemanha, Hong Kong, Irlanda, Itália, Japão, Coreia, Malta, Holanda, Noruega, Suíça, Taiwan e Reino Unido.

A Austrália é uma economia de primeiro mundo, com paisagens paradisíacas e um estilo de vida extremamente confortável para a população local e para os intercambistas, além de ter o salário mínimo mais alto do mundo, o que a torna um país ainda mais atrativo para quem deseja uma melhoria de vida.

Neste artigo vimos detalhes sobre o salário mínimo na Austrália, suas diferenças em relação ao salário mínimo brasileiro e como ingressar neste país da Oceania. Além da sua qualidade de vida e hospitalidade, é um país com diversas oportunidades de crescimento pessoal e profissional para os intercambistas.

Gostou do artigo e quer saber mais? Então assine a nossa newsletter para receber as novidades sobre a Austrália em primeira mão!

Como funciona a política na Nova Zelândia? Saiba antes de viajar!

A política na Nova Zelândia é um dos fatores que mais atrai o olhar estrangeiro para a região, conhecida internacionalmente pelo baixo índice de corrupção no governo. Neste post, entenda qual é o contexto político na nação da Oceania e descubra como funcionam as eleições por lá.

Além disso, compreenda quais são as principais diferenças entre os sistemas políticos neozelandês e brasileiro, como funciona a divisão entre regiões administrativas e cidades e qual a capital do país. O que está esperando? Comece a leitura agora mesmo e tire as dúvidas antes de fazer seu intercâmbio para a Nova Zelândia!

Qual o contexto da política na Nova Zelândia?

Localizada no sudoeste do Oceano Pacífico, a Nova Zelândia é um país insular distante 2 mil km da Austrália, pelo Mar da Tasmânia. A nação foi colonizada por ingleses durante séculos e, em 1947, adotou o Estatuto de Westminster, que a incluiu no Reino da Comunidade Britânica (Commonwealth).

Monarquia constitucional, a Nova Zelândia vive uma democracia parlamentar, na qual a população vai às urnas para eleger representantes políticos indiretamente. Oficialmente, a rainha Elisabeth II é a autoridade simbólica máxima do país, ocupando o cargo de chefe de Estado.

Na prática, a monarca é representada pela figura do governador-geral, nomeação do primeiro-ministro. Cabe ao governador-geral (função atualmente exercida por Patsy Reddy) os poderes de nomear ministros e embaixadores, por exemplo, além de revisar casos de injustiça. 

Já o Conselho de Ministros, liderado pelo primeiro-ministro (cargo ocupado hoje em dia por Jacinda Ardern), é o órgão que formula políticas tem as decisões mais significativas para a nação.

Para o Judiciário, magistrados e juízes são nomeados por figuras de prestígio político e têm independência constitucional em relação ao governo, o que implica a interpretação legal sem influência de outras decisões do poder soberano.

O Poder Legislativo, por fim, é composto pelo Parlamento, que consiste na Câmara de Representantes e no Soberano (representado pelo governador-geral). A Câmara única é composta por 120 políticos (os “Members of Parliament”), os quais são eleitos democraticamente.

Há eleições e partidos políticos no país?

O Parlamento da Nova Zelândia se divide entre a rainha (e seu representante, o governador-geral) e a Câmara dos Representantes. Os 120 Membros do Parlamento (posição similar à de um deputado federal, no Brasil) são eleitos pela população. Demais cargos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário não são escolhidos por sufrágio.

Na lista de partidos políticos, destacam-se dois nomes: o Partido Nacional (New Zealand National Party) e o Partido Trabalhista (New Zealand Labour Party). Atualmente, o Partido Nacional, cujo espectro político é de conservadorismo liberal e de centro-direita, detém a maior parte das cadeiras da Câmara de Representantes.

Por outro lado, o Partido Trabalhista, de social liberalismo e ligado à ideologia de centro-esquerda, elegeu a primeira-ministra, Jacinda Ardern. A nação conta, ainda, com partidos de menor expressão política, como o Nova Zelândia Primeiro (New Zealand First), o Partido Verde (Green Party of Aotearoa New Zealand) e o ACT Nova Zelândia.

Quais diferenças entre o sistema político da NZ e o do Brasil?

A principal diferença do sistema político brasileiro em relação ao neozelandês é que nós vivemos uma república democrática presidencial, na qual o presidente é eleito popularmente para ser o chefe de Estado e o chefe de Governo do país — cabe, também, ao político nomear os ministros e os secretários do Ministério.

O nosso Poder Legislativo também se difere bastante do sistema kiwi, uma vez que temos pluralismo político (reconhecimento de vários partidos em disputa) e o Congresso Federal, bicameral, composto por Câmara dos Deputados e Senado, para os quais se podem eleger deputados e senadores de forma direta, via sufrágio universal.

Qual o nível de corrupção na política?

Até o momento, você descobriu o contexto político neozelandês e como ele se distingue do nosso. Mas, além dos pontos citados, a corrupção é outro fator que diferencia a Nova Zelândia do Brasil (estamos na 106ª posição no Índice de Percepção da Corrupção), uma vez que os kiwis são eleitos, por anos consecutivos, como o país menos corrupto do mundo.

A explicação se dá, principalmente, pela legislação anticorrupção na nação, que pune o suborno entre empresas públicas e privadas, com penas que podem chegar a 14 anos de prisão e multas que começam na faixa de 2.000 dólares neozelandeses.

Por outro lado, o sistema judiciário consegue se manter transparente e sem interferência de outros setores, gerando um clima regulatório estável. Os funcionários públicos, igualmente, não podem ganhar ou solicitar regalias, em consonância com o Código de Conduta da Comissão de Serviços do Estado, o que inibe a prática de suborno.

Como funciona a divisão entre capital, cidades e regiões da Nova Zelândia?

De forma geral, a Nova Zelândia é formada pelas ilhas do Norte e do Sul, além de outras porções de terra, separadas pelo Estreito de Cook. Com mais de 1.600 km de extensão, o território do país se divide em 16 regiões administrativas, como Auckland, Canterbury e Wellington.

As cidades mais populosas, que normalmente coincidem com a capital da região administrativa, são Auckland (cerca de 1,5 milhão de pessoas), Wellington (393 mil), Christchurch (380 mil), Hamilton (206 mil), Napier (124 mil), Tauranga (121 mil), Dunedin (117 mil), Palmerston North (82 mil), Nelson (60 mil) e Rotorua (56 mil).

Wellington, situada na região administrativa de mesmo nome, na Ilha Norte, é a capital do país, sendo um importante centro de economia. Fundada no século XIX, a cidade cresceu junto à costa e está dividida em quatro autoridades territoriais (Lower Hutt, Porirua, Upper Hutt e Wellington).

Nest post, você entendeu o contexto da política na Nova Zelândia, país que tem na rainha Elisabeth II a figura simbólica máxima, representada pelo cargo de governador-geral. Com grande segurança jurídica, a monarquia parlamentarista apresenta o menor índice de corrupção do planeta e promete qualidade de vida para os moradores e os visitantes.

O tema foi útil, não é mesmo? Então, leia este texto e informe-se sobre a cultura da Oceania e os cuidados que você deve ter antes de visitar a região!

Como exercer a medicina na Austrália? Explicamos neste post!

Você é profissional da área médica, tem interesse em dar entrada em um processo de visto e desempenhar sua profissão em terras australianas? Saiba que é possível exercer medicina na Austrália. A área da saúde — mais especificamente medicina — possui uma grande demanda de profissionais, e, na mesma proporção, diversos requisitos e exigências.

Por ser uma área delicada que está em contato direto com a população diariamente, e em função de o nível exigido para atuação no país ser excepcional, a demanda de profissionais é alta, para conseguir atender a toda a população com excelência. O país passa por uma carência de profissionais qualificados, principalmente, em regiões do interior.

Neste post, vamos mostrar como é possível validar o diploma em outro país, qual o departamento responsável pela documentação e os requisitos a serem preenchidos. Se você é médico(a) e deseja trabalhar e morar nesse belo país, continue a leitura!

Como validar o diploma de medicina na Austrália?

Embora a demanda para médicos cirurgiões, psiquiatras, anestesistas, entre outros, seja grande, provavelmente, essas são as áreas com mais exigências e requisitos para a validação da profissão na Austrália. 

Cada profissão é admitida por um departamento específico, que fica responsável pela validação do diploma e sua autenticação no país. A medicina na Austrália é reconhecida pelo departamento MedBA (Medical Board of Australia).

Se você é da área médica e seu diploma foi obtido fora da Austrália ou Nova Zelândia, é necessário conseguir um registro emitido no país, equivalente ao CFM (Conselho Federal de Medicina), e prestar uma prova de reconhecimento de habilidades, ou skills recognition do AMC (Australian Medical Council) — uma organização que se compromete em manter os padrões de qualidade das profissões médicas e proteger a saúde da população australiana.

Nesse processo, é fundamental fornecer comprovações da sua formação acadêmica e experiência profissional, bem como encaminhar tais documentos para análise do órgão responsável.

Originalmente, existem três caminhos principais para aplicação. Abaixo, mostraremos quais são essas categorias e para qual perfil de profissional cada uma é indicada. 

Regulação com Autoridade Competente

A modalidade Autoridade Competente, ou The Competent Authority Pathway é um caminho indicado para profissionais que desejam atuar com medicina na Austrália, e não foram treinados no exterior, mas também pode incluir médicos de clínica geral, identificados no Brasil como “clínico geral”. Se você deseja a conquista de um registro geral, este é o caminho correto. 

O primeiro passo é saber se o curso concluído é aceito pelo conselho médico australiano e se sua universidade está presente no Diretório Mundial de Escolas Médicas, ou World Directory of Medical Schools (WDOMS). A partir dessa verificação, você deve se inscrever no MedBA (Medical Board of Australia).

Os IMGs (International Medical Graduates) aprovados nos exames certificados na Austrália, ou que concluíram treinamento por uma instituição aprovada pelo conselho médico australiano, podem solicitar esta avaliação. 

O conselho de medicina na Austrália dispõe de algumas instituições internacionais para avaliar o conhecimento médico e as habilidades clínicas dos aplicantes. 

Algumas dessas instituições são:

  • General Medical Council (UK)
  • Medical Council of Canada (LMCC)
  • Educational Commission for Foreign Medical Graduates of the United States (USMLE)
  • Medical Council of New Zealand (NZREX)
  • Medical Council of Ireland (IRL)

De acordo com as leis atuais, o conselho de medicina na Austrália pode fornecer um registro — provisório ou geral — baseado na equivalência de qualificações atribuídas, ou por meio da conclusão de um exame. Nesse processo é solicitada a conclusão satisfatória de 12 meses de prática supervisionada, com o mínimo de 47 semanas de serviço em período integral. A partir da exigência dos 12 meses de experiência supervisionada, o MedBA (Medical Board of Australia) determina a obrigatoriedade de ter uma oferta de emprego para iniciar o processo de reconhecimento da profissão na Austrália.

Regulação para Especialista

A regulação para Especialista, ou The Specialist Pathway, é destinada para os médicos especialistas formados no exterior, que desejam equiparar sua formação acadêmica com a de um especialista da mesma área formado na Austrália. E, também, para especialistas treinados no exterior em alguma área especializada de necessidade na Austrália. 

Os médicos que possuem qualificação inicial em medicina e cirurgia em instituição reconhecida pelo AMC e pelo WDOMS e que preenchem os requisitos de treinamento e exames para a atuação nesta especialidade no seu país de origem, também podem solicitar a avaliação nesta modalidade — reconhecimento especializado ou área de necessidade.

Neste caso, as inscrições devem ser realizadas diretamente nas universidades especializadas, na sua devida área de atuação.

Regulação para Médico Padrão

Se você não se encaixa nas modalidades anteriores, a alternativa de regulação para Médico Padrão, ou The Standard Pathway, é o caminho que pode conceder a você um registro geral no Conselho de Administração. Este caminho é o padrão para os IMGs (International Medical Graduates) que procuram o registro geral no Conselho de Administração.

Optando por este caminho, o médico deve possuir qualificação em medicina geral e cirurgia, concedida por uma instituição reconhecida pelo AMC e WDOMS. Para os profissionais que desejam se aplicar nesta regulação, a candidatura deve ser realizada diretamente com o AMC.

Lembrando que, antes de realizar a inscrição, é necessário ter concluído testes do AMC CAT MQC.

Informações importantes

É de extrema importância conferir todas as informações, documentos e provas necessárias diretamente com os órgãos responsáveis. Lembrando que todo esse processo deve ser realizado antes da sua viagem para a Austrália.

Os médicos que passarem pelo processo e iniciarem a atividade da profissão na Austrália devem, antes de tudo, ter um registro no MedBA da região específica onde pretendem trabalhar. Após a disponibilidade do visto, os médicos também precisam aplicar ao Medicare Australia e possuir um número de provedor de cuidados médicos (Medicare Provider Number), para conseguir prescrever medicamentos ou exercer atividades como clínico geral.

Neste artigo, vimos que exercer a medicina na Austrália não é um processo tão simples para ser concluído, porém, se torna valioso no final. O país possui diversas oportunidades nas mais variadas áreas da medicina e os departamentos responsáveis prezam pela excelência dos profissionais.

Suas dúvidas sobre como exercer a medicina na Austrália foram esclarecidas? Então, assine nossa newsletter para receber novidades em primeira mão.

Canadá ou Nova Zelândia: qual opção escolher para fazer intercâmbio?

Para quem tem o desejo de estudar fora, o intercâmbio é uma experiência enriquecedora, que incentiva a troca e as relações entre nações, ao proporcionar uma imersão em culturas diferentes, o intercâmbio mostra uma parcela da diversidade que temos no mundo.

Os países que citaremos, Canadá x Nova Zelândia, têm diversas semelhanças, como segurança, qualidade de vida e etc. No entanto, as diferenças também são muitas — começando pelo continente, pelo clima e por seus costumes.

Neste post, vamos mostrar como funciona o intercâmbio no Canadá x Nova Zelândia, além das vantagens de cada lugar. Para descobrir qual é o melhor país para os seus estudos, continue a leitura!

Como é o intercâmbio no Canadá?

Independente do destino escolhido, um intercâmbio pode proporcionar uma experiência surpreendente na vida de qualquer estudante. Porém, para o Canadá, os processos de aplicação são um pouco complexos e limitados, começando pela necessidade de solicitar vistos até para uma viagem a lazer.

Pouco tempo atrás, foi anunciado pelo governo canadense uma atualização que favorece os brasileiros que desejam realizar uma visita ao país. Desde o dia 01 de maio de 2017, cidadãos brasileiros tornaram-se elegíveis ao programa eTA (Autorização Eletrônica de Viagem), que, em determinadas situações, isenta a necessidade do visto de viagem e substitui por uma autorização.

Porém, para conseguir solicitar o eTA, a pessoa precisa ter conseguido um visto canadense no período de 10 anos ou ter visto válido para não imigrante dos Estados Unidos.

O Canadá requer do intercambista brasileiro um visto de viagem antes do embarque. Para cursos com duração de até 6 meses, pode ser utilizado o visto de turista.

O visto de estudante só é obrigatório para cursos de duração acima de 6 meses, porém, é um visto que possui algumas exigências que não são necessárias para o visto de turista, como vínculo acadêmico, provas de que o estudante tem dinheiro suficiente para se manter no país durante o seu período de estudo e exames médicos.

A vantagem é que esse visto permite que o intercambista exerça uma função empregatícia no país. No entanto, vale consultar se a medida cabe para o seu curso.

Além da questão dos vistos, o Canadá é um país com uma cultura rica e diversa, com inúmeras paisagens naturais e pontos turísticos conhecidos e cobiçados por visitantes de todo o mundo, como a CN Tower, em Toronto, Niagara Falls, em Ontario e o Banff National Park, localizado em Alberta, que conta com alguns lagos conhecidos mundialmente, como Louise e Moraine.

Oficialmente, são falados dois idiomas no Canadá, o inglês e o francês. O país é uma nação bilíngue, mas, dependendo da região, um dos idiomas predomina. Se sua viagem for para a região de Toronto ou Vancouver, o idioma principal é o inglês, porém, se a sua ida for para a região de Montreal ou Quebec, verá a maioria da população se comunicando em francês.

Como é o intercâmbio na Nova Zelândia?

A Nova Zelândia é considerada pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) como um dos melhores países do mundo, sendo o sexto melhor país em qualidade de vida e infraestrutura. Junto com a Dinamarca, é o país que apresenta o menor índice mundial de corrupção, pelo IPC (Índice de Percepção de Corrupção).

É o terceiro país mais pacífico do mundo, de acordo com o Índice Global da Paz, e está entre os 15 mais felizes, de acordo com o estudo World Happiness Report. Além disso, o governo neozelandês possui investimentos abundantes na educação. Em pesquisa realizada pelo Shangai Ranking Consultancy, no momento atual, sete das oito universidades da Nova Zelândia estão entre as 500 melhores do mundo.

Em 2019, a Nova Zelândia foi nomeada o melhor país do mundo para a realização de um intercâmbio, de acordo com o ranking da Educations.com. Essa pesquisa baseia-se em alguns fatores cruciais de decisão, como:

  • oportunidade de vivenciar um novo estilo de vida;
  • alcançar novas oportunidades profissionais;
  • ter novas experiências;
  • fácil acesso a uma rede de ensino de qualidade superior;
  • custo-benefício;
  • agilidade na obtenção dos vistos — tanto para estudos como para trabalho.

Apesar de ser um país mais distante do que o Canadá, a Nova Zelândia é um destino acolhedor para quem busca uma imersão cultural, qualidade de vida, receptividade e proximidade com outros continentes tão ricos e culturais quanto a Oceania.

O visto só é solicitado caso a sua estadia seja de um período superior a 90 dias. Nesse caso, é necessário solicitar um visto de estudante.

Se for um intercâmbio de média a longa duração, acima de 14 semanas, é ideal solicitar um visto com permissão de trabalho — intercambistas matriculados em cursos podem trabalhar por até 20 horas semanais durante os períodos de estudo e 40 horas nas férias.

O que avaliar na escolha do destino?

Apesar de todas as opções iniciais parecerem perfeitas, a escolha do destino do seu intercâmbio precisa ser feita com muita responsabilidade e cautela. O choque cultural é uma realidade, e, dependendo do lugar escolhido, pode ser mais ou menos intenso.

Portanto, se você está acostumado a uma cidade grande e urbana, que funciona 24 horas por dia, escolha um destino que esteja dentro desses requisitos. Se você é alguém que prefere morar em um lugar mais calmo, o ideal é escolher uma cidade do interior ou litorânea.

Alguns outros fatores culturais e locais são indispensáveis na análise do seu intercâmbio:

  • clima;
  • custos de vida;
  • acomodação;
  • instituições de ensino;
  • gastronomia;
  • segurança;
  • infraestrutura;
  • vistos disponíveis.

Como efetuar a escolha e compra do intercâmbio?

Para o fechamento de um intercâmbio, por ser uma viagem com diversos aspectos e detalhes, o ideal é procurar uma agência capacitada para te dar todo o suporte necessário, desde a etapa de decisão do destino até a volta da sua viagem.

O processo de requerimento dos vistos pode ser um pouco demorado, por isso, é recomendado agir com muita antecedência e atenção, juntamente com o nosso departamento de vistos, que consegue auxiliar em todo o andamento dessa solicitação. É necessário organizar os documentos que serão solicitados pelo consulado e, além dos trâmites normais, a imigração do seu país de destino pode pedir comprovações extras — o que pode gerar prazos maiores.

O programa de intercâmbio conta com uma logística para que todos os detalhes estejam confirmados no dia da sua esperada viagem. Isso envolve passagens, vistos, acomodações, escolha de cursos e instituições de ensino, além de alguns processos burocráticos — como tradução de documentos.

Vimos neste post que a decisão entre Canadá x Nova Zelândia para o seu intercâmbio pode não ser simples, já que os dois países possuem suas individualidades e processos. Ainda assim, esperamos que o conteúdo ajude na sua decisão.

Se você deseja acompanhar as novidades sobre intercâmbio, assine a nossa newsletter para receber mais dicas em primeira mão!

Guia completo sobre o que você precisa para morar na Nova Zelândia

Você pensa em mudar de vida e recomeçar em um novo país com a sua família? A Nova Zelândia é um lugar extremamente rico em belezas naturais, sua cultura Maori é milenar e é uma alternativa que está ganhando grande destaque a cada dia. Afinal, está em um continente que apresenta estabilidade e diversas vantagens, como boa empregabilidade, inclusive para intercambistas, e um dos maiores salários mínimos do mundo. 

Além desses fatores econômicos, outro atrativo é o clima na Nova Zelândia, que é tropical — comum ao clima brasileiro, porém, agradável para os turistas e moradores locais. Ainda é um país que atende os mais diversos focos de estudo, como inglês para negócios, pós-graduação etc.

Sendo assim, neste guia mostraremos para você quais são as possibilidades para morar na Nova Zelândia de forma legal e direcionada para o seu perfil. Que tal? Continue lendo até o fim do post! 

Como é morar na Nova Zelândia?

Há tempos a Nova Zelândia vem sendo considerada como um dos melhores países do mundo, tanto para visita como para moradia. É o lugar que tem um dos maiores índices de qualidade de vida, uma vez que seu IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) é um dos mais altos, e, junto da Dinamarca e Finlândia, está no topo do ranking anual do IPC (Índice de Percepção de Corrupção) como um dos países mais íntegros e livres de corrupção. 

O país está localizado na Oceania e tem cerca de 5 milhões de habitantes entre as suas duas ilhas principais (do Norte e do Sul), que são marcadas por belezas naturais, vulcões e glaciações. A grande parcela da população se concentra na ilha do lado Norte, onde está localizada a capital, Wellington, e uma das cidades mais procuradas pelos intercambistas — Auckland

Na ilha do lado Sul também está localizada a cidade de Queenstown, que é conhecida como a capital mundial dos esportes radicais e que serviu de cenário para os filmes das trilogias “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”.

Custo de vida

Há alguns anos a Nova Zelândia — mesmo sendo um dos melhores países do mundo para se viver — era considerada um país distante e de cultura exótica para a maioria dos intercambistas e imigrantes, pois acabava perdendo o seu destaque em comparação com os Estados Unidos e com alguns destinos da Europa. 

Porém, com a alta do dólar americano e do euro, este belo país começou a obter um destaque maior na rota de interesse internacional. Atualmente, é um dos lugares mais baratos e recomendados do mundo para estudar inglês. Hoje em dia, de acordo com a Numbeo — banco de dados que compara os custos de vida entre cidades , o país tem um dos quinze melhores custos de vida do mundo.  

Ainda sobre o custo de vida na Nova Zelândia, a média varia muito de uma cidade para outra. Auckland, por exemplo, é a maior e mais populosa do país, e, assim, torna-se uma das mais caras para viver. Em um ranking mundial, a cidade ocupa a 40ª posição da lista, em um total de 452.

Ainda de acordo com a Numbeo, os gastos de uma pessoa na cidade, sem o valor do aluguel, giram em torno de NZ$ 1.400,00. A média salarial, no entanto, é de aproximadamente NZ$ 3.850,00.

Em Auckland existem diversos tipos de acomodação e o aluguel é uma das despesas mais caras. Isso porque apartamentos de um quarto custam em torno de NZ$ 1.200,00 a NZ$ 2.200,00 por mês, dependendo da localização.

A capital do país, Wellington, é o 68° lugar no ranking mundial do custo de vida mais elevado. Em média, mensalmente, sem a despesa do aluguel, uma pessoa gasta em torno de NZ$ 1.250,00. A média salarial está em torno de NZ$ 4.200,00. Os aluguéis, por sua vez, estão na faixa de NZ$ 1.100,00 a NZ$ 3.800,00.

Entre as grandes cidades para morar na Nova Zelândia, Christchurch mostra um custo de vida mais amigável que Auckland e Wellington, mas ainda está entre as 100 cidades mais caras do mundo para viver. O custo mensal estimado para uma pessoa na cidade é em torno de NZ$ 1.220,00. Já a média salarial gira em torno de NZ$ 3.700,00. 

O aluguel na região também pode variar muito, como nas outras cidades: o valor mínimo pode ser de NZ$ 800,00, mas, também, pode custar aproximadamente cerca de NZ$ 3.000,00.

Na cidade de Queenstown, que é mais conhecida como a capital dos esportes radicais, o custo de vida se eleva por ser um destino turístico. Anualmente, a cidade que tem cerca de 18 mil habitantes recebe mais de 1 milhão de turistas.

Comparada à São Paulo, ela tem um custo de vida 50% mais caro. O aluguel dos imóveis atualmente oscila entre NZ$ 1.200,00 e NZ$ 4.300,00, e a média salarial da cidade beira os NZ$ 2.500,00.

Transporte

Dentro das grandes cidades para trabalhar na Nova Zelândia, o meio de locomoção mais comum é o ônibus. Em Auckland, a região central pode ser percorrida a pé, porém, as suas belezas naturais estão localizadas em pontos mais afastados da cidade.

O cartão de transporte pré-pago de Auckland chama-se ATHop card. Ele pode ser utilizado nos diversos meios de transporte presentes na cidade, como ônibus, trens e alguns trajetos de balsas.

Em Christchurch, como a cidade é plana, além do transporte público, um meio comum de locomoção é a bicicleta e a caminhada. O lugar está repleto de ciclovias, incentivando o aumento de ciclistas na região. Agora, para quem prefere usar o transporte público, tem como opções:

  • ônibus;
  • balsas;
  • ônibus especiais e shuttles do aeroporto para a cidade;
  • bondes restaurados para destinos turísticos. 

Na capital da Nova Zelândia existem várias opções de transporte público. Para efetuar o pagamento da sua passagem é possível usar dinheiro ou cartões de transporte pré-pagos. 

Os ônibus de Wellington conectam toda a cidade, desde bairros residenciais até o centro comercial, assim como os trens e as balsas conectam outras regiões. O bonde da cidade leva os passageiros até o Jardim Botânico de Wellington — uma das atrações mais populares das redondezas.

De uma ilha para outra, o transporte pode ser realizado via ferry, vislumbrando as belezas naturais do território. Entretanto, para locomoção de uma cidade para outra, as estradas são o meio mais indicado — lembre-se apenas de que dirigindo na Nova Zelândia se usa a mão inglesa!

Educação

O sistema educacional da Nova Zelândia está entre os melhores do mundo e a NZQA (New Zealand Qualifications Authority) é o órgão responsável pelo controle das escolas públicas e privadas de todo o país — colaborando para que se mantenha um alto padrão de ensino, reconhecido a nível global. 

Para os intercambistas, o país oferece uma rede de assistência que garante segurança para os novos estudantes. O programa é chamado de New Zealand Code of Practice for the Pastoral Care of International Students

Desde o dia 01 de outubro de 2019 os brasileiros que pretendem visitar a Nova Zelândia precisam emitir um eTA (Electronic Travel Authority) — uma autorização válida para quem permanecerá por até 90 dias no país. 

A emissão do eTA custa cerca de NZ$ 9,00 se for solicitado pelo celular ou NZ$ 12,50 se for feito diretamente no site do governo neozelandês. Além da autorização, os turistas devem pagar uma taxa de proteção ambiental da região no valor de NZ$ 35,00. 

Saúde

A Nova Zelândia dispõe de um sistema público de saúde exemplar, com hospitais e clínicas bem preparados e com uma rede de profissionais bastante qualificadoa para conseguir atender e dar o devido suporte para a população.

Diferentemente do Brasil, o clínico geral é o profissional que sempre vai acompanhar o seu caso. Caso seja necessário um encaminhamento para uma modalidade específica, o pedido deve ser feito por ele. Nesse cenário, o tempo de espera para o atendimento vai de acordo com a gravidade do seu caso.

Com a realização de exames médicos a situação é semelhante: o clínico geral deve realizar um pedido e encaminhar para o laboratório. Além disso, os exames só são solicitados em casos que mostram uma necessidade iminente.

Os remédios são subsidiados pelo governo da Nova Zelândia, então, custam de NZ$ 0,00 até NZ$ 5,00 e o médico deverá prescrever a sua receita para a compra ou retirada na farmácia.

Carteira de motorista

Você possui uma CNH brasileira e pretende dirigir legalmente assim que começar a morar na Nova Zelândia? Atualmente, existem duas maneiras para regulamentar a sua carteira de motorista, pelo período de um ano. Após esse prazo, é necessário emitir a carteira de motorista local.

A forma mais popular é emitindo uma PID (Permissão Internacional para Dirigir) enquanto ainda estiver em território brasileiro, sendo necessário verificar com o DETRAN da sua cidade o valor e o procedimento necessário para a emissão do documento. 

A segunda maneira é fazer uma tradução da sua CNH com um profissional registrado no NZTA (NZ Transport Agency) e com o passaporte válido em mãos — sendo obrigatório manter a tradução sempre junto ao documento. Nesse caso, deve-se verificar com o NZTA se o tradutor escolhido está qualificado e aprovado para efetuar a tradução da licença. 

Para converter a sua carteira de motorista brasileira em uma driver license da Nova Zelândia é necessário comparecer em um AA (New Zealand Automobile Association) com o documento e a tradução, preencher o formulário solicitado e pagar uma taxa de aplicação, a fim de realizar os testes teórico e prático.

O que eu preciso para morar na Nova Zelândia?

De alguns anos para cá, os brasileiros estão conhecendo melhor a Nova Zelândia e a escolhendo para uma mudança de vida. Um dos principais fatores é que o país é considerado como um dos melhores do mundo para se viver, com uma gama diversa de oportunidades que estão de acordo com o seu objetivo e área de atuação. 

Seja para estudar, trabalhar, empreender ou investir, a Nova Zelândia tem as oportunidades e os vistos ideais para a sua entrada no país de forma legalizada. 

Visto de estudante

Para quem deseja fazer um intercâmbio de estudo, ou de trabalho e estudo, e quer morar na Nova Zelândia por um período superior a três meses, é preciso pedir o visto antes da sua chegada ao país. A aplicação é realizada diretamente no site da imigração neozelandesa e é solicitada uma série de documentos que comprovem o seu tempo de estudo. 

Esse visto não permite ao intercambista que permanece por menos de 14 semanas trabalhar no país. Só é permitida a atividade trabalhista para estudantes matriculados em uma escola de categoria 1 — em um curso com duração mínima de 14 semanas, e só são liberadas 20 horas de trabalho semanais.

Quem estiver matriculado em uma escola de categoria 2 também pode realizar atividades trabalhistas de 20 horas semanais, porém, o curso deve ter duração mínima de 24 semanas e o estudante deve ter nota 5,5 no IELTS (International English Language Testing System). 

Visto de trabalho

Pela Nova Zelândia ser um país com relativamente poucos habitantes locais, o visto de trabalho — Work Visa — pode ser solicitado dentro ou fora do seu território. Existem vários tipos e durações nessa categoria, incluindo o visto de trabalho pós-estudo, que é focado em pessoas que completaram os seus estudos recentemente. 

Para quem já conta com uma oferta de trabalho, estão disponíveis cerca de oito tipos de vistos diferentes, que devem ser conferidos diretamente com a imigração neozelandesa. E, para quem ainda não tem um trabalho, atualmente, existem nove alternativas de vistos. 

A imigração da Nova Zelândia disponibiliza uma lista de ocupações em demanda, que é atualizada regularmente. Nessa lista estão as ocupações onde a mão de obra qualificada está em falta. Se você apresentar experiência e as qualificações necessárias, o visto de trabalho pode ser mais fácil de adquirir. 

Para brasileiros também é disponibilizado o Working Holiday Visa, um visto de trabalho que tem a duração de 12 meses — e a Nova Zelândia só disponibiliza uma cota de 300 por ano. Esse visto permite que você trabalhe e viaje conhecendo mais do país. Uma das únicas restrições é que o beneficiário desse visto não pode trabalhar no mesmo local por um período superior a três meses. 

Visto de investidor ou empreendedor

A Nova Zelândia é um dos países mais receptivos do mundo para as novas oportunidades de negócios, portanto, se você deseja fixar residência em um novo continente e vê uma lacuna no mercado neozelandês, existe um visto próprio para quem pretende investir ou abrir o seu negócio no país.

Para empreendedores experientes que queiram morar na Nova Zelândia, o Entrepreneur Work Visa permite que você monte seu novo negócio e, caso atenda todos os aspectos requeridos, aplique um visto para residência após um período de seis meses.

Alguns dos requisitos para aplicar para esse visto são:

  • possuir um plano de negócios com investimento mínimo de NZ$ 100.000,00 — excluindo o capital de giro;
  • atender a requisitos criminais;
  • apresentar exames de proficiência em inglês;
  • iniciar a implementação do negócio em menos de 12 meses. 

Porém, se o seu foco é investir na economia da Nova Zelândia, um requisito necessário é apresentar e comprovar um plano de investimentos de no mínimo NZ$ 3 milhões de dólares ao longo de um período de quatro anos.

Você precisa apresentar requisitos mais simples, como questões de saúde, antecedentes criminais e nivelamento de inglês, mas também é necessário que o solicitante tenha até 65 anos de idade e permaneça na Nova Zelândia por, no mínimo, 438 dias — limite requerido dentro do período total do seu plano de investimentos, que costuma ser de quatro anos. 

Como posso levar a minha família para a Nova Zelândia?

Mudar para um novo país exige planejamento e organização e, se o seu desejo é morar na Nova Zelândia, mas quer que a sua família vá junto, existem algumas possibilidades de tornar isso uma realidade.

O intercâmbio em casal é uma possibilidade que pode beneficiar você e seu companheiro(a), trazendo uma experiência igualmente rica para os dois em um novo continente.

A imigração considera os filhos como dependentes e cônjuge como partner. Portanto, caso a sua ida seja para estudar e trabalhar na Nova Zelândia, é possível incluir dependentes no visto de estudante — mas somente se a sua permanência for de no mínimo um ano no país.

Se você tiver filhos, eles podem frequentar uma escola pública no decorrer do seu intercâmbio. Se o partner solicitar o visto correto, também tem permissão para estudar por um período de 12 semanas, mas não poderá exercer atividades trabalhistas.

Para crianças e adolescentes, morar na Nova Zelândia conta com inúmeras oportunidades, pois lá há uma rede de ensino excelente, segurança, natureza, possibilidade de praticar esportes que não são tão comuns no Brasil e a experiência de viver em novo continente. Outro diferencial é conhecer mais do inglês neozelandês, que é um idioma com algumas diferenças do inglês americano.

Também é possível participar do programa de pontuação para imigração na Nova Zelândia, que qualifica certos candidatos para residência no país. O processo, chamado de Expression of Interest (EOI), conta com informações profissionais, suas qualificações e experiências — tudo é contabilizado em pontos, que devem somar até 160.

Como me preparar para morar na Nova Zelândia?

Mudanças no geral sempre são um processo complicado e burocrático, portanto, quando é para um novo país (e um novo continente), é exigido um cuidado e atenção redobrados. De acordo com o objetivo da sua viagem, seja uma ida temporária ou uma mudança permanente, algumas etapas devem ser vividas — com auxílio profissional para tudo correr de forma correta. 

Em primeiro lugar, é de extrema importância fazer um planejamento financeiro para você e para a sua família, em que vocês estejam livres de qualquer imprevisto que possa ocorrer. É necessário incluir todos os gastos desde a saída do seu país de origem até cerca de três meses depois da sua chegada à Nova Zelândia. Além desses detalhes, não se esqueça de:

  • confirmar se o seu passaporte está dentro da validade;
  • verificar se alguma vacina é exigida para entrada no país
  • confirmar toda a documentação solicitada pela imigração da Nova Zelândia;
  • preparar a sua mudança, seja ela temporária ou definitiva.

Após visualizar o que é necessário, é recomendado entrar em contato com uma agência de intercâmbio especializada na Nova Zelândia para auxiliar nos trâmites mais complicados da mudança, como a documentação necessária para viagem e entrada no país, escolha de moradia e, se necessário, mostrar qual a melhor época para fazer o intercâmbio

Sobre a documentação, é indicado organizar tudo o que for solicitado de forma física e digital, para não correr nenhum risco na imigração. A moradia também deve ser analisada de maneira criteriosa antes da sua mudança. Se ela for definitiva:

  • verifique todos os seus bens materiais;
  • venda o que for necessário e o que você não precisa mais;
  • cancele os contratos de TV a cabo, internet e outros gastos que são de obrigatoriedade mensal;
  • faça uma checklist com tudo que deve ser feito antes da sua viagem.

Se for possível — e se estiver dentro do seu orçamento —, faça também uma visita inicial para a cidade que você deseja se mudar, a fim de ver de perto se é o local correto e se a sua escolha vai se manter neste local. Se possível, aproveite para visitar outras cidades próximas, para averiguar novas opções. Afinal, você pode se identificar mais com uma outra região do que a escolhida inicialmente.

A Australian Centre é uma agência especializada e capacitada nos países da Oceania e que pode auxiliar você e a sua família a concretizarem o sonho de viver uma nova cultura e morar em outro país. Neste post nós mostramos as formas de como isso é possível e quais são os processos necessários para você morar na Nova Zelândia, seja uma mudança temporária ou permanente.

Se este guia conseguiu esclarecer algumas das suas dúvidas sobre morar na Nova Zelândia e você deseja mais alguma informação, entre em contato conosco — estamos prontos para esclarecer mais detalhes!